História Love On top - Capítulo 3


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Categorias Once Upon a Time
Personagens David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Onceuponatime, Ouat, Swanqueen
Visualizações 530
Palavras 1.770
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Sorry I'm Late, mais uma atualização.
Esse capítulo da inicio a convivência SQ na fic...
Espero que gostem. Não revisei, se tiver erros me avisem.
beijinhos.

Capítulo 3 - A Carta


Fanfic / Fanfiction Love On top - Capítulo 3 - A Carta

– Bom, senhoritas, como eu disse ontem David e Mary se preveniram. E obviamente fizeram um testamento para poder garantir o futuro da filha deles. E nomearam as duas como tutoras da Maria Luiza Nolan.

 

– Nós duas juntas? – Falei de maneira apressada.

 

– Sim senhorita Mills, as duas juntas.

 

– Mas não pode ser! Eles sabiam que a gente não se dava bem. Aliás, nós não nos damos bem. Acredite Sr. Gold esses poucos minutos que estamos na sua sala, são com certeza o maior tempo que já passamos juntas respirando o mesmo ar num espaço tão pequeno. – Emma complementou

 

– Senhorita Swan sei que deve ser realmente um choque, mas aqui tenho uma carta que David e Mary deixaram para vocês. – disse entregando a carta a Emma – Eu vou dar alguns minutos para que vocês possam ler com privacidade.  – falou saindo da sala em seguida.

 

– Será que você pode ler? Eu não sei se consigo. – Emma falou mostrando a carta pra mim um pouco cabisbaixa.  Eu segurei o papel um pouco nervosa, respirei fundo! Coragem Regina! Seja forte. Então comecei.

 

Queridas Emma e Regina, se estão lendo essa carta é porque algo de ruim nos aconteceu, ou então estamos todos velhos e relembrando o passado e resolvemos abrir essa carta para ressaltar o quanto confiamos em vocês. Afinal estamos lhe entregando o nosso bem mais precioso, a Malu. Para nós não há outras opções, as melhores são vocês.

Emma querida, você com o seu jeito “menina” de ser, vai mostrar a nossa filha a como encarar os obstáculos da vida com leveza, com um lindo sorriso no rosto. Vai ensinar o quanto é importante ser alegre em todos os momentos.

Regina querida, você com esse seu jeito “rigoroso” de ser, vai ensinar a nossa filha a ser uma mulher forte e independente. Vai mostrar o quanto os que os outros pensam não importa, importa apenas o que você é.

Vocês duas dizem se odiar, mas é porque nenhuma das duas deu o braço a torcer para mostrar o lado que cada uma esconde uma da outra, o lado que nós conhecemos bem. Regina pode ser tão arteira e bagunceira quanto Emma, e Emma pode ser tão responsável e organizada quanto Regina, nós conhecemos vocês ao fundo e acreditamos muito em vocês. Sabemos que pode ser pedir demais, mas estamos entregando há vocês o nosso maior tesouro. Sabemos que é um pedido muito difícil de fazer, sabemos que ambas tem uma vida na qual batalharam e ainda batalham para ter, uma criança é muita responsabilidade, nós sabemos bem disso. Se vocês aceitarem essa missão, estejam cientes de que tudo vai mudar, vocês já cuidaram de Malu antes, mas agora é diferente, não será apenas uma noite, serão todos os dias, diversas fraldas, comida, febre, dor de barriga, choros e manhas, a parte boa é que também vai ter muito sorriso, carinho e amor. Não é tarefa fácil, mas sabemos que vocês duas juntas, cada uma com a sua individualidade, podem dar todo amor e atenção que a nossa filha precisa e fazendo com que ela cresça e se torne uma mulher incrível assim como você, se aceitarem, por favor, não nos desaponte.

 

Com amor Mary e David.

 

Ao final da carta olhei para Emma, e se ela já chorava antes mesmo de eu começar agora ela estava em prantos e eu não estava diferente. Ambas cada uma no seu canto chorando, processando, digerindo as palavras daquela carta.

