História Love Story - Daejun ABO - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Abo, Bangtan Boy, Boy Love, Boyxboy, Daejun, Jikook, Jikook Abo, Namjin, Spin-off, Taegi
Visualizações 434
Palavras 3.044
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura! ^^

Capítulo 3 - THREE


Fanfic / Fanfiction Love Story - Daejun ABO - Capítulo 3 - THREE

“Amar! É um risco, mas se não houvesse risco não haveria amor, puro e verdadeiro.”Alexandre

Junghyun P.O.V’s

     Depois do episódio com a ômega oferecida, procurei me manter mais colado ao meu namorado, não por me sentir ameaçado por sua presença, sei muito bem que Daesung jamais iria me trair, mas por sentir medo de que aconteça algo mais grave. Desde que Dae e eu ficamos mais íntimos, acho que posso nomear assim, venho me sentindo mais fraco e dependente do mais velho. Sei que isso não é um bom sinal, e que devo ter uma personalidade forte, mas é como se eu tivesse um medo imenso de perdê-lo. Preciso de um tempo e coragem para conversar com Jiminnie appa, somente ele pode me entender.

     Após o almoço voltei para a barraca, meio preguiçoso e até mesmo manhoso, me enrolei nos edredons, sentindo o aroma de Daesung espalhado pelo local. Em minha mente, diversas lembranças de nossos momentos, como ele consegue ser fofo em um simples gesto, mesmo sendo alfa carrega consigo muitos traços de personalidade do meu tio Yoon. Estava terminando de ler um livro quando ele entrou, se deitando ao meu lado, com seus olhos parecendo mapear cada centímetro da minha pele.

     – O que tanto olha? – Ele sorriu, me chamando com um dos dedos. – Dae, todos estão lá fora, pare com isso.

     – Eu não estou fazendo nada, anjinho! – O mais velho riu, literalmente enfiando a cabeça embaixo da minha blusa, deixando pequenas mordidas em meu abdômen.

     – Dae, preciso falar algo sério com você. – O alfa parou o que estava fazendo para me dar atenção. – Promete que não vai ficar bravo?

     – Isso depende, Junghyun! – A forma que ele me encarava, parecia saber a verdade ou até mesmo ler minha alma. – É sobre a marca em seu pulso? Sei que não foi feita por Jihyun.

     – Você sabe?! – Se antes ele estava suspeitando, com minha reação Daesung teve a certeza.

     – Quem foi? – Seu tom de voz me lembrou o do meu pai alfa, quando está irritado com algo.

     – Você prometeu que não ia ficar bravo. – Lhe encarei com os olhos repletos de lágrimas.

     – E você prometeu que não iria mentir para mim. Estamos quites. – O mais velho afastou as mãos de meu corpo, se sentando em minha frente. – Quem foi o infeliz, Junghyun?

     – Foi um colega de classe. Eu fiquei com medo, Dae! – O encarei novamente, mas ele nem mesmo ousou me tocar. – Para Sooyoung, eu sou invisível dentro daquela escola. Ela nunca está por perto. Tentei me defender, mas sabe como vocês alfas são mais fortes fisicamente, só consegui escapar porque o diretor apareceu.

     – Por que não disse ao senhor Kim o que havia acontecido? – Seu tom ainda era sério. – Não adianta me olhar assim, quero respostas, Junghyun!

     – Porque eu não queria preocupar meus pais e você. – Abaixei a cabeça envergonhado. – Mas estou com medo de voltar para o colégio.

     – Eu quero o nome, Junghyun? – Me encolhi, usar a voz de alfa para conseguir algo não é o certo, mesmo que Daesung tenha razão. – Tio Jungkook vai até seu colégio essa semana, ele vai descobrir de qualquer jeito. E pelo bem desse pivete, acho bom não atravessar meu caminho, quem quer que ele seja.

     – Não quero que você brigue, Dae! Por favor, por isso não disse nada antes. – Meu corpo começou a tremer, e vendo aquilo seus braços me acolheram.

     – Só quero dar uma lição no desgraçado que ousou colocar as mãos imundas em você, Jun! Ele acha que vai deixar meu ômega com hematomas e ficar por isso mesmo. Devo lhe ensinar bons modos. – Daesung me abraçava, mas ainda era palpável sua raiva. – Olha! Vamos aproveitar o passeio, depois resolvemos isso. Se acalma, nada mais vai te acontecer.

