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História Love Scenario (Imagine - Moon Taeil) - Capítulo 8


Escrita por:


Notas do Autor


Demorei? Demorei!
Mas tô de volta!
Como vocês estão? Espero que estejam bem!
Ahhhh, criei um grupinho de leitores, então eu vou deixar o link ali embaixo, se duas de vocês entrarem... eu vou ficar muito feliz!

Bora pro capítulo?
Boa leitura, my little star!
Obs: Capítulo narrado pelo Yuta, e (S/N).
Acho que é o primeiro capítulo em primeira pessoa que vocês vão ler nessa fanfic. KKKKKKKKKKKKKK

Capítulo 8 - Capítulo 08


Fanfic / Fanfiction Love Scenario (Imagine - Moon Taeil) - Capítulo 8 - Capítulo 08

— Eu sempre fui seu, (S/N)! —ditei com o maior sorriso que conseguia, meu coração martelava contra minhas costelas e eu jurava ser capaz de ouvir as batidas rápidas e descontroladas do órgão. 

A mulher que se mantia sentada sobre a parte a qual passava agora me causar incômodo pois estava tornando a minha cueca apertada, sorriu e mexeu seu quadril propositalmente, causando um atrito gostoso entre nossos íntimos me fazendo quase que automaticamente investir contra ela, que sorriu mais ainda. 

— Eu te disse que era um instinto natural para os homens, Yuta. —ela se inclinou, colocando as mãos sobre o meu peito, chegando com sua boca pergiosamente perto de meu ouvido.— Sem muito barulho, porquê o Johnny está na sala, amor. 

Aquela que eu sempre amei se apoiou nos joelhos e tomou minha boca para si, enquanto encaminhava minhas mãos para sua bunda, onde ela me estimulou a apertar a carne com força por entre meus dedos, o que fez meu pau fisgar loucamente dentro de minhas calças e quando ela se afastou me puxando pela camisa para ficar sentado na cama, eu senti ali que eu sou inteiramente dela, submisso à ela! Não tem uma coisa que ela faça que não tenha efeito sobre mim. Ela sorriu afastando minhas pernas ao passo em que se aconchegava no meio delas, puxando minha calça junto de minha cueca; fazendo meu pau completamente ereto saltar pra fora da última peça citada. Nunca me senti tão vulnerável em toda a minha vida, estava exposto de uma forma tão promíscua à uma deusa, a deusa que eu sempre sonhei me enterrar tão fundo nela ao ponto de fazê-la entender o tamanho do meu amor e tesão por ela. 

Um amor que não é raso, ao contrário disso, é tão profundo que mal cabe em mim. 

A visão do paraíso e a certeza de que ele existe, foi quando a observei colocar meu pau naquela boquinha maravilhosa e a senti chupar a cabecinha do mesmo com uma maestria sem igual; certamente fui do céu ao inferno quando a mesma empurrou o resto do comprimento para dentro da cavidade quentinha sem muito esforço e o meu delírio sem dúvidas, foi quando meu membro atingiu sua garganta. Apoiei meus pés no colchão, flexionando meus joelhos, para dar apoio ao movimentar meu quadril, o que foi quase inevitável e pude ver um esboço de sorriso surgir em seu rosto, quando ela viu o que eu estava prestes a fazer. Ao encarar meu rosto, ela me deu a confirmação de que eu precisava, podia fazer aquilo que queria e então comecei  a mover meu quadril lentamente contra sua boca. A sensação era maravilhosa, eu mal conseguia controlar os sons que saiam da minha boca, mais altos do que o necessário.

Senti meu baixo ventre começar a se retrair e rapidamente a Seo tirou meu pau da boca, sorrindo travessa. Ela cortou meu ápice de maneira abrupta, e começou a tirar a minha blusa que vestia para dormir nesse tempo que eu estava aqui, revelando seu corpo completamente nu.

— Por que não me deixou gozar? —perguntei e senti meu rosto quente. 

— Vai gozar, mas dento de mim! 

