História Love Me Harder - Capítulo 29


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Arturito, Desejos, Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Masterchef, Paola Carosella, Romance, Sabores, Salgastronomia
Visualizações 134
Palavras 4.038
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A Chuva cai, no vento traz Lembranças do que um dia foi amor o que, passou não vai voltar ninguém vai me fazer chorar de novo, não dá pra ficar, parada no mesmo lugar não dá pra esperar, a vida tem pressa e quer me levar vai chegar, eu sei que um dia vai chegar pra durar a gente tem acreditar...
Num amor, uma flor, um sorriso, um abraço, um desejo de um beijo roubado Pra durar a gente tem que acreditar Vai chegar, viver é mais do que sonhar... Vai chegar Pra ficar

Capítulo 29 - Capítulo 29


Fanfic / Fanfiction Love Me Harder - Capítulo 29 - Capítulo 29

Will Arrive

Paola POV

 

A claridade entrava sorrateiramente no quarto caminhando lentamente até a cama e quando dou por mim ela estava me incomodando penso "mas que droga, eu não fechei a janela" abro lentamente os olhos e ainda vejo tudo embaraçado, me remexo na cama e sinto que havia mais alguém ali, abro os olhos e encontro um olhar totalmente sexy me encarando, como duas amêndoas que refletiam meu olhar, suas mãos estavam ao redor da minha cintura, meu lábio agora apresentava nitidamente um sorriso.

— Bom daí Argentina dorminhoca! – ele dizia e eu sabia que só ele me fazia sorrir daquela forma e maneira boba.

— Buenos días tatuado! – seus lábios se aproximaram do meu e pararam a milímetros, podia sentir seu hálito quente batendo em minha bochecha como se pedisse permissão, fecho os olhos e sinto seus lábios mornos envolverem os meus em um beijo doce, lento e delicioso com certa delicadeza, o movimento era ritmado por nossos corpos, sinto suas mãos firmes me puxar para cima dele e me encaixar com perfeição em seu corpo, podíamos sentir nossas intimidades em contato por cima da roupa, uma corrente elétrica passava em meu corpos e então o sinto levemente morder o meu lábio inferior como se pedisse passagem, a sua língua passeava em meus lábios e aos poucos eu entreabria eles deixando que a língua dele se encontrasse com a minha dando movimento aos lábios lentamente e de forma precisa arrancando leves gemidos à medida que sentia suas mãos segurarem minha cintura.

 O calor percorrer todo o meu corpo, minhas mãos passeavam em seu corpo docemente enquanto movíamos nossos lábios ao mesmo tempo em sentido opostos dando inicio a um beijo mais intenso, sua mão direita subia pela lateral do meu corpo indo ao encontro da minha nuca até chegar aos meus cabelos e ele com os dedos entrelaçar nos fios me puxando para si completamente e o beijo ficou mais intenso e avassalador, em um movimento rápido ele invertia nossas posições e passeava a mão esquerda pela coxa e subia a cintura dando leves apertões me deixando extasiada.

Aos poucos o beijo foi tomando cada vez mais intensidade e as bocas precisavam suprir qualquer espaço ali presente tirando o meu fôlego e nos deixando ofegantes, seus lábios e seus corpos se moviam em ritmo de uma dança erótica. Quando sinto que perdia minha razão entrelaço minhas pernas em sua cintura, minhas mãos percorriam seus corpos da do pescoço para baixo, alisando toda a extensão das costas com as unhas até chegar a sua bunda e apertar com vontade, ele gemia em meio aos nossos lábios que se devoravam podia sentir o quando o enlouquecia a medida que nos roçávamos. Quando o ar se fez necessário ele desceu os beijos dando atenção para o meu pescoço começando com uma trilha de beijos e em seguida dando leves chupões, ia ficar bem mascado, pois a minha pele era delicada aquela sensação de prazer me fez fechar os olhos e suspirar em resposta aos seus toques intensos.

