História Love me... - Capítulo 33


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Categorias EXO
Personagens Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Suho
Tags Almas Gêmeas, Casamento Por Contrato, Casamento-forcado, Dom/sub, Exo, Junmyeon, Kyungsoo
Visualizações 82
Palavras 2.901
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Suspense
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa tarde pessoas do meu coração felpudo 😍

Como estão? Me desculpem pela demora básica, estava terminando de escrever 😂😂

Bom, como dito, eu acabei de escrever é só vou revisar agora, então é provável que tenham erros 😌😌😌

Relevem por favor 🙊🙊🙊

Sem mais enrolação, boa leitura 😜😜😜😘😘

Capítulo 33 - 32 - trinta e dois.


Fanfic / Fanfiction Love me... - Capítulo 33 - 32 - trinta e dois.

Capítulo 32


O coração de Camila batia feito louco dentro do peito, enquanto ouvia o som dos passos ficarem cada vez mais alto, fechou os olhos fortemente, mas logo os abriu desesperada.

- Não posso fazer isso! – disse Camila assustando o garoto que a segurava no colo.

Então, tentou se levantar rapidamente, se desequilibrando e caindo de costas no sofá.

- Está tudo bem? – disse Kyungsoo preocupado com a garota.

- O que está fazendo!? – disse Suho num tom alterado.

Camila olhou para seu amado que estava com o semblante furioso e olhou para seu seonbae em seguida, que a ajudava a se sentar no sofá.

- Dando a ela o que ela merece de verdade. – falou seu seonbae calmo, se voltando para Suho.

- Se afasta dela. – ouviu a voz de Suho soar extremamente ameaçadora.

- Por que deveria? – disse Kyungsoo num tom de deboche.

“Isso não vai dar certo”. Pensou Camila, nervosa com a situação.

- Porque ela é a minha mulher. – falou Suho enfatizando a palavra.

Camila apertou a barra de seu vestido surpresa pela fala de Suho.

- Sua mulher... – riu. – Não me faça rir! Eu sei que você é só um marido de fachada, Camila me contou tudo, não adianta vir com esse papo furado. Inclusive sei sobre sua namorada, qual é mesmo o nome dela? Milyah? – disse Kyungsoo, seu tom de voz deixava clara a provocação.

- Ela não é minha namorada e isso não tem nada a ver com você. – falou Suho friamente.

- Mas é claro que tem! – disse Kyungsoo.

A garota viu Suho vir em sua direção como um touro e se assustou brevemente.

- Pode parar ai mesmo.– disse Kyungsoo, entrando em frente a garota que havia se lavatando.

- Quem você pensa que é pra falar isso!? – falou Suho exaltado.

- Sou o cara que gosta dela de verdade e que conseguirá valorizá-la, como ela realmente merece. – disse Kyungsoo dando alguns passos para frente, fazendo Camila corar, mesmo sabendo que aquilo era encenação.

- Você não sabe o que está falando. – riu sem humor. Se aproximando mais de Kuungsoo e pegando no colarinho do mesmo, recebendo em troca o mesmo movimento. - Você não sabe o que eu e Camila começamos a construir juntos, eu não sou mais o mesmo cara de antes, realmente agi como um idiota, mas eu prometi pra mim mesmo que aquilo nunca mais vai se repetir. Porque eu não só gosto dela como a amo de verdade. – falou Suho num tom sério, fazendo com que lágrimas se acumulassem nos olhos de Camila.

- Seonbae, por favor. – disse Camila fitando o garoto que estava em sua frente.

Kyungsoo suspirou, mas por fim se soltou e foi para o lado, deixando com que Camila desses alguns passos e fitasse Suho. Algumas lágrimas teimosas já desciam pela face da garota.

- Quem é Milyah? – perguntou Camila com a voz embargada pelo choro.

