História Love of Blood - Capítulo 1


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Tags Diabolik Lovers, Drama, Harem, Romance, Vampiros
Visualizações 61
Palavras 3.197
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prologue - Carousel


Fanfic / Fanfiction Love of Blood - Capítulo 1 - Prologue - Carousel

"O único dom que me salva é a distração. Ela preserva minha sanidade."

Eu sempre tive que ser pura, e com essa pureza que todos afirmavam que eu tinha veio o isolamento. Afinal eu era a unica herdeira mulher do grande Karlheinz. Isso soaria irônico aos meus ouvidos se não fosse a mais pura verdade.

Uma vez enquanto estudava, escutei um barulho vindo da varanda do meu quarto e isso acabou chamando minha curiosidade, lembro que caminhei em passos lentos em direção que indicava o barulho e que meus olhos se arregalaram ao ver o ator da ação. Um pequeno filhote de gato de pelagem negra se encontrava brincando com a fita violeta da minha cortina e se assustou no momento que percebeu que não se encontrava sozinho. 

Assustado o corpo do pequeno animal tremia de forma incontrolado enquanto dava passo lentos para trás, seus olhos âmbar se encontravam tão fino que mal se podia ver. Lembro-me de como aquele pequeno ser se encontrava magro ao ponto de conseguir ver sua forma esquelética sobre o brilho porem mal cuidado pelo escuro. Foi no momento que um pequeno sorriso suave nasceu em meus lábios e acabei caminhando em direção do criado-mudo onde se encontrava um pequeno "lanche" que a criada havia trazido à poucos minutos atrás, pegando um pedaço de pão voltei a caminhar em direção do pequeno animal que me encarava com curiosidade.

Eu poderia ficar sem me alimentar até o próximo dia. Na verdade eu não me importava em ficar sem comer, se fosse por causa daquele pequeno ser que tremia com a minha presença.

Lembro que havia me agachado enquanto esticava a mão direta na qual se encontrava com o pedaço de pão, vendo o pequeno focinho negro do animal se mexer constantemente ao perceber a mudança do cheiro no ar, ele caminhou de forma cautelosa em minha direção até que eu senti a respiração quente bater contra meus dedos gélidos e que logo em seguida começou a comer de forma desesperada o alimento. 

Depois daquele dia, o pequeno filhote começou a vim todos os dias na minha varanda onde brincávamos até o final da tarde. Eu acabei me apaixonando por aquele pequeno animal inofensivo. Mas aquilo durou apenas 8 dias...

No nono dia enquanto eu brincava com o pequeno animal encima de minha cama, a criada no qual sempre trazia minha comida apareceu durante aquela tarde, lembro de seus olhos castanho se arregalando enquanto o som da grande bandeja de prata caindo sobre o chão bem polido de madeira, tal ato fez que o pequeno animal pulasse assustado em meu colo enquanto eu o protegia de todas as formas possíveis o apertando ainda mais sobre meu peito. Mas a criada apenas virou-se rapidamente para trás enquanto corria pelos corredores desertos daquela parte da mansão. Naquele momento eu pensava que estava tudo bem, porem era apenas em pensamentos, eu não fazia ideia sobre o que iria acontecer no décimo dia.

Seu pelo havia perdido seu brilho de uma vez por todas enquanto o mal cheiro se formava no centro do meu quarto, o pequeno corpo sem vida do animal se encontrava aberto sobre o tapete felpudo branco porem que agora se encontrava manchando pelo tom vermelho que eu tanto abominava, seus olhos apertos se encontrava sem vidas causando ainda mais horror da minha parte. Meu corpo acabou caindo sem força sobre o chão gélido enquanto as lagrimas silenciosas escapavam dos meus olhos, fiquei naquela posição durante três dias enquanto em meus olhos inchados novas lagrimas nascia e escorriam em direção do pequeno ser que um dia eu amei.

