História Love next door (Woozi) - Capítulo 4


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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Kim Mingyu, Lee Jihun "Woozi", Personagens Originais, Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN"
Tags Hoshi, Jihoon, Lee Jihoon, Mingyu, Seventeen, Soonyoung, Woozi
Visualizações 15
Palavras 1.239
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 4


Cerca de 2 semanas depois e após muita insistência o Woozi conseguiu a sua tão esperada alta hospitalar.  Nesse período ele pode falar ao telefone com pequeno Mingyu, e acabou explicando ao menor o que havia acontecido. Claro que de uma forma simples para o mesmo pudesse entender. O dia de libertação dele enfim chegou e eu fui busca-lo. Deixei o pequeno na escola e fui me encontrar com ele.  

Quando eu cheguei na porta do hospital ele estava sentado em uma cadeira de rodas, mais pálido que o normal olhando para um rapaz que estava diante de si. Não achei que o Soonyoung tivesse essa cara de pau de ir ao hospital, mas ele teve. Desci do carro e caminhei em direção a ambos, a raiva já me corroía e eu cheguei até a cogitar a chegar com uma voadora, entretanto não achei certo por estarmos em um lugar publico. Porém meus planos foram por agua a baixo quanto o cara levantou a mão para o Woozi e o mesmo se encolheu na cadeira. Aquela cena partiu meu coração e o fez encher de ódio.  

Antes que ele desferisse o golpe eu segurei sua mão, a torci para trás e falei bem baixinho em seu ouvido: 

- O que você acha que está fazendo com o meu homem? 

-O que você disse? - Ele disse enquanto tentava se virar para me encarar. O Woozi abriu os olhos e ficou incrédulo ao me ver.  

-Bia!! - Ele disse após o choque inicial.  

-Oi amor. É esse babaca aqui que bateu em você covardemente? - Ele assentiu minimamente. - Quer que eu acabe com ele? 

-Que lindo Woozi, você arranjou um cão de guarda? 

-Ele conseguiu sim e deixa eu te falar: Esse cão morde! - Atingi suas pernas de forma que o levou ao chão.  

A denúncia de agressão do Woozi não foi a primeira da ficha criminal dele. Ele já estava sendo procurado a algum tempo devido a várias denúncias anteriores de agressão, cárcere privado e estupro. Eu consegui imobiliza-lo até a policia chegar ao local e cumprir os vários mandados de prisão contra ele. Assim que a policia o levou eu agachei a altura do Woozi que ainda estava sentado e muito assustado. Tentei conforta-lo da melhor maneira que eu podia.  

-Você está bem? - Ele assentiu ainda olhando para a viatura. - Ele será preso não poderá de fazer mal. Não se preocupe. 

-Obrigada Bia. Eu estou em dívida com você e não sei como pagar. 

-Seja feliz. Isso será o meu pagamento.  - Ele sorriu sem jeito. - Vamos para casa, você precisa descansar. 

-Eu já estava descansando no hospital.  

- Nada disso, você prometeu ao médico. - Revirou os olhos - Eu terei que te levar para minha casa para poder ficar de olho em você? 

- Bia se você quer a minha presença você precisa apenas pedir. - Sorriu debochado.  

- Você gostaria de ficar na minha casa enquanto está se recuperando? - Ele arregalou os olhos em surpresa, mas depois sorriu.   

- Não acredito que você está apaixonada por mim. - Ele sorriu. - Brincadeiras à parte. - Eu o interrompi antes que ele continuasse.  

- Talvez eu esteja mesmo apaixonada. - Disse sem cerimônia. Eu estava enlouquecendo com certeza. 

-O que você disse? 

- Eu devo estar apaixonada por você, certeza! - Fiz uma pausa respirei fundo e continuei. - Quem ficaria preocupada com o bem-estar de um estranho, passaria horas esperando e procurando por essa pessoa e quase desmaiaria ao descobrir que ela entrou em uma briga e está internada, passaria noites em claro angustiada com o fato de o filho dessa pessoa estar triste por sentir falta do pai ou entraria em uma briga física com o agressor dessa pessoa? 

