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História Love Of Blood - Capítulo 1


Escrita por: e jugheadTNBH


Notas do Autor


Acho que sou uma fanatica por Carnid (Ah, você acha?), pq não tem como eu fazer tanta one deles😂

Capítulo 1 - Único


Enid

Depois de cortar o cabelo de Maggie, a mesma passou mal, então chamei Rick e segui Carl até o quarto do mesmo, ele iria pegar algumas armas e estava tentando me impedir de ir com eles levar Maggie até Hilltop.

- O Glenn ainda não voltou, eu tenho que ir pra ficar com a Maggie – Digo entrando no quarto com o mesmo.

- Eu falei não!

- Carl!

- Olha, você estava errada, tá bom? Esse lugar não é grande demais pra ser protegido! Você vai ficar aqui e ajudar a proteger!

- Esse lugar está pronto! A maioria de nós teve treinamento, você sabe! Se estivesse preocupado com o ataque você não iria!

- Sabe a distância que fica Hilltop!? Sabe o que poderia acontecer?! Os Salvadores estão por ai! Você viu o que eles tentaram fazer com a Maggie, com a Rosita, com o Eugene! Isso não vai acontecer com você! Eu não vou deixar!

- Você quer topar com eles, né? Tá esperando que eles apareçam! AI JESUS, ISSO NÃO TEM HAVER COM LEVAR A MAGGIE PRA UM MÉDICO, NÃO TEM HAVER... Dane-se você, eu tô indo!

- Enid, para! Espera um pouco. – Ele entrou na minha frente, ficando bem próximo de mim, passou a encarar meus lábios mas logo desviou o olhar.

- Sai da minha frente! Carl!

- Então pega umas pistolas no meu closet! Mas rápido, a gente tem que ir. – Entro no closet dele sem pensar duas vezes, poderíamos topar com os salvadores no caminho mas eu só queria estar com Maggie, vi tudo escurecer e quando olhei pra trás a porta havia sido trancada, Carl...

- Carl! – Bato na porta – Droga! – Continuo batendo na porta, porém gritando o nome dele – CARL! O que vai acontecer se você não voltar!? Como é que eu vou viver com isso?! O que é que eu vou fazer?! – Então a porta se abriu e ele avançou seu corpo no meu.

- Você não vai precisar sobreviver sem mim – Ele diz e me beija, imprensando meu corpo na parede, ele se separa de mim apenas pra trancar o closet por dentro, então volta a me beijar com intensidade, deixei que meu corpo deslizasse pela parede até chegar no chão, ele pegou algumas roupas e colocou no chão pra que deitássemos em cima.

Eu ainda não estava acreditando no que estava prestes a fazer, havia perdido o controle do meu corpo assim que ele entrou aqui me imprensando na parede, ele desceu os beijos pro meu pescoço e eu comecei a respirar pesado, mordendo meu lábio inferior com força, ele parou de beijar meu pescoço e voltou pra boca, levando suas mãos até meu casaco, retirando o mesmo. Carl mordeu meu lábio inferior e desceu um pouco, até chegar em minha blusa folgada, ele começou a retirar mesma e a cada canto exposto depositava beijos molhados.

Quando minha blusa estava fora do corpo, Carl cheirou meu cabelo e sorriu, colocando-o de lado, levei minhas mãos até a camisa dele e beijei todo seu peitoral e senti ele fazer um rabo de cavalo em meu cabelo e puxa-lo, me fazendo parar de beija-lo, ao me encarar, Carl voltou a me beijar ainda segurando meus cabelos, assim que precisamos parar o beijo, ele colocou minha cabeça em seu ombro e deixou meus cabelos caírem por suas costas e passou a beijar meu pescoço de novo, ele levou as mãos até o fecho de meu sutiã e o abriu, tirando-o em seguida.