***

Quando eu tinha 9 anos, lembro que um dia havia pegando a chave de meu quarto escondida da criada que acabei criando um laço não muito amigável, enquanto a mesma evitava de encarar meus olhos cianos ou simplesmente eu por completa, caminhei em sua direção em passos lentos enquanto colocava minha mão sobre o bolso da avental branco que usava e retirei a grande chave dourada, caminhando o mais rápido possível em direção de minha escrivaninha onde me encontrava sentada à poucos segundos atrás.

Havia esperando cerca de meia-hora antes de correr livremente em direção dos corredores abandonando, meu sorriso aumentava a cada segundo que eu me escondia atrás de alguns objetos ou simplesmente das armaduras que Karlheinz uma vez me disse que dava um certo charme. Porem ele aumentou ainda mais quando senti meus pés desnudos tocarem a grame verde e úmida da jardim, percorria rapidamente vezes ou outra corria ao ponto de cair e ralar meus joelhos que mesmo manchado de sangue se curava rapidamente.

Mas meu passos pararam no momento que eu acabei chegando perto de uma grande torre, subia rapidamente as escadas quase que levando mais tombos, a ideia de subir e encarar tudo de cima me animava porem me assustei no momento que abri a porta.

Aquele havia sido meu primeiro encontro com Christa.

Os longos cabelos brancos presos em um coque preso com que parecia ser uma faixa vermelha com babados no topo esquerdo de sua cabeça, seus cabelos pareciam brilhar pelo raios solares que invadia o quarto pela pequena janela. Os olhos vermelhos me encaravam com surpresa porem logo em seguida acabou abrindo um sorriso amável que me deixou levemente deslocada enquanto meu rosto queimava aos poucos.

Christa foi uma das pessoas mais especias que eu havia conhecido.

Eu ia todos os dias escondia para sua torre, sempre fazendo o mesmo processo de me esconder atrás dos grandes objetos para que os criados não me encontrasse. Sempre que chegava ofegante de tanto correr, Christa me recebia com uns de seus belos sorrisos que me deslocava e passava a mão sobre meus cabelos lisos que sempre se encontravam bagunçados. Passávamos a tarde inteira conversando, ou melhor eu falava enquanto me encontrava deitada sobre seu colo com meus cabelos sendo afagados por suas mãos gentis. Eu nunca havia dito quem eu realmente era e ela nunca pareceu se importar.

Christa dizia que gostava de ficar penteado meus cabelos, ela ficava horas peteados meus cabelos enquanto me contava historias no qual sempre me animava. Ela havia me ensinando uma das melhores sensações, a sensação de carinho materno no qual eu havia sido impedida de receber.

Porem uma vez quando cheguei, a mesma se encontrava chorando, os olhos vermelhos se encontrava imundado em lagrimas salgadas e aquilo fez que o sorriso que eu tinha em meu rosto sumisse aos poucos. Lembro de como seus olhos se arregalaram quando me encontrou parada em sua porta com a mão ainda na maçaneta e com a expressão de pura preocupação. Eu havia corrido em sua direção sentindo que desmoronaria a qualquer momento se eu não fizesse alguma coisa, quando meus braços rodearam sua cintura e meu rosto escondido sobre sua barriga, eu a abraçava assim como ela me abraçava quando eu me sentia triste.

Suas mãos tremulas apertavam meus ombros enquanto pingos quentes de suas lagrimas molhavam meus cabelos, soluços baixinhos escapavam de seus lábios agora sem cor. Eu levantei minha cabeça encarando seu rosto, meus dedos tocaram a lateral de seu rosto que tinha uma grande marca vermelha. Quem havia feito aquilo? 

"Christa...?" murmurei enquanto sentia seus dedos cobrirem minha mão, estava confusa e o medo dominava minha mente. Seus olhos se fecharam aos poucos e eu via seus lábios começar a tremer na tentativa de reprimir mais um soluço. "Obrigada" murmurava essa frase repetidamente enquanto as lagrimas escapavam de seus olhos, o máximo que eu conseguia fazer era acariciar sua bochecha marcada enquanto segurava minhas lagrimas.

