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História Love Shot - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oioi quanto tempo não? Eu tive um enorme bloqueio criativo, mas consegui me recuperar... Nunca escrevi um yaoi ou algo do tipo, então realmente espero que não tenha ficado ruim.. (Na fic o Chanyeol será MAIS VELHO do que Baekhyun).
Espero que gostem ^^
Boa leitura! <3
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Capítulo 1 - ONE


Fanfic / Fanfiction Love Shot - Capítulo 1 - ONE

ONE


Ah como Park se divertia com aquilo... O mesmo acabará de ter sua vítima, Henry Benjamin, um cara jovem porém envolvido com a máfia. E após uma rápida puxada no gatilho, uma bala estava a atingir o jovem, e apenas com um simples tiro, Park Chanyeol havia faturado seus cinco milhões de dólares. O mesmo sorria vitorioso, nunca errou um tiro sequer, além de bom de mira o mesmo conseguia  sumir rapidamente com a pessoa e ainda fugir para outro país como se nada tivesse acontecido. A cada “serviço” que fazia, o mesmo faturava uma boa quantia, então nunca se importava em sair do país, já havia cumprido sua missão e não haveria motivos para continuar em tal país. O garoto de cabelos negros, com um e oitenta e cinco de altura, tinha um rosto jovem o que lhe tornava um tanto fofo... mas aqueles que sabiam quem era o suposto “asiático fofo” tinham certo medo e preferiam ter certa distância do mesmo. Chanyeol era assassino de aluguel, mas nada o impedia de carregar o cartucho, puxar o gatilho e dar lhe um belo tiro certeiro, o mesmo adorava trabalhar com isso...
Um tanto entusiasmante? O som do disparo, da bala perfurando a pele, ele simplesmente achava tudo isso incrível e satisfatório. Começou com isso desde cedo, seu pai era um tenente e o havia ensinado a usar armas desde pequeno; mas uma guerra contra outro país tirou a vida de seu pai, no auge de seus dezesseis anos. E foi assim que o belo atirador havia começado sua carreira... com o tempo, não se importava mais se atiraria em mulheres, crianças ou pessoas de idade, ele apenas estava interessado na quantia que receberia e em nada mais. Após a perda de seu pai, ele não se importava com nada, passou a viver uma vida de luxo com o dinheiro que ganhava a cada disparo. Park nem se quer sabia mais o significado da palavra amor, ele não queria um romance e nem nada que pudesse atrapalhar seus negócios, queria apenas viver a vida como se não houvesse um amanhã. 

Adorava conhecer novos lugares, tinha contatos no mundo todo, carros de luxo, e pilhas de dinheiro que provavelmente não conseguiria gastar tudo antes de morrer. 

Filhos? JAMAIS! Ele nunca nem se quer gostou de crianças, em seu ponto de vista elas apenas sabem chorar, fazer birra e pedir presentes aos pais.

Chanyeol não tinha em quem confiar, não tinha com quem compartilhar sentimentos, era apenas uma pessoa solitária que preferiria morrer a ter de se aproximar muito de alguém e depois ser traído pela mesma. A cada viagem -ou melhor- fuga, ele conhecia novas mulheres, nas quais nem se quer tinha o mínimo interesse, pois todas queriam apenas seu dinheiro ou coisas do tipo.

[...]

Seul, Coréia do Sul.

O jovem Park havia acabado de chegar à Coréia do Sul, país no qual tinha um novo trabalho a fazer e também seu último trabalho. O mesmo já havia se decidido, ele queria parar com toda essa história de tiros, armas e mortes, por mais que gostasse de tudo isso, ele queria passar a ter uma vida normal, morar fixamente em um país, ter uma boa casa, algo simples e sem chamar muito a atenção. 

Pouco tempo após desembarcar, o mesmo recebeu uma mensagem de um número privado.


Número privado: então o famoso Park está na Coréia.

Chanyeol: e quem seria você?

