História Love Me Harder - Capítulo 30


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Arturito, Desejos, Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Masterchef, Paola Carosella, Romance, Sabores, Salgastronomia
Visualizações 167
Palavras 7.305
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


I want you to breathe me Let me be your air Let me warm your body, free you No inhibition, no fear How deep is your love? Is it like the ocean? What devotion? How deep is your love? Hit me harder, again How deep is your love? Is it like the ocean? Pull me closer, again I know your eyes in the morning sun I feel you touch me in the pouring rain And the moment that you wander far from me I wanna feel you in my arms again And you come to me on a summer breeze Keep me warm in your love then you softly leave!

Capítulo 30 - Capitulo Surpresa 30


Fanfic / Fanfiction Love Me Harder - Capítulo 30 - Capitulo Surpresa 30

How Deep Is Your Love

Paola POV

2003

Faziam pouco mais de um ano e meio que ajudei a abrir e dirigir o restaurante Figueira Rubaiyat junto com dois grandes amigos e renomados chefs Francis Mallmann e Belarmino Fernandes Iglesias, mas eu me senti tão incompleta na época que idealizei abrir meu próprio restaurante e após  grandes alegrias e muitas dores de cabeça sai da sociedade e consegui convencer um amigo a ser meu sócio em algo meu, ele sabia quão profissional eu era e logo começamos a planejar, montei alguns esboços de como eu queria o restaurante, custava muito dinheiro na época, então o tapado do meu sócio arrumou muitos sócios para ajudar, eu era minúscula e única mulher no meio daquele negócio, meu sócio a princípio ficaria responsável em avisar e comunicar os demais, que felizmente moravam na argentina, após meses de reforma e algumas mudanças devido ao poder maior da porcentagem eu finalmente consegui abrir meu restaurante, meu bebê  o Julia Cocina, este nome veio de uma homenagem a Julia Child, era uma espécie de musa inspiradora meu restaurante era  pequeno e com a cozinha aberta para o salão, não conseguimos fazer algo enorme então o cardápio era minúsculo e eu fazia questão de mudar quase todo dia pois, ficava após o fechamento do restaurante criando e idealizando novas receitas, devo confessar que no começo ele me deu enorme prazer, mas com meus sócios no meu pé me deu muitas dores e muito aprendizado.

Pouco mais de um dois meses que havia aberto o restaurante e para a minha surpresa ele deu certo até demais, mas precisei viajar a negócio para a Argentina e deixei meu sócio cuidando de tudo, mas orientei que não fizesse nada sem me comunicar, sabe como é o ego dos homens gigante para pouca inteligência, ele parecia gostar de me provocar só porque não havia lhe dado moral, eu trabalhava numa cozinha com vários homens e colocava minha mão na massa e ganhei com pouco tempo de convivência o respeito de todos além da confiança já meu sócio só olhava e dava pitaco, precisava dele no empreendimento ainda não possuía dinheiro para comprar sua parte dele ainda.

[...]

Após uma semana na casa da minha amada abuela, e muito trabalho realizado eu estava ansiosa para retornar e contar aos meus amados cozinheiros que conseguir um investidor e que ele iria providenciar alguns alimentos e algumas remessas de carne e verduras por um preço interessante e de boa qualidade e procedência, estava tão feliz que nada poderia estragar meu dia, até que recebo uma ligação de Isabel um tanto quanto nervosa dizia que precisava conversar urgentemente comigo, pensei no pior à medida que conversávamos.

— Não chef, desculpa se te assustei demais, é que aconteceu algo e me proibiram de te avisar, e como sei que volta amanhã eu precisava avisar, eu nunca trairia a confiança de quem tanto me ajudou e me deu emprego neste mundo machista - eu gelei e meus pensamentos divagam no pior.

— Isa, está me assustando… O que aquele imbecil no quiere que yo saiba?

— Ele contratou um estagiário e… - nem deixo ela terminar de falar e questiono.

— Él hizo lo que? - sangue ferveu ao ouvir aquelas palavras, aquele safado teve a ousadia de passar por cima da minha autoridade, poha iremos escolher juntos e ele parecia querer fazer o possível para me diminuir embora nunca desse trela nem abaixasse a cabeça.

— Sim, eu sabia que a chef não sabia, mas o estagiário é muito bom mesmo e ele leva jeito, eu sei que foi por cima da sua autoridade, mas antes que chegue e descubra e pense que te traímos - ela respirava descompassada e até se embolou nas palavras

— Yo nunca pensaría eso de ustedes tengo el mejor equipo en la cocina, ahora tengo que respirar y tratar de poner la cabeza en el lugar y pensar lo que voy a hacer, debe haber llevado un currículum o algo así quiero que me mande una copia o me pasa nombre de él para buscar más sus referencias - nos despedimos e fiquei refletindo sobre ser a sua primeira semana de seu estágio sem que eu soubesse que tinha um estagiário e para piorar nem sabia como ele cozinhava, fiquei sabendo  pelo meu sub chef que meu sócio aquele safado havia contratado alguém sem a minha permissão eu fiquei puta, estava no meio de uma viagem de negócios e não podia de forma alguma antecipar a volta, mas resolveria isso assim que voltasse quem ele pensa que é para passar por cima de mim e não me perguntar nem para saber o que achava de um estagiário e nem teve a capacidade de me avisar meu sangue subiu muito, eu voltaria de viagem no outro dia a noite e já estava certo que perderia a noite de sono remoendo minhas preocupações, havia pensado que ele seria um bom sócio, mas estava saindo pior que a encomenda, “respira Carosella respira”. Mal passou meia hora e recebi a ligação novamente de Isa me passando as informações que havia pedido, peguei um papel e comecei a anotar.