O tempo nem era mais contabilizado, perdemos a noção dele em meio aos gemidos e ao prazer que trocávamos, e quando pensava que ia respirar com mais calma, ele fazia meu coração disparar iniciando um beijo mais intenso e quando parava o mesmo para alisar meus seios ou morder meu pescoço ou até mesmo morder o lóbulo da orelha ele iniciar outro e mais outro beijo repleto de amor sem malicia, so desejo reprimido, quando tento arranhar mais suas costas como se pedisse para parar, ele atacou ferozmente meus lábios em um beijo ardente, segurando meus braços e os elevando para a cabeceira da cama e prendendo meus braços enquanto nossas línguas travavam uma guerra por prazer, luxuria e satisfação repleta de amor e paixão.

Logo o ritmo começa a ficar mais lento, seus lábios somente cobriam o meu em selinhos e beijos rápidos, as batidas do meu coração podiam ser ouvidas de longe, meu corpo estava em chamas, meu sangue fervia e meu desejo por ele só aumentava já que ele era meu vicio. Em um ultimo beijo ele sugou minha língua e finalizou mordendo o lábio inferior delicadamente, me causando arrepios e gemo de forma abafada em meio a seus lábios. A mão direita agora era a única que segurava meus braços, embora quanto mais eu me mexesse mais eu ficava presa, com a outra mão ele percorria toda a extensão da lateral do meu corpo apertando minhas nádegas com volúpia, abrindo lentamente os olhos encontro os seus, e neles eu podia refletir tantos significados.

— Henrique... — minha voz saiu como um gemido rouco em um tom manhoso. — Yo... No... – ele lentamente baixava as mãos e se afastava, prendendo em seguida meus pulsos e me puxando para si, me aconchego em seu corpo num encaixe perfeito e sento em seu colo o que fez com que sentisse o tamanho de sua excitação.

— Sentiu como voce me deixa? - ele sussurrou em meu ouvido atiçando meu desejo e fazendo meus hormônios aflorarem lentamente.

— Si... – eu respondi com a voz rouca inebriada pelo desejo de sentir ele me preenchendo — Pero...

— Eu não quero te levar somente para a cama! — ele tinha minha atenção, observo seus olhos e desço minha mão pelo seu abdômen até chegar a seu membro, começo a alisar devagar sentindo ele crescer mais até apertar o mesmo fazendo ele gemer — Não que eu não queira te fazer minha agora, ainda mais com você o alisando, poha argentina ai já é jogo baixo...

— Juego bajo, o que Henrique? — sussurro perto dos seus lábios e sinto suas mãos alisarem meu corpo das coxas a cintura e lá a mão direita permanecer enquanto a esquerda trilhava o caminho das minhas costas e seguia até meu cabelo, onde ele entrelaçou os dedos nos fios e os puxou lentamente me fazendo inclinar a cabeça para trás dando passagem a sua boca em meu pescoço me fazendo gemer e arquear o corpo para sentir mais do que ele tinha a me oferecer — después yo que jogo baixo... aaaiii Henrique...

— Eu quero muito fazer amor com você, mas quero que seja especial e quero que seja somente quando esteja pronta e me perdoado, eu sei excitar você bem meu amor – em um movimento ele me puxa me fazendo colar nossos lábios sem me beijar, se os dedos dele descerem em sua intimidade ele saberia quão excitada ela estava — e você sabe me excitar, ambos nascemos um para o outro, mas eu sempre fodo tudo argentina – sua voz se entristecia aos poucos.

— Henrique, mírame – ele sobe o olhos e nossos olhos se encontrar e por alguns minutos eu os fito lentamente — No se culpe, tenemos culpa desde el principio, e tivemos bastidores que ayudaron a separarnos, yo no quiero mais ficar longe de você eu te amo meu tatuado, eu sei que vamos passar por muitas coisas até conseguirmos suprir todos os males, medos e anseios, pero hasta allí – encosto minha cabeça em seu ombro e escondo meu rosto no vão do seus pescoço dando beijos lentos e leves mordidas até subir os beijos até sua orelha e mordisco lentamente — Yo te quiero ahora — sussurro baixinho e ele busca meu olhar e lentamente eu fecho meus olhos para sentir aquela sensação.

