História Love next door (Woozi) - Capítulo 5


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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Kim Mingyu, Lee Jihun "Woozi", Personagens Originais, Soonyoung "Hoshi", Wen Junhui "JUN"
Tags Hoshi, Jihoon, Lee Jihoon, Mingyu, Seventeen, Soonyoung, Woozi
Visualizações 15
Palavras 1.279
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Chegamos na metade da história espero que continuem gostando!

Capítulo 5 - Capítulo 5


A forma como ele agiu com nossas vizinhas me deixou confusa. O que ele queria dizer com talvez eu vire mãe do Mingyu no futuro? Porque ele disse isso? Eu preferi focar a minha atenção em outra coisa senão eu iria enlouquecer.

Eu preparei o jantar enquanto tentava convencer o Woozi que ele devia descansar, mas ele é extremamente cabeça dura não quis me ouvir.

- Woozi você veio para casa para descansar. Como pode ser tão teimoso?! – Ele revirou os olhos. Peguei uma folha de papel toalha, fiz uma bolinha e joguei nele que sorriu brilhantemente. – Eu deveria te amarrar na cama e cuidar de você? – Ele riu.

- Se for só para dormir não precisa. – É o que? Acho que ele apanhou muito na cabeça e enlouqueceu.

Eu acho que nunca fiquei tão sem graça na frente de alguém antes como estava naquele momento. Preferi evitar pensar depois, o ignorei e voltamos a jantar normalmente. Assim que o jantar terminou ele fez questão de ir para casa dormir e levou o pequeno com ele mesmo eu insistindo que eles ficassem onde eu poderia vigia-los. Ele não quis aceitar o convite e foi embora. Não ter que vigiar o pequeno durante a noite foi estranho, acho que eu já havia me acostumado.

Na manhã seguinte eu acordei cedo como de costume para arrumar o Mingyu para ir para a escola. Olhei em volta e não o encontrei levantei em um pulo e comecei a procurar pela casa e nada de encontra-lo, voltei ao quarto desesperada olhando em todos os cantos quando me ocorreu uma vozinha na minha cabeça dizendo que ele estava em casa com o pai. Levei alguns segundos para entender a situação e quando enfim caiu a ficha eu comecei a rir como uma louca. Era 6 da manhã e eu estava me acabando de rir da minha burrice.

Eu me arrumei e sentei na sala para de certo modo saber se o pequeno iria para a escola. Meia hora depois eu ouvi alguém bater imaginei ser eles e de certo modo era.

-Tiaaaaaaaa, acordaaa! - Na porta estava um Mingyu descabelado e com carinha de sono.

-Oi, cadê seu pai?

-Papai tá dormindo. Eu cutuquei ele assim. - Ele pegou meu braço e chacoalhou com força. - Mas ele não acordou tia. - Como ele poderia não acordar? Comecei a ficar preocupada então acompanhei o Mingyu até o seu apartamento e lá estava o Woozi deitado imóvel em sua cama.

Eu corri até a cama e comecei a chama-lo e chacoalha-lo lentamente. Percebi que ele estava respirando, mas não se mexia eu estava muito nervosa quase em pânico. Tentei mais algumas vezes com um pouco mais de desespero e enfim ele abriu os olhos.

-Hey Jihoon você está bem?

-Oi, o que aconteceu?

-Você está bem? - Disse nervosa

-Eu estou bem. Só estava dormindo. - Eu suspirei aliviada, porém esse sentimento logo foi substituído por um que não sabia descrever ainda. Dei um soco no braço dele e gritei.

-EU PENSEI QUE VOCÊ TINHA MORRIDO. NÃO ESTAVA RESPONDENDO.

Ele se sentou na cama rápido, eu diria até rápido demais para quem estava se recuperando após fraturar algumas costelas. Ele colocou as mãos no local da fratura onde provavelmente deve ter doido um pouco. Deixei escapar uma lágrima, e isso assustou ele ainda mais.

-Hey Bia, o que houve? Você está chorando? Me desculpe. Os analgésicos me deixam sonolento. -Me abraçou forte na tentativa de me confortar. - Por favor fale alguma coisa.

