História Love Sick - Capítulo 10


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Categorias Noragami
Personagens Bishamonten, Daikoku, Iki Hiyori, Kazuma, Kofuku, Kugaha, Kuraha, Mayu, Nora, Nora, Rabou, Tenjin, Yato, Yukine
Tags Adolescente, Anime, Bisha, Bishamon, Bishamonten, Comedia, Daikoku, Drama, Ebisu, Ficção Adolescente, Hentai, Hiyori, Insinuação De Sexo, Kazuma, Kofuku, Nora, Noragami, Noragami Aragoto, Romance, Shoujo, Suzuha, Yato, Yukine
Visualizações 15
Palavras 1.401
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa dor vai passar
E você vai melhorar
Mesmo que o mundo tente te derrubar
Mas se o céu desabar
E então você chorar
Você estará seguro, não se esqueça
Que essa dor também é o que nos dá força! - Sign

Naruto é vidaaa!! E essa abertura passada para o português é perfeitaa!!

~ Maix um capítulo ~
Espero que gostem ♡

Capítulo 10 - O Início de uma noite longa!


     POV Hiyori

Se havia passado algumas horas e Yato não tinha me respondido, ignorei minha pergunta pra não o incomodar novamente, voltamos a fazer as pesquisas e tudo o que ainda faltava.

                          [...]

Estava de noite, pois a pesquisa sobre o trabalho havia demorado mais que o esperado, ainda nos encontrávamos em seu quarto.
Nós não trocávamos muitos diálogos, apenas conversas super curtas sobre o trabalho, talvez...fosse melhor assim entrar em uma conversa com ele seria algo sem volta, afinal o que eu iria perguntar? Algo do tipo, porque se tornou um idiota? Porque não tá falando comigo? Porque tem duas namoradas? ( risos ). Eu tinha várias perguntas, mas, zero coragem de fazer algumas delas, acho que a conversa ficaria meio chata, porém uma hora ou outra eu sabia que esse silêncio iria acabar e algumas dúvidas seriam tiradas.

Quando finalmente terminamos de fazer nossa pesquisa, fui ligar para um táxi e a única coisa que eu recebia era aquela bendita voz dizendo para mim ligar mais tarde. Não fui para casa sozinha, pois estava chovendo e as vezes o céu da noite se iluminava pelos imensos relâmpagos e trovões.

--- Conseguiu ligar para algum taxi? --- pergunta Yato.

--- Não, só está dizendo para mim ligar mais tarde. --- falo olhando para o celular.

--- Vou tentar ligar do meu.

--- Por favor. --- Ele pega o celular e começar a discar alguns números.

Alguns segundos e Yato também não conseguiu, apenas caía para a caixa postal.

--- É melhor você dormir aqui. --- olha pra mim com um olhar preocupado por eu ter que ir com a chuva rígida que estava lá fora.

--- Q-QUE?!... --- Me espanto pelo o seu comentário. --- N-Não...

--- Eu falei sério... --- fala realmente com uma expressão seria e preocupada, me arrependi de ter "surtado" até porque ele só estava apreensivo deu ter que ir nessa tempestade. --- Não quero que vá com essa chuva severa que está caindo.

--- N-Não sei... --- olho para baixo, meio á dúvida.

--- O que?

--- Sei lá...

--- Eu não vou fazer nada com você...

Ele fala meio estranho como se ele fosse realmente tentar alguma coisa ou comonseubeu estivesse com medo dele, o que me deixava inquieta.

--- T-Tudo Bem...

Yato estava sentado na cama, enquanto eu estava em pé quando tentava fazer uma ligação.
Meus pais tinham ido fazer uma viagem a trabalho e eu estava em casa sozinha, estávamos na sexta-feira e eles iam passar o final de semana e a segunda-feira fora de casa, então eles não iriam se incomodar ( até porque não vou contar nada ) de mim dormir aqui na casa dele.

--- Você pode dormir aqui no meu quarto, eu durmo lá na sala.

--- P-Poder ser...

--- Pode parar de falar "nervosa" assim, já disse que não vou fazer nada com você.

--- E-Eu acredito em você.

--- Não tá parecendo...--- baixa a cabeça.

--- Sei que você nunca tentaria nada... --- chego perto dele e coloco minhas mãos segurando o seu rosto.

Tinha uma ótima visão de seu rosto, olhos azuis que brilhavam e com sua franja em seu rosto, seus cabelos era macios e lisos, com uma cor que representavam bem o escuro da noite, mas...olhando mais profundamente em seus olhos tinha uma pequena faísca de escuridão, alguém que estava sozinho, que gritava por socorro meio aquela escuridão.

Tiro minha mão de seu rosto ou aquilo iria se aprofundar demais.

--- Bom...Não vou te matar de fome, é melhor eu pedir uma pizza.

--- Ótima, ideia!