Precisa de algo?


Número privado: gostaria de falar sobre negócios.
Podemos nos ver pessoalmente?

Chanyeol: Diga-me onde e quando.

Aliás... sobre o valor.


Número privado: Rio Han, hoje mesmo ás 21:00.
Depositarei antecipadamente.
4.5 milhões.

Chanyeol: wow, a pessoa deve ser importante.


Número privado: acredite se quiser.
Está pessoa não vale isso tudo.
Mas soube que você faz um belo serviço, vou recompensar.

Chanyeol: se você diz;

Estarei lá no horário.



O mesmo havia ficado intrigado, como alguém sem importância lhe renderia tudo aquilo? –deu um belo sorriso de canto. – Pelo menos iria receber bem, ele pensou.

E por que raios, alguém lhe daria tudo isso apenas para lhe “recompensar”, somente um doido faria isto, não querendo se gabar, mas realmente seu serviço era mesmo exemplar.

Como era seu último serviço a ser feito, deveria ser bem feito.

Assim como todas as outras vezes, ele deveria saber bastante sobre a pessoa, coisas tais como: idade, o que fazia e se tinha descendentes criminais. Mesmo que fosse extremamente bom em tudo, não poderia arriscar sua própria vida.

[...]

Rio Han, Seul, Coréia do Sul.

Chegando ao local combinado, o mesmo encontrou um homem com um terno preto um tanto gasto, sapatos de couro e um cigarro em sua boca, o mesmo tragava enquanto olhava fixamente para o rio, mas ao perceber uma presença, se virou e olhou atentamente para Chanyeol.


Homem de terno: Então finalmente estou a conhecê-lo senhor Park. É um enorme prazer vê-lo pessoalmente.

PCY: Prazer em conhecê-lo... Mas sem enrolações, por favor, vamos direto ao ponto.

Homem de terno: Vejo que quando se trata de negócios, você é bem focado. –soltou uma risada anasalada.– Vejamos, acabei de lhe depositar o dinheiro, sei que não haverá falhas, certo?

Chanyeol apenas assentiu que sim com a cabeça e indicou para que o homem continuasse a falar.

Homem de terno: Primeiramente pode me chamar de Kim, ou como preferir. Sou uma boa pessoa, faço empréstimos para pessoas que precisam... mas um homem um tanto necessitado pediu uma grande quantia de dinheiro para comprar drogas e não me devolveu um centavo, e infelizmente morreu tendo uma overdose. – Park olhava atentamente e um pouco curioso com a história.– Então eu disse a seu querido filho para que me pagasse tudo o que o pai me devia, esperei por mais de dois anos e o pirralho não conseguiu me pagar tudo, agora quero que você dê um jeito nele, e suma com ele de  uma vez. Você tem três meses para sumir com ele, não me importa como, apenas suma com o garoto.

PCY: Você é agiota?

Homem de terno: Podemos dizer que sim; Sobre o garoto, ele se chama Byun Baekhyun e trabalha em uma pequena cafeteria, tem 22 anos, é magricelo....  Lhe direi o endereço. Você o vigiará durante um tempo?

PCY: Sim, preciso esperar um momento em especial para encurralar alguém, até lá, me aproximarei do garoto e darei um jeito no mesmo.

Homem de terno: Realmente gostei de ti, espero nos encontrarmos mais vezes;


O próximo, e também o último de sua lista:

[X] Byun Baekhyun, jovem, 22 anos, magrelo da cafeteria.


O jovem Park por sua vez achou que seria bem fácil pegar o menino Byun, ele apenas não sabia que haveria complicações antes de tirar a vida do mais novo.


Notas Finais


Aaaa eu realmente estou ansiosa para postar o resto da fic ksks. Espero que tenham gostado, até o próximo capítulo!
(seu comentário é importante para saber o que está achando).

/Já tem alguma teoria sobre o que vai acontecer?../

Bjs até a próxima! <3


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