História Love Me (Reescrevendo) - Capítulo 12


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Categorias Teen Wolf
Personagens Corey Bryant, Derek Hale, Hayden Romero, Isaac Lahey, Jackson Whittemore, Jordan Parrish, Liam Dunbar, Lydia Martin, Malia Tate, Mason Hewitt, Scott McCall, Stiles Stilinski
Tags Pack, Teen Wolf
Visualizações 32
Palavras 1.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá como estão? 🤗
Aqui vai o capítulo de hoje! 😘
Boa leitura! 💛

Capítulo 12 - Eve


Fanfic / Fanfiction Love Me (Reescrevendo) - Capítulo 12 - Eve

POV Skye 


Hoje o dia amanheceu ensolarado, um belo dia de domingo ensolarado, era o que eu precisava depois de uma semana agitada. Logo pela manhã, cedinho, fui correr, depois voltei para casa, tomei um banho quentinho e fui fazer algo para comer. Sentei no sofá com uma tigela de cereais e liguei a TV, logo passava uma entrevista coletiva do Xerife Stilinski, falando sobre os desaparecimentos, aumentei um pouco o volume, para ouvir melhor. 

Infelizmente ainda não sabemos quem está por trás desses acontecimentos terríveis. Mas eu, e meus polícias, junto com a Polícia Estadual, juntos estamos trabalhando para prender o culpado por isso tudo. — ele disse, e alguns repórteres começam a fazer perguntas atrás da outra. 

A porta da sala bateu, e minha mãe passou por ela com o semblante cansado, mais uma noite difícil de plantão. Ela tinha algumas sacolas na mão e jogou as chaves na mesinha de abajur, ao me ver sorriu. Coloquei minha tigela de cereais na mesinha de centro e desliguei a TV, levantei e fui ajudá-la. 

— Oi. Noite difícil? — levei algumas sacolas para cozinha, minha mãe vinha logo atrás. 

— E como. — beijou minha testa. — Passou à noite bem? 

— Sim. Está com fome? Eu faço um sanduíche pra você. — pergunto, e abro a geladeira para pegar os ingredientes. — Bom, não tem alface. — digo ao ver que estava faltando. 

— Apenas um café está ótimo. Vou tomar um banho, estou cheirando a hospital. Já desço. — diz subindo as escadas para o quarto. 

— Tudo bem. — digo, indo pegar o pó de café, o açúcar e uma caneca. 

O resto da manhã passamos juntas, fazendo o almoço e arrumando a casa. À tarde, fomos até o parque, que ficava próximo ao lago, onde muitas pessoas iam para fazer piquenique e aproveitar o finalzinho do dia. 

Compramos algodão doce, pipoca e ficamos sentadas na grama verdinha, olhando as pessoas. Tinha muita gente, crianças brincando, casais de todos os gêneros, de adolescentes aos idosos e algumas pessoas brincando com seus cachorros. 

No começo da noite fomos embora, durante o percurso até em casa, conversamos coisas banais e ao nos aproximarmos de casa, recebo uma ligação da Lydia, querendo falar comigo. 

Cadê você? — ela pergunta. 

— Estou chegando em casa. — respondo. 

— Preciso que venha até a minha casa. — diz. 

— Ok! Está tudo bem? — pergunto apreensiva. 

— Sim. Só vem. Por favor. — desligou. 

— Está tudo bem? — minha mãe pergunta. 

— Sim. Pode me deixar na casa da Lydia? Ela precisa da minha ajuda para uma coisa. — digo. 

— Claro, querida. — diz mudando o caminho para casa de Lydia. 

Não demorou para chegarmos a grande casa de Lydia, que parecia mais uma mansão. Peguei a minha bolsa e desci do carro. 

— Quer que eu venha te buscar? — minha mãe pergunta após eu atravessar a calçada. 

— Não precisa. Pego um táxi ou a Lydia vai me deixar. Beijos! — corri para casa de Lydia. 

— Não chegue tarde! — gritou. 

— Pode deixar. — gritei de volta e a vi partir. 

Toquei a campainha e logo a porta foi aberta pela sra. Martin, que sorriu a me ver. 

— Olá, Skye! Como vai? Entre. — diz gentil. 

— Obrigado, sra. Martin. Eu estou bem. E a senhora, como vai? — pergunto educadamente. 

— Ótima. — sorriu. — Lydia está lá em cima, pode subir, sabe onde fica. 

— Obrigado, sra. Martin. — agradeço. 

Subo as escadas e vou em direção ao quanto da Lydia, bato na porta e ouço um "entra". Abro a porta e vejo-a perto da janela, olhando lá pra fora. 

— Oi, tudo bem? — pergunto ao entrar e pus minha bolsa em cima de sua cama. 

— Não. Não está nada bem. — diz inquieta. 

A olho estranho. 

— O que aconteceu? — chego perto dela. 

