História Love is suffer ( Moonsun ) - Capítulo 15


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Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Moonbyul, Personagens Originais, Solar, Wheein
Tags Moonsun
Visualizações 32
Palavras 1.456
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lírica, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 15 - Não consigo te esquecer


Opv. Moonbyul

Hoooow can you see into

my eyes like open doors? - Cantava Sandeul, enquanto me via jogada no sofá.

Leading you down into my cooore where I’ve become so numb

Mereço! Já virou implicância toda vez que ele me ver, acaba cantando bring me to life do Evanescence.

_ Não dar para zuada em outro lugar não? - Ele se aproximou do sofá onde eu estava, se abaixou até ficar na minha altura e gritou:

 ( Wake me up) Wake me up inside (...)(Save me)!!!

Dei um sobresalto de cima do sofá, e me pus a correr atrás daquele retardado enquanto ele ainda cantava.

_ Você me paga! - Exclamei, ao vê que Sandeul se trancava no banheiro.

Fiquei sentada contra o box do banheiro esperando o momento que ele saisse para taca-lhe uns tapas por me pertubar.

_ Byul-yi? - Perguntava o o ruivo do outro lado da porta. - Você aceitou a proposta do Dr. Choi? De tirar as fotos da inauguração da nova ala medica do hospital Raimbow?

Raimbow, o refugio de Yongsun. Ao qual ela se entregara por completo. Foi o que o tapado do Sandeul me contou, por mais que eu dissesse que não queria saber de nada sobre a yeba.. eu ainda a chamo pelo apelido.. é, uma vez trouxa, sempre trouxa. Eu chegava até implora-lo para me dizer como ela estava. 

Desde o dia em que conseguiu se tornar a cardiologista chefe. Já que fazia uns 4 anos que ela estava trabalhando duro para consegui esse cargo, mais quando a questionei ela simplesmente me ignorou, e fugiu do assunto. No fim, ela alcançou seu objetivo. Fico feliz por ela. Afinal, eu era só um utensílio que a estava privando de chegar onde queria.

Sobre a proposta do diretor Siwon de  me contratar junto com o jornal Seoul Notice. Ele veio com essa:

" Você precisa entender que estara ajudando famílias que não tem condições de pagar uma cirurgia cara.

Isso é para o bem deles Moonbyul. Para o bem daqueles que são poucos beneficiados pelas classes altas.

Então, o que acha de me ajudar a promover essa ala para os empresários e diretores do hospital? "

De fato, esse projeto é mais importante que meu orgulho. Se é que tenho. De qualquer maneira ele está certo. " Isso é para o bem deles."

_ Está ai? - indagou Sandeul, finalmente me tirando de meus devaneio.

_ estou. - respondi enquanto abraçava os meus joelhos e escorava minha cabeça contra a porta fria. - E sim, eu aceitei a proposta. - suspirei.

_ Já faz um ano.. - Dando uma pausa. -está preparada para ver Yongsun? - Seu tom parecia distante.

Um ano e um mês tinham se passado.. e ao invés de eu tê-la enfrentado mais naquele dia sobre sua resposta, simplesmente aceita o que ela disse e fugir. Fugi de Yongsun, sai do meu próprio estúdio, me afastei de meus amigos e colegas de trabalho..com exceção de Sandeul que largou tudo para me acompanhar, na minha súbita viagem de escape. Com tudo, eu só fugi, afinal é isso que os covardes fazem.

Mesmo que nas palavras que Yongsun usou na carta que encontrei naquela madrugada pedindo para eu não desistir dela. Não conseguí me manter firme, e me despedacei quando ela disse estar feliz ao lado de Eric.

Adimito, por mais que eu tentasse parecer forte naquela hora, doeu, doeu mais do que eu poderia explicar, mais do que eu podia sentir; mais do que você possa imaginar. Eu me vi desesperada, eu queria não sentir  mais nada, eu queria te apagar da minha vida! Assim como você pareceu fazer comigo. Eu queria conseguir te apagar de minhas memórias. E finalmente te colocar no meu passado. 

Mas não consigo, meu sentimento por  Yongsun é mais forte do que eu possa imaginar e eu não sei se sou capaz de um dia esquece-la, não sei se serei capaz de amar um outro alguém assim, tão intensamente. 

Na primeira semana longe de tudo, e de todos, eu falava para me mesma que eu devia te esquecer, eu tentei por muitos dias. Mas você parece estar entranhada em mim e eu não sei como desatar esse sentimento. Doí saber que está feliz sem mim, doí muito saber que está feliz com outra pessoa.