Nome: Henrique Aranha Fogaça

Idade: não sabia informar

Especialização: Comércio Exterior, bancário e Gastronomia na FMU.

Experiência: Trabalhou 5 anos no banco Banco Real e 7 meses como cozinheiro em uma Kombi “Rei das Ruas”, vendedor de  lanches de baguete e mousses com marca própria o “Fogar”, estagiou no restaurante D.O.M. do chef Alex Atala, trabalhou no Namesa e hoje esta estagiando no meu Julia.

Avaliei a ficha que ela me passou, ele tinha duas boas referências e fiquei curiosa para entender o que ele via na gastronomia, ele um homem estudado e bancário, virou vendedor até conseguir estágio, liguei no mesmo dia para Atala e ele só me falou coisas maravilhosas dando a entender que era um homem de certa idade, e que levava a fama de pegador tendo um dom com as moças na cozinha e as clientes, sempre galanteador e respeitador,  balançava a cabeça e refletia o que uma mulher via em um cara mais velho, seria a experiência? Refleti bastante e até ouvi vários elogios sobre sua dedicação e a forma como ele cozinhava e levava tudo, um sorriso se formou ao perceber que não seria tão mal assim, ele era um bom profissional, após horas conversando com dona Mimi ela abriu os olhos dizendo que estava errada em tirar conclusões sem o conhecer, o dia ea noite pareciam voar à medida que focava no pensamento de qual atitude deveria tomar.

No outro dia me despedi de todos e fui para o aeroporto e não tardou para estarmos decolando, sempre odiei viajar ainda mais sozinha, após horas remoendo a tal história da contratação resolvi que precisava conversar com ele e ver do que ele era capaz, se fosse bom mesmo o meu sócio ia arcar sozinho com a contratação dele, mordo o lábio imaginando como ele seria e que logo iríamos nos conhecer e pela forma como Linda falava sobre ele até parecia encantada. Mal cheguei a Brasil e fui direto ao meu apartamento, troquei de roupa e peguei meu dólmã, nem pude descansar só queria ver meu bebe funcionando, mal havia pego a chave do meu carro meu telefone tocava e vejo que era um dos meus cozinheiros.

— Boa Noite chef

— Buenas noches! Estoy estou quase chegando há algo errado?

— Boa Noite! Na verdade sim chef, hoje descobrimos que o seu sócio negligenciou uma sugestão da sub chef e faltou carne para o jantar, mas…

— Como así faltó, yo no creo que ese imbécil lo hizo, lo mato. …

— Calma Chef, o Henrique resolveu a situação! - ele parecia animado

— Como así resolveu?

— Sim improvisou um prato delicioso e até agora só recebemos elogios, está muito bom mesmo e eu só quis avisar porque ninguém queria fechar o restaurante porque não tinha comida - ele respirou fundo e concluiu — chef eu posso dizer uma coisa?

— Claro!

— Eu não vou com a cara do Henrique, ele tem pinta de bad boy e até meio mal encarado, mas é um profissional muito bom, queria dar minha opinião porque já trabalhamos antes juntos e você me disse uma vez, que não podemos desperdiçar as oportunidades boas que nos aparecem - reflito as palavras e penso em tudo que descobri dele ele era um bom cozinheiro, disciplinado e parecia ter o dom do comando e conseguiu contornar tudo.

— Quiero que haga algo por mí!

— Sim chef é só pedir!

— Yo voy a entrar y sentarme en cualquier mesa, quiero que me sirva este plato yo voy a evaluarlo junto al pasante y si es tan bueno como dice, no voy a encontrar tan mal, así que no cuente que soy yo y diga si es necesario que soy una crítica de la gastronomía.

— Sim chef, a senhora que manda!

— Ahora dime lo que él preparó ay si no tenía carne?

— Bom chef só tinha um tipo de carne, e como nosso cardápio é pequeno ele deu a ideia de dizer que o prato da noite era esse - fico curiosa — ele fez Ragú de Javali acompanhado de Nhoque de Mandioquinha, com salada de tangerinas e mozzarella de búfala e de sobremesa Arroz doce com caramelo.

— Ele fez Ragú?

— Sim, e todos nós ajudamos e só tivemos elogio e como era a única coisa que ele sabia fazer com a carne que a faria saborosa e com suculência como a senhora sempre pede - fico pensando quem era esse homem que fez um prato complexo e teve esse ideia, se houve elogios então o prato foi bom.

— Chego aí em quince minutos, quiero ver lo bueno que es - desligava o telefone e dirigia até o Julia, quando por fim cheguei eu estacionei o carro e o tranquei, entrei no restaurante e me sentei na ultima mesa esperando que o novo estagiário viesse me trazer o prato, fiquei esperando que trouxessem o prato e orientei Carlos quem eu queria me trazendo os pratos e um suco de suco de açafrão da terra gengibre limão cravo e tangerina. O tempo do preparo foi o correto, mas quando vi meu cozinheiro Carlos se aproximando com a maior cara, estava receoso ele colocou ali a comida e o encarei —  Yo te he dado algunas órdenes específicas, porque no has cumplido?