 

– Então, você quer fazer isso? – Emma perguntou baixinho

 

– Eu quero tentar... Por eles! – respondi no mesmo tom.

 

Ainda com lágrimas nos olhos nos entre olhamos e estava decidido. Nós faríamos aquilo, nós vamos cuidar da pequena Malu, não precisavam de mais palavras para dizer que ambas fariam aquilo. Estava descrito no nosso olhar. Gold voltou e perguntou se estávamos dispostas a seguir, respondemos que sim. Então ele explicou os termos e por fim assinamos os documentos e aguardamos a audiência tutelar.

 

Emma pov’s

 

Certo! Deixar minha casa alugada para morar na casa que era de David e Mary estava sendo mais complicado do que eu achei que seria.  Bom, o trato era o seguinte, meus amigos no testamento pediram para que Regina e eu nos mudássemos para a casa deles, com a argumentação de que lá era um ambiente melhor para uma criança crescer, a casa já estava toda adaptada para Malu, e o bairro é um dos melhores de Storybrook, eu morava num bairro próximo então pestanejei um pouco, mas tive que concordar que a minha casa realmente não era adaptada para uma criança, quando Malu dormia aqui eu não tirava os olhos dela, para que ela não fosse para a escada, ou mexesse nas tomadas... E Regina? Digamos que não reclamou com palavras, mas a sua cara estava péssima em quanto Sr. Gold nos explicava os termos, para ela seria mais difícil deixar seu apartamento no centro da cidade para se mudar para um bairro mais distante, ela também trabalhava no centro então teria que fazer uma longa viagem até o trabalho. Ela era CEO na empresa dos pais dela a Mills Hidrelétrica, eles eram responsáveis por toda energia elétrica de Storybrook, é por isso que Regina tem o nariz empinado, ela tinha condições.  Bom e eu? Era apenas uma jornalista recém-formada que fazia uma coluna online para o jornal de Storybrook, nossa diferença começava com o nosso bolso, ela me achava desleixada e eu a achava engomadinha e outras coisas a mais.

 

– Ei Emma, já arrumamos tudo!  August já colocou tudo no caminhão.  – Rose gritou da porta.

 

Rose e August eram colegas que conheci na faculdade e estavam me ajudando com a mudança.

 

– Oh Rose, obrigada, acho que podemos ir então.

 

Fomos em direção ao pequeno caminhão que August pegou emprestado para me ajudar, e seguimos nosso caminho.

 

– Ems, será que a senhora engomadinha não vai brigar por você estar levando as suas coisas para casa, lá já tem mobília... – August questionou

 

– Ela terá que entender, que não ganhei um apartamento dos meus pais para deixar minha mobília, a casa era alugada, peguei o que achava mais importante ela que entenda.

 

– Ems, vai morar com a engomadinha – riu – Eu não sei como vocês vão se aguentar.

 

– Nem eu rose, nem eu...

Como eu havia dito não morava longe da mansão então em pouquíssimos minutos nós chegamos e eu desci. Tentei abrir a porta mais estava trancada, Sr. Gold deu apenas uma chave que ficou com Regina, então toquei a companhia e ela não demorou em aparecer.

 

– Senhorita Swan! – apenas falou

 

– Mills! Bom, preciso entrar com as minhas coisas... Meus amigos vão me ajudar.

 

– Precisa da ajuda de seus amigos para poder carregar algumas malas Swan? Não acredito que tenha muitas, afinal sempre há vejo com as mesmas roupas!

 

– É que eu tenho maquina de lavar sabe? Aquela caixa mágica, você coloca agua e sabão e BUM as roupas limpam. – falei mais debochada do que ela que apenas revirou os olhos – Mas de todo modo Mills, preciso de ajuda com alguns moveis, por isso meus  amigos vieram me ajudar.

