História Love? Love! - Capítulo 2


Escrita por: e KFics200

Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Johnny, Mark, Personagens Originais, Taeyong, Yuta
Tags Imagine, Nct, Você, Yuta
Visualizações 17
Palavras 3.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Leiam as notas finais ♡♡

Capítulo 2 - 1. Obrigações idiotas


Fanfic / Fanfiction Love? Love! - Capítulo 2 - 1. Obrigações idiotas

Point of view: Kim Chaeyeon

Vision: Terceira pessoa

From: Seoul - Coréia do Sul (06:30AM)

Kim acordou com a luz forte do sol batendo em sua cara. Pois a mesma havia esquecido de fechar a cortina do quarto ontem a noite. E como se não bastasse, acordou meia hora antes do despertador tocar, podia ter dormido mais, e isso irritava ela. Gosta muito de trabalhar, mas também gosta ainda mais de dormir.

Suspirou fundo e se sentou na cama passou suas mãos em seu rosto e finalmente se levantou de sua cama confortável, a parte mais dolorosa de seu dia. Retirou seu moletom cinza que ia até suas largas coxas e o jogou em cima da cama, andou semi-nua até o banheiro que tinha em meu quarto - a mesma possui costumes bem estranhos - tirou suas roupas íntimas e entrou no box, logo sentindo a água fria do chuveiro correr pelo seu corpo estilo violão.

Sempre toma banho frio porque só dessa maneira consegue despertar por completo, é ruim porque no frio também toma banho frio e ai eu acaba ficando com frio.

Saiu do banho e secou seus cabelos. Passou a toalha em volta do seu corpo,.abriu a porta do banheiro e andou até seu closet. Não via necessidade em ter um, prefiria um armário normal, odeia muitos luxos mas, na casa já tinha closet quando compraram, e não podiam simplesmente tampa-lo.

Mudando de assunto radicalmente... Seu appa tenha estado muito estranho ultimamente, desde a reunião na qual ela não foi convidada, ele aparenta esconder algo dela, claro que a mesma já perguntou e como ele a ama ele falou… falou que contaria quando fosse a hora correta, e sim esta tão curiosa agora quanto estava antes.

Vestiu sua roupa de trabalho de sempre: uma saia preta meio solta até o joelho e um casaco social branco listrado de botões - por dentro da saia - uma meia branca 2/3. Odeia saltos altos então colocou uma sapatilha preta e arrumou seus cabelos os jogando para frente e depois para trás e deu uma arrumada separando igualmente no meio - claro vendo para checar se não ficaria igual ao cabelo daqueles nerds dos animes.

Assim que já estava pronta pegou sua agenda na escrivaninha e já ia descer para tomar café da manhã, mas resolveu dar uma olhada em suas mensagens, ver se Momo já havia se pronunciado da vinda dela até a Coréia.

Hirai Momo, filha de um dos irmãos Nakamoto. são dois: o Sr.Nakamoto - Yukki Nakamoto - que é o dono da empresa do Japão, e a Sra.Nakamoto - Yuno Nakamoto - a irmã mais nova, que é a sub-dona da empresa. O Sr.Nakamoto tem um filho, Yuta Nakamoto e a irmã tem como filha a Hirai Momo, que só não tem o sobrenome da família porque o pai preferiu assim. Hirai é a melhor amiga de Chaeyeon. Nunca se deu bem com Yuta - Acha que é porque nunca falou com ele, mas suas impressões sobre o mesmo falam mais alto, não tem culpa na visão da mesma, ele parece ser metido, fresco e mimado.

Assim que acabou de olhar seu celular e ver que a mesma nem havia visto minha mensagem, segurou o celular com a mesma mão que segurava a agenda e sai do seu quarto, fechando a porta atrás de si. Olhou para os lados e por incrível que pareça, seu pai havia acabado de sair do quarto. Parece que o jogo virou Kim Hyunguuk, quer dizer, appa. Pensou a mesma e soltou uma risada abafada pela mão.

O mesmo olhou e sorriu. Ama o sorriso do seu appa, e é ainda mais bonito quando ele é para sua omma.

— Bom dia filha. Quero conversar com você no meu escritório hoje — disse direto e passou por Chae batido. Okay, ela não estava bem depois dessa. Vamos pensar um pouco.

1. A reunião na qual não pode ir. Reunião sigilosa na qual ela não poderia saber de umas coisas, mas arrancou algumas informações como: a reunião era com o Yukki Nakamoto, estavam falando sobre os filhos de ambas famílias e o assunto principal envolvia o futuro da empresa e uma união das famílias através de uma coisa que a pessoa não se atreveu a falar.

