História Love is suffer ( Moonsun ) - Capítulo 14


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Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Moonbyul, Personagens Originais, Solar, Wheein
Tags Moonsun
Visualizações 37
Palavras 1.411
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lírica, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Arritmia cardíaca


Opv.Yongsun

_ Solar-ssi, você precisa se alimentar, minha amiga. - Dizia Eric acenando preocupado para me, que estava perdida em meus pensamentos.

_ estou sem fome.. - disse afastando a bandeja de comida.

_ Já faz um ano que ela se foi Yongsun..

Disse olhando a expressão triste que estava bem explícita em minha face. Droga! Xinguei mentalmente, já que eu treinei tantas vezes de frente para o espelho para parecer neutra quando ouvisse seu nome. Ou qualquer assunto que tocasse no passado.

Por fim, todo meu esforço fora jogado ao ralo.

_ eu sinto muito.. - falava Eric com pesar tendo de volta minha atenção. - é minha culpa você está assim.. se eu pudesse voltar no passado, eu teria te dado conselhos ao invés de recebe-los de você. Naquela época você me ajudava tanto com os meus problemas. Que acabara deixando os seus de lado e isso é inaceitavél. - O vi ficar cabisbaixo, e seu semblante tornasse distante e obscurecido. - Me perdoe por ser um péssimo amigo.

Mesmo depois de um ano e um mês ter se passado, eu ainda estava arrasada por ter magoado Moonbyul, por mais que eu queresse fingir está tudo bem, por causa da minha insegurança. Agora estava magoando o meu melhor amigo também.

Chegou um momento em que fingir tão bem em acreditar que estava "tudo bem". Que eu acabava me iludindo, de novo. É quase que impossível alguém descobrir a nossa profunda tristeza. Mais que Eric conseguia enxergar, mesmo eu tendo colocado várias camadas.

_ Não quero que se sinta culpa Eric. - Falei chamando sua atenção. Fitei seu perdido olhar. Que mostrava perfeitamente que ele não estava totalmente presente ali. - Afinal o que aconteceu.. - pausei pensando em que palavras eu podeia usar. - aconteceu. Agora precisamos continuar. E isso é fato! Pois nunca ninguém, conseguiu viver só no passado.

   Aquelas palavras firmes surprenderam tanto a me quanto a Eric, que deu um leve sorriso em seus lábios, conforme concordava que sim.

   Passamos mais um tempo no refeitório conversando, e depois voltamos para nossos respectivos pacientes. Hoje seria o dia que faria uma abalação de radiofrequência em Hoseok um jovem de 15 anos, que quase sempre aparecia no hospital quando ele entrava em crises por causa da sua arritimia cardiáca.

_ Sinto muito em fazer essa pergunta idiota. Hoseok como estar se sentindo hoje? - Olhando as anotações em minhas mãos antes de voltar atenção para o garoto fanzino.

_ Estou ótimo Dra. Sun. - Respondia com um genuíno sorriso, o qual deixava bem espostas suas corvinhas. - Eu queria está jogando no meu PS4.. - seu olhar parecia distante. - mais em fim, aqui estou.

O garoto risonho voltava sua atenção para me, que desde seus 8 anos esteve aos meus cuidados. Que apesar das complicações que passou ao longo do caminho, ele me chamava de seu anjo da guarda.

_ E a senhorita, como está? - Perguntou inocentemente.

_ Estou bem querido. - Menti, pois a cada dia eu estava me acostumando mais e mais com aquele pessímo hábito.

Hoseok me observava atentamente, como se tentasse decifrar algo. Mesmo ele não sabendo pelo o que eu estava passando era como se ele pudesse vê além daquela minha máscara.

_ Tem certeza? - indagou, e novamente menti. Mais ele lá no fundo sabia disso. " Você tem que ser mais profissional Kim Yongsun!" - Algo está a encomodando, mesmo a doutora não querendo me contar eu consigo perceber. - Sorriu leve, ao notar a expressão supresa que eu estava a fazer. - Não te disseram que não se pode mentir para os seus pacientes, Dra. Sun! - Brincou.

Hoseok sustentava meus olhos. Olhos quais estavam infelizes, para quem sempre teve uma personalidade alegre. Dava para notasse muito bem qualquer mudança de humor.

E como ele passou praticamente sua vida desde de criança aos meus cuidados, sua facilidade de perceber era mais do que certa. Mesmo ele ainda sendo uma criança, de certo modo, sua personalidade e conversas as vezes tomavam um rumo de gente grande.

