História Love me back - Capítulo 7


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dajan, Dakota, Jade, Lysandre, Nathaniel
Tags Armin, Castiel, Drama, Escola, Lysandre, Nathaniel, Romance, Trabalho
Visualizações 46
Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá mozinhas que acompanham o LMB tudo em com vcs? Comigo ta tudo optimo (quem pegou a referência ta de parabéns rs)
Se dois ja é bom imagina 4? Pois é! estou feliz por mais duas moças se terem juntado a nós (#^_^#)/ Bem-vindas e espero não vos deixar ficar mal.

Avisar tmbm que esse ep tem link, então já abre o link agora, deixa aberto e começa a ler, quando chegar na parte que faz menção ao link é só dar um pulinho lá e voltar rapidinho (essa é só a minha sugestão, de modos que não atrapalhe a fluência da tua leitura)
Dito isso...
Boa leitura!

Capítulo 7 - Fantoche


Fanfic / Fanfiction Love me back - Capítulo 7 - Fantoche

Era bom demais pra ser verdade, namorar comigo não passava apenas de uma aposta estúpida de rapazes estúpidos. Eu sou inteligente, como não previ essa jogada antes?
Se calhar não sou assim tão inteligente quanto pensava.

Ainda olhava pra aquele sorriso zombeteiro estampado na cara de Dajan, como pode ele ser tão insensível até esse ponto? Até daria o troco na mesma moeda, mas sério? Olhem bem pra mim. Quem é que eu iria ‘pegar’ ou melhor, quem de sã consciência me iria querer ainda que fosse apenas por brincadeira? Ninguém. Então fiz a única coisa que estava ao meu alcance naquele instante…

- Sua louca! – Ele urrava de dor, tapando sua boca agora com lábios inchados e sangrando – Porque fez isso?

- Seu cão! Brincas com os meus sentimentos como se fosse uma coisa qualquer e ainda tens a audácia de perguntar por que fiz isso? Nunca fui violenta, mas hoje me apetece matar.

Havia socado ele, e estava pronta pra “oferecer” mais, preparo o punho pronta a disferir o segundo golpe, quando ele olha para mim de olhos arregalados e se contrai.

- Que estas a rir? – Perguntou-me.

- Digamos que sua bexiga não se conteve e foram as tuas calças quem pagaram o preço – rio, olhando para as suas calças molhadas.

Em um movimento rápido, enquanto ele reparava as calças molhadas, tirei meu telefone e fotografei aquela cena cómica. Podia não ter a vingança que desejava, mas pelo menos iria igualmente poder humilha-lo… o que não me tornaria melhor pessoa, mas dane-se! Estou possessa, e vou descarregar de um jeito ou de outro, caso contrario um de nós vai parar ao hospital e garanto que não serei eu.

- O que você fez? – Apontava ele para o meu telefone – Não! Você não…

- Vingança querido.

- Espera! Pra onde vais? – Me chamou assim que comecei a me afastar.

- Onde achas que vou? Colocar essa fotografia no site da escola, claro.

- Ha! Você não tem a chave da sala dos computadores.

- Sabias que ser a menina do quadro de honra me da um certo reconhecimento e credibilidade entre professores, certo? Então com aquele jeito meigo e educado é só pedir com gentileza e todos eles cedem, viste com a professora de informática?

- Eu não estava na aula.

- Aff! Esqueci que você é apologista a avante da burrice. – Bati em minha cabeça fingindo esquecimento.

- Estás a blefar! Tu nunca farias isso, és fraca!

Dou um sorriso de canto e recomeço a caminhada rumando a saída daquele WC, porém olho por cima do ombro constatando a sua face transmitindo puro pânico.

– Espere pra ver.

- Não! Não! Não! – Segurou meu pulso e dessa vez eu puxei de volta – Por favor!

- Que fofo! Mas não!

- Não?! Como assim não? Ninguém me nega nada balofa!

- Uau! Que patricinho, da até nojo ficar do teu lado.

Continuei o meu caminho, agora ja fora daquele compartimento asqueroso.