2. Seu pai escondia algo quase grave e que possivelmente afetaria a ela.

~ Quebra de tempo ~

Chae estava sentada na sala de espera fora do escritório de Hyunguuk, esperando o mesmo permitir a entrada dela. Ela estava mais nervosa que antes, sentia seu corpo suar frio e suas mãos tremiam, claro, sua ansiedade estava atacando e isso era ruim, a mesma podia desmaiar a qualquer momento. O pressentimento dela dizia coisas que só a deixavam mais nervosa e a situação dela só piorou.

Em um minuto parece que deus disse "não anjo, hoje você não vai desmaiar, segura na minha mão e vai na fé que não é nada grave" a porta do escritório se abriu e Sr.Kim apareceu sorrindo fraco e preocupado.

Chaeyeon sem mais nem menos já saiu entrando no escritório do seu pai e já se sentou. O homem negou em desaprovação e se sentou também.

— Não faço ideia de como ser direto com você — ficou sério.

— Apenas fale.

— Okay, mas não quero que dê uma de Kim Yeda e saia fazendo protesto pela empresa — se referiu ao modo escandaloso e marrento da mãe da garota.

— Yes. Fala logo antes que eu caia dura no chão — riu o seu pai continuou sério. Agora a coisa pirou para o lado dela.

— Se lembra que nos estávamos tentando entrar em algum tipo de união com a empresa dos Nakamoto no Japão? — afirmou — então… nos conseguimos… mas, essa união é de uma forma na qual não quero que você rejeite…

— Diga-me…?

— Você terá que se casar com Yuta Nakamoto — disse rápido. Sabe aquele momento que você olha pra tudo e pensa "qual o sentido da vida?" Esse momento acabara de acontecer com Kim Chaeyeon.

A mesma estava paralisada. Casar? Palavra forte ao ouvido dela, vamos esclarecer umas coisas: Kim sempre quis casar, nas condições de que, amasse a pessoa e quisesse é claro, mas ela mal conhecia Yuta, tinha má impressão sobre ele e não achava o momento certo para isso.

— Só queria lhe falar isso, não quero sua resposta até porque você é obrigada a isso e não há escolha alguma. Minha pequena, não quero que fique triste e irritada comigo, sei que esse garoto é horrível para você, mas por um lado, pode se tornar bom e pode acabar lhe fazendo feliz. Eu e Yukki apenas queremos que os dois tenham um filho que possa ficar com as empresas futuramente, e queremos isso de uma forma certa, criando uma união entre os dois…

— Tudo bem… apenas me explique, como farei para "amar" ele?

— Seja apenas você mesma anjo, no final, tenho certeza que dará tudo certo.

Aquelas palavras não ajudaram e nem ajudariam. Por um lado seria bom, estaria fazendo algo para agradar sua família e possivelmente no futuro isso possa ajudar bastante nas empresas e o futuro de seus filhos já estaria garantido, mas também tem seu lado ruim, sabia que Yuta não era do tipo de se apegar e formar laços amorosos com alguém, e sabia que no final não iria dar certo.

Aquele momento que você queria dizer que ficará tudo bem, mas sabe que não…

— Conversaremos melhor depois anjo — e assim, ele saiu da própria sala, deixando Kim sozinha no local.

Point Of View: Yuta Nakamoto

Vision:Terceira pessoa

From: Osaka - Japão (2 dias depois)

Yuta estava mais que preocupado, seu pai falou que queria falar com o mesmo e sorriu… ele sorriu! O mesmo havia ouvido seu pai conversar com sua mãe, ela estava reclamando que ele saía de casa e voltava tarde e disse que estava cansada de ter que acordar as noites, com a notícia que seu filho estaria no hospital por apanhar nas festas, foi ai então que ele ouvi a seguinte coisa do seu pai "Calma Nara, isso vai acabar em breve, e da melhor forma possível". Saberiam oque é isso? Até Yuta não sabia, apenas imaginava que algo que ele não queria que contecesse aconteceria.

Vestiu uma roupa qualquer - mas bem estilosa - para ir a uma festa e já iria sair. Sua mãe não havia deixado o mesmo ir dirigindo, então disse que o motorista iria o levar de carro. Seu pai estava em casa na sala que ficava no andar de baixo sentado no sofá, lendo o que supostamente, seria um manuscrito de alguma proposta de negociação. Sorriu de lado e correu discretamente - ou pelo menos tentou - até a porta da saída principal. Quando abriu a porta e uma voz rouca e grossa ecoou - seu pai tem uma voz que assusta até a morte.

— Onde vai? Não falei que iria conversar com você? — disse sem tirar os olhos daquele manuscrito que estava lendo.