Pois como eu deveria ter agido nessa situação? Se alguém que você tanto ama não está feliz com você, Devo deixar-la ir e ser feliz com quem ela quiser? Ou colocaria os meus sentimentos a cima dos dela?

Por mais burrice que possa ser! Eu poderia simplesmente esquecer isso. E seguir em frente. A final, foi o que eu prometi para me mesma naquela noite sobre a ponte.

Mais eu não consigo, não consegui diminui a dor, não parei de chorar e muito menos esquecer Yongsun. Pois eu não  estou conseguindo conviver comigo mesma! Tem uma duvida que está me consumindo, e eu preciso ter certeza!

Suspirei fundo, ao ouvi o trinco da porta sendo aberto, me fazendo despertar do  meu longo diálogo que eu estava a ter comigo mesma. Me afastei ficando de pé em frente a porta, observei Sandeul que saia e ficava me fitando esperando ainda ouvi minha resposta.

_ Diferente de antes que prefiri me esconder em vez de enfrentar e aceitar meus problemas. Dessa vez eu não vou fugir. - Disse tão convicta, que o ruivo a minha frente me deu o seu sorriso mais largo, e em seguida me abraçou.

  Que fofo, agora é a minha deixa, dei-lhe um beliscão que o fez se contorcer de dor, e quando me afastei de seu abraço, ri da sua expressão de choro.

_ Pronto. Agora estamos kits. - dei-lhe as costas e caminhei em direção a porta do meu quarto. E quando fui entrando o olhei mais uma vez. - Sandeul? - O vi alisar o pequeno machucado, e depois me olhar com injuria. - Uma pessoa pode dizer que está feliz, mesmo mostrando claramente tristeza em seus olhos?

Ele pareceu pensar um pouco, com a repetina pergunta. Mais logo foi respondendo.

_ Sim. Muitas pessoas fazem isso. - Disse simples e direto.

_ Mais porque? - Franzi o cenho, como se aquilo que eu estava ouvindo fosse a coisa mais óbvia do mundo. E mesmo assim, eu não percebir.

_ Pessoas mentem o tempo todo sobre seus sentimentos, as vezes fazem isso para se livrar de perguntas, que elas já estão acostumadas a ouvir todos os dias de outros que as questionam só por questionar, sem ao menos se importarem de verdade. - Suspirou ao concluí.

Dei-lhe um sorriso gentil, e o mesmo me olhou sem entender nada.

_ Obrigada deul. Por tudo. - O agradeci, por ter conseguido me aturar esse tempo todo.

Pois Sandeul nem pensou duas vezes em deixar sua vida para trás, e me acompanhar nessa viagem de retiro para esquecer Yongsun. Ao qual não deu muito certo.

Que no fim não adiantou em nada. Não tinha um só dia nesse período de um ano e um mês. Que eu não lembra-se do seu sorriso, da sua cara de brava quando eu a fazia perder a paciência, das suas carícias e brincadeiras bobas. Por mais que ela tenha me dito que estava feliz com outra pessoa. E eu idiotamente ter aceitado numa boa. 

Pois se você estava feliz, não tinha motivos de parece tão triste quando disse? Senti perder um pedaço da minha alma, quando vi uma tristeza profunda tomar forma em seus olhos. Nesse momento sentir o meu mundo queimar, pois se eu era a culpada por toda aquela dor resguardada dentro de si. Escolhi sumir de uma vez de sua vida se era o que ela realmente queria. Correção, foi o que eu entendir naquela hora. 

E mesmo assim, me fazia aquela mesma pergunta na noite que fui embora, pois ficara martelando na minha cabeça dia após dia.

_ Se você estava feliz porque pareceu tão doloroso quando disse? Porque Yongsun.. - Terminei de por o meu pijama, e me deitei naquela cama mácia do hotel. 

 Dessa vez eu vou querer ouvi tudo. Cancei de me prender ao meu medo! Cancei de fugir e deixar tudo inacabado entre nós. Pois é assim que estou a me sentir desde o dia que partir. 

E se você me odiar no final, a deixarei em paz para sempre. Essa será a última vez que testarei se você realmente sente algo por me!  

Por mais que eu te ame! A deixarei ir de uma vez. Se você realmente estiver feliz.

" Pois o que tiver de ser seu! Será. E o que não tiver de ser! Deixe o ir." Com esse pensamento, fechei meus olhos e dormir.



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