_ Você é um rapazinho bem observador sabia? - questionei ao apertar de leve suas maçãs do rosto. - Mais o foco aqui é você. - Completei e voltando para minha prancheta fiz as últimas anotações. - Preparado para radiofrequência? - Toquei com a ponta do dedo suavemente o seu rebitado nariz.

   Sabe-se que o coração é uma bomba que impulsiona sangue arterial, isto é, o sangue oxigenado para o corpo inteiro e manda o sangue venoso carregado de gás carbônico para ser oxigenado nos pulmões e redistribuído pelo organismo.

Nesse mecanismo, as estruturas anatômicas que compõem o coração podem sofrer uma série de alterações que caracterizam as doenças cardíacas.

No caso do jovem Hoseok era uma cardiopatia primariamente elétrica, trata-se de falhas elétricas no funcionamento do coração.

O coração estruturalmente é normal, mas eletricamente a ativação dele é anormal, porque existe uma mutação genética que determina que ocorram algumas alterações que possam causar a arritmia maligna.

Arritmia cardíaca apresenta sintomas como taquicardia, desmaios e convulsões. Este último, aliás, pode causar uma confusão perigosa no diagnóstico. Em algumas crianças que têm arritmias graves, como os sintomas são parecidos, muitas vezes são rotuladas como epilepsia”.

Por mais que pareça uma doença fácil de si estabiliza e cuidar. Arritmia cardíaca é uma doença silenciosa e, por isso, perigosa. No caso da morte súbita pode-se acontecer em casos de estresse e excitação.

_ J-hope - Chamei pelo seu apelido ao me aproxima do garoto. - terminamos a sua abalação. - tirei o aparelo de abalação de radiofrequência de cima de seu torax. 

Pois o procedimento  de abalação é mais eficiente para o tratamento definitivo das arritmias cardíacas

É realizada através dos cateteres por veias e artérias, sem a necessidade de abertura do tórax. Dessa forma, a recuperação é muito rápida e o paciente pode sair do hospital de 24 a 48 horas depois do procedimento, que é totalmente indolor.

_ uffa. - Disse entre suspiro. - detesto esse aparelho. Mas de qualquer maneira ele é objeto sagrado que o meu anjo de branco usa. Então não posso reclamar.

Ri com seu comentário bobo, e pocisionei a máquina no seu respectivo lugar com a ajuda dos novos residentes e enfemeiros.

_ Já disse que você é o meu paciente favorito? - Sussurrei para ele, pois aquele era o nosso segredo. E ninguém ali daquela sala poderia me ouvi diz algo assim para um dos meus pacientes. - Você é o melhor J-hope. - Acrescentei ao aproximar da cama que estava.

_ E você é a melhor doutora. - Retribuiu o elogio. - espero que proximo mês eu a encontre de nov.. - ao ouvi-lo dizer aquilo o interrompir de imediato.

_ Pois eu não. - Fiquei a fita-lo proxiama ao seu delicado rosto. Hoseok me olhava pasmo pelo o meu comentário. - Se você voltar mês que vem, significa que o tratamento de abalação de radiofrequência não está mais surtindo efeito. E isso seria algo que partira meu coração. - Sem percebe meu tom se tornara acuado e distante.

_ me desculpe Dr. Sun. Prometo não dizer mais coisas idiotas assim.

Cemicerrei meus olhos para Hoseok, que se sentiu intimidado, mais logo abriu um belo sorriso.

_ É bom mesmo. - Me afastei dando passagem para o enfemeiro e o residente que estavam ali, naquela apertada sala, já que a máquina de radiofrequência é composta de vários outros aparelhos auxiliares. E é preciso umas 3 a 5 pessoas para opera-lhe suas funções, quando necessário.

Vi o residente com a ajuda do enfemeiro colocar o franzino Hoseok sobre uma maca móvel, segui até a única porta que tinha naquela sala, e a abri. 

Antes que eu saisse, me voltei para Hoseok que já estava com seus lustrosos olhos sobre me.

_ Antes que eu me esqueça, você tera que passar o restante do dia em observação. - ele me olhou emburrado, e pude notar suas covinhas aparecer quando ele cerrou os dentes. Ri com sua birra. E logo acrescentei: - Seu PS4 terá que esperar por você um dia, ele consegue? - Brinquei.

Vi sua expressão amuada, desaparecer conforme seu largo sorriso se expandia com minha boba pergunta.

_ É só um dia, ele não vai morrer por isso. - Devolveu a brincadeira com humor negro, tirando boas gargalhadas de ambos.

_ Certo, certo. Agora me vou. Se cuida J-hope. - fiz coraçãozinho coreano, e depois sair.



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