História Love me back - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Lysandre, Nathaniel
Tags Armin, Castiel, Drama, Escola, Lysandre, Nathaniel, Romance, Trabalho
Visualizações 27
Palavras 2.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá a todos que acompanham o LMB! 0/ (assim como aqueles que chegaram aqui de paraquedas)
Devo dizer o quão feliz estou por receber 2 favoritos!!! E vc vai dizer "Pff! Só dois... isso não é nada" Não é nada pra quem esta do outro lado apenas lendo, mas pra quem escreve é como tomar uma colherada de "Felix Felicis" (referência de uma poção de felicidade e sorte em Harry Potter) rs
Então bgda as duas moças e espero que minha fic possa corresponder as espectativas que vcs depositaram nela.
Sem mais delongas, vamos ao Cap de hj.

E boa leitura!

Capítulo 6 - Mas... Eu me apaixonei


Fanfic / Fanfiction Love me back - Capítulo 6 - Mas... Eu me apaixonei

Assim como todo o princípio de ano, tem sempre alunos novos e esse ano não fugiu a regra. Me simpatizei bastante com apenas duas raparigas, Neyza e Luriana, ambas são bem… estranhas, mas gostei delas mesmo assim. Pena que não somos mais próximas por causa de minhas amigas, que não deixam, mas o que tenho com elas duas, já basta.

- Lá vem a piranha outra vez! – Diz Paris assim que vê Esmeralda entrar na sala.

Estávamos todas nós reunidas em volta do lugar em que Paris e Liane se sentam juntas, quando Esmeralda adentra. Não sei nem descrever o tamanho do aperto no peito que senti quando a vi chegar, pois já sabia o que ela vinha aqui fazer e pior ainda, com quem.

Esmeralda esta na turma do lado. Ela até é linda, não tão alta nem tão baixa, não tem tanto peito, mas tem ancas, olhos verdes, cabelo ruivo e lábios vermelhos - pintados, claro – uma autentica “Famme Fatalle”, que agora se estava a esfregar em Dajan, na verdade, que todos os dias se ‘esfrega’ em Dajan.

Não sei como fui burra em considerar sequer que EU pudesse ser de facto namorada de Dajan, não sei como pude imaginar que Dajan pudesse realmente gostar de mim, se calhar foi mesmo uma grande brincadeira naquele dia. Até porque desde o ocorrido que a gente não se fala. Bem que tentei mas foram só patadas atrás de patadas.

- Não fiques assim Eni! Ele não é para o seu bico mesmo. – Liane e seu jeito estranho de confortar.

- Lia tem razão. Olhe pra você e depois olhe pra ele e depois se olhe de novo, mundos opostos baby! – Complementou Joss.

- Em outras palavras, tu não tens hipóteses…

- Mas Paris - cortei - ele já chegou de me pedir namoro.

 Estava eu já estava a entrar em desespero.

- E daí? – Lia sempre usando seu tom de escárnio – Não eras tu que dizias que ele estava apenas a gozar com a tua cara?

- Mas eu pensei…

- Pare de pensar menina! – Lia se irritou – Vá à cantina e compre um pacote grande de Cheetos.

- Ta certo – olhei para o teto como que para empurrar as lágrimas que ameaçavam sair – e o dinheiro?

- Como assim “o dinheiro” anta? É com o SEU dinheiro. Agora voa, estou a morrer de fome.

- Não é um pacote de cheetos que vai matar a sua fome sabias?

- O que disseste? – Me olhou de forma ameaçadora.

- Nada – respondi rapidamente.

- Bom mesmo. Agora vá.

Cabisbaixa, saí da sala passando pelo “casalinho” e não pude deixar de sentir meus olhos se encherem de água assim que vi a cena. Corri para o banheiro de modo a lavar a face.

Não vou chorar... Não vou chorar – Pensei.

Compro as batatas de Liane e ouço o sino tocar, tenho que correr pois se esse específico professor entrar primeiro que o aluno, o pobre aluno não entra nem no segundo tempo, só quando a aula acabar mesmo, ou seja, não assiste aula.

Por um triz fico de fora. Chego ofegante à sala, respirando com dificuldade – essa vida de ser gordinha não facilita – e quando os colegas percebem minha situação, começam as piadas.

- Alguém aqui já viu o filme “Babe, o porquinho na cidade”? É que eu estou a olhar para o porco agora. – Alberto lança a piada e toda a sala cai no riso.

Mais piadas são lançadas, eu não entendo porquê as pessoas são assim tão cruéis só pelo simples fato de eu não ter o “considerado” peso perfeito. Isso magoa demais, será que eles não têm consciência disso? Mas eu não iria suportar nem mais uma delas, o pior é que nem minhas amigas me defenderam, muito pelo contrário, contribuíram.