 Nós estávamos chocados com a revelação, porque no fundo aquilo foi uma surpresa para os dois. Eu estava me enganando todo o tempo e com certeza o medo de perder ele ali em frente aos meus olhos com certeza me fez descobri isso. O Woozi estava sem palavras e totalmente petrificado.  

-Vamos embora porque você deve estar de saco cheio de estar aqui no hospital como paciente.  - Me aproximei e o ajudei a levantar. 

-Devemos conversar. - Ele disse antes de levantar de fato.  

-Depois. Agora vamos para casa.  

O restante da tarde foi um silencio ensurdecedor entre nós. Eu não tinha coragem de falar e ele não sabia o que dizer. Eu achei mais seguro deixar que ele fosse para onde ele quisesse pelo menos durante a tarde e a escolha dele foi ir para casa dele.  

Eu fiquei muitas horas deitadas no sofá olhando para o teto, eu não tinha forças para fazer nada. Um pouco antes das 17 horas eu estava descendo para buscar o pequeno Mingyu e me encontrei com o Woozi no corredor. Nós rimos sem graça um para o outro e permanecemos em silencio até a entrada do prédio.  

Quando o Mingyu viu o pai parado ao meu lado ele correu como se não houvesse amanhã em direção a ele.  

- Cuidado com o seu pai ele está dodói. - O pequeno não me ouviu e pulou no colo do pai que o abraçou com muita força, mesmo isso só infligindo muita dor. Eu fui até eles e quando ambos afrouxaram o abraço eu  peguei o Mingyu no colo. - Você precisa ser mais delicado com o papai tá bom? Ele tá dodói ainda. Ok? 

-Tiaaa. - Ele gritou e me abraçou forte.  - O pai voltou! 

- Voltou sim amor, eu disse que ele voltaria. - Ele estava radiante por estar com o pai.  

- Tia, a senhora será a minha mãe e cuidará do papai com amor? 

-Como é?  

- Ué, a senhora não quer ser a minha mamãe e cuidar do papai?  

-Filho? - O Woozi tentou dialogar com o filho. 

-Eu quero que a tia vire a minha mamãe. - Ele dizia de forma mais natural. Para ele fazia super sentido o que ele estava dizendo.  

-Vamos subir e conversar lá em cima. Ok? - Eu disse ao notar que várias moradoras estavam vindo em nossa direção. E a última coisa que eu queria era mais fofoca com os nossos nomes. Até porque esse período de internação do Woozi foi recheado de muita fofoca, o fato de eu estar cuidando do Mingyu foi assunto no condomínio inteiro. A más línguas diziam que estávamos namorando, outras que éramos casados, mas vivíamos em apartamentos separados para não desgastar o relacionamento e várias outras coisas.  

- Senhor Lee. O senhor está bem? – Uma das mulheres perguntou de longe para evitar ser ignorada. 

- Eu estou bem senhora. 

- A senhorita Dias disse que o senhor sofreu um acidente de carro. Este bem mesmo.  

- Sim eu estou. Apenas alguns ossos quebrados nada demais. 

- Ficamos feliz em saber. Ela trabalhou muitos nessas últimas semanas. Ela cuidou do menino como se fosse filho dela, era muito bonito de ver. Ela não é a mãe dele não é?! – Elas riram e parecia que estavam debochando de mim ou de nós. 

- Talvez ela venha a ser no futuro. – Dessa vez foi eu que fiquei sem graça. O que estava acontecendo aqui? Ele sorriu ladino. – Nós precisamos subir, mas foi um prazer revê-las.  – Ele reverenciou elas, sorriu pegou em minha mão e caminhamos em silêncio em direção ao elevador. Agora eu estava definitivamente confusa. 


Notas Finais


Obrigada por acompanhar a historia.


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