História Love is worth more - Fillie - Capítulo 2


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Categorias It: A Coisa, Jacob Sartorius, Stranger Things
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Dustin Henderson, Edward "Eddie" Kaspbrak, Eleven (Onze), Jacob Sartorius, Lucas Sinclair, Maxine "Max" Mayfield / "Madmax", Mike Wheeler, Nancy Wheeler, Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, Steve Harrington, Will Byers
Tags Cadie, Caleb Mclaughlin, Fillie, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Íris Apatow, Jacob Sartorius, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Sadie Sink
Visualizações 82
Palavras 2.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


ooi, como vcs estão?

•eu revisei o capítulo, mas se por acaso vc encontrar algum erro, comente para que eu possa corrigi-lo.

•a fic esta com capa agr, dêem uma olhada e digam oq acharam. Eu q fiz então...

Bom, acho que é só isso. Vejo vcs lá embaixo.


BOA LEITURA :)

Capítulo 2 - Eu sou sua empregada



                Millie Point of view

Brantford, Ontário - 13 de abril de 2018 às 06:49 A.M

– Bom dia! - Desejei assim que adentrei a cozinha. Havia poucas empregadas a essa hora, a maioria de mal humor. Nenhuma me responde, mal me olham, se me olham fazem com desdém. Nego com a cabeça tentando não me afetar com isso, o dia ainda nem começou.

Sigo para a área de serviço e quando chego lá, visto um avental limpo. Higienizo minhas mãos e volto para a cozinha.

Então começo a preparar o café da manhã de Finn, meu patrão e meu único amigo.

Deve ser estranho você me imaginar trabalhando como empregada, aos vinte anos de idade; isso porquê realmente é estranho. Porém, no meu caso, necessário.

Termino de colocar as comidas na bandeja. Ovos fritos com bacon, uma xícara de café bem forte, uma barrinha de cereal e um comprimido para dor de cabeça e enjôo. Eu sei que Finn passou a noite fora então provavelmente bebeu e pode ficar com ressaca depois.

Ri de mim mesma quando pensei isso. Finn Wolfhard não fica de ressaca. NUNCA!

Enquanto subia para o segundo andar, ouvi um barulho vindo do quarto de Nick, achei o barulho meio comprometedor então tentei ignorar até chegar ao meu destino.

Dei três batidas rápidas na porta, e como desconfiava, fui ignorada. Abri a porta e encontrei o quarto de Finn vazio. Logo ouvi o barulho da água caindo do chuveiro no banheiro. Deixei a bandeja em cima da escrivaninha e rolei meus olhos pelo quarto. Meu Deus, que zona!

Como um rapaz é capaz de fazer tanta bagunça em tão pouco tempo?

Eu arrumei e limpei isso ontem.

Bufei e sai do quarto.

Então comecei a ajudar as outras serviçais a preparar o café da manhã de toda família, ou quase, já que um filho está meio bêbado.

Passo um pano úmido pelo vidro da mesa e depois começo a arrumá-la. Destribuo os pratos, copos, talheres, xícaras, pires...

Suzan vem destribuindo as comidas. Volto correndo à cozinha para buscar um vaso de flores para enfeitar a mesa, mesmo farta ela parecia sem vida.

Coloco o vaso e vou lavar a louça. Não é tanta, só algumas coisas que usamos para preparar o café.

Logo a família desce e começa a comer. Como cogitei, Finn não apareceu. Se eu o conheço bem, - e eu conheço- depois de tomar banho ele vestiu apenas uma cueca, dei um gole no café e achou ruim a falta de açúcar, depois comeu um pouco dos ovos para tirar o gosto ruim da boca, então só aí ele viu o remédio e me agradeceu mentalmente por lembrar, ele tomou um comprimido e agora está dormindo feito um bebê.

Depois que todos já estavam satisfeitos, retiramos a mesa. Como sempre Mary Wolfhard me olha, daquele jeito que só ela faz...de um jeito tão, tão estranho. Eric por sua vez me comprimenta, Nicki imita a ação do pai me desejando um bom dia.

