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História Love Me Like You Do - Oneshot Lisa - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Aqui quem fala é a Anny, a pessoinha que estava sumida do spirit!
Então pessoal, decidi fazer essa Oneshot como presentinho para vocês, já que infelizmente eu ainda terei de ficar um tempo fora sem postar, vou deixar um gostinho do meu trabalho pra vocês lerem enquanto eu não volto.
Estou morrendo de saudades de vocês! ❤

Boa leitura meus amores !
♡-♡

Capítulo 1 - I Love You Lalisa


Fanfic / Fanfiction Love Me Like You Do - Oneshot Lisa - Capítulo 1 - I Love You Lalisa

《 S/n P.O.V's》


Lá estava ela, toda deslumbrante em seu vestido vinho, com seus lábios em um batom num tom vermelho vivo e seus longos cabelos negros soltos. Lalisa Manoban, dona de uma das maiores agências de modelos em todo o país, minha chefe, e também, a mulher por quem estou apaixonada.


Sou sua secretária há quase 2 anos, e em meio a esse tempo, numa certa noite em que fiquei até tarde no trabalho, foi quando eu e ela ficamos pela primeira vez, e deis de então virei sua ficante preferida, sempre que tem um tempo livre, passamos a noite juntas. Infelizmente, criei esse sentimento forte por ela, o que é um erro fatal, pois para Lalisa, sou apenas sua ficante e nada mais. Mas mesmo sabendo disso, não a deixo, porque o que sinto por ela é muito mais forte do que eu, e quando eu penso em deixá-la, meu coração dói e me prende ao lado dela, em sua macia cama.

Agora aqui neste imenso salão, a observo andar graciosamente, falando com cada pessoa que vê, com um grande sorriso no rosto, o sorriso que me enfeitiça e me deixa como uma boba. Hoje estou ao lado dela nesta reunião entre empresas de moda e de cosméticos, para servi-la no que precisar, enquanto ela investe em fazer parceria com alguma empresa grande para aumentar a popularidade de sua agência (não que ela seja desconhecida, mas quanto mais fama, melhor). 


Minha ansiedade aumenta ao lembrar que depois desta reunião, nós duas iremos passar a noite juntas mais uma vez para comemorar, e também, eu vou finalmente falar de meus sentimentos para ela, estou sufocada em ter que esconder que eu a amo, sei que isso pode acabar com tudo, mas eu vou me sentir aliviada em finalmente abrir meu coração para ela.


[...]


Finalmente aquela reunião acabou, e eu estou seguindo ao lado de Lalisa até seu carro, entrando junto a mesma e me ajeitando no banco do passageiro. Seus lábios formavam um lindo sorriso orgulhoso de ter mais uma parceria para sua agência, e seus olhos brilhavam como nunca. Meu coração palpitou mais forte ao vê-la se virar para mim e me puxar pela nuca rapidamente, juntando nossos lábios em um beijo afoito e cheio de felicidade, enquanto minhas mãos vão para seu cabelo, afagando seus fios negros. Ela termina o beijo com uma sugada em minha língua, e nos separamos com as respirações desreguladas e com nossos olhares grudados um no outro.


— Uou! Vejo que está muito feliz com a conquista de hoje. — Digo e logo vejo um sorrisinho em seus lábios —


Lisa: Você não sabe o quanto. Consegui parceria com uma das mais famosas empresas de cosméticos do país! — Diz animada e orgulhosa de si mesma — Eles querem usar as minhas modelos em sua nova coleção de batons, sombras, bluxes, tudo! — Rio de sua empolgação, parecia uma criança quando acaba de ganhar o presente dos sonhos —


— Mais que ótima notícia, senhorita Lalisa! — a parabenizo —


Lisa: Me chame de Lisa, só de Lisa. — arregalo os olhos surpresa —


Ela nunca me pediu para que lhe chamasse por um apelido nesses 2 anos...


— Nossa, você nunca me pediu para que lhe chamasse por um apelido, estou estranhando isso agora. 


Lisa: Acho que já estamos bem íntimas S/n, então pode me chamar do que quiser. — ela se inclina em minha direção e sussurra em meu ouvido — Até de amor... — Sinto um arrepio percorrer por todo o meu corpo —


Já devia estar acostumada com as provocações da senhorita Manoban. Por que sinto como se isso tivesse um sentido a mais?


