História Love me back - Capítulo 44


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Jade, Lysandre, Nathaniel
Tags Armin, Castiel, Drama, Escola, Lysandre, Nathaniel, Romance, Trabalho
Visualizações 8
Palavras 3.155
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 44 - Pender para o melhor


Quer dizer que tudo aquilo foi nada pra você?

- Homens por vezes não sabem como se expressar – Falou Claus.

- Pelo menos devias fingir que não ouviste

- Minhas desculpas. De qualquer forma, eu ouvi tudo enquanto vocês conversavam – Claus deu um sorriso zombeteiro.

- Não me chateies.

- Pode não ser da minha conta, mas posso saber o por que de o tratares tão mal?

- É complicado.

- Existem de facto coisas complicadas na vida, mas amor adolescente, podes crer que não é uma delas.

- Amor? Claus não me gozes.

- Então o que é?

- Não te diz respeito.

- Como queira, senhorita.

Ele voltou a sua atenção a estrada e mentalmente agradeci por finalmente essa conversa ter findado.

- Mas creio que fazes bem em o ignorar.

O silêncio estava bom demais.

- Pensei até que o fosses defender – olhava desinteressada em direção a janela.

- Nem pensar. Por mais confuso que ele evidentemente se sinta, um homem não deve tratar uma mulher do jeito como tratou-te há pouco.

Se calhar esse é o problema, ele ainda não é um homem. Nenhum deles o é. Nem Dajan nem Alexy. E eu não quero mais me desiludir com crianças atrapalhadas que não sabem o que querem.
Mas e eu? Não serei também eu uma criança atrapalhada?

Passado um mês…

- Errado! – Estava ele pronto a rasgar outra vez.

- Espera! – Segurei sua mão numa tentativa de o impedir – Já é a segunda vez só hoje que tu reprovas os meus desenhos, pelo menos diz-me o que há de errado.

- Após um mês de estágio, finalmente conseguiste perguntar onde residem as falhas. Antes tarde do que nunca.

O quê?

- Tu fizeste-me repetir todos esses trabalhos sem sessar só porque eu não te fiz essa pergunta? – Arqueei o sobreolho.

Armin abriu um sorriso discreto, mais parecia zombeteiro, mas estava lá... Era um sorriso.

- Tu és doente – cuspi as palavras – Não poderias simplesmente me ter corrigido?

- E qual seria a graça nisso?

A minha indignação era tanta que eu nem consegui responder, simplesmente o fixava com a boca em um “O”.

Após rir na minha cara, Armin mandou-me sentar e foi buscar uma cadeira para ele também e me foi mostrando todas as falhas que eu havia cometido, que não eram poucas, eram até idiotas. Mais idiota era eu por não ter reparado nelas. Mas pelo menos agora sabia o que não fazer na próxima vez.

- Agora trate de melhorar essas porcarias a que chamas de desenhos.

Suave como um coice.

Dei início àquele trabalho e agora com as devidas correções. Até que chegou o horário da pausa, onde geralmente todos iriam almoçar, todos menos eu. Apesar da evolução, Armin não me autorizou a ir desfrutar do meu momento de pausa, por conseguinte, não tinha direito a almoço… teoricamente falando.

Todavia já fazia um mês que eu me havia habituado a essa situação então eu trazia comida já pronta de casa, pacientemente feita por Mary. Porque se dependesse de mim talvez uma barra de chocolate ou uma fruta já bastava, mas como toda e típica avó, ela fez um escândalo quando soube da hipótese de eu não comer. E apesar dos meus protestos diários de que ela não deveria dar-se o trabalho de cozinhar, ela ainda assim todas as noites prepara a minha refeição, deixa na geleira e só depois vai dormir… eu não entendo a motivação dessa senhora.

- Ainda de castigo? – Alexy estava escorado no batente da porta do atelier.

- Não me chateies.

- Va lá Coelhinha, fala comigo de novo – marcou passos em minha direção.