Quando arrumamos e lavamos tudo eu finalmente pude ir comer. Sobrava muita comida, sempre. Mas afinal era muita fartura para apenas quatro pessoas; hoje três, no caso.

Me sirvo com waffles, mel e chá. Coloco apenas o que sei que vou comer, se ainda não estiver satisfeita eu posso repetir.

Termino rápido e vou para a área externa.

Suzan, minha companheira de trabalho já começou a fazê-lo. Temos de lavar a área onde fica a churrasqueira e a piscina.

Começamos o trabalho, lavamos o chão, as manchas nas paredes, a grelha da churrasqueira... enfim, limpamos tudo.

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Abro a porta do quarto e encontro o garoto branquelo sentado na cama jogando videogame. Quando Finn me vê ele logo se levanta e vai colocar uma camisa, já que estava sem quando entrei aqui. Mesmo tendo certa intimidade comigo, Finn ainda é muito respeitoso. Logo ele volta usando uma camisa preta com a logo de uma banda que eu sei que ele ama.

Novidade Finn Wolfhard usar camisas pretas...

– Precisa de algo? - Pergunto segurando as mãos, meio receosa. Finn estreita os olhos e me olha como se eu fosse um E.T. – O que foi?

– Porquê está sendo... profissional?

– Porquê eu sou sua empregada...você meu patrão... - Finn me interrompe fazendo uma careta de sarcasmo. Wolfhard e suas caretas.

Não aguento e solto uma gargalhada.

– Ok...- Digo me recuperando do ataque de risos. Respiro fundo. Pare de rir, Millie. – Mas falando sério. Não precisa de nada? Quer que eu traga seu almoço?

– Não...- Finn diz sem me olhar, ainda jogando. – Me faz companhia.

– Não posso, você sabe!

– Por favor.

– Além do mais, meu horário de trabalho ainda não acabou, sua mãe não gosta que eu fique tempo demais aqui em cima.

Mills...- Diz agora me olhando e fazendo um biquinho de bebê chorão. Me seguro para não rir de novo. – Por favorzinho.

– Finn...

– É uma ordem! - Ele diz tentando parecer intimidador. Falhando obviamente, Finnie é adorável até bravo.

– Uma ordem que estou desobedecendo. Sinto muito! - O garoto a minha frente revira os olhos castanhos escuros.

Nervosinha...- Não sei porque ele me chama assim, mas ele sempre me chamou assim. Na realidade Finn deve ter uma lista de apelidos para mim: Mills, estressadinha, Millster, MBB, nervosinha... uma infinidade.

– Se quiser algo me chame! - Digo me afastando mas ele me segura pelo braço e me olha com a sombrancelha erguida. Reviro os olhos e dou-lhe um beijo na bochecha. Essa era uma das promessas que havíamos feito e mesmo que tenha sido feita a muito tempo, Finn nunca esquece. Incrível!

Finn era meu único amigo, a única pessoa que eu conversava e não era meu próprio reflexo. Acho que se eu não o tivesse em minha vida eu já estaria completamente pirada. Mesmo me sentindo sozinha na maioria das vezes, eu sei que sempre que precisar ele vai estar lá. Isso me conforta de certa forma.

Por volta das sete da noite, terminamos de limpar e organizar toda a mansão. Era imensa e como de costume todos estávamos exaustos. Uma parte dos empregados já havia feito o jantar e em breve ele seria servido. As sete e meia, em ponto. Todo dia o jantar é servido neste horário, é algo importante para a família, o momento em que todos se sentam e comem juntos. O único momento em que realmente são uma família.

Durante o resto do dia Finn não me chamou mais, nem me procurou...

– Brown! - David me chama como se já estivesse fazendo isso a um bom tempo. Vejo pela sua expressão de impaciência e aborrecimento.

– Desculpe...- Digo encolhida com a cabeça abaixada.

– Vá ao hall e troque os pratos dos vasinhos. - O homem dá a ordem e sai pela porta dos fundos, seu horário de trabalho já terminou e provavelmente está indo para sua casa, ou vai parar em um bar para tentar descontar seu estresse. Deixe de ser xereta, Millie!

