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História Love Psychopath - Kim Namjoon - Capítulo 32


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Notas do Autor


Hi psychos turu pão? Espero que sim💙

Não quero tomar muito do tempo de vocês então só digo uma coisa:

Boa leitura📒💙

Capítulo 32 - Capítulo trinta e um.


Fanfic / Fanfiction Love Psychopath - Kim Namjoon - Capítulo 32 - Capítulo trinta e um.

Continuação...

(s/n) - Kelly? - Pergunto vendo a morena acompanhada de um homem loiro.

Ke - E quem mais seria? - Indaga sorrindo colocando a mão na cintura.

Com a ajuda de Namjoon, me levanto e a encaro por um instante, sorrio ladino e vou até ela a abraçando.

(s/n) - Jamais pensei que a veria novamente - Digo desfazendo o abraço.

Ke - E eu jamais pensei que lhe veria assim - Fala referindo-se a minha gravidez.

(s/n) - Eu também - Falo e ambas rimos.

??? - Oi Namjoon - Cumprimenta o homem que acompanhava minha amiga.

Nj - Oi Baek - Responde mal o olhando.

Namjoon passa por nós, e vai em direção a casa, adentrando a mesma sem olhar pra trás.

(s/n) - Bom, vamos aproveitar a festa não é? - Falo, e os dois que estavam olhando o caminho percorrido pelo Kim, sorriem e logo nós três nos juntamos aos outros.

(...)

O relógio na parede marcava 17:34, os meninos já haviam ido embora,e Minho estava em nosso quarto, enquanto eu, Guk, Baekhyun, Kelly e Namjoon ainda estávamos no quintal conversando sobre coisas aleatórias.

In - Ok deixa eu ver se entendi... - Fala com uma garrafa de soju na mão - Você é amiga de infância da (s/n)?

Ke - Sim! - Responde tomando um gole de sua bebida - E amiga do Baek desde o ensino médio.

Bk - Conheci ela no segundo ano. No começo eu achava que ela era doida, quando nos aproximamos... eu tive certeza! - Diz e rimos.

Ke - Quando (s/n) foi internada no manicômio, eu tentei por diversas vezes visitá-la, mas o fato de ser menor de idade e minha mãe não me acompanhar, não colaborava nem um pouco - Diz olhando pro teto, como se lembrasse algo - Meu pais eram conhecidos dos dela, quando precisavam encontrar alguém ou conseguir dinheiro, eram a eles que recorriam.

Nj - Hackers? - Indaga Namjoon fumando seu cigarro.

Ke - E golpistas - Completa a morena - Com o passar do tempo, eu fui pegando manha no ramo de meus pais, e depois ensinando ao meu irmão. Falando no capeta, vocês tem notícias dele?

(s/n) - Kris não deu sinais de vida desde o último acontecimento - Digo e ela balança a cabeça.

Nj - Kris é seu irmão? - Pergunta surpreso.

Ke - Sim eu sei, ele não se parece nem um pouco comigo. Mas fazer o que, eu herdei toda a beleza da família - Disse convencida e rindo logo em seguida - Nós éramos muito próximos, mas eu acabei me envolvendo em um problema internacional, e por isso havia ido morar no Estados Unidos.

In - Problema Internacional? - Pergunta desconfiado.

(s/n) - Roubou a conta de um ricasso e se lascou - Falo e ela faz careta.

Ke - Ok, não precisa entrar em detalhes - Diz fazendo o Guk rir - Mas enfim, quando estive no ensino médio, eu conheci o Baek, na época ele era metido a playboy, era um idiota na verdade e vivia se metendo em briga. Ele era meio estranho sabe, então eu passei a seguí-lo.

Bk - Foi quando ela descobriu que eu tinha uma vida mais que dupla. Desde muito novo eu me envolvia com todo tipo de pessoa, por isso sabia como me portar em diferentes situações, foi isso que me levou a me tornar agente infiltrado - Diz encarando a morena - Ela me meteu em muita confusão, e como eu não era um homem da lei na época, nem nada do tipo... eu topava cometer certos crimes, até porque eu me beneficiava também.

Nj - Haha e depois eu que sou o louco - Diz rindo e jogando seu cigarro no chão.

Bk - Os loucos estão presentes em todos os lugares Namjoon - Fala acompanhando o mesmo.

In - Misericórdia, no fim sou o único normal nessa porra - Diz um pouco alterado por conta da bebida.

Bk - Ah você é o certinho! Todo grupo de retardados precisa de um, pra colocar na linha sabe.

In - Triste por vocês, porque se depender de mim - Fala rindo e se levantando da cadeira que estava - Vou buscar mais bebida, alguém mais vai querer? - Fala se levantando.