Naquela tarde Christa havia ficado perto da janela enquanto encarava um menino de cabelos brancos que se encontrava perto da roseira, o olhar melancólico marcava seus olhos vermelhos enquanto encarava o menino de cabelos brancos que era idêntico a ti.

Ela havia me pedido para poder ficar sozinha durante alguns dias, e mesmo que aborrecida acabei respeitado sua decisão. Depois de exatamente 1 semana, eu me encontrava a voltar a correr em direção de sua torre, o sorriso estampado em meu rosto enquanto eu corria aumentava cada vez mais a cada degrau que subia. Eu gritava seu nome animadamente pois sabia que ninguém escutaria a não ser ela, mas minha som cessou assim como o sorriso em meu rosto. Seu quarto se encontrava vazio e com uma leve camada de poeira sobre os moveis e sua cama forrada por um lençol claro. 

"Porque eu perdia todos que amava?" Essa pergunta me assombrou durante anos.

***

No meu decimo terceiro aniversario, Karlheinz havia planejado uma festa para me apresentar oficialmente para a família. Lembro dos olhares de horror e desprezo de Beatriz e Cordelia e os olhares curiosos e surpresos de meus irmãos quando a voz rouca de Karlheinz me anunciou como sua filha mais nova, eu me encontrava com a cabeça baixa enquanto ouvia suas palavras que aos poucos iam desaparecendo de minha mente, deis que eu perdi o pequeno filhote e Christa, eu havia perdido uma parte de mim, a parte que me obrigava a sentir esses sentimento. Havia me tornando uma casca vazia.

Minhas mãos apertavam fortemente o vestido azul ciano com babados que usava, meus olhos enchiam aos poucos com as lagrimas enquanto ouvia as exclamações ofensivas de Cordelia e o olhar ameaçador de Beatriz. Aos poucos eu desejava morrer.

Porem meus olhos se arregalaram ao sentir algo segurar firmemente minha mão, rapidamente levantei minha cabeça dando de cara com os olhos dourados, seus dedos entrelaçam ao meu enquanto seu olhar me passava uma certa confiança. Pela primeira vez eu vi um sorriso nascer nos lábios daquele belo homem, assim como meu peito esquentava pelo gesto paterno que eu sempre sonhei.

Havia se passado quase duas semana deis o anunciamento que Karlheinz fez, eu sempre me mantinha em lugares insolados porem sentia os olhares curiosos de meus irmãos sobre mim, porem os mesmo nunca se aproximavam. A primeira esposa não parecia ligar com a minha existência, sempre que me encontrava em algum corredor seu olhar superior falava por si mesma mas isso não me incomodava, diferente da segunda esposa.

Cordelia sempre tinha a língua afiada enquanto tentava me diminuir com palavras venenosas. "Bastarda" era isso que mais ressoa de seus lábios que mantinha o sorriso debochado em seus lábios enquanto eu segurava minhas lagrimas que sempre insistia em cair e aquilo apenas aumentava seu sorriso, "Oh então a bastarda irá chorar?" perguntava de maneira debochada enquanto eu segurava cada vez mais forte a barra de meu vestido branco. Isso durou por 4 meses.

Uma vez eu acabei por responder, eu nunca me importei por me xingar porem quando ela tocou no nome de minha mãe, eu acabei mudando drasticamente, lembro de ter pulado em cima da mesma fazendo que seu corpo batesse contra a parede, minhas mãos se encontrava sobre a pele pálida de seu pescoço que agora tinha a marca de meus dedos em vermelho, meus olhos queimavam pelas lagrimas enquanto sentia ser facilmente derrubada no chão e a queimação no meu rosto. Mas ela ainda mantinha a expressão assustada em seus olhos verde esmeralda.

Depois daquilo ela acabou me trancando no porão onde eu fiquei trancada durante 3 dias sem comer e sem ver a luz do dia. Deve ser por isso que acabei adquirindo medo do escuro.