 

– HEI, espere!  Não está pensando em colocar suas tralhas aqui? Swan, não terá onde guardar, não tem espaço na casa. Eu não trouxe nada além e roupas, porque não fez o mesmo?

 

– Eu não podia deixar minhas coisas, porque minha casa era alugada eu não tinha onde deixar as coisas.

 

– Você morava de aluguel?  - perguntou surpresa.

 

– Sim, morava! Algum problema? – falei impaciente.

 

– Oh não, eu só não sabia... – falou baixo e logo aumentou o tom de voz. – Deixe suas coisas na garagem, de maneira organizada Swan, para que caiba meu carro lá dentro.  

 

Então ela simplesmente entrou batendo a porta na minha cara. Bufei e pensei em responder, mas para não mata-la no primeiro dia, preferi apenas ignorar, segui ainda resmungando até meus amigos, ele riram da minha irritação, mas me ajudaram a deixar as coisas na garagem.  Depois de um tempo arrumando minhas coisas finalmente terminei, agradeci  Rose e August que logo foram embora,  entrei na casa com três malas e minha mochila, percebi Regina falando no celular andando de um lado para o outro, ela me viu e fez sinal para que eu esperasse, revirei os olhos mais o fiz, e comecei a prestar atenção na conversa.  “Fiona eu já disse, hoje não da! Por quê? Oras já expliquei também! Malu chega hoje, você sabe que minha vida está uma bagunça, preciso me organizar, Malu chega hoje... Ok, não quero saber, já disse que não”.  Assim ela desligou o telefone e disse “mulher quando quer ser grude...”.

 

– Problemas no paraíso Mills?

 

– A prova de eu estar com problemas no paraíso é você estar aqui agora Swan.  De todo modo, pode levar a suas malas para o quarto que era de Mary e David.

 

– Eu estava pensando em ficar no quarto de hospedes.

 

– Enquanto você pensava eu já ocupei o mesmo, e como a casa só tem três quartos, você fica no que era deles.

 

– Droga Regina, eu não quero ficar lá, não faz uma semana da morte deles... Já é difícil estar aqui.

– E o que você quer que eu faça Swan? Cria outro quarto?

 

– Eu queria que você parasse de querer mandar em tudo, porque o quarto de hospedes tem que ser seu?

 

– Porque eu cheguei primeiro, senhorita Swan! – falou sorrindo

 

– OK, aguarde, terá revanche.

 

Subi com as minhas coisas e as deixei no quarto que pertenciam aos nossos amigos. Fui para o banheiro principal tomei um banho e em seguida desci novamente, fui até a cozinha e vi Regina Mills com um avental concentrada colocando alguma coisa no forno.

 

– Ual! Quem diria, que a Millszinha cozinha!

 

– Não me chame assim! – falou entre os dentes

 

– UH! Desculpe! – falei rindo erguendo os braços em forma de rendição ao olhar dela que me fuzilava. Quando ela pensou em me responder a campainha tocou, só podia ser Malu, nós duas nos entre olhamos e saímos correndo em direção a porta, cheguei primeiro e abri eufórica, ela ficou do meu lado e nós duas começamos a brigar pelo espaço. Ouvimos a gargalhada de Malu que nos encarava.

 

– Oi meu amor, vem aqui com a dinda? – Regina falou já erguendo os braços

 

– Nem pense nisso, ela vai vir com essa Dinda né amor? – falei entrando na frente dela que me empurrou.

 

–Bom pra começar ela já esta com a Dinda dela! – Ruby nos interrompeu - E vocês duas estão parecendo duas adolescentes desse jeito. Lembram-se o que estão fazendo aqui? Cresçam! – ela falou já nos empurrando para entrar, nós duas nos olhamos vencidas, sabíamos que estávamos erradas, essa birra tinha que acabar, só não sabíamos como fazer! 


Notas Finais


Alguém ai acha que Emma e Regina vão parar de se alfinetar?
Me deixem saber o que estão pensando, então comentem. Qualquer coisa estou também pelo twitter: @parrillalandia


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