— Eu também te quero argentina, mas imagina se sua avó ou sua filha entram e nos pegam assim? — ele brincou e notei que havia uma ponta de verdade imagina o que eles iam pensar como eu ia explicar essa situação a minha filha, ele me tira do meu devaneio beijando meus lábios — Podemos terminar isso mais tarde não acha? Que tal agora eu te levar para um banho bem demorado – olho desconfiada para sua proposta — não vamos fazer amor no Box, lá vamos estrear mais tarde minha vida agora nós vamos relaxar, tomar um longo café da mina lá no hotel com a Fran, Dona Mimi e a Sophia e depois vamos passear em família...

— E depois? Ai Henrique planeó todo eso?

— Não tudo, temos o almoço e depois vamos a praia ou na piscina mesmo, depois do jantar com a Fran dormindo eu e a mamãe vamos dormir..

— Vamos a dormir es? – falo manhosa e com uma voz sensual

— Não, nós vamos ir até o meu quarto e vou fazer voce pagar por me deixar extremamente excitado sem poder ter você em meus braços então se prepara para gemer muito em minha boca e em meu membro que está morrendo de saudade de você... – em um momento me vêem um medo gigantesco — ei o que foi minha argentina marrenta, porque esta cara?

— Estoy com medo, e quando a viagem acabar? E quando voltarmos à realidade o que será de nós e de nossas vidas?

— Vamos ficar juntos primeiro passo meu, depois vamos vencer um dia de cada vez até voce ser minha como mulher...

— Yo ya soy tu mujer!

— Eu sei Paola, mas eu quero me casar com você, fazer tudo direitinho e nos conformes... Aliás, vamos para o banho que depois do banho eu quero te dar uma coisa... Mas somente depois do banho – me levanto da cama e sou seguida por ele que me puxava para nos fazendo entrar no banho, lentamente ele tirou nossas roupas, uma a uma até sentirmos o contato intimo da pele contra a pele, em seus braços eu estava segura e me sentia mais amada, a água morna caia em nosso corpo tornando aquele momento mágico e prazeroso, eu queria fazer amor com ele agora, eu precisava sentir ele em mim, mas ao mesmo tempo batia uma puta insegurança, ele pegou o sabonete líquido e se afastou o suficiente do meu corpo para ensaboá-lo por completo, se ajoelhou e começou pelos pés, colocou o a perna direita em sua perna e começou a ensaboá-la a massageando lentamente me fazendo me apoiar ao vidro do Box, ele subiu até a virilha e alisou a perna direita, logo abaixou a mesma e pegou a esquerda e fez o mesmo percurso, mas agora com um olhar malicioso eu sabia que aquilo era só o começo.

Ele pegou o chuveirinho menor e enxaguou as pernas, mas desta vez ele não desceu a perna, pelo contrario ele aproximou seu corpo e começou lentamente a beijar as coxas que começaram a ficar arrepiada por conta das caricias dele, aos poucos foi distribuindo uma trilha de beijos em cada coxa dela até chegar novamente a virilha, ele buscou meu olhar como aprovação e fecho os olhos sentindo seus dentes morderem lentamente o interior da coxa me fazer arfar e soltar um gemido, era uma doce tortura, abaixo minhas mãos tocando sua careca e tento fazer ele me tocar o lugar que pulsava por sua atenção, o que foi em vão ele continuou agora a beijos em torno da minha virilha só para me provocar.

— Henrique... – gemo em reprovação eu o queria, ou melhor, queria sua língua habilidosa em minha intimidade me fazendo gozar.

— Shii, eu já vou tocar ela amor... Seja paciente — ele disse com a voz rouca me fazendo estremecer, que queimava de desejo, meu corpo estava quente demais com apenas toques, imagina quando nos tornássemos um só?

— Yo se... pero mi hija...

— Sabe que eu vou dar o que você quer, mas seja paciente amor. — Fogaça disse com a voz mais rouca o que a fez estremecer.