— Chef, mil perdões eu e Isabel contamos que a chef ficou brava e contamos que não foi ela que o contratou, ele pediu desculpas para a críticas e espera que esteja de seu agrado, palavras dele e não quis vir disse que vai pedir demissão ainda hoje - reviro os olhos e agora minha atenção se volta ao prato, estava muito bem montado, bem apresentado e ao pegar o garfo e provar a mistura deles foi um prazer de sensações estava divino, nem meus cozinheiros mais experientes havia me apresentado um prato com tamanha perfeição, respiro fundo e olho para Carlos que estava imóvel e claramente em pânico.

— Diga que está bien y que cuando el movimiento disminuye es para subir a mi oficina entendido?

— Sim chef, mas eu…

— Usted lo que?

— Posso dizer que era a senhora a crítica?

— No, yo misma digo eso, ahora vaya tiene muchas mesas a servir!- ele saiu apressado e eu voltei a me deliciar com o prato e após degustar o menu recebi a sobremesa, estava totalmente enfeitada e desenhada no prato, tinha um sabor delicioso e com o caramelado deu um novo sabor e textura, sorri com isso em anos alguém havia me surpreendido demais - me levanto e estava de saída para o meu carro quando ouvi um murmurinho da mesa que estava saindo sem pagar, respirei fundo e fui até o casal —  Buena noche señores todo bien?

— Tudo sim, mas a senhora não tem vergonha?

— Por qué dices es?

— Saindo de fininho sem pagar a conta não tem consideração com os cozinheiros os garçons que vão pagar do próprio bolso a comida?

— Ahw sí ahora entiendo - sorri e chamei Isabel que veio rapidamente.

—Sim chef! - quando ela me chamou de chef a mulher a minha frente que me ofendeu ficou pálida demais.

— Los señores se preocuparon por la posibilidad de salir sin pagar, me alegro de que les guste y aprecien mi restaurante - sorrio vitoriosa com a cara deles, queriam um buraco para se enfiar —  traiga una sobremesa como cortesía - Isabel logo foi buscar e fiquei ali olhando o casal que gaguejava um pedido de desculpa —  no se preocupe, hoy uno de mis cocineros inventó un plato y vine a saborear sin que él lo supiera, apreciar las buenas creaciones y obligado por el elogio y volver siempre - girou os calcanhares e vou até a cozinha dar um olhada em tudo e quando paro na entrada havia um homem tatuado e careca fazendo a montagem dos pratos de forma criteriosa e detalhada, fico encantada e ao mesmo tempo mordo o lábio ao olhar como ele era sexy, respiro fundo e passo como um furacão pela cozinha, ele nem deve ter me notado que bom, logo o encarava e ele me explicaria porque contraria uma ordem minha, entro na minha sala e sento na cadeira giratoria, pegou alguns papeis e jogo a bolsa no chão, pego o óculos e começo a estudar os novos contratos, e tendo como companhia a imagem daquele rapaz que era lindo e tinha mão de fada na cozinha,  só de lembrar dava um calor e eu precisava ser profissional ao extremo.

É claro que o primeiro encontro não foi um dos mais amigáveis, ela estava irritada com a contratação sim, mas estava animada com o que ele apresentou para mim, mordo o lábio pensando como ele estava sexy de dólmã e me lembro de algumas advertências que recebi sobre ele, eu era focada no trabalho e às vezes viciada, mal tinha tempo para mim pior ainda para homens, embora sempre rodeada por eles nenhum havia chamado atenção ainda,  Atala havia contado que ele adora ser galanteador “se ele acha que serei mais uma na sua lista ele está muito enganado, pode ser bom cozinheiro, mas não vai tentar se dar bem porque a chef é mulher e ele é gostoso.”  Só com o que ouviu dos contatos sobre seus trabalhos anteriores já havia criado um perfil em sua mente, porém eu não havia o conhecido e dona Mimi havia me repreendido por isso, esperei que ele viesse, olhei no relógio e era mais de meia-noite e nada dele aparecer, estava impaciente e quando ouvi três batidas na porta meu sangue gelou e meu coração se acelerou.

— Puede entrar, está abierta la puerta! – ele abriu timidamente a porta e a fechou entrando no ambiente e me olhou nos olhos e abriu a boca para falar mas nada saiu, ele parecia estar ficando sem ação e claro que me levantei e dei três passos em sua direção e foi aí que entendi o porquê do seu desligamento e seu fascínio eu estava com um vestido preto longo que emoldurava minhas curvas não que não gostei de ser olhada e desejada, mas precisava sair daquele momento antes que fosse tarde tossi e continuei falando  — Fogaça, ahora sí, vamos a hablar y usted me va a explicar por qué no llevar los platos hasta la mesa cuando se le pidió?- sento em cima da mesa e o olhava de cima para baixo, quando ele retirou o dolma ficando somente com a calça eu pude ver que todo o seu abdômen era trabalhado e definido, ele havia tantas tatuagens e aquilo me chamou atenção quando se aproximou de mim e se inclinou colocando o dólmã dobrado em cima da mesa, meu coração estava batendo mais acelerado e minha respiração estava acelerada até ele voltar a ficar ereto e logo deu dois passos para trás, como se buscasse as palavras certas.

