História Love of War ( HIATUS) - Capítulo 2


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Categorias Justin Bieber, Justine Skye, Marco Asensio
Personagens Justin Bieber, Justine Skye, Marco Asensio, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Justine Sky, Marco Asensio
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Palavras 1.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Então meus amores, essa fanfic é um pouco diferente, para escrever ela é preciso um pouco de conhecimento sobre o exército que é o que eu não tenho, então eu pesquiso sobre um pouco disso, se o próximo capítulo for demorar para ser postado é por causa disso, espero que estejam gostando ♥♥

Capítulo 2 - A preparação




Serena Mendes

Houston- Texas, Estados Unidos. 



Não fez nenhuma semana que nôs mandaram devolta de uma missão no Afeganistão, a missão foi um sucesso, porém teve algumas mortes, que já estávamos mais do que acustumados.

Morrer faz parte da vida, nunca sabemos quando vai ser nossa hora, a morte pega as pessoas de surpresa.

As pessoas que morrem servindo seu país sabem muito antes as consequências que essa profissão pode causar e mesmo assim não desistem, um sorriso vale mais que qualquer coisa, é tanta coisa que nós vemos quando embarcamos em uma missão.

Crianças que são proibidas de estudar, pais que perdem seus filhos nos confrontos de guerra, mulheres que viram escravas sexuais para se manterem vivas, e tudo isso acontece pela falta de compaixão do mundo, muitas dessas guerras são por causa de religiões ou política, as pessoas não sabem aceitar a opinião ou escolha do próximo sem questionar, respeito é algo que falta no mundo, se o mundo tivesse mais respeito pelo próximo talvez as guerras não acontecessem com tanta frequência.

O ódio no mundo sempre existiu, e agora no secúlo XXI ele vem ficando cada vez pior a intolêrancia aumentou e a falta de empatia pelo próximo desapareceu.

É muito triste chegar nos acapamentos de refúgiados das guerras e saber que muitos perderam suas famílias, mais também é gratificante saber que salvamos uma boa parte das pessoas ali.

Em casa sempre fomos só eu e minha mãe,sempre levei esse lance de família muito a sério, aqui agora não me imaginaria sem minha mãe, por mais que ela não aceite minha profissão ela me respeita muito,isso é o que eu mais admiro nela.

Uma coisa que o General Gilberto me ensinou é que sempre, tudo que você fizer, faça por amor aquilo e se dedique bastante.

Eu faço isso por amor e com muita dedicação.

Quando o General Gilberto morreu eu ia ser promovida a tenente, por conta dos anos que eu estou aqui, séria a primeira tenente mulher da história dos estados unidos, mais aconteceu essa tragédia, que em respeito ao General prefiri não subir ao cargo.

Hoje o filho do General vai assumir o lugar dele aqui no batalhão e com isso vamos para uma próxima missão.

Gilberto era como um pai para mim, ele me contou que sua mulher morreu no parto de seu filho mais novo, Marco, depois disso foi ele que criou seus filhos, Igor, seu filho mais velho, nunca gostou dessa coisa toda de exército, e virou Médico, já Marco gostava disso desde pequeno, creio que não faz muito tempo, ele tem 23 anos, espero que ele tenha muita responsabilidade para assumir esse cargo.


— SENTIDO.- todos tomaram seus devidos lugares e deram um passo a frente.—AVANTE. - Coronel Ramos estava fazendo o comprimento de todas as manhãs com os soldados. 

Fizemos uma fila indiana e outro passo a frente,colocamos a mãos na altura das sombracelhas e levamos a mão no sentido diagonal e assim concluímos uma saudação de respeito de todas as manhãs.

Essa coisa toda de saudações é muito complicado quando se entra no exército, até você se adaptar com isso é difícil, digamos que sei o que estou falando, saber saudar os oficiais superiores e generais é meio que obrigação aqui, desde os cargos baixos até os altos tem essa obrigação, oficiais são tipo os reis do exército, eles são constituídos pelos coronéis, majores, generais e marechais.

Pra falar a verdade o exército é constituído por todos aqui, cada um tem uma graduação importante para todos nós, desde os recrutas aos marechais.

Hoje nosso general de exército, Marco Asensio  chegará e estamos todos em preparação para receber ele, e antes que perguntem,general de exército é o chefe que manda em todos os soldados e tenentes que estão em campo de guerra.


— Bom dia Cabo. - A subtenente Cater e eu fizemos uma saudação de respeito.

— Subtenente. - a comprimentei com um aceno com a cabeça.

Esquecemos de falar que para comprimentar qualquer cargo aqui e com saudações, é tipo uma forma de respeito aqui dentro.