     Acabei adormecendo em seus braços, acho que o almoço fez mais do que me saciar, me deixou mesmo com sono, e o clima frio não estava ajudando muito. Devo ter dormido boa parte da tarde, já que quando acordei, o dia parecia um pouco mais escuro. Dae conversava com os amigos do lado de fora, enquanto já se aprontavam para acender a fogueira, nossa última noite ali, e devo admitir que estou agradecendo internamente pelas horas estarem passando rápido. Não é que as companhias sejam desagradáveis, Minjun se mostrou um ótimo hyung, mas o local estava um pouco carregado com a presença de Minah.

     A garota até mesmo me pediu desculpas, mas senti que não passavam de palavras vazias, sem mencionar os olhares provocantes que lançava para o lado do meu alfa, sorte que Dae parecia pouco se importar, chegando até mesmo a me lançar alguns sorrisos, já que eu não queria sair de dentro da barraca. Na hora do jantar, o mais velho trouxe um pouco do ensopado que haviam feito, Minjun hyung tem um talento incrível para cozinhar, não sei como não conseguiu despertar o interesse do alfa ao qual está apaixonado, sendo sincero, Seunghyun parece tão lerdo quanto meu pai Jungkook.

     – Quer mais um pouco? – Dae perguntou quando viu a tigela vazia, tento uma negativa como resposta. – Pegue nossas escovas, vou apenas levar a tigela de volta e já venho para te levar até o lago.

     Fiz o que ele pediu, tentando vencer um pouco do frio e segui-lo até o lago segundos depois. Eram pouco mais de dez da noite, quando decidimos nos recolher, a maioria já se encontrava em suas acomodações, tentando aquecer seus corpos em mais uma noite típica de inverno. Só esses malucos para ter uma ideia absurda de acampar com temperaturas tão baixas, e eu mais maluco ainda em insistir para vir com meu namorado. Também devo entender que Daesung tem amigos, e que privá-lo de viver aventuras ao lado deles, apenas por termos um relacionamento não é algo que me parece certo.

     Assim que o alfa pareceu se acomodar melhor, ou ao menos ficou mais quieto embaixo das cobertas, me aproximei de seu corpo, ouvindo um suspiro baixo deixar seus lábios. Era como seu o mais velho estivesse sentindo alguma dor, ou estivesse incomodado com algo. Talvez ainda estivesse chateado com a mentira que contei sobre a marca em meu pulso, ou apenas cansaço por dormir longe de sua cama por duas noites. Mas logo pareceu estar de volta à realidade, passando seu braço na base de minha coluna, me fazendo ficar mais juntinho ao seu corpo.

[...]

     Nossa noite foi tranquila, e pela manhã, Dae me acordou com beijos no rosto, com um sorriso lindo que apenas eu tenho o privilégio de ver ao acordar. Isso torna melhor os meus dias, ter seu carinho logo cedo é como uma injeção de animo. Ir até o lago escovar os dentes com a temperatura próxima aos cinco graus foi complicado, mais a sensação foi única, ainda mais ao tentar pegar um pouco da água que estava presa embaixo de uma fina camada de gelo, cenário maravilhoso para um foto. E lá se foi, mais um registro nosso para a memória do aparelho de meu alfa.

     Conversando com seus amigos, eles chegaram à conclusão que não poderíamos esperar o fim de tarde para ir embora, poderia ser perigoso voltar dirigindo pelas estradas, depois que a média de temperatura caiu cerca de dez graus nos últimos dois dias. Certeza de neblina densa durante a noite, o que torna o transito por volta do meio dia mais seguro. Bom, pelo menos com essa decisão, irei chegar em casa mais cedo que o previsto, e fará meu namorado ganhar alguns pontos extras com meu pai alfa.

     Está aí, algo que até hoje não entendo. Antes de assumirmos o relacionamento, meu pai Jungkook tratava Daesung como um filho, tinha total confiança, mas tudo mudou depois daquele dia, talvez seja o que meu pai ômega disse, ele está com ciúmes por minha atenção estar mais voltada para o relacionamento, do que para ele. Esse é o lado ruim de ser o único filho que lhe dá um pouco de carinho sem exigir nada em troca. Mas o que aquele velho alfa deve entender é que os filhos crescem e um dia vão seguir o próprio caminho.      

     – Gostou de estar em nosso meio, Junghyun? – Seunghyun perguntou enquanto estávamos todos em volta do que ainda queimava da fogueira. – Somos loucos, mas sociáveis.

     – Yah, Hyung! Vocês são legais. – Fiquei meio envergonhado quando Minah bufou revirando os olhos.

     – Ei, pequeno! Não ligue para ela, isso é inveja sabe. – Eunbi disse me estendendo um objeto. – Tome fique com isso, observei que você gosta de pulseiras e anéis.

     – É linda, Noona! – Falei analisando a pequena pulseira artesanal. Pequenas tiras de couro trançadas, com um pingente metálico de âncora.

