História Love Of Blood - Capítulo 5


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Beatrix, Christa, Cordelia, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Yui Komori
Tags Romance
Visualizações 90
Palavras 1.147
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Primeira Noite


Fanfic / Fanfiction Love Of Blood - Capítulo 5 - Primeira Noite

Depois de algumas horas no banheiro, eu saí e me arrumei com uma roupa básica. Eu me sentia um lixo, logo agora me vem a mente esses pensamentos antigos e deletados que eu jurei, nunca, nunca mais ousar falar de novo? Sou a pessoa mais azarada do mundo. A mais horrível. A mais qualquer coisa negativa, isso não posso negar,  já passei por muitas coisas, coisas que naquela época nenhuma criança devia passar. Por causa desses traumas eu amadureci rápido e vi que a vida não era igual os contos de fadas, nenhuma história tem um final feliz. 


Eu fui desfazer o resto da minha mala, só sobraram alguns pertences mais íntimos que eu escondi em alguns bolsos. Fotos, cartas, desenhos e um livro em especial. Eu coloquei tudo debaixo da cama e peguei o livro. No orfanato tínhamos que trabalhar para ficar lá, no meu caso eu faxinava a casa e arrumava os quartos. A única coisa que me mantinha sã era esse livro que pertencia a minha mãe. Ele estava com metade das folhas em branco, e o que não estava, eram preenchidas com lindos poemas originais dela. Canções, histórias, contos, tudo que se possa imaginar. Quando eu finalmente fiz 9 anos eles me trocaram de posto por um curto, porém bem aliviado, tempo. Nele eu preenchi as páginas em branco com novas coisas, isso fazia com que parecesse que ela estava ao meu lado, vendo eu escrevendo, e guiando minha mão sobre o papel. 


Quando eu fiz 10 anos eu voltei a trabalhar no pesado e desde aquele dia até hoje, eu não escrevi nele por falta de idéias e de outras coisas... 


Eu ia me deitar e talvez dormir de novo mas eu vi no relógio da minha parede as horas. O jantar... Reiji foi bem claro aos dizer que seria às sete, e já eram seis e cinquenta e sete. Tempo demais no banheiro... 

Eu saí correndo e desci rapidamente às escadas até chegar a sala de jantar. Eu parei por alguns instantes e vi que faltava Subaru, eu me aliviei e me sentei a mesa. Por sorte Reiji não havia chegado. Quando me dou conta Subaru estava do meu lado. Eu virei minha cabeça, era estranho ele ter agido daquele modo comigo mais cedo. Reiji apareceu logo em seguida e todos começamos a comer. 

-Itadakimasu-disse antes de comer. 

A comida daqui era realmente deliciosa comparada ao do orfanto. Eu percebi que eles não interagiam entre si de forma alguma, Ayato e Laito conversaram mas não era a típica conversa entre irmãos. Kanato depois de um tempo saiu dali e disse que estávamos olhando pro Teddy com cara de idiotas. Ninguém o impediu. 

Admito que fiquei um pouco incomodada por Subaru estar do meu lado, minha curiosidade era imensa, queria olhar para ele. Não posso negar a beleza deles era divina em um nível hipnotizante. Eu comecei a olhar ele de canto. Sempre tão sério, parece ser arrogante, mas tão bonito. Ele percebeu meu olhar e olhou pra mim por um curto instante. Não me senti envergonhada mas ele pareceu. Eu e ele terminamos de comer quase no mesmo instante. 

-Gochisousama-disse depois de jantar.

Após ele se levantar todos se levantaram. Eu subi diretamente para meu quarto, queria meu seguro cobertor para me esconder de baixo dele. Eu estava em um dos corredores quando passo por uma porta trancada com um cadeado. Eu não resisti e olhei pela fechadura. Tinha um piano lá dentro, que pena, eu sei tocar. Antes de sair dali vi dentro da sala as cortinas brancas voarem com o vento. Minha visão ficou turva, e a mulher do meu sonho apareceu, meu coração começou a apertar no meu peito e minha respiração ficou mais rápida. Droga. Eu quase caí no chão, quase desmaiei mas eu comecei a ouvir passos em minha direção, eu fui voltando ao normal e me levantei o mais rápido o possível. Quando olhei para o final do corredor vi Shu. Eu abaixei a cabeça ofegante, ele parou na minha frente e começou a se aproximar. 

-O que faz aqui? -disse com a voz grossa. 

Eu olhei pra cima e o encarei. Dizer sobre meus ataques só ia piorar minha situação. 

-Estava indo pro meu quarto quando eu tropecei-menti descaradamente. 

-Tcs baka-ele se virou para a porta na frente dele-você estava olhando pela fechadura, acha que eu não percebi?

-Isso também-eu suspirei e comecei a suar frio-eu só fiquei com curiosidade e vi que era só um piano-eu comecei a voltar a fazer meu curso ao meu quarto. 

-Não gostou do que viu? -perguntou ele, parecia incomodado. 

-Muito pelo contrário, eu queria tocá-lo, gosto de música clássica-ele se virou e eu forcei um sorriso-oyasumi Shu. 

-Gosta...? -ele entrou no quarto e bateu a porta. 

Depois de alguns passos finalmente estava a alguns metros do meu quarto quando alguém me puxou. 

-Olá Aiko pensou que eu não viria aqui? -era Ayato, ele me puxou e fez eu cair em cima dele, quando percebi ele já sugava meu sangue. 

Eu apertei meus olhos com força empurrando pra dentro as lágrimas de dor. A sensação foi se prolongado e ficando maior, quando vi eu já havia me acostumado, além do mais, já havia sentido coisa pior do que isso. 

Ele parou e se afastou de mim limpando a boca. Depois disso ele sumiu sem sequer se despedir. Mal educado. 

Eu pulei na cama e dormi daquele mesmo jeito, eu precisava de uma pausa pra absorver tudo aquilo. 


Eu acordei de manhã, bem mais cedo do que o necessário, não queria me atrasar ou violar alguma das leis idiotas deles. Deixei meu cabelo solto e fui colocar o uniforme. A saia era meio curta e o laço do pescoço mais aquela blusa...não, não e não. Eu joguei o laço no chão e tirei a blusa de dentro da saia, depois coloquei a blusa preta por cima e levantei as mangas até meu cotovelo, depois eu só coloquei um brilho e fui para baixo. Quando desci as escadas e cheguei na entrada estavam todos menos Laito e Subaru. Me senti desconfortável porque os olhares foram para mim. 

-Ohayou-falei. 

-Ohayou-falaram todos em uníssono. 

-Parece que não gostou do uniforme-disse Reiji. 

*Tcs. Como descobriu isso Sherlock?*

-Se não se importar-perguntei. 

Ele não respondeu, no mesmo instante apareceram Laito e Subaru. Eu fiquei aliviada porque íamos sair logo dali. Depois dos dois me virem fomos para a limousine. Entraram primeiro Subaru depois Kanato, Ayato, Laito, Reiji, Shu e eu. O carro logo começou a andar. Eu me lembrei de quando eu cheguei aqui, o motorista me desejou sorte, bem, agora eu entendi. Não devia ter sido a primeira a ir lá e também não vou ser a última. Eu me encostei  na porta e continuei a olhar pela janela até chegar a escola. Não via a hora de ser rodeada de pessoas que não eram eles. 

 



Notas Finais


Atté ◥(ฅº👅ºฅ)◤
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Ohayou=Bom dia.
Oyasumi=Boa noite.


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