— Porque estou pedindo demissão, sei que não foi consultada, e não quero ser motivo de mais brigas aqui, dou meu sangue e alma pelo “Julia Cocina”, mas brigas não é bem comigo, ser colocado num lugar só para provocar alguém, cê é louco! – o olhei incrédula, ele agora coloca as mãos nas têmporas e as alisava, eu fiquei olhando boquiaberta ele pediu demissão após me fazer provar um prato delicioso e o melhor ele me entendia melhor que meu funcionarios ainda me perdia no nas palavras portuguesas e quando sai do não sei de fato o que deu em mim, mas o chamo com um certo tom sensual fazendo ele parar o ato.

— Se ha calmado, fue el mejor plato que he probado en años – ele voltava a me encarar e pude notar um belo sorriso, ele era alguém digno e não ia perder um bom profissional a toa, ainda mais por fofoca ou seja, eu mesma ia tirar minhas conclusões sobre ele continuo —pero no me sorprendió hoy, tuvo una actitud, pensamiento rápido, osadía e hizo de un plato super complejo, algo delicioso y agradable a los ojos, y quiero que quede. – eu encarava aqueles olhos e pego o dólmã e estendo a mão — quiero que tome este dólmã y la vista y esté aquí temprano, empieza su experiencia conmigo, tiene mucho que aprender y voy a enseñar – ele caminhava até mim todo bobo e com um sorriso lindo nos lábios qual será o sabor do seu beijo, balanço a cabeça enquanto ele pegava o dolma e me encarava quando sentiu nossos dedos se tocaram senti uma corrente elétrica percorrer meu corpo.

— Obrigada chef a senhora não vai se arrepender!

— Así espero y nunca más desobedezca un orden, ya aviso que sólo los mejores quedan en esa cocina…

— Vou dar o meu sangue e minha alma a este lugar, gostei demais de trabalhar aqui e bom... - ele começa a me olhar sem jeito e me pergunta - chef?

— Sí?

— A senhora não mora há muito tempo aqui né?

— No, mi lengua me trae no es mesmo Fogaça e…

— Henrique…

— Oi?

— Meu nome é Henrique… só minha mãe costuma me chamar pelo sobrenome e minha irmã, aliás devo a ela este estágio ela que me indicou e espero não te decepcionar.

— Yo también Henrique, ahora va a ayudar a la cocina y mañana quiero pronto aquí para firmar el contrato y claro discutir su salario, alguna pregunta?

— Só uma, eu to meio sem graça de dizer…

— Diga Henrique…

— Ouvi coisas maravilhosas sobre a senhora, eu tenho pouca experiência e se a senhora quiser posso ajudar no português e a senhora podia me ajudar dando aula sobre de gastronomia, é meio ousado da minha parte, mas quero ser muito bom no que faço.

— Puedo pensar?

— Sempre Chef, eu vou lavar a louça e até amanhã caso não nos vejamos ainda esta madrugada - ele saiu me deixando pensativa, eu precisava aprimorar meu português já que facilitaria e impediria que seja enganada, fiquei tentada em aceitar, não seria tão ruim ajudar ele em algumas aulas, mas preciso dar tempo ao tempo.

[...]

Devo confessar que sempre fui dura e muito focada em meu trabalho e aquele tatuado me tirava do sério em todos os sentidos imagináveis, uma cozinha de restaurante é a todo vapor, e erros podem estragar tudo e até atrasar e às vezes podem fazer todo o serviço desandar, eu sei que embora mal se passará três semanas do estágio daquele tatuado eu já me via maluca com a atração que sentia por ele, o problema era que as outras cozinheiras e as clientes viviam dando mole a ele, isso me irritava sim, mas o estranho que ele não dava moral para isso e embora seu cérebro tentasse avisar que ela não podia se aproximar e cair em tentação fizeram muitos sacrifícios para chegar ao seu posto e era uma chef e dona do restaurante não poderia ficar se atracando com seus funcionários por aí, mesmo que fosse um tatuado forte e muito sexy, aprendi a conviver com ele e aos poucos tentava afastar meus pensamentos dele, mesmo com a convivência diária. A Cozinha naquela noite estava fervendo e eu estava atacada sim os pratos e as praças estavam atrasadas e eu estava furiosa, além do meu socio ser um imbecil e deixar tudo para última hora, para piorar minha noite Carlos havia queimado a mão e tive que ir para a cozinha pois, meu sócio nem para isso servia, só para ficar trancado no escritório reclamando e dizendo que precisava aumentar os preços e eu batia o pé em negativa.

E justo hoje que havia dado folga a Henrique, ele tinha direito sim, mas estávamos com dois funcionários a menos e ele precisou renunciar a mesma para me ajudar, eu sei que ele estava ali porque era profissional mas ele estava no mundo da lua aquele momento. Eram pouco mais de 21:30 quando eu finalizar um prato e faltava só colocar a carne, olho para Henrique que sabe-se deus onde estava naquele momento deixou a carne queimar, nos últimos tempos confesso que gritava mais com ele que com os demais funcionários até por erros bobos, mas com ele eu estava pior e gritei com o mesmo por um erro que poderia ter falado de outra forma e pedido para refazer.

— HENRIQUE, MIRA LA CARNE la quemaste entera! - eu o afastava dali.

— Desculpa chef, não vai mais ocorrer e… - corto sua fala antes dele finalizar.