— Lalisa... — ela faz não com o dedo — Quer dizer, Lisa, você está bem? Está bêbada ou algo assim? Como assim eu posso te chamar de amor?! — digo assustada, e eu a vejo começar a rir sem parar, me fazendo ficar ainda mais assustada e confusa — Qual é a graça?
Lisa: A sua cara... — Ela continuava rindo — De assustada… — Então ela para aos poucos — É hilária! 


— Fala sério, Lisa! — Cruzo os braços e faço bico— Minha cara não é engraçada! — então ela começa a rir de novo — Para! — dou um soquinho em seu ombro, o que não faz efeito algum — Aff! — volto a cruzar os braços e me viro pro vidro —


Lisa: Hey… — Ela se aproxima de mim, se sentando no mesmo banco que eu — Não fica brava comigo! — eu a ignoro, então ela rodeia seus braços em minha cintura, me abraçando por trás  — Deixa de birra e olha pra mim, baby. — ela beija o meu ombro e eu sinto novamente um arrepio em todo o meu corpo —


Sinceramente, Lalisa está muito estranha, ela nunca me chamou de nenhum apelidinho carinhoso e nunca me abraçou. 


O que está acontecendo com ela?


— Lisa… — Eu retiro seus braços de meu corpo e me viro em sua direção — algo mudou em você. — A vejo franzir o cenho —


Lisa: Por que? — pergunta confusa —


— Você nunca me chamou por um apelido e nem me abraçou. Por que isso agora? — Pergunto, a vendo se afastar e se endireitar no banco do motorista — Em?? — Insisto e ela bufa —


Lisa: Por nada, só queria ser um pouco mais carinhosa, mas se isso te incomoda eu não vou mais fazer isso. — Diz aparentemente com raiva enquanto liga o carro —


— Eu nunca me incomodaria com isso, pelo contrário adoraria que você continuasse a agir assim, eu só estranhei essas atitudes tão diferentes agora. — Digo enquanto coloco o cinto de segurança. Ela me olha de canto e continua calada — Mas faça o que quiser, não estou te obrigando a nada. — digo por fim e me viro para o vidro —


O verdadeiro motivo por eu ter ficado tão incomodada com essas atitudes, é que eu não quero criar falsas expectativas, pensando que ela está agindo assim porque sente algo por mim ou sei lá. Acho que isso é coisa da minha cabeça, mas não importa, porque hoje eu irei esclarecer tudo, dizendo que não estou com ela esse tempo todo por ela ser boa de cama, e sim porque eu a amo e eu preciso dela ao meu lado.

O caminho inteiro nós duas permanecemos caladas, cada uma em seu canto. E quando chegamos em frente ao seu apartamento, ela saiu do carro e eu logo atrás. Passamos pela recepção e entramos no elevador, subimos até o décimo primeiro andar e ele para, nós duas saímos dali e Lalisa vai até a porta de seu apartamento a abrindo. A mulher me dá espaço para entrar, e assim faço, logo ela vem atrás e fecha a porta atrás de si. Antes que ela pudesse tomar alguma atitude, eu a prenso contra a porta pelos pulsos, a impedindo de qualquer movimento com seus braços.


— Antes de tudo, preciso saber se você está com raiva de mim. — Digo olhando em seus olhos castanhos — Você está? 


Lisa: Não, não estou. Por que eu estaria? — diz seca —


— Então porque está falando tão secamente comigo? — Respondo sua pergunta com outra — Eu não quero transar com alguém que está agindo dessa forma comigo. 


Lisa: Você reclamou por eu te tratar com mais carinho e agora reclamou por eu te tratar assim também. Ah que saber?! Eu que não quero transar com uma mulher tão indecisa feito você. — Ela se solta de minhas mãos e me empurra — Vai embora! — ela abre a porta e aponta para fora — Agora! — ordena, agora olhando em meus olhos, que na mesma hora se enchem de água —


— O que está acontecendo com você? — falo em um tom mais alto do que o normal — Depois de todo esse tempo juntas você vai e me trata igual a uma idiota?! — Minha voz aos poucos se tornava chorosa — Poha, porque raios eu achei que você me amava?! — Digo mais pra mim mesma do que para ela, enquanto encarava o chão — Porque raios, eu fui me apaixonar por você?! — Olho para Lisa, que estava me olhando com os olhos arregalados — Sim, eu amo você Lalisa! Eu não estou com você há quase 2 anos por você ser “boa de cama” nem nada, e sim porque preciso de você, dos seus toques, do seu corpo... — Nesta hora eu já estava chorando horrores e minha voz estava embargada — Eu só queria estar ao seu lado, mesmo sabendo que você não sente o mesmo que eu e só está aqui comigo pelo prazer. — Dou uma fungada e enchugo as lágrimas — Mas vejo que nem pra isso você me quer mais, então… — Eu respiro fundo — eu vou embora, só queria que você soubesse... — Me aproximo da Lisa e fico frente a frente com ela — Que eu te amo com todas as minhas forças, nunca soube que isso poderia significar tanto, mas significa, e eu não posso mudar isso, por mais que eu queira, eu não posso. — Eu abaixo a cabeça e soluço — Adeus, Lalisa. — Dou uma última olhada no pelo rosto dela, encontrando suas íris castanhas e seus lábios vermelhos carnudos que eu nunca irei esquecer, e então saio correndo daquele apartamento, deixando o que eu mais amo para trás —