— Eu estou ficando maluca, Skye é isso. Eu tô pirando com isso tudo acontecendo. — passou por mim, se jogando na cama. 

Sentei ao seu lado, acariciando seus cabelos ruivos, e a ouço fungar. Ela está chorando? 

— Conta para mim, ruiva. Põe pra fora, vai lhe fazer bem, eu juro. — sussurro. 

— Queria conversar com alguém que não a conhecesse, entende? — suspirou. 

— Sim. Eu entendo. — digo. 

Allison.  Esse era o nome que vinha rondando a cabeça do pack durante a semana. Scott jura que a viu no hospital naquele dia, e, que se encararam. 

— Ela foi a primeira amiga, que tive, pra valer. Antes, eu não tinha ninguém. — desabafa. 

— Eu sei como é. Sei o que você está sentido. Se eu perdesse a Lenny, nem sei o que faria. — digo sentido um aperto no peito, só de pensar nisso. 

Fiquemos quietas, num silêncio, apenas se ouvia nossas respirações. Mais alguns minutos e decidi quebrá-lo. 

— Vem, vamos limpar esse rosto e fazer uma panela grande, de brigadeiro. — digo a puxando para o banheiro. 

Ela sorriu e a ajudei a lavar o rosto, depois disso descemos para a cozinha e fizemos o nosso brigadeiro e pusemos alguns granulados. 

Eu estava com muita pena de Lydia e do Scott, eles eram os que tinham uma relação mais íntima com a Allison e desde sua morte, eles veem sofrendo muito. Ainda mais agora, com sua suposta "reencarnação". 

Scott falou com sr. Argent, que está buscando mais informações sobre essa nova "Allison". Ainda não se sabe quem é essa garota misteriosa que se parece tanto com ela, mas estão empenhamos em descobrir quem é. 


Beacon Hills, High School. 


Aula estava um tédio fora do habitual, o prof Finstock é legal, mais hoje ele estava um saco. Passei praticamente a aula toda "dormindo". Na hora que a aula acabou foi um alívio profundo, segui até meu armário e guardei alguns livros, depois segui para o estacionamento. 

Teria que passar no hospital, fiquei de buscar a Lydia, que foi fazer alguns exames de rotina. Liguei o carro e dei partida, rumo ao hospital. 


POV Lydia 

Beacon Hills, Memorial Hospital. 


Desde que a Allison morreu, não fui mas a mesma. Ela foi minha única amiga de verdade, antes não tinha ninguém, e com ela passei os melhores momentos da minha vida. E quando ela morreu foi muito difícil para mim e Scott também. Sem dúvida nós dois, junto com sr. Argent, sofremos mais que qualquer outra pessoa. 

E agora, tem essa garota que parece a Allison assombrando nossas vidas. Todo o pack junto com sr. Argent, estamos trabalhando em descobrir mais sobre esse tal garota. Apesar de Skye não conhecer Allison, sinto que isso também está incomodando a mesma, de algum jeito. Acho que pela sua paixonite pelo Scott, não a culpo, também ficaria assim se fosse comigo. 

Hoje, vim fazer alguns exames de rotina, pedi Skye para me buscar quando terminasse a aula, já que eu passaria praticamente o dia todo aqui. Melissa trouxe meu almoço e comi à força, acho que não existe comida pior que a de hospital. À tarde, logo após o almoço Melissa veio me buscar para fazer os exames. Graças a Deus ocorreu tudo bem, e já estava liberada para ir embora, peguei o celular e mandei uma mensagem para Skye. 

"Terminei aqui! Quiser vim, já pode!"

Alguns segundos depois a resposta chegou. 

"Acabei de chegar, estou estacionando! Vou entrar para falar com a minha mãe".

"Ok".

Enviei a mensagem e fui trocar de roupas, mais antes de entrar no quarto, algo me chama atenção. Uma garota branca de cabelos escuros acima dos ombros, dobrava o corredor. Ela usava botas acima do joelho e um sobretudo preto. Minha curiosidade falou mais alto e fui atrás dela, se for quem estou pensando, hoje descubro quem é ela. 

A vejo no final do corredor dobrando à direita e corro para alcançá-la, ela entra em uma sala e a sigo. A porta estava entreaberta, fiquei receosa se devia entrar ou não, mais tinha que saber quem era essa garota misteriosa. Pus a mão na maçaneta, e a empurrei, a sala estava com pouco iluminação, mas dava pra enxergar. 

Percorri meu olhar por toda a sala "escura" e a vi parada no fundo olhando para mim, engoli seco e me aproximei cautelosa. Não dava para ver seu rosto direito por causa da pouco luz, mas eu tinha uma sensação familiar, como se conhecesse a muito tempo. Criando coragem, eu perguntei. 

— Allison… é você? — minha voz saiu trêmula, eu estava muito nervosa e suando frio. 

— Não sou Allison! Meu nome é Eve! 







Notas Finais


Eve (lê-se Eva) 😘


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