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História Love or Die - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oii gente, uma nova fanfic depois de anos, mas dessa vez é de verdade, madura e agora eu tenho 20 anos, não 14, então... rs
É o seguinte, é tudo invenção, literalmente tudo, até pq em 1700 no Canadá era Colônia, né? hahah Eu pesquisei algumas coisas, menos como eles falavam na época, pq vai ser bem difícil procurar todaaas as palavras, pelo menos p mim. Espero que gostem! Estou com essa ideia há meses e botei em prática essa madrugada. Qualquer coisa só me chamar no twitter que é @anacportoo. Beijos! ♥


Ps: Esse prólogo tá beeem longo, então me desculpem!

Capítulo 1 - Capítulo 01 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Love or Die - Capítulo 1 - Capítulo 01 - Prólogo


                                        Toronto, Canadá
                                                           1700

Estávamos eu e meu esposo na nossa carruagem indo ao casamento de uma duquesa do meu reino. 

Madelyne e Philipe Belmont. Casamento arranjado pelos pais, brigas constantes na juventude, união sem amor, sem amizade. Bem vindos ao séc. XVII.

- Eu ainda não me conformo em ter que sair do meu Reino para ir à uma terra afastada somente para ir ao casamento da Duquesa. –eu dizia olhando pela janela da carruagem a floresta.

- Foi uma escolha da sua querida irmã, minha esposa. Tem que aceitar! –Philipe dizia também olhando a sua janela.

Estávamos indo a uma terra um pouco afastada ao casamento da Duquesa, filha da minha irmã. Depois que nossos pais morreram, o que já tem quase 15 anos, ela decidiu se mudar sob minha ordem, já que não queria viver uma vida nobre de Reis e Rainhas.

- Eu sei que foi e eu a deixei ir, mas por amor. De verdade, eu queria que ela ficasse. 

Já fazia tempos que ela foi, mas eu ainda queria que ela ficasse conosco.

Philipe ficou em silêncio e tudo que se ouvia era as árvores se mexendo junto com o vento e os cavalos batendo suas patas na estrada de terra.

O silêncio continuava até que eu comecei ouvir um barulho familiar que me chamou a atenção, parecia está tão perto.

- Pare a carruagem! –ordenei.

Um dos cavaleiros abriu a porta imediatamente e com a ajuda, eu desci. Comecei a andar depressa com dificuldade por conta do vestido e escutando Philipe me chamar para voltar. Ignorei todas as chamadas e continuei até o barulho.

Eu fiquei pasma com a cena e eu já estava a chorar. Como alguém tem coragem de abandonar um recém nascido neste frio, na floresta e com fome?

Peguei a criança que não parava de chorar e a analisei, tão linda e serena. Ela estava coberta demais pelo menos, e quando ela veio ao meu colo apenas soluçava. 

Eu não podia deixa-la ali, então decidi leva-lá comigo para ver como ficaria sua situação depois. Peguei a cesta no outro braço e voltei um pouco exausta para a estrada.

- Você está ficando maluca, Madelyne? Você não pode sair andando assim. –disse Philipe quando me aproximava.

- O senhor podia simplesmente vir atrás de mim, meu esposo. –o respondi. Ele não parava de me olhar sério. – Me ajudem com esta cesta e a subir, por favor.

Subimos em seguida de uma certa dificuldade e estava tudo certo. Philipe entrou e me olhou com uma criança com os olhos marejados.

- Você parou por causa de uma criança? –ele me olhou incrédulo.

- Sim, eu estava ouvindo seu choro. O Senhor meu Deus me deu essa missão, não podia deixa-lá sozinha.

- Oras, que Senhor meu Deus. Essa criança suja e piolhenta, você nem sabe quem é e de quem é, muito menos o gênero. –ele disse com certa raiva. Por que tanta raiva por uma recém-nascida?

- Olha, não fale assim dela, ouviste? Depois conversamos sobre.

Ele ignorou e o bebê dormia durante o passeio.

- Madelyne, nós não iremos ficar com essa criança. Trate de devolver, descobrir quem são os devidos pais. –ele disse com um tom de autoridade e me irritei.

- Philipe Panettiere, EU vou ficar com essa criança queira você ou não. –disse enfatizando o “eu”. Aliás, eu nem sabia ainda se eu ficaria com ela. Nem conversamos ainda. – Não temos filhos, já passou da hora e temos que ter um sucessor. Eu sou a sua Rainha, você se casou comigo, eu te fiz Rei, Philipe, não se esqueça. –disse e ele ficou quieto olhando as paisagens pela janela.

Fiquei pensando no que ele disse e com todo cuidado do mundo, tirei a coberta roxa e a roupinha de baixo para checar. Quando vi, a vesti e cobri novamente. Sorri com o que vi.

Era uma menina. Eu sempre quis uma menina. Princesa Olivia Belmont Panettiere.