— No va, tengo que rehacer todo el plato, justo hoy sin dos cocineros y justo hoy aquel imbécil que no presta para nada ni ayudarle lo hace …

— Calma chef foi um erro meu eu vou lá pedir desculpa pela demora - ele me olhou com uma expressão e um olhar tão triste e decepcionado que quase o parei para dizer que podia tomar um ar, ele foi gentil em me ajudar e eu estava estragando tudo, voltei minha atenção a carne e comecei o processo de selar a outra carne, preparei tudo novamente e nada do Henrique voltar, quando estava terminando de empratar ele apareceu e me olhou confuso e sem jeito.

— Pensé que ya no volver, quince minutos Poha Henry hoy la cocina es un desastre!

— Eu sei chef, eu estava tentando explicar para a cliente porque a chef estava gritando - ele pega uma bandeja e colocou os pratos em cima — ela deseja falar com você embora estivesse até agora tentando a fazer mudar de ideia ela quer falar - ele me guiou juntamente com a bandeja e colocou e na mesa estava uma senhora e uma jovem que me parecia muito familiar ela me olhou curiosa e sorriu.

— Buenas noches, me pidieron hablar conmigo?

— Sim eu pedi minha filha, a senhorita pode sentar-se à mesa comigo? - olhei para ela meio sem graça, estava suada e totalmente desarrumada respiro fundo.

— Lo siento, hoy la cocina está un caos y dos cocineros faltaron y tuve que pedir a otro para no hacer su descanso, está bien corrido hoy algo que pueda ayudar?  - ela me olhava intensamente.

— Então você é a famosa Chef Paola ela é muito mais bonita pessoalmente… - fico muito corada e fazia tempo que não recebia elogios.

— No soy famosa, pero gracias por el elogio… - ela logo me corta

— Posso perguntar por que a senhora estava gritando com o meu filho?

— Eu gritando com o seu filho? - procurei pelo salão sem entender quem era o filho eu mal saí da cozinha hoje.

— Sim, perdoa esta senhora pela sua memória e deixa que me apresente sou Maria Luisa Aranha Fogaça, a mãe deste tatuado aqui que está morrendo de vergonha porque a mãe pediu para falar com a amável chef que havia dado uma chance, mas pelos gritos me assustei com tudo que falam sobre a senhorita, meu filho a destratou?

— Es ... yo ... yo ... estoy confundida lo que está pasando?

— Mamãe a senhora está me matando de vergonha na frente da minha chef, eu queimei um bife e na cozinha os ânimos a flor da pele e..

— Não é desculpa para ser grosso com mulher nenhum entendido Henrique Aranha Fogaça… Peça desculpas agora!

— Mas mamãe eu…

—Henrique, não foi essa a educação que eu te dei não mocinho, pode ser homem barbado e feito, mas te ensinei a respeitar uma dama.

— Mas eu não fiz isso mamãe, para de me fazer passar vergonha!

— Vergonha? Eu estou decepcionada com você como você desrespeita uma moça que te deu emprego, só porque é mulher? ela merece seu respeito e não admito filho meu tendo atitude de canalha! - ela exclamou e ele ficou corado e eu mais vermelha que pimentão.

— Sim mamãe, desculpa Dona Paola - ele estava sem graça e eu também, eu era a culpada não ele então resolvi explicar

— Ugh! Ug! - exclamei agora entendi — Dona Maria Luisa, pido disculpas, pero ocurre un gran mal entendido aquí…

— Como assim minha filha?

— No fue mal educado conmigo que exageré gritando con él, estoy muy nerviosa esta semana y desconté en su hijo, él es gentil conmigo y me ayudó hoy, sé que estaba distraído y yo lo hice venir a trabajar en su descanso y yo…

— Ahw, desculpa meu filho pensei que tinha feito algo para a moça - ela levantou e apertou as bochechas do filho e eu morri de vergonha — sabe Dona Paola...

— Por favor, sólo Paola, estoy sin gracia con eso!

— Sabe meu filho só tem essa pinta de bad boy, por dentro ele tem coração mole - olhei para Fogaça que me encara e em seus olhos pude ler um pedido de desculpa por estarmos naquela situação — mas eu já disse para ele que essa marra toda tem nome, o meu bebê sofre do mal da falta de sexo conhece? Molhar o biscoito, amassar o capô do fusca, afogar o ganso. Ah minha filha essas coisa que jovens como vocês chamam de transar, mas na minha época era fazer amor e… - a moça que tava ao lado estava branca sem acreditar naquilo que eu mesma não acreditava, ela acabava de falar aquilo tudo do próprio filho sem nenhuma vergonha eu fiquei de vermelha para azul enquanto Fogaça estava irritado.

— Mamãe, que isso pelo amor de Deus, a senhora está atrasando nossos serviço e me matando de vergonha - eu não me aguentei e comecei a rir fogaça me fuzilou com o olhar.

— Aí a senhora no existe Dona Maria Luisa me gustó mucho la señora - eu sorri e ela me abraçou e fiquei toda boba, perdi minha mãe a algum tempo.

— E eu já gostei de você, hoje é aniversário deste cabeça dura aqui e iremos comemorar, mas ele não ia perder a oportunidade de ficar ao lado de uma argentina tão bonita, a senhorita é solteira? - direta ela, embora simpática eu sorri para ela.

— Yo estoy, pero no entiendo! - me fingi de boba, é claro que entendi muito bem onde aquela conversa ia chegar — Henrique si hubiera contado yo no lo habría llamado.