— Aah, estou atrasado para uma festa… tenho que…

— O interrompeu.

— Nem pense. Caso corra agora, os seguranças irão te barrar na saída, o motorista que sua mãe pediu que levasse você foi dispensado, e de qualquer maneira, os muros são bem altos e não é atoa.

Disse Yukki seu pai e pode ouvir uma risada abafada - ou quase - da cozinha, logo Nara sua mãe saiu de lá. Agora ele sabia que o negócio é sério e estara se perguntando, se aquilo na mão do seu pai é mesmo um manuscrito.

Suspirou fundo tentando buscar calma e andou até o sofá onde o mesmo estava e agora sua mãe também.

— Diga logo o que quer… — disse impaciente, não tem paciência para discutir.

— Dizer isso tão rápido, quero ver seu desespero aos poucos — Vocês devem estar se perguntado, porque ele e seu pai falam assim um com o outro. Bem, Yuta nunca fui um garoto legal para ele, então ele simplesmente do nada, começou a mostrar o lado mal, ignorante e chato para o mesmo. Ele ama a Momo mais que ele e olha que Yuta é o filho dele! — Okay, vamos começar, Nara, se me interromper terei que mandar você se retirar. Bem, Yuta meu filho, vou ser bem direto com você, seus dias de festa acabaram hoje.

Riu. Não é a primeira vez que ele fala isso e Yuta não estava nem um pouco surpreso.

O menino olhou para o mais velho e viu o olhar que tanto odeia, esse olhar dele, e esse sorriso, isso é o selo que diz "não adianta negar"

— Ótimo estou rindo. Que piada nova é essa? Quero muito aderir — sorriu largo.

— Leia… — ele jogou aquele manuscrito para o garoto e Yuta pode finalmente afirmar que tinha sim algo naquele negócio.

"Proposta de união das empresas: Model Korean e Model Japan.

Olá Yukki Nakamoto, faz tempo que estamos arranjando uma forma de unir nossas empresas em uma e não conseguimos, então, finalmente pudemos ter uma ideia que por acaso, mudará tudo de bom para melhor. Supostamente iremos unir os jovens Yuta Nakamoto e Kim Chaeyeon em um casamento, pois os dois jovens já tem mais de dezoito anos. Porque? Se unirmos o casal futuramente seu primeiro filho, teria o nome "Nakamoto e Kim" o sangue, e a empresa será governada apenas por ele e logo após os filhos dele e assim prossegue. Basta a aceitação do senhor.

— Kim Hyunguuk"

Então é isso que acabará com seus dias de festa? Uma outra piada? Ele queria gritar e dizer que não era obrigado a nada, mas queria ouvir mais da boca do seu pai sobre o que estava escrito naquele papel.

— E… já está aceito, hoje a garota sairá 4AM para vir lhe visitar, ela ficará aqui até vocês dois irem para o Havaí se conhecerem melhor e aprenderem a viver juntos. Você irá conhecê-la melhor amanhã. Yuta... não fiz para seu mal, fiz ao contrário, para seu bem, estou cansado de ouvir sua mãe reclamar de o quanto sente saudades da época que o filho ficava em casa e dava atenção para ela, eu mesmo estou com saudades do meu filho, que me pedia para ensina-lo coreano ou outras línguas que eu sabia. Você agora me da uma falta de orgulho imensa. Você! Irá buscar ela no aeroporto quando chegar, certamente as 6AM, isso não é um pedido é uma ordem, assim como você é obrigado a se casar com ela, nem ela quer se casar com você mas ao contrário de você, ela fará isso pelo pai. Para seu quarto! Vá descansar para acordar cedo.

E assim fez, correu até seu quarto sem mostrar nenhum sentimento, não queria mostrar para seu pai sua raiva, até porque só iria piorar tudo.

A garota parecia bem familiar para Yuta, digo, seu nome. De qualquer maneira não ligava. Estava sendo obrigado a fazer algo que nunca pendou em querer e provável que nunca irei querer, odiava estar aqui e odiava ter esse cara como pai.

Queria correr de tudo e de todos, mas era só querer, e como dizem "querer não é poder" e como já ouviu de alguém "não tente entender, aceite".

~ Quebra de tempo ~

O despertador tocou, e ele apenas o desligou e fingiu que nem tocou. Ia voltar a dormir até que…

— Acorda, ouvi o despertador, levante ou eu irei ir ai te levantar na marra seu moleque — disse seu pai autoritário por trás da porta — para não ficar algo muito estranho pedimos que Momo fosse com você, já que ela é melhor amiga dela. Ela estará aqui daqui a trinta minutos, então esteja pronto em quinze.