-Me desculpe. - O Mingyu entrou no quarto correndo em minha direção.

-Tiaaaa você tá chorando? Não chora tia!! Tia você tá triste? Papai, o que você fez? Porque a tia tá triste? - Ele parecia desesperado tadinha da criança.

Eu levantei a cabeça, me soltei dos braços do Woozi, dei um sorriso forçado, abri os braços pedindo um abraço do pequeno que não demorou a entender e me abraçou forte igual o pai fez antes. Aquele momento foi difícil para mim, porém eu não podia contar a minha história. Na verdade, eu não queria contar a minha história para ninguém.

-Eu estou bem. - Disse sorrindo enquanto o Mingyu seca as minhas lágrimas com suas mãozinhas pequenas.

-Mas tia você tá chorando.

- Está tudo bem. - Pensei rápido em uma desculpa. - Eu bati meu dedinho do pé ali e doeu muito. - Disse apontando para o criado mudo. Ele desceu do meu colo, se abaixou e começou a fazer carinho no meu dedo.

- Móvel mal. - Disse olhando para o Criado mudo. Eu amava a inocência das crianças.

-Obrigado pelo carinho, você é um amor. Agora você precisa se arrumar para ir a escola. Vamos? - Ele levantou e foi correndo para o banheiro, também me levantei e comecei a segui-lo.

- Beatriz!! - O Woozi me chamou.

-Humm?

-Nós temos que conversar depois.

Ajudei o Mingyu a se arrumar para ir a escola enquanto isso o Woozi estava na cozinha cozinhando algo para o pequeno comer antes de sair. Corríamos pela casa tentando terminar o mais rápido possível, era mais difícil que as últimas manhãs por eu não tinha ideia onde ficava nada. Quando ele terminou de comer meu telefone tocou, era a professora do colégio. Eu apressei o Mingyu e saímos correndo como loucos pelo corredor do prédio.

- Cadê meu beijo? - O Woozi gritou da porta. O pequeno riu como um bobo e voltou correndo até o pai enquanto eu chamava o elevador.

- Eu preciso ir papai. Me larga!! – Ele disse rindo quando o elevador apitou avisando que estava no andar.

Nós corremos muito até a entrada do prédio. Me desculpei pelo atraso, ele entrou no ônibus e disse:

- Tchau mãe até depois do colégio. – Eu fiquei em choque, era a primeira vez que era chamada de mãe e isso era bom de ouvir, mas ao mesmo tempo doloroso.

Me sentei em um banco no playground e fiquei refletindo. Era uma forma de ganhar tempo, levando em consideração que o Woozi provavelmente estaria me esperando para conversarmos. Não tinha como explicar o que aconteceu porque eu não sabia o que estava acontecendo comigo. Uma hora ele era meu vizinho e no outro eu era a mulher que cuidava do filho dele ou que poderá ser mãe do filho dele no futuro. Isso estava me deixando nervosa porque eu detestava não saber as coisas.

O Retorno para o meu apartamento foi feito quando um grupo de vizinhas me notaram sentada e começaram a caminhar em minha direção. Levantei e voltei caminhando quando uma delas começou a falar.

- Bom dia! Foi você que veio trazer o Mingyu aqui novamente? O pai dele está passando mal?

- Bom dia! O pai dele acordou com dores pela manhã e me pediu para traze-lo.

- Vocês estão mesmo namorando? É o que estão dizendo.

- Nós estamos. – Todas as mulheres olharam para trás e viram o Woozi de pé atrás delas. Eu queria matar ele naquele momento.

- Ele está brincando.- Eu disse.

- Só porque ela cuidou do meu filho isso a torna minha namorada? Se sim, ela é minha namorada.

Eu gostei de ver a cara das senhoras com a resposta dele. Mas não podia deixar que elas notassem.

- Não, Não é isso. É o que estão falando no prédio.

- Nós entendemos mais não é verdade. Agora eu preciso subir para trabalhar. Tenham um bom dia!

O Woozi ofereceu uma leve reverência e me acompanhou. Subimos em silêncio absoluto até nossas casas. Ele quebrou o silêncio em frente as nossas portas.

- Nós vamos conversar na sua casa ou na minha?



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