Você é a luz, você é a noite

Você é a cor do meu sangue

Você a cura, você é a dor

Você é a única coisa que quero tocar

Eu nunca soube que poderia significar tanto, tanto


 《 Narradora P.O.V's》


Como em quase todo romance clichê, quando o casal principal se separa, uma chuva forte começa a cair e a personagem principal saí chorando pelas ruas sozinha e com as lembranças da pessoa amada em sua mente. Assim estava S/n, aos brantos em meio aquela chuva pesada, perdida em seus pensamentos sobre as noites vividas ao lado de sua amada Lisa, enquanto andava sem rumo pelas ruas vazias e solitárias da cidade.

Enquanto isso, Lalisa chorava horrores encostada em sua parede, com raiva de si mesma por ter sido tão idiota com S/n, por ter medo de assumir que também a ama e ter sido tão rude com a mesma e tê-la mandado embora de seu apartamento e simultaneamente, de sua vida.


《Lalisa P.O.V's》


Como pude ser tão escrota?! Por que me deixei ser consumida por esse medo maldito?!


S/n, a única pessoa em todo esse mundo que conseguiu desenterrar do fundo de meu coração, esse sentimento tão forte chamado amor. Só percebi o que realmente sentia sobre ela agora, a vendo ir embora, sofrendo sabendo que a perdi por ter sido idiota por deixar esse medo que tenho de demostrar meus sentimentos me consumir. Tentei esconder ao máximo mais não pude, realmente, S/n conseguiu roubar meu coração, conseguiu me fazer amar, como nunca ninguém fez. 

Você é o medo, eu não ligo

Porque nunca estive tão fora de mim

Me siga até a escuridão 

Me deixe te levar além do satélites

Você pode ver o mundo que você trouxe para a vida, para a vida


E agora, eu irei deixar ela ir embora, mesmo sabendo que ela me ama e eu também a amo?!



《 S/n P.O.V's》


Estava atravessando a rua para chegar até minha casa, com a vista embasada pela chuva e pelas lágrimas, com o pensamento longe, até que um carro vem em alta velocidade em minha direção, e eu que só fui perceber a presença dele quando estava quase me atropelando, só fui salva quando uma pessoa pulou em cima de mim e me jogou para calçada.


Quando voltei a mim, a pessoa estava em cima de mim, me encarando, então eu faço o mesmo e me deparo com…


A Lisa?!


Lisa: Eu sei que fui uma idiota de ter agido daquela forma, me desculpa por isso, mas me escuta por favor! — pede, olhando no fundo de meus olhos — Eu sempre tive medo de demostrar meus sentimentos por alguém e ser rejeitada, por isso eu não sabia o que era amar e ser amada, mas tudo mudou quando eu conheci você, a pessoa que me fez sentir coisas que eu nunca senti, fez meu coração acelerar mil vezes mais rápido quando estava ao seu lado, me fez agir estranho por não saber lidar com o que eu sinto por você. — ela respira fundo — Um sentimento totalmente desconhecido por mim, mas que você fez se despertar em mim, que foi crescendo aos poucos com o tempo em que passavamos juntas na agência ou em um quarto, mas principalmente, quando você me apoiava e me fazia sentir segurança de minhas decisões, pois você estava ali, para me ajudar. — Neste momento uma lágrima solitária desceu sobre seu belo rosto — Só fui perceber o quanto esse sentimento era grande, ao ver eu te perder, ao ver você ir embora. Por isso eu estou aqui, em cima de você e debaixo deixa forte chuva, num momento clichê e que eu nunca pensei em estar… — No final da frase ela revira os olhos, uma cena que me fez dar uma pequena risadinha — Só para te dizer… — Ela aproxima seu rosto do meu, encostando sua testa na minha e olhando no fundo dos meus olhos — Eu te amo, S/n! Por favor, não me deixe nunca mais, meu amor!… — Sem esperar mais nenhuma palavra vindo dela, eu junto nossos lábios em um beijo necessitado, cheio de amor e com nenhuma malícia, apenas para sentir o gosto doce e viciante de seus lábios —

Então me ame como você ama, me ame como você ama

Me toque como você toca, me toque como você me toca

O que você está esperando?


