História Love of Hate - Capítulo 35


Escrita por:

Postado
Categorias Barbara Palvin, One Direction, Paul Wesley
Personagens Barbara Palvin, Louis Tomlinson, Paul Wesley, Personagens Originais
Tags Amor, Ódio, Vingança
Visualizações 20
Palavras 2.141
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii meus amores, depois de quase um ano eu apareci com mais um capítulo para vocês, finalmente último ano na escola enfrentando um período de secura na criatividade, escrevendo de pouquinho a pouquinho para vocês eu consegui chegar num capítulo razoável, portanto peço mil desculpas por quem ficou me esperando. Completando a dificuldade, meu celular queimou hoje, mas assim que eu conseguir um computador ou um tempo maior com o celular de alguém, eu mando um outro capítulo fresquinho para vocês. Ok??? Boa leitura.

CAPÍTULO INTEIRO NARRA UMA CENA DE SEXO

Capítulo 35 - Lust


Protesto. 

Acabou sendo algo que Mayson era incapaz de realizar. Apesar de ser somente o terceiro homem na vida dela e que querendo ou não cada toque diferente dos anteriores seria novo para ela, Evan tinha uma forma única de acender Mayson, não como a de Louis como o primeiro que despertou tudo nela, mas somente dele. 

Sua maneira de colar os lábios em seus ouvidos e fazê-la, automaticamente lubrificar-se. E tal coisa ele acabara de perceber quando seu dedo se inseriu dentro dela. Molhadinha. 

Ele sabia que mesmo se ela negasse por puro orgulho, seria contra sí própria, visto que estava sedenta por ele. 

— Posso parar por aqui, caso seja contra sua vontade, minha querida Mayson. 

Ele disse, abrindo meio sorriso em seus lábios e retirou o dedo de dentro da garota o colocando na boca em seguida e se permitindo fechar os olhos ao saborear o gosto que continha em seu dedo. 

Mayson, observava a cena calada, enquanto o dedo de Evan estava dentro dela, ela apenas o encarava entrando e saindo de sua boceta com o cenho franzido e um breve bico por onde soltava ar, expressão a qual demonstrava todo o seu prazer. A partir do momento em que Evan o retirou dali a garota, em silêncio, observava atentamente o ato do homem em sua frente e seus lábios se mexendo, pronunciando algo que ela adoraria negar, mas não conseguiria.

 Permaneceu em silêncio por alguns segundos e então molhou seus lábios, olhando profundamente nos olhos dele. Azul no Preto. 

— Caminho sem volta. 

Foi a única coisa que a garota disse antes de fechar suas duas pernas esticando-as para cima e puxar a barra de sua calcinha a fazendo desprender de sua boceta completamente molhada e passar por suas pernas, estas as quais dobrou e desceu se colocando de pé, de frente para ele, segurando sua calcinha em mãos.

O sorriso que se mantinha nos lábios de Evan apenas alargou após as falas da garota, ela o deixava louco aquilo ele não poderia negar. Embolou os dedos em nos fios da garota e sem cerimônia a puxou para mais perto trazendo seu corpo para que ele se colocasse entre as pernas dela. Segurou seus pulsos atrás de seu corpo e prendeu suas pernas na cintura dele. Inclinou seu rosto para junto do dela e mordeu seu lábio inferior, erguendo uma de suas mãos, a garota prendeu o lábio inferior por entre os dentes, assim que os dedos dele entrelaçaram-se em seus longos fios, e este logo deslizou por seus dentes quando involuntariamente seus lábios se abriram para que ela pudesse arfar. Passou a ponta de língua por entre os lábios que neste momento estariam secos com o auxílio de sua descompassada respiração, seus dentes se prenderam no lábio inferior da garota e esta abriu um leve sorriso antes que ele o soltasse.