Termino de estender algumas peças de minhas próprias roupas no varal e sigo até o hall para fazer o que me foi mandado. Antes pego alguns pratinhos de porcelana no armário.

Passando pelo corredor que me levará aonde quero, ouço vozes me chamando. Tento ignorar isso. Não sei ao certo mas escuto vozes às vezes, elas me chamam, me falam coisas aleatórias e sem sentido; com o tempo deixei de ter medo, afinal é coisa da minha própria mente.

Começo a fazer meu trabalho, subindo os vasos para trocar os pratos que ficam espalhados em lugares estratégicos pelo hall de entrada. Em frente a uma janela, há quatro vasos, vou até lá e repito o procedimento, mas novamente escuto vozes. Mesmo tentando ignorá-lás elas permanecem, só então percebo que essas não são da minha cabeça; são cochichos vindo de lá fora.

Com o cenho franzido abro um pouco a janela para espiar.

Não me julgue, sou curiosa.

Coloco apenas metade da cabeça para fora e sinto o vento frio a atingindo. Estreito os olhos para enxergar melhor e também para que a ventania não faça meus olhos lacrimejarem.

Então consigo ver duas sombras, não são sombras e só porque está escuro e eu não enxergo direito, então para mim são sombras.

Eles estão meio abraçados...uma das sombras está acariciando o rosto da outra.

Espara aí! Eu não estou vendo isso, estou?

Ai meu Deus!

É o Finn, ele está beijando uma garota.

Não é qualquer garota, e Iris Apatow.

Até onde sei, ex namorada de Finn.

Se terminaram, porque estão se agarrando no escuro da noite?

Vejo Finn cochichando algo no ouvido da loira, que solta uma risada exagerada. Risada que se dá quando se quer transar com alguém.

Reviro os olhos e volto minha cabeça para dentro. Como já terminei tudo, apenas deixo os pratos usados por cima do tanque e vou praticamente correndo para meu quarto. A noite aqui é muito escuro e assustador...passo pelas árvores apressada com medo deles me verem. Quer dizer, não com medo que Finn me veja, mas sim que ela me veja.

A Sra.Wolfhard é muito rigorosa com suas regras; uma delas é que absolutamente ninguém de fora pode me ver, ninguém!

Nunca entendi direito o porquê disso, achava que era porque eu sou muito nova para meu trabalho, mas isso não faz mais sentido. Já tenho vinte anos de idade e trabalhar como empregada não é nenhum crime.

Mas enfim chego ao extenso e estreito corredor que me leva a imensa escadaria, que me leva até meu quartinho.

Assim que tranco a porta livro meus cabelos compridos do coque. Tomo um banho rápido e visto meu pijama; uma blusinha, um short lilás com bolinhas e um par de meias altas. Pego um livro para ler enquanto não tenho sono.

Tento me concentrar nas letras, mas é quase impossível. A cena de mais cedo não me saí da cabeça. Não o fato de Finn estar beijando uma garota, porque isso eu já estou cansada de ver. Mas o fato de ser Iris!

A menos de uma semanas Finn havia me dito que terminou com ela, disse um monte de coisas horríveis sobre ela. Eles tinham começado o namoro a quase um mês.

–Mas a vida dele não é da sua conta! - Digo a mim mesma como se fosse outra pessoa, forçando a voz para sair mais grave.

– Mas ele não deixa de ser meu amigo. Neste caso a vida dele é da minha conta, não?

– Não! Não é da sua conta, Mills. - Faço voz grave novamente e acabo rindo de mim mesma. Eu sou louquinha de pedra.

Ouço alguém bater na porta desesperamente.

Como já imagino quem é apenas abro sem questionar.

Finn está chorando muito, muito mesmo.

Suas mãos estão tremendo e ele cheira a combustível puro. Ele me olha com seus olhos castanhos escuros transbordando.

Finnie...- Digo o puxando para um abraço. O rapaz enterra o rosto na curvatura de meu pescoço, sinto um arrepio sentindo sua respiração quente. Mas ignoro, não é hora para isso.