***

Uma vez enquanto brincava, acabei sendo derrubada por um grande pastor alemão que abanava seu rabo para os lados repetidamente, sua língua molhada passava repetidamente sobre meu rosto fazendo que a baba molhasse cada vez mais meu rosto, gargalhadas escapavam de meus lábios enquanto eu tentava tirar o grande animal encima de mim que apenas saiu ao perceber a presença de outra pessoa. Shu se encontrava á poucos metros de distancia, seus olhos azuis se encontravam apreensivo mas aquela sensação passou ao ver o pastor encima de mim, olhando para os lados correu em direção do animal que agora se encontrava ao meu lado e abraçou seu pescoço.

Lembro que seus olhos foram em minha direção, os globos oculares azuis se encontravam apreensivo enquanto mordia seu lábio inferior, coisa que eu não havia entendido até ver o mesmo ergue seus dedo mindinho em minha direção.

"- Prometa que não vai contar para ninguém -confusa encarei seu rosto até que ouvi um latido baixo ao meu lado e logo em seguida levei meu olhar em direção do mesmo. Um sorriso nasceu em meus lábios e eu juntei nossos dedos.

- Eu prometo, onii-chan -as palavras saíram da minha causando um olhar surpreso do mesmo que logo em seguida sorriu."

No dia seguinte eu e Shu acabamos indo em direção de um pequeno riacho que havia perto da mansão, onde ficamos brincando até o por-do-sol, as risadas ecoavam pela floresta enquanto eu desviada do mesmo que tentava revidar por eu ter derrubado ele dentro da água enquanto ele tentava pegar um peixe que se encontrava próximo da borda. No final lembro que foi ele que acabou caindo novamente mas antes acabou me levando junto ao segurar meu calcanhar enquanto eu corria para longe. O que causou boas bronca da governanta da mansão quando chegamos ensopados.

Depois de um tempo eu acabei fazendo amizade com o mais velho dos trigêmeos, logo depois com Reiji que no começo sempre parecia me desprezar mas eu sempre continuava tentando e no final ele acabou cedendo, depois de um tempo acabei me aproximando do restante do trigêmeos e por último o menino de cabelos brancos. Sempre íamos brincar naquele riacho próximo onde apenas voltávamos quando escurecia.

Aquela foi a melhor época de minha vida mas tudo mudou no meu decimo quinto aniversario...foi no dia que eu morri.

***

Meus olhos se encontravam vidrados na pequena tela que se encontrava apoiado sobre os travesseiros, em meus dedos uma pequena carta de baralho deslizava enquanto meus olhos se mantinham preso na animação japonesa, também conhecida como anime. Meu queixo doía por estar apoiada sobre os travesseiros porem eu não iria sair tão cedo daquela posição, pelo menos era isso que eu achava até que o relógio na parede de meu quarto começou a tocar. 

Levantando rapidamente da minha cama, caminhou quase que me desequilibrando por conta das coberta e lençóis que foram em direção do chão enquanto eu caminhava em direção da saída. Não queria escutar sermões do Reiji no dia de meu aniversario então caminhei em direção do sala de jantar rapidamente, o sorriso era desenhando em meus lábios enquanto eu me aproximava cada vez mais. Todos se encontravam sentados na mesa, meus irmãos me acolheram com sorrisos que quase não parecia porem era tudo que precisava naquele momento.

Mas o sorriso morreu no momento que meus olhos se chocaram com a noiva de sacrifício, seu olhos escuros mostrava um ódio desconhecido por mim e isso fez que eu encolhesse levemente meus ombros enquanto caminhava em direção do meu lugar. Por algum motivos as noivas de sacrifícios que meu pai trazia sempre nutria ódio por mim e isso dificultava na minha alimentação de sangue.