Evan deixou a outra mão segurando seus pulsos e proferiu um tapa certeiro em sua bochecha podendo ver a tonalidade de sua pele aos poucos se tornar rosada onde os dedos dele haviam acertado.
O corpo da garota queimou junto com a ardência em sua bochecha que logo queimaria também, murmurou diversos xingamentos podendo elevar seu olhar até o dele, que estava sobre ela naquele momento, a menina daria tudo para saber com as exatas palavras o que se passava por sua cabeça naquele momento caso ela não estivesse ansiando para que ele fosse rápido e não a torturasse com tanta lentidão e, claro, seu olhar dizia muita coisa. 
 Encarou as íris azuis da garota as quais o instigavam bastante, por mais que ele negasse ou tentasse evitar, sabia que  iria cair na tentação de ter aquela garota. Deslizou seus dedos pelo maxilar da garota seguindo até seu pescoço onde fez uma pequena pressão podendo sentir o momento exato em que a garota engoliu sua saliva, sorriu apreciando a vista que tinha.
Seus dedos deslizaram pelo maxilar da garota num breve carinho antes de descê-los e os prender na garganta da mais nova, resultando em seus lábios entreabertos tentando puxar algum ar, o que falhou quando a pressão foi feita e ela se colocou a engolir em seco podendo notar seus lábios abrindo num sorriso um tanto perverso que fez com que ela se perdesse em devaneios. 
 Antes que seus braços rodeassem o pescoço dele, os colocou acima da cabeça da garota mantendo presos contra a mesa, gesticulou a cabeça em negação. Ele havia imobilizado os braços da garota pela segunda vez na noite, o que a deixava irritada, ela odiava ter que se conter sem ter sequer a possibilidade de tocá-lo, e era exatamente o que ele não queria que ela fizesse. O viu negar com a cabeça. 

 — Você vai me dar um presentinho hoje 

     A garota apertou o punho assim que suas palavras soaram, seria um pouco injusto ele brincar sozinho por toda a noite.
      Ele mantinha o tom de sua voz rouca, carregada de luxúria a cada palavra dita. Aquilo parecia divertí-lo e a forma que ele falava era como se ela realmente fosse o melhor presente que ele poderia receber e, é claro, seria todo dele, esta noite em especial. Suas mãos passeavam sobre as curvas bem definidas da garota, apertando um de seus seios exercendo fazendo o trajeto que ele já conhecia, parando sobre o seio dela e assim que o apertou, a garota juntou os lábios formando-os num breve bico o qual conduziu o gemido manhoso, que surgiu em sua garganta, para fora dos lábios carnudos da garota. Deslizou a mão sobre a ereção já existente em sua calça e a olhou deitada sobre a mesa, tão vulnerável para ele. A garota acompanhou a mão dele com seu olhar, assim que esta tocou o pau dele que já possuía sua forma ereta. Sentia seu olhar sobre mim e a mesma luxúria, contida em sua voz, estava nele.

 Segurou em seus tornozelos e a puxou mais para baixo esticando seu corpo sobre o a madeira, prontinha para o papai. Deslizou os dedos por suas coxas grossas, ergueu a pequena regata que vestia e a manteve os olhos da garota vendados. A visão que seus olhos tinham era simplesmente gloriosa, roçou os dedos sobre seu corpo em direção a sua intimidade, provocando sua pele macia. De repente, sua pélvis flexiona contra os dedos dele, a doce menina em busca de seu prazer, mas ainda não era sua hora. Seus dedos ameaçavam tocar a boceta de Mayson fazendo com que, cada vez mais, ela sentisse vontade de ser tocada o que resultou num ato involuntário, talvez nem tanto, de mover sua pélvis de encontro aos  dedos dele. Evan proferiu um tapa sobre sua bucetinha exposta e um gemido um tanto mais alto escapou por seus lábios assim que sua mão se chocou contra sua boceta, especialmente sobre seu grelo avermelhado,  deixando-a, cada vez mais, sedenta. E em seguida se inclinou sobre seu corpo. Novamente deslizou sua mão em direção ao meio das pernas da garota afastando as mesmas empurrou o seu indicador e o dedo médio dentro dela. 

— Pronta para mim tão cedo 

       Murmurou empurrando os dedos lentamente para dentro e para fora dela, provocando um gemido longo e doce. Sua pélvis começa a levantar para atender os movimentos, ela corresponde ao ritmo que Evan definia ao começar a
circular seu clitóris com o polegar, provocando e atormentando-a. Um gemido arrastado escapou, sendo mais longo de acordo com a dificuldade da garota para fazê-lo quando a sensação prazerosa invadiu seu corpo, e este correspondeu aos movimentos buscando um pouco mais de prazer, murmurou alguns palavrões quando seu polegar iniciou movimentos para que a estimulassem e, claro, a deixassem, ainda mais, louca para que ele a fodesse de uma vez. Soltou outro gemido, que soava mais como um pedido para que ele lhe desse mais que seus dedos, mantendo o cenho franzido e deixando seus lábios entreabertos para que os gemidos saíssem sem restrições. Seu corpo se arqueava debaixo dele. Aproximou a
outra mão, tirando a camiseta dos olhos da garota, queria ver suas expressões. Ela abre os olhos, piscando na luz suave. O mais velho inclinou seu corpo o deixando com o rosto próximo do da garota fazendo com que suas respirações se misturassem e a beijou, ao mesmo tempo mantendo o ritmo implacável de seus dedos e o polegar, a mais nova retribuía com
uma fome que ele jamais havia sentido nela. Segurou o topo de sua cabeça, mantendo-a no lugar, e continuou a beijar e a fode-la com os dedos.
Ela precisava dele, seu corpo precisava ser saciado. A garota tombou a cabeça para trás, como repreensão, assim que Evan diminuiu os movimentos pelo fato de as pernas da menina terem endurecido. 