     – Interessante. Ficam enchendo meu ômega de presentes, e você senhor Junghyun, não fique se assanhando com isso, hum... – Tive que gargalhar, abraçando meu alfa em seguida.

     – Deixa de ser ciumento, Daesung! – Hyeon foi quem entrou na conversa. – Tenho dó de você, garoto, ficar aturando esse alfa resmungão o dia todo.

     – Dae não é chato, Hyung! É um ótimo companheiro, costumamos passar tardes fazendo o que sabemos de melhor, dormir. – Todos eles riram, exceto uma pessoa.

     – Você deveria trazê-lo mais em nossos passeios, Daesung! Seu ômega além de fofo é divertido. – Eunbi noona voltou a dizer. – Ficamos felizes que tenham conseguido assumir, esse alfa não nos deixava mais em paz, de tanto que se lamentava por esconder esse sentimento.

     – Fale isso por vocês. – Minah se levantou pegando a mochila. – Seung Oppa, vou esperar no carro.

     Assim que ela saiu os mais velhos se desculparam pela falta de consideração e respeito da amiga, juraram que em uma próxima oportunidade não a trariam conosco. Meu namorado continuou tendo seus podres expostos, e eu continuei fingindo que não tinha conhecimento deles, afinal Daesung me conta absolutamente tudo o que ocorre em sua vida, exceto sobre a situação de Minah e seu amor platônico, coisa que será discutida quando tivermos um pouco mais de privacidade, estou apenas deixando a poeira abaixar.

     – Hyung, posso ser sincero com você? – Encarei Seunghyun, após perceber que Minjun estava há alguns metros, ajeitando as últimas coisas na mochila. – Deveria passar a observar mais a sua volta, existe uma pessoa entre seus amigos que te ama incondicionalmente.

     – Eu sei, mas não tenho coragem de chegar até ele. – O mais velho suspirou, em um mundo como hoje, chega a ser engraçado encontrar um alfa inseguro. – É ruim ver ele sendo maltratado e não ter a coragem de defendê-lo como Daesung faz com você.

     – E vai deixar seu amor ficar triste pelos cantos por que é um covarde? – Achei que fosse levar bronca por chamá-lo daquela forma. – Perdão, Hyung! Mas se gosta mesmo dele, não terá uma chance melhor que essa.

     – Por que está dizendo isso? – Ele me encarou com uma sobrancelha erguida.

     – Porque Minjun hyung não disse a vocês, mas planeja ir embora no fim do ano. Não aguenta mais ficar apenas de opção, torcendo para que em algum momento da vida você note a presença dele, e veja que o que sentem é bem mais que amizade. – Desabafei, sabendo que meu mais novo amigo passa pelo mesmo que passei a uns tempos de minha vida. – Vai lá, hyung! Aproveita que ninguém está vendo.

     – Daesung, eu amo seu ômega! – Ele tentou me dar um abraço, mas foi impedido por meu alfa.

     – Errou o lado, Seunghyun! – Dae apontou para onde seu amigo ômega ainda estava distraído, vendo o alfa caminhar naquela direção.

     – Preparem os celulares, esse momento deve ser registrado para a posteridade. – Hyeon disse nos fazendo rir, mas ainda assim levando a sério o assunto da câmera.

     Em menos de um segundo Seunghyun surpreendeu Minjun hyung com um beijo de tirar o fôlego, inspirando até mesmo Daesung que me puxou para fazer o mesmo. Entre o beijo, foi possível ouvir Eunbi dizendo que a fantasia de vela havia sido deixada em seu closet. Brincadeira a parte, o resto do nosso momento ali foi reservado para juntar as coisas, enquanto o novo casal conversava animadamente. É isso que penso quando vejo duas pessoas que se amam ficando isolados por medo, tudo na vida merece seu risco.

     Nos despedimos ali mesmo, prometendo mais passeios entre o grupo. Nem é preciso dizer que voltamos sozinho no carro, já que Minjun resolveu voltar na companhia de seu amigo, e talvez agora namorado. Com as duas horas de viagem, chegamos em Seul eram pouco mais de quatro da tarde, Dae me levou direto para casa, mas para minha surpresa, somente meu pai ômega estava presente, e junto dele, o mais novo membro da família, Félix.

     Félix é um gato que Jungkook appa resolveu adotar, mas estava com receio de trazê-lo para casa. Desde a morte de Snow, meu pai ômega se ressentiu com o assunto de ter um novo bichinho em casa, tratava aquele velho gato branco como um filho, até que a idade pesou e ele morreu de velhice com pouco mais de dezesseis anos. O novo integrante já tem até uma almofada própria, onde está bordada a letra inicial de seu nome, tenho certeza que é influencia de Jiminnie appa.