- Ela é a minha ex-namorada. Não sei o que ela te falou, mas eu te garanto que não sinto mais nada por ela. – respondeu Suho dando pequenos passos para frente, mas logo parando quando Camila ergueu a mão em sinônimo de “não se aproxime”.

- Seonbae... – falou Camila olhando para o garoto que continuava ali.

- Você vai ficar bem? – disse Kyungsoo preocupado.

Camila apenas assentiu, recebendo de volta um sorriso sutil. O garoto então olhou para Suho com uma cara nada amigável e seguiu pelo corredor para a porta de saída. Quando a garota ouviu o bater suave da porta, olhou novamente para Suho.

- Por que estavam juntos? – perguntou Camila.

- Ela disse que precisava falar comigo, fui abordado quando saí da empresa do meu pai. – respondeu Suho sem desviar o olhar.

- No que ela queria te ajudar?

- Ela derramou café em mim, estava no banheiro do café me limpando quando ela invadiu o lugar. – falou mostrando a mancha em sua camiseta.

- Por que não me disse sobre ela?

- Eu iria te contar, mas preferi esperar seu aniversário passar... Não queria estragar ele... – falou Suho abaixando o olhar.

- Você deveria ter me contado mesmo que estragasse o meu aniversário. – disse Camila magoada.

- Me desculpe, mas, por favor, acredite, eu não tenho mais nada com ela. Assim que eu percebi o que sentia por você, eu não consegui mais manter o relacionamento que tinha. – falou Suho.

- Quando... – suspirou. – Quando você terminou com ela? – perguntou Camila, sabendo que a resposta iria doer, mas tinha que saber.

- Depois do dia que me confessei para você, um dia depois do aniversário de morte da sua mãe. – respondeu Suho.

Camila ergueu o olhar para o teto tentando conter as lágrimas que começavam a retornar com força. Sabia que o termino deveria ter sido recente, mas não esperava que fosse tão assim.

- Camila, por favor. – disse Suho dando passos em direção da garota.

- Não chegue perto de mim! – falou Camila dando passos para trás.

A garota sabia que estava tendo uma atitude irracional, sabia que Suho tinha todo o direito do mundo de se relacionar com outro alguém, ele tinha deixado claro que o relacionamento entre ele e ela seria apenas no papel, mas mesmo assim, não conseguia simplesmente engolir a história, pois seu coração doía demais, se sentia enganada e traída de alguma maneira.

- Camila...

- E-eu, eu preciso de um tempo. É muita coisa para digerir. – falou Camila negando com a cabeça.

- Por favor...

As súplicas de Suho fazia o coração de Camila doer mais, por não poder ser adulta o suficiente e aceitar aquela história. A única coisa que queria era ficar sozinha por um tempo, precisava digerir tudo.

- Eu não consigo agora. – disse Camila, enquanto passava por Suho para seguir para seu quarto.

- Camila. – falou Suho segurando o pulso de Camila, sem colocar força nenhuma.

- Me solte. – disse Camila, puxando o pulso que se desprendeu facilmente.

Então se virou e caminhou em direção ao quarto, trancando a porta em seguida. Suspirou e correu para a cama se jogando nela e deixando que sua dor se manifestasse em formas de lágrimas.

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Milyah riu ao ver a face enfurecida de Suho passar por si e a deixar no banheiro, não esperava que as coisas acontecessem tão fáceis daquele modo. Tinha abordado Suho na intenção de pegar o celular dele e enviar algumas fotos para a menina, só para estragar o dia dela, porém Suho não largava do celular, o que estava dificultando as coisas, assim sendo, teve que agir derramando o café sobre o garoto.

Não estava preocupada se parecesse que foi de propósito, só queria o celular e deu certo, quando o garoto se levantou afobado e seguiu para o banheiro deixando o aparelho em cima da mesa. Rapidamente pegou o objeto nas mãos e digitou a senha que sabia que o garoto usava, desbloqueando o aparelho. Mas, antes mesmo de fazer qualquer ato, a tela do celular brilhou com o nome de Camila estampado nele, fazendo a mulher sorrir maléfica.