Carl levou as mãos até meus seios e os acariciou enquanto me beijava e eu soltava leves suspiros entre o beijo, até que ele tirou minha cabeça de seu ombro e me deitou em cima das roupas, deitando por cima de mim e começando a chupar meus seios com calma, me fazendo gemer baixo, mordo meu lábio inferior tentando segurar os mesmos ele sorri e para.

- Pode gemer... Ninguém vai ouvir você – Ele diz e volta a chupar meus seios, paro de tentar segurar meus gemidos e deixo os mesmos virem altos, ele desce os beijos até chegar na minha calça que ele abre e retira a mesma devagar junto com a calcinha, só senti minhas bochechas corarem, Carl me olhou e sorriu. – Linda – Ele sussurrou e afastou minhas pernas.

Ele foi distribuindo beijos até chegar em minha intimidade que o mesmo beijou e passou a me penetrar com a língua, não hesitei em gemer alto e a puxar os cabelos do mesmo, ele dava leves mordidas em minha intimidade enquanto acariciava meu corpo. A medida em que os minutos passavam, eu estava perto de gozar, então ele parou e sorriu, retirando sua calça junto com a cueca. 

- Pronta? – Assenti e ele segurou seu membro, levando o mesmo até minha entrada com calma, entrando devagar. De início senti um incomodo e uma dor insuportável, porém ele começou a se mexer dentro de mim e a dor foi embora, dando lugar ao prazer. Eu arranhava suas costas com força enquanto ele me estocava com calma, aumentando o ritmo aos poucos. Sua boca percorria cada parte do meu pescoço, depositando beijos, chupões e lambidas, até que ele subiu até a boca, abafando os mesmos.

Após algumas estocadas, quebramos juntos e ele saiu de dentro de mim, ambos exaustos, ele levantou e abriu um pouco a porta do closet, conferindo se havia alguém ali, peguei sua camisa no chão e vesti a mesma, então ele me pegou no colo e me levou até a cama, seguindo até o banheiro em seguida. Carl voltou com uma calça e deitou ao meu lado, colocando minha cabeça em seu peito.

- Eu te amo – Ele diz e eu sorriu fraco.

- Também te amo – Digo e fecho os olhos.

Semanas depois

Sabe quando sua vida vira ao avesso e você não sabe como tudo chegou a esse ponto? Pois é, aconteceu isso comigo. Em um momento, eu estava presa no closet, no outro, Carl e eu tínhamos nossa primeira vez lá dentro. Mas o que me assusta é que ultimamente eu tenho sentido enjoos e desmaiei na frente de Maggie. Foi a gota d´água pra ela.

No momento, estou no quarto da mesma enquanto ela conversa com o Dr. Carson sobre o que supostamente eu tenho. Ela mandou algumas pessoas daqui irem até Alexandria, atrás de Carl. Exagero, não é? Devo estar só doente. Maggie entrou no quarto com um sorriso no rosto e me abraçou.

- Maggie? – Retribui seu abraço um pouco assustada. – O que tá acontecendo? Eu estou bem?!

- Você tá ótima, Enid! – Ela diz e me entrega um papel. No momento em que eu abro o mesmo, vejo as letrinhas estampadas “Enid Greene, Grávida”. Travei e voltei a encarar Maggie.

- Quando aconteceu? – Ela perguntou e eu sorri fraco.

- No dia que você passou mal.... Carl me trancou no closet e acabou acontecendo...

- Ai meu Deus, Enid! Você vai ser mãe! – Ela volta a me abraçar forte e logo ouvimos batidinhas na porta. – Entra – Maggie disse e a porta se abriu, revelando Glenn.

- Então, está tudo bem com nossa garotinha? – Soltei um risinho.

- Veja você mesmo – Entreguei o papel a ele e assim que o mesmo viu, me abraçou forte.

(...)

Uma hora depois, eu estava ajudando Maggie com a horta quando vi os portões abrirem e um garoto de chapéu entrar. Carl! Sorri e encarei Maggie, que assentiu, então sai correndo em direção ao mesmo e pulei em seu colo.