Ele se levanta e desce as escadas indo lá para baixo.
Logo desço e vou até ele, apenas o observo pegar um telefone que ficava na sala e conversando com a atendente da pizzaria.

--- Pronto. --- desliga o telefone e o deixa no lugar onde estava. --- Agora é só esperar a pizza chegar.

Nós estamos falando um com outro com tons de vozes frios, calmos, pensativos, sem assuntos, como desconhecidos, perdidos, era horrível não falar com ele como antes era completamente agonizante.

--- Ok...

Ele vai em direção a geladeira pegando uma garrafa d'água em seguida um copo.

Sento no galpão de mármore que havia ali e cruzo as pernas, ele se apoia com os dois braços no galpão, ao meu lado bebendo seu copo de água.

Dou uma risada fraca.

--- O que foi? --- Pergunta Yato se virando para mim.

--- É estranho...

--- O que?

--- Nós...nós sempre nos falávamos como se não houvesse mais nada existente no mundo e agora...tsh...somos completos estranhos...

--- Tem razão...

--- Porque não conseguimos voltar a ser como antes? --- baixo a cabeça mexendo em minha unhas.

--- E-Eu não sei... --- baixa a cabeça.

--- Então somos dois...

Por alguma razão do destino, algo totalmente por impulso, sem pensar...
Puxo o rosto de Yato calmamente para olhar para mim, o mesmo abandona o copo de água que estava bebendo e se encaixa entre minhas pernas e começamos a trocar olhares de pessoas que estavam desesperados pelo o beijo um do outro, eu sentia que precisava de seus lábios avermelhados junto aos meus e que não nos separassemos nunca mais.

Demos um pequeno suspiro desesperado e quando íamos selar nossos lábios.

--- Eu...Não... --- Yato alterna entre meus olhos e lábios. --- mereço ter seus lábios junto aos meus, você não merece alguém como eu...m-me desculpe...

Ele suspirou e saiu de perto de mim indo em direção ao seu quarto com uma expressão com raiva de si e de cabeça baixa, com as mãos dentro de seu moletom que estava utilizando.

Nossa...talvez tenha sido melhor assim, eu acho...

Alguns minutos se passaram e eu continuava andando pela a sala e Yato no quarto, como sempre nós estamos apenas comos estranhos, conhecidos.

A pizza logo chega e Yato saí do quarto, tento evitar o seu olhar olhando para outro lugar, ele recebe a pizza e se senta no sofá.

--- Vem... --- parece que ele também está tentando evitar me olhar.

--- Ok... --- Sei que o sofá não é o lugar onde eu queria sentar mais, deixar ele comer a pizza sozinho eu não vou.

--- Quer assistir alguma coisa?

--- Pode ser...

Ele liga a TV e coloca na Netflix.

--- O que você quer assistir?

--- Tanto faz...

Mais alguns minutos se passam e estamos sentados a grande distância um do outro, não comemos a pizza e a Netifix estava sem nenhum filme.

Quer saber? Deixar essa pizza deliciosa esfriar eu não vou e também não pode existir pra sempre esse silêncio. Decido abrir a caixa da pizza e retiro um pedaço entregando para ele.

--- Pega... --- ele o recebe, retiro outro e como. --- Acho que com certeza não vamos assistir nada, então... --- desliguei a TV.

Estávamos comendo a pizza só que sem nenhum tipo de conversa.

--- Por favor fala alguma coisa.

--- Tipo o que?

--- Sei lá, me tira desse silêncio.

--- Não sei como fazer isso.

Mais um silêncio de alguns minutos aparecem e ele decide falar.

--- A verdade pela a qual eu tenho uma cama de casal é que... --- olho surpresa para ele. --- É a única coisa que resta dos meus pais, uma lembrança, consigo sentir seus cheiros e talvez eu não esqueça deles.

--- M-Me desculpe por ter feito a pergunta...

--- Tudo bem, não me importa se foi você quem a fez...

--- Se você quiser falar mais sobre isso.

--- É só besteira.

--- Eu adoraria saber... --- chego para perto dele.

--- Talvez outro dia...

--- Esse seu talvez é um nunca?

--- Eu vou te entregar uma blusa minha para você não dormir com essa roupa. --- muda de assunto.

Notei que ele não queria mais continuar a conversa e para não invadir sua privacidade apenas fiquei calada e o agradeci.

--- Obrigado...

Nós sobimos para o seu quarto e ele me entrega uma blusa preta.

--- Pode ir se trocar no banheiro do meu quarto.

--- Ok...obrigado.

--- De nada... eu tô indo lá pra sala. --- Pega um lençol e um travesseiro e saí do quarto.

Vou até o banheiro e visto sua blusa que em mim ficava um blusão e volto para o quarto, apago as luzes e me deito na cama.
















Notas Finais


Será que isso vai dar certo? Ou não kkkk

Espero que tenham gostado!!

~ ♡ BJUXXXX ♡ ~


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