Então atendeu o aparelho e começou a provocá-la, e não contente com isso, seguiu para o banheiro onde Suho estava dando a entender que algo estava acontecendo entre eles. O diálogo surgiu de uma forma tão natural que Milyah se surpreendeu um pouco e o fato de Suho tê-la respondido de uma maneira nada gentil, a deixou furiosa, fazendo com que se vingasse um pouquinho. E a reação de Suho foi a melhor de todas, deixando a satisfeita.

Saiu do café onde estava e seguiu para seu apartamento, onde tomou um banho e se trocou numa roupa confortável. Pegou seu celular nas mãos e verificou se havia alguma notificação de seu mestre, ao ver que não havia nenhuma, largou o celular e se debruçou sobre a cama. Ficou uns minutos sem reagir até se lembrar do pequeno pedaço de papel que tinha encontrado na casa de seu dom, se levantou rapidamente com o celular em mãos e foi em busca da anotação que tinha deixado em cima da mesa de centro da sala.

Pegou o pedaço de papel e se sentou no sofá, desbloqueou o celular, digitou o nome da pessoa no site de buscas e esperou a página carregar. Entrou no primeiro link que apareceu, arregalando os olhos em surpresa. Song Taehee era mãe de Camila, mas o que surpreendeu Milyah não foi esse fato, e sim o fato da semelhança entre as duas. Elas se pareciam muito uma com a outra.

A mulher cerrou os punhos, sentia algo nada bom crescer dentro de seu peito, não sabia explicar, mas todos os seus instintos se alarmaram com a nova informação. Deslizou a tela do celular e viu que a mulher já era falecida e estava descansando num cemitério da cidade. Foi ai que relacionou a informação com o bilhete.

Sem conseguir conter sua inquietação, Milyah se trocou e seguiu para o cemitério, precisava descobrir qual era a relação de seu mestre com essa mulher, mesmo que já tivesse algumas suspeitas, sabia que o melhor era de fato, confirmar.

Quando desceu do táxi, em frente aos portões fechados do cemitério, Milyah seguiu para o porteiro que estava concentrado em algo no celular. Bateu no vidro chamando a atenção do mesmo e então abriu seu melhor sorriso, deixando o porteiro um pouco envergonhado.

- Olá. – disse Milyah, usando seu charme.

- Boa noite senhorita. Em que posso ajudá-la? – falou o homem.

- Eu gostaria de visitar uma amiga, mas vejo que já fecharam... Qual o horário de funcionamento de vocês? – disse Milyah parecendo estar decepcionada.

- Ah, sim, estamos fechados, funcionamos até às dezenove horas. Se você tivesse vindo um pouco mais cedo. – falou o homem, como se sentisse muito sobre isso.

- É uma pena que não vou poder encontrar Taehee, voltei para Coréia somente por hoje... Amanhã já tenho que seguir viagem... – disse Milyah suspirando.

- Taehee? Seria sobre a senhora Song Taehee? – perguntou o porteiro.

- Sim, é ela mesma. Acho que você é muito eficiente para decorar os nomes das pessoas que descansam aqui. – respondeu Milyah, esperando arrancar alguma informação.

- Ah, não é isso. É que este nome me trouxe algumas dores de cabeça. – disse o porteiro meio sem graça.

- O que quer dizer com isso? – perguntou Milyah, incentivando o homem a falar.

- É que um homem veio visitar esta senhora há alguns dias, mas estava fora do horário de funcionamento, eu deixei ele entrar, pois ele parecia estar desesperado e realmente estava, porque ficou durante horas em frente ao túmulo, vi pelas câmeras de segurança, acho que ele chorou até as lágrimas secarem, literalmente. No fim ele saiu de manhã, quando estávamos prestes a abrir e meu chefe acabou o vendo. Levei uma bronca, mas valeu a pena por ter ajudado um pobre coitado desesperado. – respondeu o homem estufando o peito.