Dou meia volta pronta a fugir e bato num corpo sólido que me faz cambalear.

- Onde pensas que vais Srta. Anisse?

- E-eu quero sair daqui professor.

- Só porque eles estão a rir-se de ti? – Assenti – Não deixes um bando de retardados te afetar, podes não ter um corpo de modelo, mas és linda mesmo assim. – Falava baixo.

- N-Não sou nada!

- És sim. E inteligente também, a mais inteligente da classe, até porque se saíres eu te marco falta – ele falava em tom de brincadeira mas sabia que era serio – e toma isso.

- Um chupa-chupa?! Sério professor? Não tenho 5 anos, sabias?

- Tudo bem, se tu não o queres…

- Esta bem! Eu quero. – Nem a pau se iria negar aquele ou qualquer outro doce nesse mundo.

Ele ria e passava a mão em meus cabelos, o que me deixou incomodada uma vez que detesto quando pegam em meus cabelos.

- Muito bem, Alberto estás suspenso e só voltas com teu encarregado. Rua.

Caminhava para o meu lugar com o meu chupa- chupa na boca – professor autorizou, fazer o quê? – Olhei para trás e vi Alberto sair da sala me fazendo um sinal ofensivo enquanto saia da sala.

– E agora vamos a aula.

Mal a aula começou de repente eram só os números e eu, me causava tal excitação que verbalizando não chega, só perde para as aulas de desenho, que são um show de alegria, ai esqueço por completo todas minhas inseguranças, todas as amizades, esqueço quem é Dajan, quem é minha mãe, esqueço completamente que tenho pai, bem… simplesmente fico submersa no que estou executando.

As aulas foram passando, passou matemática, passou geometria agora era informática. Uma aula absolutamente entediante. Quarenta e cinco minutos só a falar de cabos e software, ninguém merece! Ou vou lavar a cara, ou acabo por dormir e babar aqui mesmo. E o que menos preciso agora são mais motivos pra ser alvo de chacota.

- Sra. Professora, não querendo cortar seu expendido raciocínio – sim estou a bajular a mulher pra poder sair sala. Casos desesperantes, medidas desesperadas – mas necessito urgentemente usar o Wc.

- Bem…já que foi tão educada, podes sair.

Não foi só questão de educação, acontece que quando você é um dos alunos prediletos dos professores, direta ou indiretamente tu recebes pequenas credenciais. E graças aos céus, esse é o meu caso. Até porque ser gorda e desprezada já é castigo suficiente para uma vida inteira, então pelo menos que tivesse algo com que eu me pudesse regozijar.

Só quando saí da sala que percebi o tamanho do tédio que sentia, era quase palpável. Fui até a cantina e comprei um chocolate, quem sabe me dará energia pra suportar aquela aula pelos minutos que ainda se avizinham. Vou até os lavabos, lavo minha face, e de saída... O vejo vadiando pelo pátio, sem sequer se preocupar em entrar na sala de aula.

Tenho que tentar mais uma vez…

Dajan

-Dajan espera!

Preciso nem olhar na direção da pessoa para saber que é a nojentinha da Enira.

– P-preciso falar contigo! – Ela agarra o meu braço, mas eu puxo de volta.

Engraçado. Eu nem tive que engendrar um plano para que ela caísse aos meus pés. A tonta se entregou.

Vamos apenas dificultar-lhe um pouco as coisas.

- Pra que? Me rejeitar uma vez não foi o suficiente pra você? Me vais seduzir e rejeitar de novo?

- Seduzir? – Ela riu – Eu nem sei como se faz isso.

- Então o que queres? – Falo o mais áspero possível e ela se encolhe.

Haha coitadinha.

- Saber se tenho uma segunda hipótese… - hesitou por um instante - …com você.

- Tens a certeza que é isso que tu queres? – Estava eu a me tentar controlar e não cantar vitoria antes do tempo.

 Ela apenas assentiu

– Então acho que te posso dar uma hipótese. – Sorria vitorioso.

A morena abriu um sorriso enorme e se me permitem dizer, era até lindo.
Correu até mim de braços abertos e não vou mentir que fiquei com um pouco receoso... Vai que ela me derruba.

- Oh Dajan! – Ela suspira.

E para a minha surpresa, ela me beija. Fiquei cerca de meio segundo a tentar entender o que se estava a passar e o que deveria fazer de seguida. Até que em minha mente fez-se luz.

Entrei na onda e beijei-a de volta. Ela era um tanto destrambelhada.