- Maggie me disse que você não estava muito bem... – Ele diz e acaricia meu rosto – O que você tem? – Ele perguntou com o rosto de preocupação.

- Você vai gostar, eu acho... Vem – O puxo até o quarto de Maggie, pois havia deixado o resultado médico em cima da cama da mesma. – Tá aqui... – Pego o papel e o entrego. Assim que o mesmo vê o resultado, me abraça forte.

- Meu Deus... Eu vou ser pai! – Ele sorri e eu consigo ver uma lágrima escorrer do olho do mesmo.

- E vai ser o melhor pai do mundo. – Sorri e ele juntou nossos lábios.

(...)

Carl Grimes

9 meses se passaram e o parto de Enid se aproximava a cada dia mais, depois que ela me contou da gravidez, eu não saía do lado dela, no inicio eu estava super feliz, mas com o parto dela se aproximando, eu me sinto assustado. E se acontecer o mesmo que aconteceu a minha mãe? Sou tirado dos meus pensamentos quando ouço um grito de Enid vindo do banheiro, então corri até o mesmo, assim que cheguei, ela estava apoiada na parede com as pernas molhadas.

- A bolsa.... – Ela sussurrou.

- Calma... – A peguei no colo e fui saindo do banheiro. – MAGGIE! GLENN! – Gritei e logo os dois apareceram e viram a situação de Enid.

- Vou chamar o Dr. Carson! – Glenn diz e sai correndo, enquanto Maggie arruma a cama pra Enid.

Flashback On

- Que alarmes são esses? – Mamãe perguntou.

- Não se preocupe com isso. – Maggie respondeu.

- E se atrair os zumbis? – Perguntei.

- Lori, é melhor se deitar. – Maggie disse

- Não, o bebê já vai nascer...

- Temos que voltar pro nosso bloco e pedir pro Hershel ajudar – Falei mas elas me ignoraram.

- É perigoso sair daqui agora! Você vai ter que ter o bebê aqui mesmo – Maggie disse.

- Ótimo... – Mamãe sussurrou e soltou gemidos fracos.

- Ela tá bem!? Pode respirar?! – Perguntei, assustado.

- Ela tá bem, vamos ter que tirar sua calça, tá bem? – Maggie deitou mamãe no chão e tirou a calça da mesma. – Vai ter que ajudar no parto, acha que dá conta? – Maggie perguntou e eu assenti. – Vou ver se já está dilatada.

- Como sabe? – Perguntei

- Meu pai me ensinou, mas acredite, é minha primeira vez – Ela respondeu conferindo a dilatação da minha mãe. – Ai, eu não sei dizer.

- Eu tenho que empurrar, tenho que empurrar! – Mamãe levantou com dificuldade e enquanto gemia com a dor, empurrava o bebê. – Alguém! – Ela gritou. – Eu tô bem, eu tô bem...

- Tá bom, você tá bem, Lori. Continua, seu corpo sabe o que faz, deixa ele fazer todo o trabalho. – Ela voltou a empurrar e Maggie gritou em seguida – Você tá indo bem! – Mamãe continuou e logo Maggie gritou de novo. – Lori para, tem alguma coisa errada! – Ela tirou a mão das pernas da minha mãe e estava cheia de sangue.

Flashback Off

As memórias percorriam minha mente, mas dessa vez não era a vida da minha mãe e irmã que estava em jogo, era a da minha namorada e do meu filho, ouvi Enid gritar e a encarei, enquanto apertava sua mão.

- Vai, Enid! Força! – Ela empurrou muito, seu cabelo prendeu no rosto por causa do suor e eu o afastei dali e sussurrei palavras de ajuda em seu ouvido. Porém vi o que eu temia, assim como quando Maggie tirou as mãos repletas de sangue do meio das pernas da minha mãe, Dr. Carson fez a mesma coisa com Enid. Arregalei os olhos e travei.

- A dilatação dela não está completa... Precisamos de mais um tempo. – Ele disse e eu encarei Enid, os olhos da mesma estavam quase fechados.