- Pensei que te havia magoado o suficiente para que não me voltasses a falar.

- Tu nunca me magoas, bebe.

- Isso é realmente uma pena – voltei ao meu trabalho, o ignorando.

- Tu… por que és tão má, Enira? – Uma nota de indignação foi entoada.

- Se tu me deixasses em paz, nem teria motivos de ser ‘má’ – continuei com o meu foco no desenho.

- Eu tentei ser fixe contigo…

- Alexy – virei-me para ele – podes parar por ai. Esse discurso já eu conheço e estou nem um pouco interessada no replay.

- Cabra insensível.

- Com prazer.

Enquanto Alexy saia do atelier evidentemente revoltado, mentalmente agradeci pela paz novamente se instaurar no compartimento. Assim voltei a minha atenção para o desenho, mas não por muito tempo, só ate o meu estômago avisar que estava faminto. Cheguei-me a minha mochila e tirei de dentro a marmita que continha o meu almoço. Hoje era feijão preto com arroz e batata frita. A mulher me quer engordar, só pode. Era um derradeiro deleite, devo admitir.

Não era uma comida francesa, lógico. Minha família é mista, muito mista. No lado da Lilian há franceses e também africanos, só não sei de onde – digo, o país – já que Lilian nunca me disse e nem eu tinha idade suficiente para me interessar. E no lado do meu pai, Gerson são portugueses. Então podemos dizer que tenho raízes bastante diversificadas. Nunca convivi muito com os meus avós maternos pois eram raras as vezes que eles vinham a França e nem eu nunca pude ir pra lá – sabe-se lá onde – nem a mamã gostava muito de lá ir visita-los, não sei o porquê. Quem sabe um dia quando eu tiver mais estável financeiramente eu vá visitar e conhecer mais das minhas raízes africanas.

Voltando a minha comida… Com certeza que seria ainda melhor se não tivesse esfriado. Se ao menos eu pudesse descer pra ir procurar um micro-ondas no refeitório… melhor não. Já perdi o salário, melhor não arriscar, principalmente agora que supostamente as coisas estão a pender para o melhor.

- Pobre, pobre Enira – Penny aproximou-se de onde eu estava enquanto bebericava o seu café – o atraso de vida da nossa equipe.

Simplesmente a ignorei. Por essa altura já havia terminado o meu almoço e retornara a minha atenção ao desenho.

- Me estas a ignorar agora? Seu monte de merda.

Continuei calada.

- Ai é?

Com a ponta do seu dedo ela mergulhou no café e respingou para cima do meu desenho, sujando-o.

Assim já é demais.

- Qual é o teu problema? – Coloquei-me em pé.

- Uh. Agora já falas. – Voltou para a sua secretaria.

- Oh nem pensar – puxei-lhe pelos cabelos – Qual é o teu problema? – Perguntei novamente e com a mão livre apontei para a minha folha agora suja.

- Primeiramente, larga-me.

- E se eu não largar vais fazer o quê? Gritar até o ar fugir-te dos pulmões? Ou vais tentar bater-me com esses punhos de gelatina?

- Estás-te mesmo a achar só porque o Armin deu-te uma atenção extra hoje, não é?

- Então esta é a razão pra tudo isso? – larguei-lhe o cabelo – a tua autoestima é deprimente.

-Tu nunca serás superior a mim! Eu sou melhor que tu! Sou eu quem pega os trabalhos a serio, enquanto tu nem sequer um exercício ainda acertaste.

- Tu dás-me pena, Penny. – Dei-lhe as costas e voltei ao meu lugar.

Mas ela não se deteve naquelas palavras, ela continuou praticamente a ladrar nos meus ouvidos, e eu fazia um esforço titânico para ignorar, até porque eu realmente precisava concentrar-me nos meus afazeres, porém e ela insistia em ‘ladrar’ que nem um Chihuahua. Então fiz o comentário sarcástico de que ela deveria largar o café pois ela parecia uma histérica, e sem aviso prévio vi-me coberta pelo líquido quente que até segundos atrás enchia a caneca da Penny.