Ela ficou por cima novamente, encaixando meu membro em sua entrada, se sentando sobre ele vagarosamente e quando teve o mesmo todo dentro de si, ambos gememos juntos e alto o suficiente para que John escutasse o que estávamos fazendo. E sem esperar eu me acostumar com a sensação que era estar dentro de si, ela começou a mover seu quadril me fazendo automaticamente segurar sua cintura e auxiliá-la no processo. 

A Seo se cansou de ficar por cima e eu notei isso, fazendo a mesma deitar com as costas contra o colchão e encaixei meu pau na mesma de novo, movimentando meu quadril contra o dela, a ouvindo gemer gostosamente baixinho em meu ouvido. Não demoramos muito para atingirmos o orgasmo e nosso prazer se misturar dentro dela, e mesmo cansado, tive o cuidado para não cair em cima dela, me jogando para o lado, quase caindo ao chão por não me lembrar que a cama é de solteiro. Exausto e com um sorriso no rosto, me levantei para ir no banheiro, tomar um banho catando a cueca no chão. 

— Vou tomar banho, você quer vir? —perguntei receoso da resposta. 

— Pode ir, vou fazer algo pra gente comer, bebê. 

Ela ditou colocando a minha blusa novamente e nós dois saímos do quarto, eu de cueca e toalha em mãos, e ela ajeitando a blusa. Pisamos no corredor e olhamos em direção à sala, vendo Taeil e John no sofá. Puta que me pariu, Taeil tinha de aparecer pra estragar a melhor noite da minha vida. 

■■■

Taeil estava em casa e provavelmente ouviu tudo o que eu fiz com o Yuta, e devo ressaltar que foi  melhor coisa que eu fiz... pela primeira vez me senti completa ao fazer isso com alguém. Eu cumprimentei os dois e passei para a cozinha, fazer algo dentro da dieta do Yuta. Estava concentrada cozinhando o que tinha escolhido para o jantar, logo tomando um susto quando duas mãos agarraram minha cintura e me pressionaram contra seu corpo. 

— Você está fodida na minha mão, Seo. Transando com o Yuta enquanto sabe que eu sou o único que pode meter em você. —Taeil sussurrou conta minha orelha, me fazendo arfar— Eu sou o único que te deixa molhadinha só de falar. 

— Taeil, você tem outra mulher! —ditei e sorri para o mesmo. 

— Mas ela não fode que nem você. —ditou e se afastou um pouco— e nem tem meu coração. 

Ele sussurrou, creio que não fosse para eu ter escutado, como se fosse um lembrete pra ele mesmo. Suas mãos deixaram meu quadril e e ele se ajeitou no encostando na mesa quando ouviu passos, pude sentir pelo perfume que Yuta tinha entrado e veio logo pro meu lado. 

— Oi Taeil. —ditou para o amigo que murmurou um "eae" e se voltou pra mim— Amor, qual remédio eu tenho que tomar agora? 

Ao ouvir a palavra amor sendo dita por Yuta, Taeil socou a mesa e riu soprado. 

— Talarico. 

— O único talarico aqui é você! Sabia que eu gostava dela desde o início. —Yuta ditou com raiva na voz. 

— Yu, vai buscar seus remédios. São os que tem etiqueta azul. —ditei abandonando a panela— Estão no nosso quarto, vai lá, por favor. 

Yuta olhou pra mim e assentiu, saindo da cozinha, e antes que sumisse completamente do cômodo, olhou novamente pra mim e vi um pequeno filete de sangue escorrer por seu nariz, droga. Ele está passando mal. 

— Taeil, não irrita ele. —ditei e voltei a mexer na panela, esperando o mingau ficar pronto e desliguei o fogo assim que atingiu o seu ponto— Ele não está bem. 

— Tá bem sim! Estava te fodendo há pouco tempo. —disse e socou a mesa de novo— Quer saber? Que se foda! 

Taeil abandonou meu apartamento furioso, e John apareceu na cozinha com o olhar assustado. 

— Yuta está te chamando. 

■■■


Notas Finais


Obrigada por ter lido até aqui, my little star.
Beijinho!

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