- Não temos tempo! – Gritei.

- Carl, se acalma! – Ele disse.

- SE ACALMA?! EU PERDI A MINHA MÃE NO PARTO DA MINHA IRMÃ E NÃO VOU DEIXAR A MESMA COISA ACONTECER COM A ENID! – Voltei a gritar e me deitei na cama, e coloquei a cabeça de Enid no meu peito. – Vai ficar tudo bem, amor...

Flashback On

Maggie e eu deitamos minha mãe no chão. A mesma estava quase desmaiando, peguei em sua mão e a segurei.

- Mãe, mãe olha pra mim! Fica de olhos abertos.

- Precisamos te levar pro meu pai – Maggie disse.

- Eu não vou conseguir – Minha mãe rebateu.

- Mas Lori, com todo esse sangue eu nem sei se a dilatação tá completa, nem adianta forçar!

- Eu sei o que significa. Eu não vou perder meu bebê. Você vai ter que me abrir.

- Não! Não posso!

- Não tem escolha.

- Eu vou buscar ajuda, já volto! – Falei e me levantei rápido, indo até a porta.

- Não! – As duas gritaram ao mesmo tempo e eu voltei a me sentar ao lado da minha mãe.

- A Carol que praticou isso, meu pai só me ensinou os passos, se eu pudesse... Eu não tenho anestesia nem equipamento!

- O Carl tem uma faca – Mamãe disse.

- Mas não vai sobreviver.

- Meu bebê tem que sobreviver. Por favor... Meu bebê... Por todos nós! Por favor, Maggie!

Maggie levantou um pouco a blusa da minha mãe.

- Vê minha cicatriz de cesariana?

- Não consigo!

- Consegue, você precisa! – Ela me olha. – Carl... Olha, eu não quero que fique com medo, tá bom? Eu quero isso. É o certo... Olha, toma conta do seu pai pra mim, tá bom? Ou do seu irmãozinho ou irmãzinha.

- Não precisa fazer isso – Falei.

- Você vai ficar bem! Você vai ganhar desse mundo, eu sei que vai! Você é esperto, você é forte e você é muito corajoso! Eu amo você!

- Eu também amo você.

- Tem que fazer o que é certo, meu amor. Me prometa que vai fazer sempre o que é certo. – Ela desviou o olhar – É tão fácil fazer a coisa errada nesse mundo... Então, se parecer errada não faça, tá bom? – Ela voltou a me olhar – Se parecer fácil não faça, não deixe esse mundo ferrar você! Você é tão bom! – Ela passa a mão no meu rosto, secando minhas lágrimas. – Você é meu docinho! Você foi a melhor coisa que eu já fiz e eu te amo! – Ela me puxou pra um abraço. Um último abraço. – Eu te amo! – Ela repetiu, chorando. – Meu filho, meu docinho, eu te amo! – Ela me deu um beijo na bochecha – Tá bom, tá bom – Nos separamos do abraço. – Maggie, quando tudo isso acabar, você tem que fazer... – Maggie a interrompeu com um Shh – Você tem que fazer, não pode ser o Rick! Tudo bem, tá tudo bem... Tudo bem... – Entreguei a faca a Maggie. – Boa noite, amor...

- Me desculpa, tá? – Maggie disse e cortou a barriga da minha mãe. Os gritos dela me fizeram chorar ainda mais.

- Para! O que tá fazendo!? – Perguntei

- Carl, me dá suas mãos – Maggie diz – Mantenha esse lugar limpo, tá bom? Se eu cortar fundo vou cortar o bebê. – Logo, Maggie conseguiu tirar o bebê, que é uma menina, de dentro da minha mãe. Mas ela não chorava. Maggie deu uns tapinhas fracos nela e a mesma chorou, rapidamente tirei minha camisa e a cobri. Maggie levantou com a bebê.

- A arma. – Falei.

- Carl.