Lembro que uma vez eu acabei perdendo o controle durante a noite no qual acabei indo em direção da floresta, a sede de sangue não me deixava pensar direito e isso me deixava descontrolada na maioria das vezes, a última coisa que eu me lembro era de ter pulado no pescoço de um cervo que caminhava na região e beber seu sangue, apenas parei no momento que seu corpo não se encontrava mais com aquela substância dentro de seu corpo. Quando eu recuperei a consciência já se encontrava de manhã, minha camisola se encontrava manchada de sangue enquanto o corpo morto do animal se encontrava desmembrado do meu lado, lembro de ter voltado para mansão enquanto chorava e pedia perdão pelo a vida do pobre animal que eu havia tirado...enfim foi uma época difícil para mim.

O jantar foi silencioso como sempre, ninguém ousava encarar ninguém e isso me incomodava profundamente. Que apenas foi interrompido quando Reiji arrastou sua cadeira sendo acompanhando pelos os outros que também se levantaram, eu acabei sendo a última a levantar porem não me encontrava mais sorrindo, eles estavam indo para escola e isso me aborreceu já que era meu aniversario e tudo que eu desejava era passar um tempo com meus irmãos como antigamente. 

Meus olhos se arregalaram no momento que eu senti uma mão sobre minha cabeça, levantei o olhar lentamente dando de cara com Laito, ele acariciou meus cabelos suavemente enquanto sorria, não aquele sorriso malicioso que ele dava era um sorriso suave e gentil, atrás de si os outros se encontravam com pequenos sorrisos enquanto me encarava porem nenhum deles me encaravam diretamente em meus olhos. Eles escondiam algo de mim mas naquele momento eu não havia percebido.

Em poucos segundos depois eu me encontrava sozinha naquele mansão, em minha mão se encontrava um pequeno cupcake com delicados linhas de chantilly em roxo e azul que se encontrava levemente despedaço por conta da vela que era grande demais para o pequeno bolinho, arrumei o cachecol vermelho sobre meu pescoço antes de abrir um pequeno sorriso mínimo, lagrimas se formam em meus olhos.

- Feliz aniversario para mim -murmurei rouca enquanto as lagrimas escorria pelo meu rosto e assoprei a velinha mas eu não havia fazido nenhum pedido em especial apenas o mesmo de sempre.

Quando cheguei no meu quarto, caminhei em direção da escrivaninha para fazer as lições que meus professores me deram e que na manhã seguinte eles iriam vim buscar. Diferente de meus irmãos eu não ia para escola, deis de pequena estudava em casa e não vi necessidade de frequentar a escola ou pelo menos era nisso que eu acreditava. Já que no fundo eu desejava imensamente ir.

Meu relógio tocou quando foi 22:30, o som dele parecia soar pela mansão inteira por conta do silencio, minhas costas doíam por ficar na mesma posição enquanto eu alongava meus braços para cima sentindo meus ossos da mão estralarem, encarei o cupcake que ainda se encontrava intacto sobre meus livros de estudo e abri um pequeno sorriso antes de colocar minha cabeça sobre meus braços debruçado sobre a mesa. 

Apenas levantei quando senti meus olhos pesarem, bocejei enquanto caminhava em direção da cama, em poucos minutos meus irmãos iriam chegar mas eu não aguentaria ficar acordada, fechei meus olhos no momento que senti a maciem do travesseiro sobre minha cabeça, o coberto azul se encontrava encima de mim e aos poucos minha visão escureceu de uma vez por todas.

Meus olhos se arregalaram no momento que uma dor intensa se formou sobre meu peito, as lagrimas escorria pelo meus olhos, assim como o sangue que escorria pelo meus lábios, sobre meu peito uma adaga se encontrava perfurando minha pele indo em direção do meu coração que acabou falhando uma batida quando vi seis pares de olhos conhecidos por mim, eles me encaravam de forma melancólica  enquanto aos poucos eu não sentia mais meu corpo.

"Rodando e rodando como um cavalo em um carrossel, nós vamos
Eu vou me apaixonar? Eu nunca posso dizer, eu sei
Correr atrás de você é como um conto de fadas, mas eu
Sinto que estou colada firmemente nesse carrossel"

Carousel - Melanie Martinez.



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