Hoje trajava uma camisola cinza e calça jeans preta, os danos foram totalmente impercetíveis na calça, mas a minha camisola ficou com uma mancha castanha enorme, mais que isso só o odor e o orgulho ferido enquanto ela sorria do meu estado de choque.

- Isso é para você aprender a não se meter comigo.

Eu ponderava fortemente em minha mente o que de pior poderia acontecer caso eu começasse a espanca-la aqui e agora. E a única coisa que me ocorreu foi o facto de que eu poderia ser demitida, mas já faz tempo que eu não me importo mais com essa carreira, então que mal havia em dar uns sopapos?

Não. Definitivamente não valeria a pena gastar o meu tempo e paciência com ela. Pessoas de mau caracter não precisam de ajuda para que afundem, elas já fazem isso a elas mesmas, e o dia dessa jovem não esta longe.

Simplesmente levantei-me e fui passar uma água no rosto, a blusa poderia ficar assim mesmo, é o de menos. Entrei na sala e Penny me olhava fulminantemente. Já estava a ficar farta disso. Rolei os olhos em aborrecimento e sentei-me no meu lugar encarando a minha folha enquanto pensava o que poderia dizer ao Armin…

Falando nele, algo que notei em Ambre e Armin é que cada um dos dois é responsável por apenas uma de nós, ou seja, Ambre é uma espécie de tutora da Penny e obviamente que o Armin é o meu “tutor”. E se calhar é melhor assim, se ouvir as críticas do Armin já é chato, provavelmente não suportaria ouvir críticas dos dois ou apenas de Ambre que por algum motivo pessoal parece não gostar de mim… ou ela simplesmente não gosta de todas as mulheres cujo seu noivo demonstra interesse.

- Acabou o recreio, de volta ao mundinho sério – Ambre entrou seguida por Armin.

- E como vai o projeto? – Armin puxou a folha – Enira… quantos anos tens?

Perguntou bastante sério.

- Agora 18 – franzi o senho por tamanha estranheza da pergunta.

- Enira, crianças de 10 anos já conseguem pintar sem sair da linha e você não consegue manter a higiene de uma folha?

- Mas a…

- Chega de desculpas! Eu pensei que estávamos a ir em algum lado, mas isso daqui? – Sacudiu a folha.

- Armin…

- Cala-te! Se nem a higiene de uma folha consegues manter, não sei se te podemos empregar…

- ARMIN CARAÇAS!

Não devia ter feito isso, no fim do dia ele ainda é meu chefe… mas o que está feito, está feito.

Armin olhava para mim surpreso com a boca entreaberta sem saber como reagir, provavelmente porque nenhuma de suas aprendizas algum dia teve a ousadia de lhe levantar a voz. E quem o faria? O seu ego e autoridade chegam a arranhar o céu, provavelmente aqueles que trabalham para ele sentem-se intimidados… bem, lamento dizer que para toda a regra tem uma exceção. Notei agora que a porta estava aberta, e as pessoas que passavam a caminho dos seus ateliers pareciam se aglomerar cada vez mais ali parados, com os olhos e ouvidos atentos. Assim me lembrei do que se estava aqui a passar, eu estou prestes a ser demitida, pior agora que levantei a voz e insultei o meu suposto chefe.

- Não tenho tempo pra esse espetáculo – movi-me em direção a porta com todos os olhares a acompanharem-me e fechei-a. Logo de seguida pude ouvir os murmúrios descontentes dos coscuvilheiros de plantão, do outro lado da porta.

- Agora nós. – Apontei para Armin. – Se tu não te armasses em um grande Cu – eu não me estou mesmo a ajudar – saberias que a porcaria do desenho só esta sujo porque a desequilibrada mental da Penny achou que seria uma boa ideia pintar a minha folha com o seu saboroso café e aproveitar colocar-me em banho-maria atirando-me a cara o resto do líquido. – Apontei para a minha cara e a minha camisola agora manchada.