— Calma Paola, nós temos tempo suficiente aqui no chuveiro – ele foi em busca da minha boca e me beijou com urgência, entrelaço seu pescoço, enquanto sua mão ia até minhas nádegas e as apertava me fazendo gemer, meu coração parecia sair pela boca de tão acelerado que ele estava, sinto a rigidez de seu pênis em contato com a minha coxa, gemo imaginando ele dentro de mim e quando tento encaixar nossos corpos ele se afastava sorrindo com malicia e se ajoelhava para dar agora a devida atenção a minha intimidade, mas antes de tocar ele passou o dedo em meu clitóris e foi seguindo até conseguir chegar onde eu realmente queria colocar ele todo dentro, solto um gemido alto.

— Você esta muito molhada meu amor, está deliciosa demais eu to me segurando para não prensar você neste vidro e fazer você gemer até gozarmos juntos...

— E porque não faz?

— Porque você sabe que não podemos, mas por enquanto podemos fazer as preliminares – ele fez menção de aproximar sua boca da minha intimidade, fecho os olhos e sinto sua respiração em contato com ela e ao invés de me fazer gozar em sua língua ele resolveu brincar — Paola...

— Henrique... – reclamo manhosa

— Eu só paro se você pedir – ele começava a movimentar o dedo dentro de mim causando sensações deliciosas — Entendido? – eu não respondo e então ele sorri mais safado ainda e coloca dois dedos dentro, minha respiração já estava descompassada — Não ouvi sua resposta Argentina — ele exclamou e retirou os dedos me tirando o momento de prazer.

— Henrique seu...

— Não ouvi de voce a resposta, acho que não quer eu vou parar então – ele fez menção de levantar, mas não deixo.

— No faça isso - mordo o lábio e o encaro maliciosa —  si yo entendi seu hijo da p...— as palavras se perderam em meios aos risos, as respirações pesadas e descompassadas quando ele chupou com força meu clitóris e colocou os dedos novamente, me fazendo gemer e morder o lábio inferior com força ao sentir seus dedos se movimentando e sua língua passeando em minha intimidade, ele trocava agora, retirava os dedos e tocava com o polegar meu clitóris acariciando-o em movimentos circulares, uma onda de desejo me invadia, algo que não sabia explicar até ele aproximar seus lábios da minha intimida e coloca uma perna em seu ombro e passa a língua em toda ela me deixando em transe, fecho os olhos sentindo ele me invadir com um dedo e aumentando a velocidade dos movimentos enquanto colocava e tirava de dentro de mim lentamente, mordo o lábio para não gemer alto, tinha que me controlar, mas era difícil com ele ali me chupando de forma tão prazerosa me fazendo remexer os quadris contra sua boca pedindo um contato mais profundo, até ele sugar o clitóris com desejo e precisão, meus dedos alisavam sua careca a estimulado ir mais rápido até contornar com a ponta da língua todo ele e depois os lábios da minha intimidade, sinto que estava perdendo o controle totalmente, acariciando em movimentos circulares e de entra e sai dentro de mim a cada movimento me deixava molhada e inebriada de desejo por seu toque, quando ele desceu a língua até a entrada da intimidade um rouco gemido e baixo foi o que precisava para ele ir mais e mais rápido, sentindo que estava quase atingindo o clímax abro um pouco mais ela para sentir todas as sensações, enquanto a língua habilidosa dele acariciava minha intimidade em sentidos diferentes me fazendo gemer de forma rouca e manhosa pedindo.

— No... No... No para... No... — eu pedi de forma manhosa e sensual meu lado racional havia dado defeito agora estava em sua presença, a mulher dele em todos os sentidos, minha intimidade pulsava contra sua boca e ele atendendo ao que pedi começou a movimentar a língua com mais destreza contra meu clitóris que estava sendo estimulado, sinto que ia me perder em um orgasmo delicioso e começo a me remexer contra sua boca aumentando mais a velocidade até gemer de forma audível, meu corpo tremer, minhas pernas ficarem bandas e perder totalmente o controlo do meu corpo e relaxar ao atingir o clímax e ele sugar tudo que ofereci, lentamente ele abaixou a perna e subiu para me beijar intensamente, agora pegando um pouco de sabonete massageava meus seios, meu abdômen e me virou para massagear toda a extensão das costas, dando leves beijos enquanto enxaguava a mesma.