Ke - Opa! Eu vou, espera que vou pegar com você - Disse e os dois seguiram para dentro de casa, enquanto conversavam.

(s/n) Off

Kook-Doo On

Kelly me acompanhou até a cozinha de minha casa, enquanto perguntava sobre meu trabalho.

In - Mais e você? O que você faz? - Indago pegando outras duas garrafas de soju, uma para mim e outra para ela.

Ke - Bom... - Começa sentando-se sobre o balcão de mármore - Após a enorme confusão que causei a anos atrás, eu decidi tomar vergonha na cara e tentar ter uma vida normal. Claro que é muito mais sem graça, mas eu gosto - Diz a morena lançando uma piscadela seguida de uma risada engraçada, que me fez rir junto.

In - E então você foi morar no EUA? - Pergunto e a mesma concorda.

Ke - Isso! Eu mantive contato com o Kris, até uns meses atrás, quando ele subitamente parou de me atender. - Fala bebericando a bebida que acabara de lhe entregar. - Aliás, eu deixei o trabalho de ajudar (s/n) a ele, já que precisei sair do país, só não achei que ele faria tanta confusão... mas também olha a irmã que ele tem, eu deveria ter imaginado.

In - De qualquer forma - Digo rindo - Ele ajudou ela sim, do jeito dele.

Ke - Pode-se dizer que sim - Concorda tomando um enorme gole de soju - Mas então, In Kook-Doo, fiquei sabendo que o pai dos filhos de (s/n) é seu irmão, mas ela passa maior parte do tempo o ignorando, e vejo que você gosta bastante dela.

In - Ela me disse que foi um "acidente". Coisa do momento - Digo pensativo - Estou apaixonado por ela, mas sei que ela não sente o mesmo, por isso não a forçarei a nada, apenas a estar perto é claro, afinal é um direito meu como tio.

Ke - É verdade. Sabe In, (s/n) se manteve durante todos esses anos pensando em seu irmão, por isso pouco se preocupou consigo mesma, e não se relacionou com ninguém. Acredito que ela nunca tenha amado ninguém, e tão pouco entende o que é isso, então... Deveria aproveitar para lhe ensiná-la, quem sabe você não desperta algo no coraçãozinho de gelo dela - Diz rindo, mas vi que a mesma falou sério.

Me senti feliz em ver que a amiga dela apoiaria um relacionamento entre eu e (s/n), talvez eu devesse seguir seu conselho. Kelly parece ser uma boa amiga, talvez ela me ajude a conquistar a Choi.

In - Acho que tem razão! Você poderia dar uma ajudinha também sabe, já que conhece ela melhor que eu. - Digo sugestivo.

Ke - Passei bons anos sem falar com ela, mas para sua sorte, ela não mudou tanto - Fala sorrindo - Ajudo sim, e com prazer!

In - Ah então fechou, vou ficar te devendo uma - Digo andando rumo ao quintal novamente, sendo seguido pela mesma.

Ke - Opa, aí sim hein! Mas olha, se falou tá falado, não pode voltar atrás - Fala rindo e admito que aquilo me assustou um pouco.

In - Ok, só não pega muito pesado - Digo fazendo-a rir mais alto.

Ke - Prometo tentar - Diz e pude ver maldade em seu sorriso.

Meu Deus, será que vou me arrepender disso?

Ao retornarmos para a rodinha de conversas, ficamos mais algumas horas falando de coisas aleatórias, até Kelly e Baek resolverem ir embora.

Decidimos pedir pizza para jantarmos, e durante a espera pela entrega, notei que (s/n), juntamente com Namjoon, estavam muito pensativos, então suspeitei que eles haviam conversado. Estou pensando em falar com Namjoon sobre nossa atual situação, eu não sei como ele se sente em relação a (s/n), e isso me deixa com receio de que ele sinta algo por ela, por ter demonstrado um certo desconforto quando falo com a mesma, ou quando me vê a sós com ela.

Não demorou muito para a pizza chegar, então todos jantamos, e fomos nos deitar, pois o dia havia sido realmente cansativo. Após tomar um bom banho, me deitei em minha cama e tentei dormir. Me revirei de todo quanto foi jeito em minha cama, e eu estava com sono, mas não conseguia dormir de forma alguma. Me levantei do móvel, um tanto revoltado, e decido ir pra sala assistir alguma coisa na TV.

Descendo as escadas, começo a sentir cheiro de fumaça e reviro os olhos. Porra, uma dessas esse cara fumando? E ainda por cima dentro da minha casa?