- Nossa, você é muito gentil... – olhou-o, vendo este corar. – Com alguns dias, você quer dizer? – disse Milyah.

- Ah sim, foi na semana passada. – falou o homem sorrindo.

Milyah sorriu de volta e ligou os pontos dentro de sua mente. O dia que seu mestre veio em seu apartamento naquela manhã, todo frio, cheio de ódio foi após ter chorado no túmulo daquela mulher? Aquilo respondia sua questão e todas as outras dúvidas, não precisava nem pensar de tão óbvio que estava.

Seu mestre amava a mulher do homem que é dono da empresa que quer destruir e tratava a filha do mesmo, que se parecia muito com a mãe, de um jeito que não costumava. Era isso então? Riu sem humor, se virando e deixando o porteiro falando sozinho para trás.

Abriu a porta de seu apartamento e adentrou-o ainda pensativa, sem perceber na presença do homem que estava sentado na poltrona da sala.

- Onde estava? – perguntou a voz conhecida, assustando Milyah.

- Mestre!? O-o que faz aqui? – disse Milyah.

- Vim vê-la, afinal é o seu aniversário não? – falou o homem baixo.

- Achei que o senhor tinha se esquecido. – disse Milyah, ainda parada na entrada da sala.

- Claro que não me esqueceria da minha submissa preferida. Venha aqui. – falou o Hyunjoong com o semblante sério.

Um frio passou pela espinha de Milyah. Aquele olhar, ele não estava brincando. Pensou a mulher, enquanto seguia e se sentava no chão em frente ao seu dom, deitando a cabeça na perna do homem.

- Você é muito diferente das outras submissas que eu já tive, não é apenas bonita e tem um cérebro que funciona. E principalmente, sabe onde é seu lugar... – começou a dizer enquanto acariciava seus cabelos.

Milyah estava muda, apenas prestava a atenção no que seu mestre dizia.

- Pelo menos é o que achava até hoje. – parou a carícia. – Onde estava? – perguntou.

A mulher levantou o rosto e o fitou, engolindo seco.

- Eu fui a um café... – falou abaixando o olhar.

- Foi sozinha? – disse calmo.

- Sim... – mentiu Milyah.

- Muito bem. – se levantou. – Você escolheu isso. – falou o homem se virando para a saída.

- O que quer dizer mestre? – perguntou Milyah sem entender.

- Não sou mais seu mestre. – riu. – Achou mesmo que eu não iria saber o que você faz ou deixa de fazer? – disse caminhando em direção à mulher, segurando no rosto dela com força.

- Me-estre... – falou Milyah junto com um gemido de dor.

- Estou realmente decepcionado com você. Não esperava que tomasse essas atitudes tolas. – disse Hyunjoong olhando-a friamente.

- Me desculpe... - disse Milyah.

- Mas acho que foi pedir demais para que uma puta agisse racionalmente. – cuspiu as palavras com desdém.

- Me-estre! – falou Milyah sentindo as lágrimas se acumularem em seus olhos pelo aperto forte das mãos do homem que agora, estavam em seu pescoço.

- Já disse que não sou mais seu mestre! – jogou a no chão, Milyah tossiu desesperada. – Espero que tenha sorte daqui pra frente. – disse Hyunjoong sorrindo sádico, enquanto saia do apartamento.

Milyah olhava para o nada, estática, sem saber como proceder. O que tinha acabado de acontecer? Seu dom tinha lhe abandonado? Ao pensar naquilo um desespero correu por todo o seu corpo, a fazendo tremer.

Tentou se acalmar de alguma forma para poder raciocinar direito, mas não teve tempo o suficiente, pois ouviu sua porta ser aberta bruscamente. Assustou-se e se levantou as pressas, no segundo seguinte, viu dois homens de preto com o rosto coberto invadir a sala e a pegar pelo braço com força. Pensou em gritar, mas foi amordaçada com força e teve sua visão tapada.