Sua fala se encerrou e logo pode ouvir lassos, deduziu que o mesmo já tinha ido embora. Levantei-se de uma vez indo ao banheiro parando de frente ao espelho, apoiou suas mãos no mármore da pia e passou a mão esquerda pelo cabelo, tirando-os da testa. "Já que são melhores amigas" finalmente pode deduzir quem era, só não lembrava de sua aparência, na verdade até lembra a aparência dela a dez anos atrás e não era muito boa. Agora havia vindo mais ódio ainda, iris ter que se casar com uma garota que: não conhecia, que nem queria conhecer e que provavelmente é feia. Sorte em dobro para o mesmo.

Fez sua higiene e tomou um banho, assim que terminou o mesmo enrolou uma toalha em sua cintura e outra usou para enxugar seus cabelos. Foi até seu grande closet e pegou uma calça preta, um casaco preto e um daqueles casacos enormes que vão até o joelho também preto. Vestiu suas roupas e colocou um vans também preto, um óculos escuro e já podiam lhe confundir com um segurança ou um K-idol.

Pegou seu celular na escrivaninha ao lado da cama e saiu do seu quarto. Desceu as escadas e viu Hirai Momo sentada na sofá com o mesmo estilo que o dele, mas usava uma calça colada e um casaco curto mostrando metade de sua barriga. Sorriu de lado e se levantou.

— Vamos, o vôo dela chega em vinte minutos — sorriu e sua mãe também, Yuta nem havia notado a mesma ali.

Não respondeu, apenas saiu pela porta principal já dando de cara com o carro e o motorista de Hirai. Ótimo pelo menos iriam no luxo.

~ Quebra de tempo ~

~ Aeroporto de Osaka ~

Momo estava eufórica demais.

— Pode parar já Momo, não é nenhum de seus ídolos que irá vir — disse o mesmo sem sentido.

— É muito mais que isso! Minha melhor amiga que não vejo faz um ano! — sorriu bem grande. Nakamoto ficará surpreso por alguém aguentar uma garota dessa.

Um jatinho apareceu dos céus e finalmente pode ver os pulinhos de Momo ficarem cada vez maiores e sua euforia também.

— É o jatinho dela Yuta! — segurou nos seus braços que estavam cruzados o sacudindo fracamente de um lado para o outro fazendo com que sua carranca só crescesse mais. O jato chegou ao chão e a garota que estava tentando fingir não conhecer correu dois metros mais para a frente.

A porta se abriu e um homem que deduziu ser o pai da menin saiu, e o olhou com uma cara fechada e Nakamoto ao perceber sorriu debochado, atrás do mesmo viu uma silhueta feminina mas não muito jovem, sua mãe, atrás da mulher finalmente pode ver sua futura esposa, que só de pensar já lhe dava uma dor de cabeça e vontade de desmaiar. Tirou seus óculos escuros e pode enxergar melhor a garota, cabelos curtos, covinhas bem aparentes e um corpo esplêndido. Ama quando diz coisas ruins e acontecem coisas boas, ela é linda e da para ver que é igual a mãe, até mesmo o pai tinha um belo físico para um homem que aparentemente devia ser um pouco mais novo que seu pai.

Momo saiu em disparada indo a menina que pareceu atordoada quando viu Hirai correr em alta velocidade até a mesma. O homem que se chamava Hyunguuk Yuta achava que era assim seu nome, não parava de o encarar com uma cara fechada, e a mulher sorria para as duas meninas, não era uma cena ruim de se ver, era bonitinha, Momo havia se jogado em cima da garota que esqueceu o nome e a mesma tinha estampado em sua cara um sorriso lindo, que parecia agradar a Yuta.

Mas a cena acabou assim que sua prima Hirai desceu dos braços da Kim - apenas lembrava do sobrenome da mesma - e finalmente o clichê começou. Os olhares dos dois se encontraram e a garota parecia pasma, vendo a beleza do garoto no qual não ia com a cara "o que tem de chato tem de bonito? Interessante"

Aquilo podia ser um dos maiores clichês do planeta terra, mas era um dos clichês que eles se lembrariam e amariam para o resto de suas vidas.


Notas Finais


Oee! Já podem me matar! Demorei muito para atualizar porque Yuta é bem complicado e eu fiquei travada no POV dele KKKK

Próxima atualização será quando batermos 17 Favs!! Eu irei mudar e agora serão na meta de favs que eu der.

— Perdoem-me pelos erros de escrita (se ouver algum) minha revisão é assim: escrevo em primeira pessoa e depois passo para terceira e quando vou passando eu faço a revisão. Pode acabar escapando uns erros aqui e ali. Perdão ♡

Amo vcs e thanks pelos favs
♡ Kisses


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