Respirei fundo e terminei de descer os degraus, andei até sua frente e ele mal me encarou. Sentei no sofá que ficava ao lado do que ele estava, e fico observando, aquele homem que era o cinismo em pessoa.

In - Se continuar fumando assim, vai acabar com câncer e morrer - Alerto e ele dá uma tragada em deboche.

Nj - Uma hora todos vamos morrer - Rebate e reviro os olhos.

In - Por que você tem que ser tão difícil? - Pergunto mais para mim mesmo, mas ele escuta e dá uma risada.

O fito por um momento, e lembrei que queria conversar com ele.

In - Namjoon? - Chamo sua atenção e ele simplesmente murmura um "hum?" - O que sente pela (s/n)?

Nj - O quê? - Indaga e finalmente me olha.

In - É seu pulmão que está com problema, não sua audição - Digo com tédio.

Nj - Por que quer saber disso? - Indaga dando de ombros.

In - Porque eu a amo! - Digo e vejo sua expressão cínica ficar séria - Eu quero fazê-la feliz, também quero ajudar na criação de seus filhos, e estar ao lado dela quando precisar.

Namjoon desvia o olhar para o chão. Vejo o mesmo franzir o cenho, mas logo volta a sorrir sacana, me encarando outra vez.

Nj - Ah entendi! Mas me diz, você realmente acha que conseguiria fazê-la feliz, ao menos acha que ela lhe quer ao seu lado? - Pergunta e aquilo me irrita.

In - Eu não sei, mas farei de tudo para que ela me ame da mesma forma que a amo. Farei de tudo por ela, e mesmo que sua felicidade não seja me ter como seu homem, eu continuarei ao seu lado até os meus últimos dias, porque ela é muito importante pra mim. - Falo fechando o punho.

Namjoon se levanta subitamente do sofá, e joga o cigarro no chão, logo me dando as costas e se pronunciando:

Nj - Tsc, quanta idiotice!! - Debocha rindo - Pode ficar tranquilo maninho, eu não sinto nada por ela, e não irei roubá-la de você.

In - Não estava com medo de você roubá-la de mim, até por que acredito que não conseguiria, e outra... eu jamais desistiria dela, apenas queria saber o que sentia por ela - Falo cínico e pude quase ter certeza, de que ele bufou ao começar a andar até a porta da entrada e sair por ela.

Suspiro fundo e decido ir dormir, talvez agora eu consiga...

Kook-Doo off

(s/n) On

Meses depois

As semanas foram se passando muito rápidas, quando me dei por mim, eu já estava no oitavo mês de gestão. Minha barriga está enorme, me mover é um verdadeiro desafio. Todos estavam muito animados para a chegada dos gêmeos, e já decoraram o quarto inteiro praticamente. Há pelúcias de todos os tipos, compraram um guarda-roupa para colocar apenas as roupinhas e fraudas dos bebês, colocaram papel de parede rosa e azul no quarto, entre outras coisas que não me lembro no momento.

Durante esse meio tempo, algumas coisinhas mudaram. Além do comportamento dos meninos, que ficaram todos melosos em relação a mim, o Guk está com um emprego quase que garantido, e se tornou muito próximo de minha amiga, cheguei a pensar na possibilidade deles estarem se gostando, mas Kelly sempre nega, embora pareça que ela tem sim um certo interesse no mesmo.

Namjoon... arrumou outra namorada, o nome dela é Victória, e ela é Tailandesa. Percebi que ele praticamente a trata como objeto sexual, é como se fosse mais uma puta de aluguel do que namorada mesmo. Mas ela realmente gosta dele, pois faz tudo que ele quer, e demonstrou hostilidade ao descobrir que as crianças que carrego são seus filhos.

Ela já aprontou muito comigo desde que chegou, claro não chegou a me machucar, mas ameaçou a mim e a meus filhos. Ela me trata mal, e sempre me xinga... e eu? Tô fodasse pra ela, essa magrela mal comida, tenho ranço de gente assim, aish!!

Não fui a única a notar o comportamento agressivo dela, na verdade Kook-Doo havia presenciado uma das discussões que tivemos, e me disse pra tomar cuidado, e não aceitar nem comida ou bebida, sem que ele mesmo desse. Combinei com ele de não contar nada ao Kim, pois sabia que ele viria com aquela cara de idiota dele, dizer que estou com cíumes da lambisgóia, e eu provavelmente me estressaria, coisa que não posso fazer.

Era apenas mais um dia normal naquela bendita casa. Minho estava treinando com Jungkook no quintal, Guk e Namjoon estávam na cozinha, e Victória estava largada no sofá mexendo no celular. Desço as escadas e ando em direção a cozinha, quando sinto uma almofada e chocar contra minhas costas.