Ouço algumas palmas vindo ao nosso lado, então nos separamos e olhamos para aquela direção, vendo uma senhora parada com um guarda-chuva em mãos, nos observando.


Senhora: Vocês são tão lindas juntas! Espero que sejam muito felizes! — diz sorridente — Perdoe -me por quase te atropelar. Você está bem, certo? — Diz para mim — 


— Melhor, impossível. — Digo sorrindo, enquanto alterno meu olhar para Lisa e a senhora —


Senhora: Que ótimo! Então, vou deixar o casal a sós e vou continuar meu caminho para casa. — ela acena se despedindo de nós duas e entra em seu carro — 


O carro se vai, e mesmo assim, Lisa continuava em cima de mim, me encarando.


— Vamos continuar mesmo aqui nos molhando? — digo a ela, a tirando de um transe e então ela se levanta de cima de mim —


Lisa: Claro que não, não quero que pegamos resfriado! Ér…— Eu a interrompo, me levantando também —


— Não se preocupe, venha, estamos em frente à minha casa. — Ela forma com a boca um “O” e vai me seguindo até a pequena casa —


Abro a porta de casa, dando espaço para Lisa passar, e logo após fecho a porta. Mas antes de eu fazer qualquer movimento, Lisa me prensa na porta assim como eu fiz, ela agarrava minhas duas coxas com as mãos, levantando minhas pernas, as rodeando em seu corpo, enquanto minhas mãos automaticamente pairam em sua nuca.


Lisa: Você me perdoo pelo o que eu fiz, não é?! — Pergunta meio receosa —


— Depois de você ter me salvado de ser atropelada e também de ter se declarado de uma forma tal linda e clichê. Hm… — Faço uma cara de pensativa — Acho que não... — Ela faz biquinho — Deixa de ser boba! Claro que eu te perdoo! — imediatamente no lugar de um biquinho, um sorriso grande entra — Mas agora… — Desço minhas pernas, e vou guiando Lisa até o sofá e a jogo sobre o mesmo, ficando a cima dela — Eu e você… — Me aproximo de seu ouvido e sussurro — Precisamos de um banho, porque estamos todas sujas de lama, e agora o meu sofá também.

[…]

Lisa me coloca sobre a pia do banheiro (ou lavatório, sei lá), coloca seu corpo entre minhas pernas e gruda seus lábios ao meus como um imã, os beijando agressivamente, enquanto nossas línguas competiam espaço em ambas as bocas, e minhas mãos agarravam a seu bumbum, e as suas a minha cintura. 


Aparecendo, desaparecendo

Á beira do paraíso 

Cada pedaço da sua pele é um santo Graal que tenho que encontrar

Só você pode incendiar meu coração


Quando o ar nos fez falta, separamos nossos lábios, e os de Lisa desceram para o meu pescoço, onde maltratavam a pele que havia ali, depositando chupões, beijos e mordidas fortes, na intenção de deixar marcas BEM visíveis, enquanto eu só havia de suspirar e arfar. Sua boca faz uma trilha até meus seios, onde Lisa lambe com a pontinha da língua os mamilos rígidos de ambos os seios, me provocando, enquanto eu não aguentei e acabei gemendo pelo contato, o que só a incentivou para continuar, então ela abocanha meu seio direito, mamando feito um bebê faminto, e o outro, ela dava atenção com sua mão esquerda, o apertando e massageando. Sua mão destra que estava livre, desce até minha coxa direita, e então aperta, logo subindo até meu clitóris, onde ela começa a toca-lo, com movimentos lentos que alternavam para rápidos, o que só me fazia delirar e a gemer cada vez mais alto.

Sim, vou te deixar determinar o ritmo

Porque não estou pensando direito

Minha cabeça está girando, não consigo mais ver com clareza

O que você está esperando?


Quando já estava quase por chegar em meu ápice, ela para, e eu solto um gemido em reprovação.