Ainda o abraçando, fecho a porta atrás dele. Passo meu braço por sua cintura o apertando contra meu corpo.

Seja o que for que aconteceu sei que tem a ver com Iris. Também sei que ele não merecia chorar desse jeito. Queria passar sua dor para mim.

– O que aconteceu, Finn? - Digo quando vejo que agora está mais calmo; faço carinho nos seus cachos bagunçados.

O rapaz se afasta de mim e passa a mão pelo rosto, que inclusive está tão vermelho quanto seus olhos. Ele se senta na minha cama, mas não está olhando para mim. Finn esta olhando para baixo, vejo seus olhos se encherrem novamente. Ele deve estar muito bêbado pra chorar tanto assim.

– E-eu...- tenta falar mas sua voz falha. Respira fundo e deixa que algumas lágrimas caiem. O rapaz levanta a cabeça para me olhar. – Eu transei com a Iris!

Então ele volta a chorar igual um recém nascido. Franzi o cenho e me sento ao seu lado, passando a mão pela suas costas tentando confortá-lo.

– E qual o problema com isso?

– Eu não...não sei... Sei lá. Pareceu tão errado, Millie. - Ele diz sem tem certeza do que fala.

– E porque foi errado, Finn? Ela não queria?

– Não. Não é isso. É só que... não parecia que estávamos fazendo sexo. Foi tão monótono...- Finn olhava novamente para um ponto fixo. – Parecia que minha alma tinha saído e eu podia me ver de cima...como...como se não fosse eu ali. Foi horrível!

– Isso porque não tinha sentimento... foi só pelo prazer. - Eu disse suave, não querendo parecer grossa ou mal educada. Finn soltou uma risada nasal.

– Nunca tem, Mills. Nunca tem sentimento!

Finn me olha estranho, de uma forma diferente. Ele acaricia meu rosto como se estivesse hipnotizado. Dá um sorriso de canto enquanto seus olhos adquirem certo brilho.

– Você está linda.

Sinto meu rosto corar fortemente, um arrepio dos pés a cabeça, os pelos da minha nuca estão arrepiados também. Meu Deus!

– O que está fazendo, Finn? - Questiono quase gritando quando vejo o rapaz se aproximando. Mas ele me ignora e continua se aproximando como se ainda estivesse sob efeito de um transe. Agora ele está perigosamente perto, consigo sentir sua respiração quente contra meu rosto. Fico meio zonza pelo cheiro de álcool que emana dele.

Tudo o que se passava na minha cabeça era: Ele vai te beijar! Vai te beijar! REAJA!

Mas eu me mantinha imóvel.

Finn virou um pouco o rosto e me deu um beijo, na bochecha...quase nos lábios. Quase!

Sentir seus lábios macios por um breve segundo foi como cometer o pior dos pecados.

Então o rapaz se levantou e vai até a porta.

– Boa noite, Mills. - Diz e se vai, fechando a porta atrás de si.

O que diabos aconteceu aqui?

Passo os dedos aonde seus lábios me tocaram. Eu consigo senti-los ainda.

– Boa noite, Finn...- Digo sozinha. Sorrindo abobalhada. Seria de fato uma boa noite...


Notas Finais


como em qualquer outra história, os primeiros capítulos são mais parados; mas é muito importante para vcs poderem entender a relação que um tem com o outro.
se tiverem qualquer dúvida podem me chamar na dm no tt ( @biawolfhardd )
e muito obg pelos comentários do prólogo, podem comentar aqui tbm né rs

o prox capítulo já está praticamente pronto, então é provável que eu poste segunda (ou antes depende de vcs)


sobre a mansão Wolfhard, podem imagina-la bem imensa, bem rica bem fodona msm. Eu pesquisei sobre mansoes e achei uma q seria ideal para representar a nss mansão. Se alguém quiser o vídeo me pede no twitter q eu mando.


agr sobre a cidade onde se passará a estória, Brantford. Se eu fosse vcs dava uma pesquisada pra entender mais, isso ajuda muito pra melhor compreensão da fanfic.

acho q é só, já falei muito hahaha
até segunda (ounao)

XoXo,Bia♥️


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