(s/n) - Quanta infantilidade - Falo encarando a lacraia.

Vic - O quê? - Se faz de sonsa e tive vontade de dar um soco naquela cara ridícula dela.

(s/n) - Na moral, qual o teu problema? Fica com essa implicância idiota só por causa daquele traste? Você já parou pra refletir sobre isso? - Pergunto irritada.

Vic - Primeiro, não o chame assim. Segundo, você tem é inveja de mim adimita. Inveja porque eu o tenho, e você não conseguiu o prender a sí mesma nem com duas crianças no útero - Fala e eu acabei rindo.

(s/n) - Fala sério garota, inveja de você? Essa foi de última! Saiba que relacionado a você, a única coisa que tenho é nojo - Falo e ela franze o cenho e vem até mim.

Vic - Hurum, claro - Diz sarcástica e reviro os olhos.

(s/n) - Você é só uma puta, Namjoon nem gosta de você, parece que não enxerga - Falo e ela sorri de lado.

Vic - Diz isso porque ele dá a mínima pra ti, mas por que daria se ele tem a mim? - Indaga e sai rebolando em direção a cozinha.

Senti meu sangue ferver de ódio, e cerro os punhos imaginando como seria dar uma voadora nessa diaba. Acabei ignorando minha raiva, quando senti algo que me assustou... parecia algo rompendo dentro de mim, e de imediato, escorre água pelas minhas pernas.

Puta que pariu!

Andei até a cozinha, e vi Kook-Doo na frenre do fogão fazendo nosso almoço, e Namjoon sentado em uma das cadeiras com a piriguete no colo... opa!

(s/n) - Guk!! - Digo fingindo desespero, pois não havia sentido dor alguma, mas queria causar um conflito alí.

In - O que foi pequena? - Pergunta preocupado e Namjoon me encara junto de sua namorada.

(s/n) - A bolsa estourou! - Digo levando a mão na boca enquanto a fazia tremer um pouco.

In & Nj - O QUÊ? - Indagaram juntos no susto.

Ambos vieram correndo até mim, perguntando o que eu estava sentindo, e várias outras coisas que não compreendi, por rerem falado junto.

Nj - Vou pegar a bolsa dos bebês - Disse correndo pro andar de cima, em busca da bolsa que preparamos á umas semanas atrás.

In - Vou procurar a chave do carro - Disse voltando para desligar o fogo e logo fazendo o que disse que faria.

(s/n) - Eaí, tem certeza que ele não dá a mínima pra mim? - Debocho da garota que havia sido esquecida alí.

Ela revirou os olhos e saiu da casa, enquanto eu ia ao encontro de Guk, Namjoon, e os outros dois que já estavam com sorrisos estampados em seus rostos.

Ai, o dia vai ser longo.

(...)

Assim que nós cinco chegamos ao hospital, Guk e Namjoon falaram com uma enfermeira, e embora precisasse verificar as posições dos bebês, optei por fazer cesariana mesmo.

Conforme o tempo foi passando, eu comecei a apresentar dificuldade para respirar, por conta das dores que começaram a aparecer. Logo me levaram para um bloco cirúrgico, onde aplicaram uma anestesia e me deitaram em uma maca.

Após uma pequena discussão com o médico, Namjoon e Guk conseguiram permissão para entrar comigo na sala, contanto que não interferissem em nada, e ambos concordaram. Cada um deles se posicionou de um lado da maca e ficavam me olhando, e olhando para o médico que eu não conseguia ver, por conta do pano que colocaram tapando minha visão.

Nj - Como você está? - Pergunta visivelmente ancioso, assim como o In.

(s/n) - Estou um pouco zonza, e me sentindo meio noiada - Digo baixinho e ambos riem - Deve ser efeito da anestesia... Mas estou anciosa!

In & Nj - Eu também!! - Respondem juntos.

Um tempo depois, fecho os olhos e fico respirando fundo, até sentir duas mãos segurando as minhas. Abrindo os olhos, vejo Namjoon e Kook-Doo olhando para o médico com um brilho nos olhos. Antes que pudesse perguntar algo, eu escuto um choro ecoar pela sala.

Quase que imediatamente sinto lágrimas escorrerem pelo meu rosto, e um sorriso se forma não só em meu rosto, como nos dos homens ao meu lado também. Nós três sorrimos um para o outro, e pude ver seus olhos marejarem.

Uma enfermeira levou meu filho, para lhe banhar e colocar uma roupinha, enquanto outra aguardava a segunda criança, que dentro de uns 10 minutos viera. Diferente da primeira, esta não chorara e durante um tempinho, o médico verificou se minha filha estava bem. Ele a deu para a enfermeira, que se retirou logo em seguida.