- Desculpa – ela se afastou respirando fundo – desculpa desculpa desculpa – ela se agitava de um lado e doutro cobrindo a face envergonhada.

- Não te precisas envergonhar – retiro suas mãos da face, delicadamente – vem comigo.

Meio apreensiva ela diz que tem que voltar para a aula – oh menina nerd – quase me deixo descontrolar e deitar tudo a perder, por essa sua atitude.

Calminha Dajan. Calminha estamos quase lá.

- Eni – ainda sem olhar para ela, inspiro, numa tentativa de recuperar a calma – querida, você confia em mim, não confias?

- Eu... Não confio muito.

Meu! Pensei que a essa altura já estaria a 100% derretida... Mas ok.

- Ok... O pouco que você confia também serve. Vem comigo.

- Para onde vamos?

Não respondi, simplesmente a puxei para o Wc masculino, ainda sentindo a tensão em seu corpo.

- Pronto, chegamos.

- Dajan... O que estamos aqui a faz...

Nem a deixei terminar. Ataquei aqueles lábios rechonchudos de cor naturalmente rosada nem esperando ou pedindo passagem com a língua, simplesmente coloquei e pronto, o que a deixou meio assustada a principio, mas logo soltou um gemido de satisfação e colocou seus braços a volta de meu pescoço, assim eu rodeando sua cintura com os meus braços, a trazendo mais para mim.
Prensei a mesma na parede, a fazendo soltar mais um gemidinho tímido – adorável até – a mesma ainda estava meio desnorteada, perdida no beijo... Não me contive.

- O que estas a rir? – Perguntou meio apreensiva.

- Por acaso é a primeira vez que você beija outro ser humano na boca sem ser a tua avó?

- Foi assim tão mal? – Tapou a sua face

Foi!

- Ham... Digamos que você pode fazer melhor. Vem cá que eu te ensino – encostei minha boca na dela e quando ela se aproximou eu me afastei – não vá com muita sede ao pote, querida. Tem que ser tudo em câmara lenta para criar tensão e tesão.

- T-tesão? – Arregalou os olhos – ai Dajan não digas coisas tão nefastas... Ah!

Minha mão percorria suas coxas acima fazendo uma paragem na sua zona intima ainda em cima da roupa interior, e apertei de leve – Ah Dajan... – Seus olhos reviravam de puro prazer. Com certeza que era a primeira vez que a tocavam dessa forma, então todo e qualquer toque do gênero é simplesmente uma novidade para ela. Seria bem fácil leva-la ao ápice.

Sem tirar ou baixar a sua longuíssima saia – sério. Pensa numa saia longa, é a da Enira – simplesmente com os dedos afastei a sua roupa íntima um pouquinho para o lado e comecei a acariciar seu órgão já húmido. A menina arfava tanto que parecia que iria morrer de asfixia. Introduzi um dedo e girei-o devagar, seguindo-se pelo segundo e terceiro que agora fazia movimentos de vai e vem como que um pênis.
Quando a senti vibrar e se contorcer, soube que ela estava bem próximo, comecei a desbotoar minha calça...

- Heeey! O que pensas que estas ou vais fazer? – Perguntou, parecendo saída de um transe.

Bolas! Estava quase.

- Eu... Oh meu Deus, olha só onde vim parar – olhava a volta incrédula – fechada num Wc malcheiroso quase a ser desflorada por um... Imbecil!

Ah foda-se tudo! Posso não ter chegado ‘lá’, mas já é o suficiente.

- Podes reclamar o quanto quiseres agora, já te peguei mesmo.

- Como você é sujo Dajan.

- Você não parecia pensar assim enquanto meus dedos te penetravam, então não me venhas com esse papinho de moralidade porque não passas de mais uma puta a quem passei a mão.

- Dajan você... Mas você... aceitou...

- E o Óscar de melhor ator na categoria de ‘vamos enganar a trouxa’ vai para... Mim! – Fiz uma vênia – finalmente posso dar um fim a essa palhaçada. Não iria suportar ficar a te “comer” só por conta de uma aposta.

Enira

Uma aposta? Tudo isso não passou de uma aposta? Esse tempo todo ele fingiu ser meu amigo só por conta de uma aposta?

Mas... Eu me apaixonei por você, e tudo foi só por uma aposta?


Notas Finais


Gostaram? Sim, não, talvez?
Agradeço por terem chegado até aqui, espero que tenham gostado e se possivel deixem um comment expressando a vossa opinião/reação 0/

Por agora é tudo. Até a proxima Quarta-Feira!!!
Bjs bjs


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