— Ah ele nunca ia contar, ele adora trabalhar aqui e fala tanto de você minha filha… Meu filho desde que separou daquela moça está assim sempre sozinho e triste é falta mesmo, e se está solteira sofre do mesmo mal do meu Henrique - eu fiquei morta de vergonha.

— Mamãe, a senhora está a envergonhando e a mim também, para de me jogar para as mulheres por favor!

— Se depender de você vai ficar sem transar por muito tempo, vou ajudar sim eu amo meu menino - ela sorriu para mim e eu ainda estava sem graça — eu sei que amanhã é domingo e não vão abrir, a senhorita está convidada para comer um bolo lá em casa para comemorar o aniversário do meu menino e não aceito não como resposta! - eu não queria aceitar, mas ela estava sendo tão gentil com a mulher que gritou com o filho dela, ela não deveria conhecer a cozinha.

— Por supuesto que acepto, así que me redime con la señora!

— Que isso minha filha, meu filho precisa de uma moça forte e com atitude, não essas menininhas sem cabeça e sem um pingo de juízo na cabeça - ela sorri e volta a se sentar.

— Amanhã o Henrique te busca em casa e te leva também, ele tem que mostrar que é um cavalheiro - fiquei corada com sua forma doce de ser direta.

— Mãe, porque a senhora não come antes que esfrie e termine de me matar de vergonha…

— Vou sim, e eu só quero o seu bem meu filho e não vou ficar de braços cruzados enquanto você faz tanta burrada, agora vai para a cozinha e deixe sua mãe orgulhosa que eu e a Chef temos muito o que conversar, mas antes podia abraçar meu filho desejando as felicitações não é mesmo? - ela piscou e eu queria sumir e acho que Henrique também!

— Mãe você não perde uma…

— Todo bien usted es un gran cocinero y merece la felicitación en su gran día - meio sem jeito e sem graça eu o abracei dizendo felicitações, mas parece que meu corpo ganhou vida própria, minha cabeça estava repousando em seu peitoral e eu podia ouvir seu coração bater acelerado, suas mãos desceram lentamente até a minha cintura e a seguraram com força, senti minha pele ficar em chamar pude sentir o colar seu corpo e meu corpo estremeceu com a proximidade, seu rosto estava colocado na curvatura do meus pescoços sentindo sua respiração e seus lábios tocarem meu lóbulo lentamente, fechei os olhos sentindo aquilo e pensei comigo mesma “faz tempo que não sai com alguém” sinto então sua barba mal feita roçar meu corpo causando-me arrepios no corpo inteiro e nos afastamos, toquei com os dedos seu rosto e sorri bobamente. — Usted merece toda la felicidad del mundo - quando dona Maria Luísa começou a tossir notei que ele ainda estava com a mão em minha cintura e então o olhei nos olhos perdida em sentimentos assim como ele, nos afastamos o suficiente  e a sua mãe olhava vitoriosa e ele se afastou sem dizer nada.

   — Paola, sente e faça companhia a esta senhora alguns minutos, que falha a minha está é Raquel minha outra filha - eu me sento e estendo a mão a comprimentando e murmurei um prazer em conhecê-la, ainda estava desnorteada.

— Prazer é meu Paola, aliás fica assim sem graça não minha mãe é assim mesmo, imagina quantos namorados meus ela já espantou!

— Calúnia minha filha… - começamos a rir enquanto ela comia se deliciando só pela cara pude perceber. — Vai mesmo amanhã no aniversário do meu filho né? - ela não ia aceitar não nem desculpa e senti que aquele convite tinha uma segunda intenção ela só faltou me chamar de nora querida e marcar o casamento.

— Por supuesto que voy, como voy a hacer deshecho a una petición de la señora!

— Vocês tem muita coisa em comum minha filha…

— No sé de qué estás hablando!

— Sabe muito bem, uma mãe sabe ler as pessoas e devo confessar que pela forma como se abraçaram e pelas mãos do Henrique cravadas em sua cintura  quase tirando este dólmã e você o acariciava lentamente e como se olharam, eu sei ler bem as expressões minha filha - pegou um pouco de suco e o bebia lentamente, dava até calor agora — se eu encontrasse palavras melhores para descrever a cena eu diria “Quer fazer amor comigo?” - quase me engasguei e me levantei totalmente constrangida.

— La cocina pasó demasiado tiempo sola hasta mañana - sorriu fraco e sai dali quase que correndo.

Quando entro na cozinha noto que Henrique me olhava curioso, fui terminar de selar mais algumas carnes enquanto ele se aproximava de mim e sussurra em meu ouvido me arrepiando, tento não pensar embora seja impossível com aquele homem me deixando maluca.

—  Me desculpa pela minha mãe e se você não for ela vai te buscar em casa - fico meio sem graça e balanço a cabeça concordando.

— No hay que disculparse! - sorriu tímida — Su madre es una figura!

[...]

Olho no relógio era meia-noite, tudo havia sido entregue e toda a cozinha estava limpa, dispensava um a um da cozinha até restar somente eu e Henrique e sorrio timidamente a ele.

—No sé qué faria sin usted aqui – ele terminava de limpar as praças e colocava o pano para secar e volta sua atenção totalmente para mim — Usted merece más que un agradecimiento, me acompanha em uma champanã?

— A Chef, você iria arrepiar – eu sorrio — você é a melhor chef e a melhor cozinheira, além de ter os olhar mais expressivo que já conheci – ele estava perto, perto demais e caminhando mais para acabar com a distância — opa, oferecendo assim chefa eu quero, mas vai ter que me levar pra casa eu estou de moto e depois de beber não rola dirigir, cê loco que quero fazer cagada na estrada – abro a champanhe e entrego uma taça a ele e brindamos ao sucesso.