Após o término da cesárea, o médico recomendou que eu descansasse, e não tentasse me movimentar muito. Me levaram á maternidade, e fora lá que aguardei junto de Guk e Nam, que não saíram do meu lado, em momento algum.

Os irmãos estavam conversando e rindo um pouco afastados de mim, e sorri ao vê-los se dando bem. Parece que meus filhos irão unir essa família conturbada. Meus pensamento são interrompidos pela porta do quarto sendo aberta, e as duas enfermeiras de antes adentram a sala.

Enf - Então quem é o pai? - Indaga sorrindo meiga, e Kook-Doo aponta para Namjoon que fica todo besta.

A enfermeira, que carregava meu filho, vai até ele e cuidadosamente, deita o mesmo sobre um de seus braços. Namjoon sorriu bobo para seu filho, que estava dormindo e não pude deixar de me alegrar com aquilo. A outra enfermeira, que iria colocar minha bebê sobre seu outro braço, para o que iria fazer, assim que ele se pronuncia.

Nj - Dê para ele segurá-la - Diz recebendo um olhar surpreso de Guk, que ficou em choque - Sabe que sou desajeitado, não quero arriscar carregar ambos - Fala tentando arranjar uma desculpa.

A enfermeira, que ria, faz o que ele pediu e logo se retira, junto da outra. Os dois se aproximam de mim, e se abaixam um pouco para que eu visse meus filhos.

(s/n) - São lindos!! - Digo me emocionando mais uma vez.

Nj - Claro, se parecem com o pai - Diz como se fosse óbvio.

In - E consequentemente com o tio - Fala e nós três rimos.

Em certo momento, eles os colocaram em meus braços, e dei um beijo sobre suas testas. Tão pequenos, tão lindos, tão vulneráveis. Acho que minha ficha só caiu realmente agora... Eu sou mãe!!... E eu juro que darei o meu melhor para essas crianças, quero que elas tenham tudo que eu não tive.

Eu precisava descansar, então eles tiveram que levá-los, e enquanto me entregava ao sono, sozinha naquela sala, pude sentir um vazio em meu peito.

(...)

Acordei com a porta do quarto sendo aberta. Minha visão estava turva e não pude identificar o indivíduo logo de cara, mas o fato é que segurava um de meus filhos, este que chorava muito.

(s/n) - Nam? Guk? - Pergunto, e sinto meu coração acelerar ao ouvir a voz do ser que carregava meu bebê.

Jh - Não (s/n). É o seu amiguinho Junhoe - Fala irônico e me apavoro.

Minha respiração começa a falhar, e o monitor de batimentos cardíacos começa a apitar descontroladamente.

(s/n) - J-junhoe... por fav..- Ele me interrompe.

Jh - Nem tente, sua psicopata maníaca. Não serei bondoso depois de tudo que fez - Fala e pude ver ódio em seu semblante - Eu disse que me vingaria de você, não disse?

(s/n) - J-jun... hoe - Comecei a chorar desesperada, enquanto esticava meus braços em direção a eles.

Jh - Você tirou meu pai de mim, então como você não tem um para mim fazer o mesmo... vou tirar seu filho de você - Fala rindo com meu filho que chorava em seus braços.

(s/n) - ENFERMEIRAS!! ENFERMEIRAS!! - Comecei a gritar, sem saber o que fazer, enquanto as lágrimas me impediam de ver direito.

Jh - Acho que já está na hora de ir... Diga Adeus a sua mamãe pirralho - Disse aproximando-se um pouco, e começo a me esticar mais tentando alcançá-los o que era em vão.

(s/n) - SOCORRO!! MEU FILHO. HUYANNN!!! - Comecei a gritar ao vê-lo ir em direção a porta - JUNHOE SEU DESGRAÇADO DEVOLVE MEU FILHO!! JUNHOE!! JUNHOOOOEEE!!

Comecei a chorar mais e mais, e com meu esforço para me levantar da maca, acabei caindo no chão, e me arrastando no chão, ouvindo a risada do Koo, que logo sumiu de minha vista e...

Meu mundo desabou alí!!

Continuo???


Notas Finais


Ñ ME MATEM POR FAVORRRR😅😣

*Ainda revisando

Desculpem por isso, mas foi necessário ksksks(rindo pra num chorar)💙

Me digam se gostaram, e o que acham que vai acontecer, adoro ler a teoria de vcs💙

Me desculpem mais uma vez💙Amo vcs viu?💙 Ñ desistam jimin e até o próximo capítulo👋👋💙


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