História Love Lies - Capítulo 1


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Categorias Alisson Becker, Douglas Costa, Gabriel Jesus, Marcelo Vieira, Neymar, Paulinho, Philippe Coutinho, Roberto Firmino, Thiago Silva
Personagens Personagens Originais, Philippe Coutinho
Tags Beatriz Gonçalves, Copa Do Mundo, Philippe Coutinho
Visualizações 421
Palavras 905
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus amores, hackearam minha antiga conta e eu não consegui recuperá-la, perdi todas as minhas fanfic's. Fiquei bem triste, mas, não irei me abater!
Resolvi trazer Love Lies para vocês, uma oneshot minha que transformei em fanfic e, espero de verdade que vocês gostem.

Algumas observações:
♡ Essa menina na capa é a Beatriz/Bia, nossa personagem, mas vocês podem imaginar da forma que preferirem.
♡ No início terão alguns flashback's para podermos chegar no ponto de partida.
♡ A fanfic tem uma playlist, caso queiram dar uma olhada, o link estará nas notas finais. Vocês podem seguir.

Sem mais, vamos à leitura!

Capítulo 1 - Rússia.


Fanfic / Fanfiction Love Lies - Capítulo 1 - Rússia.

1. Rússia.

Há um mês atrás…

 

Olá Beatriz.

Venho por meio deste e-mail, para lhe fazer uma oferta:

Meu nome é Roland Bikov, sou gerente-geral do hotel Swissôtel Resort Sochi Kamelia na Rússia. A senhorita já deve estar ciente que nosso presidente da rede fechou contrato com a CBF, e o meu hotel foi escolhido para que a seleção passe sua estádia durante o período em que disputarão a Copa do Mundo.

Contatei alguns amigos muito próximos a mim que eu precisaria de um braço direito durante os dias presentes da seleção por aqui, logo seu nome veio a tona em nossas conversas, devido a tamanha repercussão de sua ótima atuação na hotelaria brasileira. Alguns tiveram contato muito próximo com sua equipe e gerente, fui informado que poderia contar com você, de olhos fechados, para trabalhar ao meu lado, ajudando-me a cuidar da recepção da seleção brasileira.

Sendo assim, entrei em contato com a ACCOR, primeiramente, para que pudesse verificar com seu gerente de sua mobilidade para a Rússia, foi difícil que ele te soltasse, admito. Por fim, pude concretizar as informações passadas a mim sobre você. Concluo sem dúvida alguma que é uma grande hoteleira, de ótimo perfil e eu, com muito gosto, gostaria de desfrutar de seu ótimo talento em meu hotel.

Para mais informações peço que entre em contato comigo assim que puder, caso aceite, precisamos começar o quanto antes o procedimento para sua vinda.

Aguardarei ansiosamente.

Roland.”

 

Li e reli aquele e-mail várias vezes para que a ficha caísse totalmente. Reprimi um grito – estava na frente de inúmeros hóspedes, coordenando um grande evento –, pois não conseguia acreditar no que estava lendo. Swissôtel? Na Rússia? Coordenar um hotel resort cinco estrelas ao lado do gerente-geral? Eu só podia estar sonhando. Minhas mãos suavam e meu estômago estava um gelo.

 

Rapidamente fui até a agenda de meu celular e pesquisei o contato de minha mãe, logo lhe enviando uma mensagem contanto da novidade. Não demorou muito para que ela respondesse com vários emojis surpresos e que independente de minha escolha ela e meu pai estarão ao meu lado para me apoiar.

 

Guardei o celular no bolso de minha calça e sorri para o hóspede que acabava de adentrar na sala de conferência. Tudo o que eu mais queria era pegar meu celular e responder o e-mail de Roland: Que independentemente da oferta proposta, eu aceitaria, era um sonho a ser realizado e nada iria me impedir.

 

Ainda mais que envolve trabalhar com minha maior paixão desde a infância: o futebol. Juntando o útil ao agradável, que é a hotelaria e o futebol, eu simplesmente não poderia estar mais feliz.

  

Dias atuais.

 

— Filha, tudo pronto? – disse minha mãe adentrando em meu quarto.

 

— Sim, acabei de fechar a última mala. – sorri, batendo na mesma.

 

— Ainda não consigo acreditar que vai deixar tudo isso aqui. – olhou ao redor, sabia que ela também se referia ao meu apartamento. Eu havia comprado ele a um pouco menos de quatro meses.

 

— Mãe, eu volto! – ri, colocando a mala no chão ao lado das outras. — São apenas três meses, vai passar tudo tão rápido que a senhora nem vai ter tempo o bastante para sentir saudades.

 

— Você quem pensa, mocinha. – acarinhou meu rosto. Como eu amava aquela mulher, já podia sentir a saudade apertar em meu peito. — Reconhece que é meu orgulho, sim? – assenti. — Meu e de seu pai, ele está mais aflito do que eu sobre está viagem. – rimos.

 

— Meu pai é mesmo inacreditável. Ele nunca fora de se preocupar tanto e agora que estou com vinte e dois anos na cara, me vem com essa. – minha mãe deu de ombros.

 

— Coisas que só quem é pai entende. – concordei. — Bom, vamos? Já está quase na hora! – olhou em seu relógio de pulso. — Vou pedir pro seu pai vir buscar suas malas.

 

Sentei-me em minha cama e analisei as paredes de cor creme a minha frente. Jamais que eu poderia imaginar estar indo para a Rússia cuidar da estádia de jogadores, ainda mais da minha seleção que sou tão apaixonada desde pequena. Nem em meus melhores sonhos imaginei isso.

 

— Estou entrando. – meu pai adentrou no quarto e sentou-se ao meu lado, abraçando-me forte.

 

— Pai, não estou a fim de chorar… – ri fraco. — Vou sentir saudades, você sabe, né? – assentiu, seus olhos estavam marejados. — Aí pai, até parece que eu nunca te preparei pra isso, né? Sempre te falei que viajaria o mundo afora.

 

— Eu só não pensei que seria tão rápido assim. – passei a mão em suas bochechas, secando as lágrimas. — Mas vamos falar do lado bom: Minha filha vai cuidar da seleção brasileira. Tem coisa melhor? – neguei. — Não mesmo, estou muito orgulhoso de você finalmente ter recebido o reconhecimento que merece.

 

— Obrigada, pai! Nada seria possível se não fosse por você e pela mamãe.

 

Ouvi minha mãe gritar da sala e ri.

 

— Chega com essa cena toda e vamos. – levantou-se rapidamente, pegando duas malas e puxando para fora do quarto.

 

Levantei-me arrumando o vestido de pano branco com listras pretas em meu corpo, coloquei minha mochila em meu ombro e peguei as outras duas malas que restavam, arrastando-as até a porta. Dei uma última olhada em meu quarto.

 

— Ok… – suspirei. — Aí vou eu, Rússia. – apaguei a luz e fechei a porta atrás de mim.


Notas Finais


E aí, gostaram?! Quero opiniões de vocês, uh?

Link da playlist: https://open.spotify.com/user/saineigan/playlist/3PRBGsYZzZlZfLcw4HAor2?si=FKjeZs1oQN23x5VyvQQdhw

Até a próximo, meus amores! Beijão.


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