- Pare de andar menina, já me estas a cansar, que tal um acordo?

Parei só por curiosidade.

 – O que tens a propor?

- Dinheiro em troca dessa foto. Minha família tem dinheiro, então diz, qual é o teu preço?

- Creio que nenhum dinheiro me vai impedir de sujar essa tua fama de galanteador e tirar-te esse sorrisinho convencido que sempre carregas.

- Que mulher amargurada...

- Sai-me da frente – o empurrei.

- Enira espera! Então que tal… ajudar-te a perder uns quilinhos?

- Já começaste a ofender…

- Tabom! Tabom! Então que tal… - suspirou - …que tal seres minha namorada por um mês?

- De nada me vale fingir estar com você.

- Pensei que gostavas de mim – sorriu sedutoramente, reduzindo novamente o espaço entre nossos corpos.

Oh! Como este sujeito me irrita...

- Isso não vem ao caso, e tudo o que você me fez contribuiu para que eu esquecesse o que sinto por ti e simplesmente te odiasse.

- Ok ok! Já vi que te ‘re-seduzir’ não terá resultados, então que tal...

- Que tal fazeres tudo o que eu disser? – O cortei pensativa – que tal seres meu escravo por um mês?

- Eu? Dajan o irresistível, escravo da Balofa? Nem fu-den-do!

- Então foda-se mesmo, porque esta foto vai vazar na página da escola.

Recomecei a andar, mas já num ritmo menos apressado, o orgulho dele não o iria permitir que eu deixasse escapar tal imagem de si numa situação deplorável.

- Enira... eu aceito.

- Já sabia – dei meia volta – A tua primeira tarefa é comprar-me um telefone novo.

- O quê? Estas doida? Eu não vou comprar nada!

- Quer parar de me contrariar? Não sei se você esqueceu, mas não tens muitas escolhas – mostrei para ele o meu telemóvel como ‘lembrete’ – até porquê você mesmo disse “Minha família tem dinheiro”.

- M-mas não era pra…

- Relaxa querido  – Sorri – Estava só a gozar com a tua cara. Não te vou extorquir. Só vá comprar uma pizza pra mim, de preferência que seja de marisco. Vou ficar a tua espera em minha casa.

- E então a aula? Não vais assistir?

- Nah! Levar falta também é saudável – ri com esse disparate, a verdade é que já perdera muito tempo de aula confinada com esse mongoloide no WC e mais tempo ainda discutindo. E agora eu estava simplesmente estafada – eu apanho rápido a matéria, só irei buscar minha mochila.

- E o que vais dizer quando ela perguntar porque demoraste e pra onde vais?

- Decidiste fingir que te importas comigo? – Ri – Deixa comigo e vá comprar a minha pizza.

Resmungou alguns palavrões já se colocando a caminho, quando lembrei...

– E se não voltares com minha pizza te garanto que até amanhã antes do horário de saída serás reconhecido como “Mijão”!

Ainda sem se virar para mim, mostrou o dedo do meio, me fazendo rir. Caminhei até a sala colocando a minha pior cara e as mãos no ventre. Entrei.

- Srta. Anisse – sério que detesto esse nome – por onde… - parou de falar assim que viu o “meu estado” – que se passa? Estas a sentir-te bem? – Neguei com a cabeça – Que há minha filha?

Hehe it’s show time!

- Meu período veio e estou com muitas dores no baixo-ventre.

Como cereja no topo do bolo deixo escapar uma lágrima. Segredo é pensar em algo que realmente te entristeça, pensei em minha mãe gravemente doente… não sei o que faria sem aquela velha perto de mim, mas só pensamento mesmo, ta amarrado esse pensamento, xô capeta!

- Oh pobrezinha. Estás liberada para ir pra casa.

- Muito obrigada professora, sempre tão compreensiva – disse já pegando a mochila.

- Ah que nada Você que é um doce, melhoras – apenas sorri.

E o Óscar de melhor atriz vai para… rufem os tambores… mim!