— Por que parou? — Digo emburrada e frustrada —


Lisa: Quero ouvir você pedir o que quer que eu faça. — diz com um sorriso malicioso em seu rosto — Anda, Baby, me peça, que eu faço. — sussurra maliosamente em meu ouvido, mordendo o lóbulo do mesmo —


Como eu odeio e adoro essas provocações dela…


— Eu quero que você use essa língua linda que Deus te deu, para fazer o que ela mais faz de melhor, me beijar, mas não na boca, bem aqui. — Aponto para minha intimidade enchargada, e então vejo Lisa morder seu lábio inferior —


Lisa: Seu desejo é uma ordem. — Então ela se agacha entre minha pernas e começa seu maravilhoso trabalho —


Sua língua passa pela minha pequena entrada, logo subindo para o meu clitóris, onde ela suga com força, me fazendo agarrar os cabelos de Lisa, e empurrar sua cabeça contra mim, gemendo por mais. Então ela começa a chupar meu clitóris, me fazendo gemer alto de prazer, e a apertar sua cabeça contra mim, ela morde e depois suga, me fazendo rebolar contra sua língua. De repente, ela desce para minha entrada, onde sua língua a lambe todinha e a adentra, então, eu continuo a rebolar e ela a me “beijar”, e em poucos minutos, lá estava eu, com as pernas tremendo e liberando meu primeiro orgasmo.


Me ame como você ama, me ame como você ama, me ame como você ama

Me toque como você toca, me toque como você me toca

O que você está esperando?


Lisa suga todo aquele líquido, e fica frente a frente comigo, lambendo os lábios, e logo junto os dela aos meus, me fazendo sentir meu próprio gosto.


Lisa: Se você achou que acabou, está muito enganada. Hoje eu só vou parar até o seu quarto orgasmo, Baby. — diz entre o beijo, enquanto sinto dois dedos seus adentrarem de uma vez em meu interior, me fazendo gemer contra seus lábios —

[…]

Nós duas caímos exaustas na cama, uma ao lado da outra. Após regularizarmos nossas respirações, nos aproximamos e juntamos nossos corpos, meu braço em sua cintura e o dela na minha, sua perna embolada nas minhas e minha cabeça em seu pescoço, sentindo seu forte aroma natural.


Lalisa: Boa noite, meu amor. — ela olha para mim, e beija minha testa —


— Boa noite… — Volto a posição anterior, e assim, ambas adormecem —

Ah

Vou deixar você determinar o ritmo 

Porque não estou pensando direito 

Minha cabeça está girando, não consigo mais ver com clareza 

O que você está esperando?

Me ame como você ama, me ame como você ama, me ame como você ama 

Me toque como você toca, me toque como você me toca 

O que você está esperando?


No dia seguinte, fui acordada pelos raios solares em meu rosto, procuro por Lisa em todo o quarto e não a vejo. Me sento na cama, sentindo meu corpo todo dolorido, em especial uma única parte (nem preciso dizer qual é), então permaneço sentada, sem querer provocar mais dores. Até que Lisa aparece, vestida com um de meus blusões e com um coque bagunçado em seus cabelos carregando uma bandeja de café da manhã até mim.

— Lisa é você mesmo?! — Digo brincalhona — Aquela mulher durona que destesta coisas clichês, fazendo uma coisa clichê?! Uau! — Lisa mostra a língua para mim —


Lisa: Engraçadinha. Eu só quis fazer uma surpresinha para a minha bebezinha que deve tá morrendo de dor hoje. — faz biquinho e coloca a bandeja sobre minhas pernas —


— E estou mesmo, obrigada. — dou um sorrisinho — Hm…panquecas com canela e açúcar por cima, que delícia! — abocanho um pedação de uma vez e vejo Lisa arregalar os olhos —


Lisa: Eita, já tô vendo que você tá com muita fome. — ela se senta a minha frente —


— Muitaaaaa fome. — falo logo após terminar de mastigar o segundo pedaço — Mas espera…. — Estendo meu braço até o criado do mundo e pego meu celular — Meu Deus! Já passou da hora do meu expediente! — já ia me levantando, só que Lisa me impede —


Lisa: Não se preocupe com isso! De agora em diante você não é mais funcionária, e sim patroa. — arregalo os olhos e acabo engasgando com as panquecas —


— O que? 


Lisa: Exatamente. Você é minha namorada, e em breve será minha noiva, então não precisa se preocupar com isso. — Diz calmamente, e eu me engasguei ainda mais com as panquecas — Eita, poha! 












Notas Finais


Minha primeira Oneshot >-<
Espero realmente que tenha ficado boa, porque demorou 3 dias para mim consegui escreve-la totalmente, e que também eu estivesse satisfeita com o resultado.
Obrigada por lerem até aqui!
Desculpem qualquer erro, querendo ou não eu acabo deixando algo passar .

Beijinhos😘😘


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