A face de Armin foi descongelando e aos poucos a sua expressão mudava de surpreso para irritado… ou pelo menos levemente irritado.
Ele não dizia nada, simplesmente corria o olhar para a folha, para mim e para a caneca vazia que se encontrava na secretária da Penny.

- De qualquer forma – com a mão livre ajeitou o nó da gravata preta que trajava – o desenho esta a mesma porcaria de sempre, só que agora pior. Recomece!

Amassou a folha tornando-a em uma bola de papel e atirou-ma.

Burguês safado.

- E quanto a ti – apontou para a Penny enquanto se dirigia a sua secretária – sem salario e transporte por dois meses.

- O quê! – Exclamou Penny.

- Armin – Ambre interferiu – tu não podes tomar essa decisão. Não és tu o responsável dela.

- Ambre deixa-me recordar-te que apesar do teu pai ser um dos donos dessa empresa, tu ainda trabalhas pra mim, por isso tecnicamente eu mando em todo mundo nessa sala. E se eu digo que ela será punida pela sua falta de conduta, então assim será. Sendo ela a minha aprendiza ou não. – Armin falava e olhava-a nos olhos, com confiança.

Tal confiança que chegava até a causar arrepios de origens não muito castas… que prontamente me apressei a correr com elas.

- E tu não vais punir a tua aprendiza por te ter faltado ao respeito? – Ambre rebateu.

Ai a minha atenção estava outra vez desperta na conversa dos dois. Eu só disse o que disse pelo jeito pateta de como ele agiu comigo primeiro. Iria ele admitir que errou? Duvido. O seu ego é colossal.

- Não lhe vou punir, pois de alguma forma eu lhe devo um pedido de desculpas, mas como não o vou fazer, então estamos quites.

Eu disse. Ego colossal.

Não pude evitar soltar um riso abafado, pelo seu comportamento estupido. Porém todos olharam para mim como se fosse um bicho estranho. Eu nada estava a entender, até que recordei que eu aqui praticamente não falo, quanto mais rir… espontaneamente. Já tensa com aqueles três pares de olhos em cima de mim, recolhi-me de volta para a minha secretária.

Eventualmente o ritmo normal de trabalho tomou conta deste compartimento. Terminei mais um desenho e levei para que Armin o corrigisse. Entendi que ele não mais rasgaria enquanto eu pedisse por correções. Por quê ele adotou esse método? Eu também não sei. Desde que não me aqueça a cabeça, esta tudo bem.

- Então é tudo. – Devolveu-me a folha.

- Certo. Vou recomeçar.

- Não, não vais.

- Desculpe?

- Na verdade vou dar-te algo um pouco mais profissional. – Falou sério sem olhar para mim e sim para a tela do computador.

- Não precisas dar-me um trabalho a sério como pedido de desculpas. – Chutei.

- Ai não? Ótimo. Pois ainda te falta um tanto para te dar um projeto a sério.

- Tu cansas-me – massageei as têmporas.

- E tu tens um riso agradável.

Deixei cair as mãos ao longo do corpo e olhei-o com surpresa por conta do jeito inesperado de como suas palavras chegaram aos meus ouvidos. E ele em momento algum do nosso diálogo havia retirado o olhar da tela daquele computador, sempre falando num tom sério e cheio de afirmação.

- O que estas ainda a fazer aí parada? – Falou bruscamente – o exercício esta uma merda, vai corrigi-lo!

Sem soltar nem mais um pio, voltei ao meu lugar de cenho franzido diante de tais atitudes descabidas que aquele homem estava a apresentar no dia de hoje, e no final de tanta matutação, decidi que isso não era um problema meu.