Já no lado de fora da sala ainda pude ouvir a megera gritar com os alunos “calem as bocas suas pestinhas e prestem atenção, ou rua!”, até fiquei com peninha deles… só que não.

Chego a casa e a mãe ainda não chegou do emprego, era pra ela hoje estar de folga, mas parece que houve uma situação e chamaram por ela. Portanto tenho mais algumas horas pra aproveitar a solidão, que na verdade eu adoro. Me desmonto e arrumo cada coisa no seu lugar, tomo banho quente e demorado, quando batem a porta. De toalha mesmo vou abrir e é Dajan com minha pizza.

- Wow! Pelo menos que vestisse algo que tapasse melhor o corpo.

- Cala a boca e entrega a minha pizza – me entregou de má vontade – hey! Não mandei entrar.

- E daí? Olha estive pensando…

- Meu Deus! Chamem a CNN tenho a noticia do século, Dajan PENSOU! – Falei “surpresa”.

- Cala a boca! – Falou serio - já que estou na tua mão por um mês, pelo menos posso pedir algo em troca?

- Não. – Digo, e me vou vestir.

- Mas você nem me ouviu ainda. – Dajan agora falava alto por conta da distância.

- E nem quero saber, tudo que vem de ti nunca é bom. – Grito de volta

- Prometo que dessa vez é! Eu quero aprender, e tu gostas de dar ordens, saímos os dois a ganhar.

- Pff! Manda vir.

- Então… quero que me dês explicações.

Colocava o meu pijama composto por um short e uma camisola folgada e por fim meus óculos, engasguei na própria saliva quando ouvi o pedido de Dajan.

- Sério isso?! – Agora estava de frente pra ele - Queres explicações… hey! A minha cara esta aqui em cima!

- Er… desculpa, mas você tem pernões!

- Ta certo! Queres explicações de…?

- Caramba eu acabei de te elogiar você e nem se envergonhou sequer.

- Querido, as tuas palavras vãs já não me afetam tanto assim. Queres de matemática e física?

- Como sabes?

- Esqueceste que és idiota? Claro que não és bom em cálculo.

- Precisava ofender?

- Sim. – Liguei a Tv, me sentei e o convidei a fazer o mesmo, ofereci uma fatia de pizza enquanto assistíamos – Nesse caso, quero que me faças mais um favor – falei sem tirar os olhos da série.

- De novo? Qual é dessa vez?

- Faça exercício comigo, me ajude a deixar de ser a “balofa, bola, fofinha…”

- O-okay – Falou surpreso – Vamos todos sentir saudades, mas tudo bem – rimos os dois.

Refletindo bem, por que raios fui fazer esse acordo? Não seria mais fácil o humilhar da mesma forma? O que raios estava eu a pensar? Talvez só pra lhe ver sofrer e irritar. Pelo menos ele me vai ajudar a perder alguns quilinhos, não quero ter que entrar pra faculdade e ser outra vez a ‘Eni, a porquinha na cidade’. Eu não aguento mais insultos, eu quero mudar. Quero ser mais confiante, quero ser a Enira que a minha irmã me pediu que fosse, aquela que não se deixa pisar... Uma Enira com muito mais de Anira.

Sorrio com esse pensamento, e Dajan olha pra mim confuso, abano a cabeça em sinal negativo e ele volta sua atenção pra televisão.

E Dajan? Como será que vamos nos encarar após essa brincadeira terminar? Eu não tenho mais tanto ódio por ele, só… sei lá, pena? Se de facto ele amasse alguém de verdade a não ser ele mesmo, quem sabe ele não seria tão grosso. Mas isso depois vê-se, por agora só quero desfrutar do filme e da pizza que provavelmente será a última, e ver da primeira fila o circo de horrores que será a minha vida nesse mês.


Notas Finais


https://www.polyvore.com/lmb/set?id=164318302
(Eis o pijama da Enira)

Oi mais uma vez! Agradeço por ter chegado até aqui, espero que tenhas gostado e vemo-nos no Domingo!
Bjs Bjs


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