História Love proceeds - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Cromossomos 21, Na Batida Do Amor, O Amor Continua
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Palavras 824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - O alguém...


 

Todos os dias, quando eu acordo, costumo ler a mensagem colada na parede em frente escrito " pra ter arco íris, é preciso enfrentar a tempestade" e de alguma forma aquilo me  auxiliava, era uma ajuda psicológica minha mesmo. Fiz Café pra Felipe, deixei o meu recado pra ele e fui levar Naju pro tratamento. No hospital eu observava muitas Mães desanimadas, sem ânimo... decidi que eu precisava mudar, de imediato comecei a pensar em como ajudar aquelas pessoas. Pouco depois, ouço um toque no ombro de uma moça com um rostinho caído. 

Márcia  Oi, você é a nova mãe aqui? Eu sou a Márcia e ontem vi que veio ajudar a criançada trazendo muita alegria... 

G: olá, sou eu sim... prazer Giovanna. Então... depois do primeiro dia aqui eu percebi o desânimo das pessoas e das crianças... e isso abala o tratamento, elas são crianças e precisam  ser animadas. Se elas não acreditarem que vão se curar, então não vão! 

Márcia  Eu observei você  aqui e decidi te ajudar... Eu quero ver as crianças  e as mães  felizes, creio que vão saírem daqui melhor! Como posso colaborar? 

G: Sério? Eu agradeço! Toda ajuda é bem vida. Venha comigo!

Fomos ao banheiro, peguei algumas roupas de enfermeiras pra criança  e peguei alguns acessórios e disse 

G:Vamo que vamo, turma da alegria.

Márcia e eu ajudamos várias crianças, brincamos, rimos e até contamos piadas pra criancada. Falei que se eles continuassem animadíssimos, traria alguém pra cantar uma música pra eles. A turminha logo disse que iríam ser o mais felizes que pudessem. 

Chego em casa no almoço, Natália já estava preparando, então só fui ajudar ela, afinal ela era babá, mas ela não se aguentava e fazia de um tudo. Subo falar com Felipe...

F: chegou amor, tá tudo bem? Que marcas coloridas são essas? 

G: oi amor, é tinta colorida pra desenho. Estou com um projeto  No hospital, pra ajudar a criançada a se anunciarem no tratamento.

F: POXA, que atitude linda meu amor. Se eu puder ajudar, só chamar.

G: então é sobre isso que eu queria falar. Prometi a criançada que levaria alguém pra cantar lá e eu sei que você toca  e canta, quer ir comigo?

F: claro, mas preciso ensaiar... Eu só arrisco no violão e uckulele

Almoçamos todos juntos, Felipe ajudou a Natália com a bebê pra ela lavar a louça e eu corro pro curso, afinal... enfermagem não é fácil. No caminho começo a pensar sobre tudo, e sigo pra aula que por sinal eu estava  atrasada. 

Ao chegar em casa, sento na varada pra pensar... me pego observando o parquinho tem entre meu quintal e o da minha antiga casa... nem parece que foi aqui que eu conheci Felipe, tivermos nosso relacionamento e tudo mais... Springfield marcou minha vida de uma forma incrível. Entro pra dentro e peço a felipe pra levar Natália embora, enquanto aproveito minha piquitucha, meu tutuzinho... ela era o motivo pra me levantar todos o dias. Quem diria eu, de adolescente doida pra adulta sem rumo... a vida dá suas voltas e não tem como negar isso. Acabo pegando sono e durmo com naju, felipe apenas se deita com a gente, e acabamos dormindo até o horário da mamadeira de naju de madrugada. Felipe se levantou e foi amamentar a bebê, acho que era meu dia, mas ele deve ter visto meu estado. Eu dormi com roupa de curso, que estranho! 

Acordei 5:30h, o céu clareando, me levanto pra por roupa e logo vou caminhar pela rua e acabo encontrando Sabrina. Batemos um papo legal, contei dos meus projetos e mudança de profissão, logo ela se abisma, mas aparentemente me apoiou. Trocamos nossos números pra manter contato, e fui comprar pão e voltar pra casa. Natália chega 12:30H, mas não custa  deixar um agrado, né?

Levo naju pro tratamento, mas dessa vez com uma roupinha de abelha pra animar o dia e fui logo brincar  com a criançada. Preparo uma sala com bastante cadeira pra todas crianças. A Márcia começa apresentando e quando abre a cortina, felipe não apareceu... corri e peguei o violão e disfarcei, começo a cantar uma musica de amor, carinho e a criancada gostou... apesar do bolo, todos amaram e na volta pra casa, dispensei Natália antes ela viesse... 

G: Oi natalia, tudo bem? Não precisa vir hoje, tá? Eu vou faltar no curso. Grata!

ao chegar em casa, subo e coloco naju pra dormir. Desço pro almoço e felipe aparece... na hora meu estresse tomou conta...

G: POR QUE VOCÊ NÃO APARECEU? EU ESTAVA CONTANDO COM VOCÊ. CUSTAVA AVISAR, IA CAIR A PORRA DO SEU DEDO?

F: Ow, calma calma! Não deu pra ir, queria que eu fizesse oq?

G: TAVA FAZENDO O QUE? VENDO PORNO? SÓ ISSO QUE VOCÊ SABE FAZER ULTIMAMENTE. 

F: Cara, você tá muito estranha, sempre com crise Histérica, sua louca.

Nisso ele saiu andando e me deixou falando sozinha... felipe não era mais o mesmo, nenhum de nós  eramos... eu estava frustada, só pensava em suicidio...



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