— Então Cabo, o que eu queria falar com você é que hoje como viram a maioria dos oficiais para a chegada do General Asensio, eu quero que você faça a saudação com os soldados, o Coronel Ramos vai está ocupado hoje com as coisas para irmos para próxima guerra, então não vai poder ser ele a fazer, então pensamos em você, como sabe iria ser promovida a Tenente, e infelizmente aconteceu a morte do Gilberto,  e como o filho dele irar substituí-lo queremos que ele veja que você tem potencial para virar uma possível tenente mais pra frente e nada melhor que isso é saudá-lo, aqui no batalhão sabemos que você é uma ótima cabo e coloca esses caras na linha, mas o Asensio não sabe disso e isso também é uma ótima oportunidade para mostrá-lo isso. - A subtenente Cater explicou. 


Caralho, que fardo eu acabei de receber, receber não, jogado em cima de mim. 

Eu e essa filha da puta da Cater somos melhores amigas, não sei porque ainda ela insiste em usar essa formalidade toda para falar comigo quando não tem alguém perto. 


Comecei a rir da cara dela. 

— Cater formalidades não combinam com você, não mesmo. - Olhei para ela e ri mais um pouco. — Você deve estar adorando saber da vergonha que eu vou passar lá na frente, traíra do caralho, que melhor amiga eu fui arranjar. - Indignei. 

— Não vou mentir que quando o Ramos veio falar comigo eu quase me caguei de tanto rir ao saber disso, mas a raiva que eu tenho dele não me deixou fazer isso. - Cater revira os olhos.

Vale a pena lembrar que ela e o Coronel Ramos foram casados e tiveram 2 filhos e nisso surgiu uma traição da parte dele quando ela estava na guerra ele transou com a Khloé a General de divisão do batalhão na casa deles, como pode ser tão nojento. 

Não parou nem para pensar nos filhos, se é que ele se importou com isso, eles deixam os filhos com a avó deles, quando um retorna da guerra primeiro que o outro vão ver os filhos. 

Cater pensou em abandonar o exército mais eu como boa e melhor amiga não deixei, desde entao eles não se suportam. 


— Qual é mano, você ainda se segurou porque se eu fosse você já tinha partido pra agressão pra cima desse filho da puta asqueroso. - Me irritei

Se alguém que odeia o ramos com toda a força esse alguém sou eu.

Como trair uma pessoa tão maravilhosa e tão responsavél desde como mãe e como a esposa que era.

Sim não exército não podem se envolver com ninguém, lá dentro claro, porque fora você tem o livre arbítrio. 

Essa regra é muito respeitada aqui dentro, mais alguns sem medo da vida ainda fazem isso, os oficiais dizem que se relacionar aqui dentro pode ocupar a mente e acabar não focando nas responsabilidades aqui. 

— Tenho filhos para criar, dependo desse dinheiro para sustentar eles,  esqueceu? Ser demitida é o que eu menos quero. - Cater explica. 

— Queria ter essa calma e paciência que você tem, mais sinceramente não sirvo para isso. - balanço a cabeça em negação. 

— Sabemos, mas chega de falar de mim, e você e o Bieber. - Cater me empurrou de lado e deu um sorriso sacana. 

— Sai fora, nós não temos nada, foi apenas uma transa, qual é, sem compromisso sabe?  Ele queria, eu também. - disse como se fosse óbvio. 


Desde do Tyler nunca mais me envolvi sério com alguém, Tyler é irmão da Brianna, porém ambos usam sobrenomes diferentes, um do pai e outro da mãe. 

Tyler e eu namoramos por 2 anos e meio, terminamos por muitas brigas e ciúmes e falta de interesse ao relacionamento de ambas as partes, hoje nós somos amigos e ele me trata como irmã, ele até está namorando denovo, só que dessa fez com um homem, quando descubri não me abalei, sempre desconfiei que ele cortava para os dois lados, sabe aqueles gays pique héteros?  Tyler em pessoa. 


— Dá uma chance pra vida amorosa amiga, chegou a hora de fazer isso, agora que o Tyler tá tomando chá de rola não tem como vocês voltarem, eu apoiava tanto vocês, agrrrr, destino de merda. - Cater fica indignada. 

— Amor minha hora vai chegar, mas não agora, se Deus quiser, chance pro Bieber? Ele come todo mundo, não tem como dar chance para homem a sim, a não ser que eu for enfeitar meus chifres de glitter ai eu dou uma chance para ele. - ri ao revirar os olhos. 

— Entao tá né, vamos parar de conversa fiada e vamos voltar ao trabalho, o general deve estar a caminho. - Cater diz. 

— Esqueci completamente disso, vou ver como estão os soldados, com esses meninos não é mole não. - suspirei ao seguir para o centro de treinamento. 




Notas Finais


Vejo vocês no próximo capítulo
Comentem o que acharam ♥♥


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