História Love Me//Cashton - Capítulo 16


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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5sos, Cashton, Muke, Romance
Visualizações 75
Palavras 708
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Poesias, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 16 - Capítulo 16


Suspiro, cansado depois da semana horrível que tive, enquanto me jogo na cama de casal grande demais para só uma pessoa deitar enquanto observo o teto, o que vem se tornando algo frequente na minha vida desde que as mensagens, de uma número desconhecido, começaram a lotar a caixa de entrada do meu telefone. No começo era legal a forma que ele expressava seu amor platônico por mim, sem medo de ser criticado ou qualquer coisa do gênero. Não tinha medo pois as coisas ficam mais fáceis e simplórias quando ninguém sabe que somos nós por trás da ação.

Cogitei, veemente, a ideia de que era só mais um popular desocupado tentando ganhar uma aposta ridícula, feita por algum amigo próximo tão babaca quanto a pessoa disposta a pisar nos sentimentos de alguém como se eles fossem um grande nada. Ignorei o máximo que consegui as mensagens, apenas as lendo, sem responder de volta quem quer que fosse. 

Mas então as mensagens, e os poemas que vinham, começaram a acender algo em mim. Algo bom. Algo que não senti antes, ao menos não na intensidade de agora. E eu quis sumir, o quão louco eu estava sendo por começar a gostar de alguém que parecia culto o suficiente para conhecer diversos poemas de amor, um mais bonito que o outro? Eu estava completamente louco. 

As coisas começaram a piorar quando minhas mãos ficavam molhadas pelo suor em excesso, meu coração começava a bater rápido e as famosas borboletas começavam a mexer em meu estômago. Me vi perdido, o que eu havia feito para me apaixonar por alguém que eu não sabia o nome, muito menos a aparência, mas que me mandava todos os dias um poema? Ignorei o sentimento, sempre tentando achar alguma desculpa para aqueles sentimentos que acendiam em mim sempre que uma mensagem nova chegava.

Mas depois de um tempo vi que não adiantaria mais negar aquilo que estava estampado na minha cara. Quanto mais eu negasse, mais complicado as coisas para o meu lado ficariam. E ele não parecia ser um cara tão ruim assim. Ou era e sabia esconder muito bem através das mensagens. Prometi a mim mesmo que não iria colocar tantas expectativas na pessoa desconhecida, e que iria seguir em frente caso ela acabasse me decepcionando no final de toda essa história maluca.

Respiro fundo, enquanto tiro de dentro do bolso traseiro da minha calça jeans meu celular, deslizando meu dedo pela tela de bloqueio, indo até o ecrã das mensagens, clicando no mesmo. Encontro o contato que queria, e começo a digitar o poema que li mais cedo, e achei bom o suficiente para compartilha-lo com essa determinada pessoa.

Ashton: Que pode uma criatura senão,

Ashton: entre criaturas, amar? 

Ashton: amar e esquecer, 

Ashton: amar e malamar, 

Ashton: amar, desamar, amar? 

Ashton: sempre, e até de olhos vidrados, amar? 

Ashton: Que pode, pergunto, o ser amoroso, 

Ashton: sozinho, em rotação universal, senão 

Ashton: rodar também, e amar? 

Ashton: amar o que o mar traz à praia, 

Ashton: e o que ele sepulta, e o que na brisa marinha, 

Ashton: é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia? 

Ashton: Amar solenemente as palmas do deserto, 

Ashton: o que é entrega ou adoração expectante, 

Ashton: e amar o inóspito, o cru, 

Ashton: um vaso sem flor, um chão de ferro, 

Ashton: e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma ave de rapina. 

Ashton: esse é o nosso destino: amar sem conta, 

Ashton: distribuído pelas coisas pérfida ou nulas, 

Ashton: doação ilimitada a uma completa ingratidão, 

Ashton: e na concha vazia do amor a procura medrosa, 

Ashton: paciente, de mais e mais amor. 

Ashton: Amar a nossa falta mesma de amor, 

Ashton: e na secura nossa amar a água implícita, 

Ashton: e o beijo tácito, e a sede infinita. 

Após reler o poema mais de uma vez, vejo o quão significativo ele era. Significativo e verdadeiro. Nos movemos por amor; sugamos amor; respiramos amor; clamamos por amor. Uma vez escutei de amor é a cura para tudo, achei ridículo no momento, porque para todo adolescente escutar que amor cura tudo não é nada além de patético e antiquado. Mas agora, depois de vivenciar esse sentimento penso que talvez seja a verdade.

Talvez amor cure tudo.



Notas Finais


VOLTEI!

gente, eu não sei o que diabos aconteceu com o meu social spirit do computador, mas aquela merda não me deixava atualizar a fanfic, e isso tá acontecendo há meses. Tanto que esse capítulo já estava na minha conta do wattpad há uns 3 meses.

Enfim, perdoem a demora, mas EM é uma merda, e eu mudei de escola, e na nova tem a porra de TCC pra fazer (eu tô pegando ódio do meu assunto, de verdade).

Espero que vocês estejam bem, e uma atualização pode surgir semana que vem, até porque tem feriado e eu já vou ter apresentado meu TCC. yay!

Beijos e mais beijos.

Amo vocês.

Desculpem qualquer erro, escrever pelo celular é uma merda. Ah, e o poema de hoje se chama: Amor, do Carlos Drummond de Andrade.


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