— Ao Júlia!

— Ao Júlia e a chef mais talentosa e linda – tomamos e ele sorria e sinto meu ar faltar e meu sangue ferver, tomo o resto e coloco a taça na pia.

— Yo te conozco muy bien – sinto agora uma pânico me consumir — mejor ir a casa ya está tarde y... – tento sair de perto mas ele estava agora me prendendo na parte e sou forçada a encará-lo

— Para de fugir Carosella

— No estoy "fugindo" – acentuou bem a o gerúndio — Henrique se aleja de mi por favor – seus dedos tocavam as maçãs do meu rosto, sinto sua outra mão segurar forte a minha cintura — Henrique... – chamava sua atenção

— Não! – seus lábios estavam perigosamente próximos aos meus e meu corpo reagia querendo seu toque — diga que não quer, diga que não me deseja, diga que não quer provar meu sabor misturado ao seu, Paola olha para mim e diga que não quer!

— No podemos Henrique… É errado e...

— Não perguntei se podemos ou não mulher, perguntei sobre querer e desejo e eu te desejo e muito, te necessito demais – ele agora mordia meu queixo e eu me derretia, seguro seu ombro e olho em seus olhos.

— Yo quiero y quiero mucho, pero tenemos que ser profesionales y... – todo meu discurso ralo a baixo, sua boca cobriu a minha, pedindo com a língua licença para me provar, quando acha a brecha estávamos nos beijando com fervor e paixão, ele desce a mão até minha nádega  a apertando, solto um gemido rouco sentindo que ele estava excitado, ele me puxava para cima e encontrava o balcão e lá me sentava sem separar nossos lábios, que estavam alternando beijos calmos e beijos devastadores, línguas travando a batalha por sabor, desejo misturado a champanhe e desejo uma perigosa união, com beijos leves ele se afastava e meus olhos cerrados estavam lutando para não acabar o beijo, mas o ar se fez necessário —Henrique...

— Shiuuu, diz que não e eu paro, nunca forçaria uma mulher a fazer nada contra a vontade, mas eu sei que você quer, está no arrepiar do seu corpo, no descompasso dos seus batimentos e no seu olhar, morena diz não que paro agora! – seus olhos encontraram os meus e só consigo dizer.

— Me haces tuya ahora – o puxo para mim antes que me arrependesse das palavras proferidas, nossos lábios unidos novamente, sua mão hábil deslizando soltando o dólmã e jogando longe, a saia era tirada delicadamente enquanto eu abria seu dólmã e abria a camisa mostrando as tatuagens, interrompo o beijo e espalmo seu peitoral desenhando as tatuagens e noto que estava somente de calcinha ali em cima daquele balcão frio o ajudo a tirar a camiseta e ele tocava meus seios que ficavam enrijecidos com seu toque e fecho os olhos gemendo baixinho, ele se encaixava ali sorrindo com malicia para meus lábios que se abriam de forma convidativa.

— Não me provoca Chef! – mordo o lábio e abro o fecho do sutiã revelando meus seios fartos enquanto ele descia para chupar cada um com desejo me fazendo arquear o corpo pedindo por mais de suas carícias, enquanto sinto sua mão passear por meu corpo até achar a única peça de roupa que impedia dele me tocar profundamente, afastando lentamente ele acariciava enquanto eu delirava de desejo.

—Henrique – saiu como uma súplica em forma e gemido rouco, ao qual sentia necessidade de ter ele dentro de mim, ele se afastava e ia até a geladeira, ele retirava uma forma de gelo e pegava algo, tomava um gole do champanhe e se aproximava e ajoelhava a calcinha e eu acompanhava tudo apreensiva até ele colocar o gelo na boca e trilhar beijos no interior da coxa onde causava arrepios e pequenos choques com o calor eo frio do gelo em contato com minha pele que ardia, e quando ele tocava o clitóris e ia descendo o gelo derretia com o calor causando sensações de prazer em todo o meu corpo ele se afastava e dizia.

— Abra os olhos argentina quero ver sua expressão a cada toque! - ele dizia aquilo e me atiçava mais, suspiro profundamente ao sentir sua língua me invadindo, involuntária seguro sua cabeça aproximando mais ele dela, puxo devagar seu cabelo e ele aumenta a velocidade dentro de mim, ele aproxima o dedo indicador do meu clitóris e faz movimento enquanto sua língua não sai de dentro de mim, o gelo dava um toque especial e nunca havia sentido algo como aquele momento, o desejo falava mais alto que tudo e gemia alto com o prazer que me dava, ele toca o dedo até chegar no ponto que a língua estava e coloca um dedo, enquanto sua língua ainda me invadia, ele vai passando a língua até chegar ao clitóris e começa a colocar e tirar rapidamente dois dedos de mim enquanto eu delirava ansiando por mais ele percebe minha tensão e começa a fazer mais e mais rápido deslizando sua língua até eles de novo agora eu sentia os dedos ea língua me seguro em seu ombro cravando as unhas sinto que o gelo havia sido completamente usado e podia desmaiar de desejo e ele percebe que começava a tremer e que ia gozar, ele começava a fazer mais e mais rápido, até que não aguento mais segurar e acabo gozando bem gostoso, ele continua a chupar até sentir todo o meu mel em sua boca e ele lamber todo e sobe trilhando beijos do umbigo até meus seios e deles até me pescoço subindo os beijos até encontrar minha boca e me beijar ardentemente, ele me puxa abaixando a calça e revelando que estava duro sentando na cadeira ele me puxa e lentamente enquanto nos beijávamos sinto ele enrolar a língua até não conseguirmos mais respirar e ele colocar todo dentro de mim numa só estocada, jogo o corpo para trás para tentar suavizar e ele capturou meus lábios e me beija, daquela forma com desejo, volúpia, vontade e ele logo separava meus lábios enfiando sua língua dentro e brincando com a minha língua, sinto o calor subir em todo o meu corpo, sinto o desejo dele ao tentar me mover, seu membro estava duro ele me faz sentar em sua ereção, sem me penetrar, estava evidente demais e quando roço ela, Henrique geme de desejo e segura minha cintura com uma mão e com a outra alisava minhas costas lentamente e subindo sua mão até meu cabelo ao qual segura minha nuca e aprofundou o beijo, estava completamente entregue.