— Só eu me divertir não é justo! – ele estava se ensaboando e eu o olhava atentamente, e estava duro ainda delicioso e pronto para mim, era uma tortura não se afundar em mim sorri com malícia.

— É sim morena, te vi perder a razão e gemer deliciosamente em minha boca, me fazendo o homem mais realizado e completo, agora sim que relaxou, pode esfregar minhas costas e ai podemos sair do banho – ele se vira e eu começo a esfregá-lo, começo a acariciar toda a extensão do tórax e quando começa a cair a água parque lavar a espuma começo a beijar lentamente enquanto cravo as unhas e ouço ele gemer baixinho.

— Argentina...

— Sí?

— Você não está me ajudando assim...

— Assim como?  - saio de trás e fico na sua frente e o encaro com um sorriso malicioso e os olhos refletiam desejo — por acaso é assim? - desço a mão até seu membro e o acaricio lentamente.

— Sim bem assim! - ele dizia com aquela voz rouca, sorrio ao notar ele fechar os olhos então me abaixo e passo a língua em toda sua extensão.

— E saí yo te ajudo?

— Não... Ponha agora vou querer-te foder aqui mesmo - pisco para ele e sussurro.

— Perdeu sua chance tatuad0 ahora yo voy te deixar com você me deixou, mas não vai nem me foder nem fazer amor... Mas yo voy te fazer gozar - sorrio para ele e coloco todo ele na boca e começo a chupar delicadamente, movimentando toda sua extensão para frente e para trás a medida que o envolvo com minha boca, hora passando a língua lentamente o fazendo gemer ate passar a ponta da mesma na cabecinha e depois o envolver totalmente usando a sucção e a língua para masturbado enquanto ouvia ele gemer meu nome a medida que estava cada vez mais animado e excitado. Passo a língua em toda a extensão ate a glande, com a excitação dele pude sentir as veias que pulavam em contato com minha língua,  pude sentir as gotículas de água do chuveiro contra minha face, ele gemia palavras desconexas.

— Poha Paola deliciosa... Continua isso bem assim... - sorrio vitoriosa a medida que aumentava a velocidade e do nada diminuía o fazer vibrar em minha boca, sinto o pré-líquido enquanto o estimulo acariciando suas bolas lentamente, o liquido desceu em minha garganta e tinha certeza que logo ele não teria mais controle então o encaro e sussurro.

— Me olha tatuado... Goza na minha boca deliciosamente - falei maliciosa e sorri para ele voltando a sugá-lo enquanto o acariciava e sinto a mão dele em meu cabelo me guiando e ajudando nos movimento.

— Caralho Paola eu não to agüentando essa sua boca deliciosa... Sua língua perfeita e macia Ahw que delicia — ele gemia a medida que aumentava, começo a sugar com mais veemência a medida que ele ficava mais rígido, começo a passar a língua em movimentos circulares deixando ele mais maluco a medida que intensifico o movimento e a masturbação dele.Em um gemido rouco pude saber que ele iria gozar,  com as mãos e a língua começo a aumentar ainda mais o movimento e a sucção,  sinto seu membro tremer e seu corpo se entregar ao orgasmo, sinto o líquido quente descer em minha garganta e sugar até a última gota, com o polegar limpo o canto da boca e sorrio, ele me encara e me puxa para cima, colo nossos lábios em um selinho rápido e me afasto saindo do Box pegando a toalha.  Me seco o suficiente e me enrolo na toalha sob os olhares atentos dele, vou até a pia e faço minha higiene.

— Vou me trocar, vou convidar minha abuela e minha hija para tomarem café, nos encontra lá em baixo?

— Sim meu amor – vou até ela e me puxo pela cintura colando nossos corpos — eu já disse hoje que te amo?

— Não, mas se quiser dizer eu aceito!