— Ainda não, meu amor. 

       Murmurou contra os lábios da garota e se afastou, a garota acompanhou seu movimento com o olhar se pondo a observar suas roupas serem tiradas de seu corpo, ele abriu o primeiro botão de sua calça e deixou que a peça fosse ao chão juntamente a cueca deixando que sua ereção saltasse para fora.
Era a melhor sensação, o tesão que Evan lhe causava, a levava ao máximo de excitação
 Envolveu a extensão enquanto a observava ali, precisando dele. Seus dedos se moveram indo de encontro à cabeça rosada e retornou à base.  Evan poderia explodir na própria mão só de olhar para ela, sedenta e entregue. era como se apenas algumas palavras fossem o suficiente para os fazer gozar bem ali. Agarrando-a, ele a virou para baixo, deixando sua atraente bunda no ar e a garota se permite empinar ainda mais. A imagem real da tentação. Deu-lhe
um tapa forte, a fazendo soltar um gritinho manhoso seguido de uma risadinha sapeca podendo balançar a bunda de um lado para o outro, mergulhando em seu interior logo em seguida. Passou a chocar seu corpo contra o dela, firme, preciso entrando e saindo. Mayson fechou os punhos presos contra a mesa enquanto chamava pelo mais velho, sentindo seu corpo se chocar contra o dela numa frequência maravilhosa, de novo e de novo. Porra! A garota choramingava sob ele, um brilho de suor aparecia em suas costas enquanto suas pernas tremiam à medida que ele se movimentava. 

A sensação súbita e intensa por fim invadiu o corpo da garota quando a mesma sentiu suas pernas tremerem enquanto algumas faíscas se espalham por seu corpo, todos os músculos e nervos mergulham no prazer. Seu corpo ficava cada vez mais tenso e uma sensação inexplicável a invadiu como se toda a excitação que ela vinha sentindo, se concentrasse e multiplicasse por cem, num instante. Um súbito fluxo de calor a envolve  enquanto Evan metia cada vez mais forte e mais gostoso.
 
Evan manteve o movimento de seu quadril, chocando seu corpo contra o dela, sentindo seu pau ir cada vez mais fundo o saciando de todos os desejos que possuía sobre aquela menina. Seus gemidos ecoava em como uma bela melodia aos ouvidos dele e para quem quisesse ouvir, Evan era o nome escapava de seus lábios como um mantra a ser seguido é aquilo só fazia o tesão se alastrar como fogo pelo corpo dele, estava se sentindo como um vulcão preste a entrar em erupção e sabia que a garota abaixo dele não se encontrava diferente. Mayson sequer assimilava as coisas, só conseguia pensar no tamanho prazer que sentia tendo o pau de Evan dentro dela. 
 O mais velho prendeu o maxilar da garota entre seus dedos e inclinou seu corpo até que ambos os lábios grudassem um no outro em um beijo ávido, mordeu o lábio inferior de Mayson ao cessar o beijo e então se retirou de dentro da garota o que a arrancou um gemido em reprovação. 

As mãos de Evan afastaram as pernas da garota o bastante para que ele pudesse enfiar seu rosto entre as mesmas, até que seu rosto estivesse bem próximo à boceta molhada de Mayson. Sua língua deslizou desde sua entrada anal até seu clitóris onde fez questão de chupar seu grelo inchadinho. A garota soltou alguns palavrões quando a língua dele fez o caminho até seu grelo o qual se colocou a chupar por um breve e delicioso momento. A mais nova sequer conseguia conter os gemidos manhosos que escapavam por seus lábios, sabia apenas que, cada vez mais, de acordo com os movimentos eles aumentavam.

 Evan se colocou a arrastar seu corpo até que estivesse face a face com a garota, se encaixando em sua entrada e forçando seu corpo para baixo podendo então sentir sua bucetinha apertá-lo arrancando-lhe um gemido gutural.
  
Ela entreabriu seus lábios assim que sentiu o pau invadir sua boceta, porém nenhum som saiu, apenas sua expressão teria de ser suficiente para mostrar o quanto aquilo estava sendo prazeroso para ela, e esta agradeceu em partes assim que o gemido soou pelo cômodo.


Notas Finais


Nos próximos capítulos nossos dois senhores da boate terão surpresas, o que vocês acham? A surpresa deve ser boa ou péssima?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...