A voracidade do beijo me fazia delirar a cada toque, sua língua me devorava e eu incontrolavelmente respondia, gemendo a cada toque, ele por fim colocava um dedo dentro de mim, enquanto eu me mexia de desejo em cima dele, ele coloca outro ele resolve me beijar novamente agora era um beijo mais calmo, mas não menos devorador, enrolamos nossas línguas, até não poder mais respirar, ele sente meu mel escorrendo em seus dedos e ele sorri ao me olhar e constatar que estava plena, ele podia parar ali mesmo e percebo que ele ia fazer aquilo, sem pensar eu tiro uma das mãos de sua nuca, ouço seu cabelo com a outra mão enquanto aprofundo o beijo e sinto um leve mordida no lábio inferior e logo seu beijo ardente guiando minha mão até seu pescoço novamente enquanto me levanta um pouco enquanto abaixa a mesma e sinto seu membro duro no meio das pernas me preencher e grito de desejo com nossas bocas unidas profundamente começo a me mover em cima do seu membro lentamente, um desejo inexplicável tomava conta de mim até por fim estar com ele todo dentro de mim. Ele se mexe e me deixa com muito desejo, começo a ir para frente e para trás e sentia a pulsação dentro de mim e aquilo o fez ir mais rápido de forma ardente e intensificada, começo a subir e a descer sentindo cada vez mais fundo seu membro dentro de mim, ele interrompe o beijo e começou a trilhar beijos em meu ombro enquanto mordia o seu ombro, ele aproveita para descer seus beijos até meus seios duros e enrijecidos e coloca-os na boca e começando a chupar um de cada vez, lentamente até por fim passar a língua e eu não podia bater nele, só subia e descia agora aumentava o ritmo enquanto ele me enlouquecia, chupava mais forte, eu coloco minhas mãos enroladas em seu pescoço e puxei seu cabelo, ele por fim larga meu seio e volta a minha boca de forma nada sutil, mas era desejo ardente que nascia em nós dois, ele me segura na cintura e começa a estocar mais e mais rápido, parecia que não teria fim, ouço sua voz rouca me excitar:

— Quer que pare?

— No - gemia sentindo seu membro para dentro de mim e começo eu mesma a me mexer para que ele não parasse!

Ele sorri com malícia e me puxa para fica totalmente dentro de mim, começava a colocar mais rápido e mais forte, eu gemia alto entre os beijos e aquilo me deixava maluca, ele queria fazer aquele momento durar e eu queria sentir o prazer no limite até o fim, aquela era nossa primeira vez e ele me levantavam e me orientava a me sentar de costas e sem aviso coloca todo dentro de mim e eu estava molhada demais, excitada demais só deseja mais. Sinto ele tocar meu clitóris enquanto fazia movimento de vai e vem rapidamente, eu estava na lua com aquele momento, sinto que o mundo podia sumir. Ele era bom demais, eu só tive dois homens em minha vida e nenhum me fez sentir o que estava sentindo e nem me fez ter orgasmo maravilhosos, sinto que ia gozar começo a vibrar com ele dentro de mim, gemo baixinho mordendo o lábio para não gritar, estava a ponto de gozar, ele percebe minha vibração e começa a fazer mais e mais rápido, tocando seu dedo habilidosamente, ele agora lambia minha orelha e dava leves mordidas, então após não aguentamos mais nos na mesma sintonia e ao mesmo tempo gozamos e aquilo era maravilhoso, após nossos corpos se acalmarem, ele me vira e me beija como se não houvesse amanhã, era necessitado e eu retribuía de forma intensa. Após nossos corpos colados se acalmarem, nossos corações acalmados

— Henrique...

— Shii... diz nada só sente o momento.. Sinta o sabor da nossa paixão e o aroma do nosso desejo, se arrependeu?

— No, yo queria y tu también... y mentiria si dijese que no quiero más ou que fue um error – beijo seus lábios gentilmente, logo estávamos arrumando a cozinha e ele me provocando, sua boca chupava meu pescoço e saímos do Julia aos beijos — sobre seu aniversário amanhã…

— Eu já ganhei o único presente que queria! - ele sorria bobamente!

 


Notas Finais


Continua!

Spoiler... algo vai acontecer no aniversário que vai fazer eles brigarem e esclarecer porque estava como gato e rato até eles se acertarem


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