Eram já 18h quando Armin anunciou que havia terminado o expediente, o tempo passara a voar, de facto. E eu ainda não havia terminado o exercício. Solução seria leva-lo para casa e terminar lá, mas sejamos honestos, eu provavelmente iria dormir ou procurar algo no YouTube para me entreter até a exaustão. Então se calhar a solução mais viável seria ficar por cá e terminar o desenho.

- Armin.

- Que foi? – Olhava para mim com a cara trancada.

Porém não me deixei intimidar pela mesma.

- Existe alguma hipótese de eu ficar na empresa até tarde? – Minha voz saiu indiferente em resposta ao seu tom para comigo.

- E quais seriam os motivos? – Suavizou o tom.

- Eu ainda não terminei o exercício, e se eu o levar para casa eu hei fazer tudo exceto esse exercício.

- Então fá-lo amanhã quando chegares.

- Tentador. Contudo eu não quero ir dormir tendo em mente de que tenho uma tarefa a ser terminada.

- Nesse caso deves descer e avisar a segurança de que vais permanecer no edifício, ou ele irá bloquear o elevador desse andar e passarás aqui a noite.

Quando você pensa que eles não podem ser mais estranhos, eles colocam palavra-chave e trancam o elevador.

- Tudo bem…

- Espera ai! Ela vai ficar AQUI na empresa? – Ambre se meteu.

- Aparentemente sim. Alguma objeção? – Perguntou Armin já com a sua pasta tiracolo no ombro.

- Armin… - ela ficou mais apreensiva e olhava para ele como se lhe estivesse a passar alguma mensagem -… Tu sabes.

- Ah! Bem, Ambre quanto a isso eu nada posso fazer, ela é uma funcionária que quer fazer trabalho extra e eu não vou impedir isso de acontecer por conta dos teus caprichos, até porque ela precisa praticar mais.

- Armin! Não são caprichos… tu sabes.

- Lamento, mas só posso dizer que confies nele, até porque a empresa é grande, não tem como ele vir parar justamente aqui a essa hora no meu atelier, Então chega de neura.

- Mas ele não é de se confiar, muito menos essa vadia Emo – rolei os olhos diante daquele ‘insulto’.

- Ambre – chamou Armin num tom repreendedor – ética, Ambre. Tenha ética. E não há nada a ser feito.

- Mas…

- Mas nada, Ambre. Chega!

E subiu em mim outra vez aquele arrepio nada casto, só de vê-lo a repreender Ambre.

Para enxotar tais pensamentos, respirei fundo e saí do atelier deixando-os ainda a debater sobre uma questão que evidentemente incluía a minha pessoa. Porém eu estava a “apanhar do ar”, ou seja, a entender patavina nenhuma. Então de nada servia ficar ai especada a espera de respostas que certamente não iriam chegar.

Dirigi-me ao lobby principal do edifício, onde entre alguns funcionários que saiam do edifício em suas conversas animadas com os outros colegas, via um ou dois guardas a postos, mas nenhum deles parecia ser o “guarda certo”. Só agora me ocorreu que deveria ter perguntado ao Armin onde exatamente me deveria dirigir. Talvez ainda não seja tarde, com muito azar há a hipótese de nos desencontramos… ou eu deveria parar de pensar que nem uma loira peituda típica de filme de terror que ao invés de fugir do perigo, corre exatamente em direção do perigo, e ficar aqui parada a espera que o Armin passe por mim.

Só que… passa um, passa outro, passa Penny, passa Ambre que me dirige um olhar fulminante… Resumindo, passa todo o mundo menos ele.

Isso só pode ser azar.

- Olá? – Alguém atrás de mim chamou.

E eu infelizmente já conhecia aquela voz mesmo sem ter que olhar para o dono.

- Oh! Enira – ele abriu aquele sorriso que irradiaria até um buraco negro.

Não é humanamente possível alguém ser tão feliz como esse pateta alegre o é.

- Nathaniel.


Notas Finais


Adivinhem quem desmaiou de sono sem antes postar? Pois é,,,
Mas espero que tenham gostado
bjs bjs


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