Finalmente chegamos a mansão de minha irmã. Cheia de carruagens com seus cavalos maravilhosos e enfeites pelo local.

Sua única filha, a Duquesa, iria se casar hoje com um Duque da Dinamarca, mais um desses casamentos armados.

É normal ter casamentos armados hoje em dia, por mais que eu detestei na minha vez. Eu já me acostumei com a ideia depois de várias vezes pensar na morte depois que meu avô matou meu verdadeiro amor.

Meus pais também tiveram um casamento a força, mas eles se amaram logo depois. E eles fizeram o mesmo com minhas irmãs, mas não sei da situação amorosa já que ambas não falam sobre isso. Somos três filhas, sendo eu a mais velha.

Mileyde, minha irmã caçula, se casou aos 20 anos e renunciou logo após a morte dos meus pais. Ela e o Infante do Canadá se mudaram para uma terra no Reino onde alguns nobres da realeza vivem.

Madalena, a do meio, casou-se com seus 23 anos com o Rei de Portugal, indo morar lá.

E eu, com meus também 20 anos na época, casei-me com um homem machista, mandão e que eu mais odeio nesse mundo. Philipe Panettiere, o príncipe da Itália.

- Chegamos, Vossa Alteza. –o cavaleiro disse abrindo a porta e segurou a criança. O outro cavaleiro me ajudou a descer e a peguei no colo.

Adentramos o local e falamos com todas as pessoas que estranharam eu entrar com uma criança, julgados por eles, ser minha filha e nunca ter dito. Eu disse que mais tarde, ali mesmo, iria explicar tudo.

Após andarmos pela mansão, encontrei minha irmã que quase desmaiou. Depois de uma conversa longa, ela me entendeu.

- Minha querida irmã, eu tenho um quarto com roupas, brinquedos e tudo de bebê da Brooke. Não tive coragem ainda de doar, mas vou pedir Aly para lhe levar lá e você pode a vestir melhor, dar um banho na nossa futura princesa. –ela dizia sendo compreensiva demais e agradeci.

[...]

Quando Olivia estava vestida como uma verdadeira princesa, percebi o quão linda ela era. Bochechas rosadas e cheias, lábios carnudos e olhos verdes. Ela era simplesmente linda. Eu dei leite para ela e ela tomou duas mamadeiras, e logo estava sorrindo e querendo brincar.

Saímos do quarto e voltamos para o salão.

- Ei, Vossa Alteza, os convidados querem uma coroação. –minha irmã disse e eu sorri. – Brooke concordou em ser hoje mesmo, antes do casamento. Ela está ansiosa para conhecer a priminha dela.

- Vamos te coroar a princesa do Canadá, Olivia. Minha filha! –disse já chorando.

Eu nem havia pensado direito se ela iria ficar comigo e Philipe, ele nem queria também, mas ela é tão linda e inocente que tudo que eu mais queria era ela, eu já estava a amando e sem pensar, com certeza ela será minha princesa e minha filha.

Quando entrei no salão, todos já estavam sentados e Philipe veio ao meu encontro.

- Eu vou aceita-la como minha filha, pois todos já estão sabendo. Mas depois a gente conversa. –ele disse e sentamos nos tronos.

Entrou um padre e nos cumprimentou. 

- Vossas Altezas. –ele se curvou para nós dois que assentimos. – Senhoras e Senhores, Altezas e Majestades, hoje nós não estamos no Castelo Real, mas iremos fazer uma coroação para uma nova membra na família real de última hora. Com tudo, a explicação será dita na festa real semana que vem. –dizia o padre na nossa frente. – Vossa Alteza, por favor.

Me levantei e junto com minha irmã e minha amiga fiel, a Infante Bernarbet, batizamos minha filha.

Philipe se levantou e pegou uma espada, pequena e sem ponta.

- Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo, eu te nomeio Olivia Belmont Panettiere, princesa do Reino de Toronto, Canadá, minha filha. –ele disse chorando o final e eu me arrepiei estranhando.

Colocamos a mini coroa nela, uma improvisada, e ela sorriu como se tivesse entendendo algo. Todos aplaudiram e saudaram-a. 

Descemos e prosseguimos com a festa.

- Assim que chegarmos em casa, eu mesmo irei te dar a coroa real, filha. –Philipe ainda dizia chorando.

- Você tá chorando?

- Eu acho que vale a pena dar uma chance à ela, ela é perfeita e eu acho que estou amando ter uma filha.

Ele disse tudo aquilo e acho que aqui nasce uma jornada. Vamos ter uma boa relação por amar a Olivia. Nossa pequena princesa!
 


Notas Finais


Muito obrigada á todos que leram, comentem aí o que acharam e tudo mais. Irei prosseguir daqui um tempo! Beijos ♥

Ah, gente, a capa é improvisada, farei uma melhor em breve. ;)


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