Sentiu um baque em sua cabeça que a fez ficar desnorteada, perdendo as forças das pernas. Então a mulher foi arrastada de maneira brusca até um carro, não conseguia raciocinar direito e logo perdeu a consciência.

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Milyah abriu os olhos com dificuldade e olhou ao redor ainda desnorteada, uma dor aguda na parte posterior de seu crânio a atingiu, fazendo com que deixasse um grunhido de dor escapar de seus lábios. Tentou levar as mãos ao local dolorido mas foi impedida por correntes que lhe prendiam os pulsos, na parede.

- Finalmente acordou. – ouviu uma voz surgir da escuridão que a cercava, havia apenas uma pequena iluminação sobre si.

- Q-quem é você? – perguntou, sentindo sua garganta arder seca.

- Aquele que vai te mandar para o inferno. – disse a voz rindo.

- M-me solte. – falou sentindo o pavor aumentar.

- De jeito nenhum. Tenho que fazer meu serviço de maneira correta. - ouviu passos ecoarem no ambiente. – Ascenda a luz. – ditou a voz ao mesmo tempo em que uma claridade intensa atravessou a retina da mulher.

Milyah cerrou os olhos por um tempo até acostumar com a claridade, depois, olhou ao redor vendo um tripé com uma câmera e o homem mascarado ao lado dela.

- Olá, querida. – disse o homem.

- Quem é você!? – gritou desesperada.

- Eu já te respondi isso... E não gosto de repetir. – falou caminhando até ao lado da mulher.

- O que está fazendo? – perguntou com a voz trêmula.

A mulher ouviu uma risada e viu o homem se agachar.

- Um desperdício... – falou segurando o rosto da mulher, mas sem demorar muito, se levantou novamente, arrastando uma cadeira.

- Me solte... – disse Milyah balanço os pulsos.

- Cale a boca. Venha, sente-se aqui. – falou o homem a levantando com um puxão pelo braço e a empurrando contra a cadeira com força.

Milyah só conseguia tremer, a sala em que estava era totalmente revestida com azulejo e piso branco e só possuía uma porta preta de ferro. Depois de ser amarrada na cadeira, o homem foi até a câmera e a ligou.

- Sorria, você está sendo filmada. – falou o homem se aproximando e parando novamente ao seu lado.

A dificuldade de respirar fazia Milyah entrar cada vez mais em desespero, o pânico saía de seus poros com ferocidade.

- Não fique assim, vai ser rápido e você não vai sentir nada. – disse o homem.

- O-o o que... – tentou dizer em meio ao desespero, falhando.

O homem então colocou a mão sobre o ombro da mulher e deu alguns passos até ficar atrás da mesma. Milyah sentiu algo duro tocar sua cabeça e se desesperou ainda mais.

- Meia noite e dez, execução da submissa Milyah concluída. – falou a voz.

Após a frase, Milyah só conseguiu ouvir o barulho do gatilho antes de tudo ficar escuro...


Notas Finais


🙈🙉🙊

Há! Peguei vc 🦍

Dúvido que alguém esperava por isso 🐴🐴

Mas bem, foi isso aí 💟

Quem estava esperando uma tretona, me desculpa, o Kyungsoo só serviu pra puxar uma confissão de Suho, que irá sofrer um pouquinho daqui pra frente 😌

Vai ter que correr atrás de Camila neném 😂😂

E Camila coitadinha né, sofre à toa 🙊🙊🙊

Ah, o mais importante, adeus Milyah... 🙃🙃

Será que ficou muito pesado? 🤔

Pq, coitada né, ela só queria a atenção do seu dom 🙂🙂

Mas bem, espero que tenham gostado.

Bjs e até a próxima 😘😘😘😘


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