— Eu – ele dava um selinho em meus lábios — sou — ele dava agora um beijo em cada canto dos meus lábios — perfidamente e incondicionalmente — ele beijava minha testa e sorrio em resposta — apaixonado — ele me puxa para um abraço apertado, entrelaço seu pescoço —por você – ele inclina e sussurra em meu ouvido me deixando completamente boba — eu te amo minha vida!

— E eu meu tatuado, eu te amo muito e devo estar muito maluca e meu racional com defeito por não te castrar hoje...

— Que pena minha vida, voce ia perder sua diversão e seu brinquedinho particular – começamos a rir que nem dois bobos apaixonados.

 — ahora bamos quero sair antes das 9 da manhã agiliza...

— Que mulher mandona eu fui arrumar em!

— Reclama mais uma vez que vai ficar a ver navios hoje – vou até o armário e procuro uma roupa, pego um biquíni preto, um shorts jeans e uma regata florida, um salto baixinho e após completamente arrumada, faço uma make leva usando somente rímel e um gloss. rosa clarinho, ajeito o cabelo e vou até o tatuado que estava pronto, sentado na cama me olhando — perdeu algo Henrique?

— Sim e não!

— Como así my amor?

— Sim, uma mulher deliciosa e com esta roupa, vai me matar só pode vou ficar de olho nestes homens aqui e não sabe por quê? – me aproximo e ele me puxa pela cintura — Porque nós nos amamos não importa o que aconteça e vamos antes que a Sophia me mande a milésima mensagem de cadê voces – e foi rindo que saímos do quarto e acordei Fran, ajudei minha princesa a se vestir e dei beijo de bom dia em minha abuela.

— Paola, mi hija lo que hace este hombre aquí?

— Abuela vino a reconciliar conmigo y estamos juntos! – ela nos olhava desconfiada — hija vai buscar seu bebe para descer pro café!

— Sí mamã... – Fran foi buscar e olhei para dona Mimi e a abracei

— Él es el hombre de mi vida, no importa los caminos torcidos que vivimos y vamos a vivir ... aliste tanto para que nuestro amor se quedara en ruinas
— Usted ama a mi neta? – ela olhava para Henrique que estava parado na porta com Sophia que parecia calma demais com a presença dele.

— Eu amo a sua neta mais que tudo, daria minha vida a ela se preciso for, e tudo que fiz e o que faço, e ela Sabe muito bem do que falo é para reservá-la e eu farei tudo que estiver ao meu alcance para que ela seja a mulher mais feliz do mundo!

— Espero que sí, mi hijo, ella te ama y se lastima mi pequeña de nuevo yo misma corta sus bolas fuera! – noto que ele engoliu seco e sorrio fraco!

— Sim senhora – minha pricesa vinha pulando até nós e quando viu o tatuado ela deu um grito.

— TIO HENRIQUE VOCÊ VEIO... – ela pulou em seu colo — a eu tava com saudade do meu caderninho de desenho – ele sorriu para mim e beijou o topo de sua cabeça.

— Poh eu senti tanta a sua falta minha Carochella favorita!

— É Carosella tio... – ambos sorriamos bobamente.

— Eu sei minha pequena... É so para deixar a sua mãe bravinha – minha filha gargalhava e Sophia nos interrompia.

— Desculpa interromper o momento de Love aqui, mas to quase vomitando arco-íris vamos logo?

— Vamos minha amiga, e que tal me explicar que historia é essa de trazer o Henrique aqui...

— Fudeu...

— Sophia, minha hija está aqui...

— Desculpa mamã – ela piscou e Fran estava prestes a perguntar o que era e Sophia foi mais rápida — Fran essa é uma palavra que só adulto fala ta bom, quando for mais velha eu explico o que significa e... Ai Paola doeu propõe me bateu?

— Ainda pergunta gracinha – descíamos para tomar café enquanto Henrique a levava no colo e trocávamos olhares intensos de cumplicidade e amor.


Notas Finais


Continua...

Preferi focar numa reconciliação mais caliente para dar um gostinho no passeio que eles vão fazer e na noite de reconciliação!
Será que tudo serão flores e só "Romance com Safadeza"? MUHAHAHAHAHA
O que o Fogaça vai aprontar? Palpites? Sugestões... eu aceito!


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