- Não posso deixar ela aqui... É a minha mãe – Falei e ela me entregou a arma, depois saiu. Deitei no peito da mamãe e chorei baixinho, porém depois de um tempo, atirei em sua cabeça.

Flashback Off

Eu ainda estava abraçado em Enid, chorando baixinho tentando ao máximo transmitir segurança pra ela, a garota estava gelada e dava tudo de si pra empurrar. Ela não iria aguentar.

- FAZ UMA CESARIANA! EU NÃO VOU PERDER A ENID! – Gritei e ele saiu, apertei Enid um pouco contra meu peito. – Vai ficar tudo bem, vai ficar tudo bem... – Dr. Carson voltou com alguns equipamentos e aplicou a anestesia em Enid, revirei os olhos sabendo que não teríamos tempo de esperar.

Então eu vi novamente a cena da minha mãe sendo cortada.... Ela gritava contra meu peito e eu apenas chorava, sem poder fazer nada pra ajuda-la com aquela dor. Enid se debateu no meu peito, mas eu não a soltei, pelo contrário, a mantive contra mim, tentando dar forças. Então ela parou, seu corpo gelou e eu ouvi um choro de bebê.

- Sua filha nasceu, Carl.... – Dr. Carson sussurrou, mas eu não a olhei... Foquei apenas na minha garota morta nos meus braços.

- SALVA A ENID! – Gritei e a soltei, começando a fazer uma massagem cardíaca nela. – Vamos, anjo! Por favor, não me deixa... Primeiro minha mãe, agora você, por favor não me deixa! – Dr. Carson colocou a bebê na cama e começou a costurar a barriga de Enid.

O tempo passou e eu não parei, nem olhei minha filha, apenas fiquei encarando o rosto de Enid e fazendo a massagem cardíaca na mesma, logo Carson entrou com o Desfribilador Cardíaco.

- Carl, pega a bebê e se afasta! – Me afastei de Enid e peguei minha filha no colo, então finalmente a encarei. Seus olhinhos verdes esbanjavam medo.

- Pronto, princesinha, o papai tá aqui... O papai tá aqui... – Sussurrei e a ninei, então observei Carson dar três choques a Enid, pra até então a mesma reagir, ver seus olhos verdes de novo foi como me trazer de volta pra terra, porém ela os fechou de novo, então encarei o médico.

- Calma, ela está só dormindo.... Foi muita coisa pra uma pessoa só, vamos sair e deixa-la descansar. Beijei a testa de Enid e encostei a boquinha da nossa filha em sua bochecha, como se fosse dando um beijo babado.

(...)

Após algumas horas, vi Enid em pé na sala, nos encarando, procurando certamente por nossa filha.

- Amor... Você não pode fazer esse esforço todo...

- Nossa filha, Carl.... Cadê ela? – Enid perguntou e Maggie sorriu.

- Carl, dá um banho nela, vou preparar a mini Enid e vou traze-la pra vocês – Maggie saiu com Glenn em direção ao quarto e eu fui com Enid até o banheiro, dei um banho rápido na mesma, troquei os lençóis da cama e a fiz deitar de novo. Logo Maggie e Glenn chegaram com nossa filha.

- Oi... – Enid sussurrou e vi seu olhar apaixonado quando Maggie e Glenn a entregaram a bebê.

- Vocês já tem um nome? – Glenn perguntou sorrindo.

- Não – Falei e encarei Enid.

- Sim – Ela sorriu.

- Qual? – Perguntei.

- Você se importa se nossa filha se chamar Lori? – Ela perguntou e eu a beijei, sorrindo.

- Meu Deus, amor, obrigado! – A abraço e beijo a testa de Lori. – Oi minha pequena Lori... – Sorriu e então tiro meu chapéu, colocando em Enid. – Ele é seu, agora... Você não levou um tiro mas é uma sobrevivente – Sorri e voltei a beija-la.

Agora eu posso dizer que está tudo perfeito em minha vida.

 



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