     – Vem aqui, meu filho! Me deixe ver como está. – O ômega mais velho se aproximou com certa tranqüilidade, analisando minhas expressões confusas. – Não acredito. Vocês tiveram a capacidade de sair de casa, mas nem um chupão no pescoço. Se fosse na minha época, isso seri...

     – Na sua época ainda usavam a desculpa do pernilongo, appa. – Ele me encarou com os olhos semicerrados, e já me preparei para levar uns belos tapas.

     – Você me respeite, Jeon Junghyun! – Ouvi ele gritar, enquanto puxava Dae direto para meu quarto. – Céus! Onde está meu menininho fofo?

     Já dentro do quarto, Daesung me virou prensando meu corpo contra a porta, sem plantei para nos ver, o alfa parecia mais afoito por um beijo apaixonado. Nos livrando das roupas mais pesadas, suas mãos estavam livres para tocar em qualquer centímetro de pele, e meu namorado apenas gargalhou, quando deixou finalmente a marca que Jiminnie appa estava procurando, mas desta vez foi esperto o bastante para deixar em um local que a blusa cobrisse.

     Eram pouco mais de sete da noite, quando meu pai alfa chegou acompanhado de Jihyun, os dois estavam se divertindo no shopping. A primeira ação do velho ao chegar dentro de casa, após reconhecer os dois aromas que voltaram para aquele ambiente, foi bater na porta do quarto. Assim que abri, ele observou bem a situação do cômodo, encontrando tudo milimetricamente organizado. Ainda desconfiado disse que havia trago pizza, e até mesmo elogiou a pontualidade de Daesung.

     Fiquei um pouco entristecido quando Dae disse que teria de ir embora, também entendo que ele estava cansado e precisava mesmo estar inteiro para a universidade e o trabalho no dia seguinte. O mais velho prometeu me ver no fim da tarde, me fez prometer que tentaria me defender caso Jisang fosse inoportuno novamente, só então se despediu com um beijo apaixonado. Me deixando ali, apoiado no portão da propriedade, observando atentamente até o carro virar a avenida, só então me permiti voltar para dentro da casa, onde meus pais estavam quase se engolindo na cozinha.

     – Existem mais de um quarto nessa casa, seus nojentos! – Falei me sentando na bancada, ouvindo meu pai alfa gargalhar, enquanto o outro me encarava com as bochechas avermelhadas.

     – Como podem se parecer tanto, hein? – Jungkookie appa encarava nós dois. – Jiminnie, nosso filho é um anjo.

     – Está me elogiando por que eu não voltei com marcas pelo corpo? – Encarei o mais velho com uma sobrancelha erguida. 

     – Bom, é... Amanhã seu pai e eu vamos acompanhá-lo no colégio, tudo bem? – O alfa tentou disfarçar, acreditando que eu ainda não sabia do que se tratava.

     – Dae me avisou, é sobre a marca em meu pulso. – Suspirei tentando esconder meu medo. – É sério, appa! Não precisa ir ao colégio, eu consigo me defender.

     – Jungkookie, vai enchendo a banheira. Preciso conversar sozinho com Junghyun. – Meu pai ômega deu uma desculpa qualquer ao mais velho, fazendo o mesmo ir para o quarto sem questioná-lo. – Vem, meu anjo! Conte para mim o que está acontecendo?

     – Appa, desde que Daesung e eu ficamos... Você sabe. Me sinto um pouco “enfraquecido”, como se dependesse dele para tudo, inclusive não consigo mais me defender sozinho. – Mostrei o pulso onde imaginei que ainda haveria resquícios do hematoma. – Jisang apertou meu pulso depois que me recusei a cair nas chantagens dele, eu deveria ter rebatido, me defendido melhor, mas tive medo.

     – Seu corpo está se adaptando a uma vida sexual ativa, meu filho. É como se os hormônios aumentassem ainda mais, por isso a dependência que você tem em relação á Daesung. – O velho ômega colocou uma das mãos em minha bochecha, erguendo meu rosto. – E pelos meus cálculos, seu próximo heat está quase acontecendo, e desta vez os supressores poderão não ter mais o efeito, o que significa que possivelmente você sentirá um pouco a dor.

     – É tão ruim assim? – Ele apenas afirmou, mas não entrou em detalhes quanto à intensidade. – Estou com medo, appa.

     – Seu pai e eu já conversamos com Daesung, seus tios também estavam presentes na conversa, e bom... Ficou decidido que assim que seu ciclo começar, você irá para nosso antigo apartamento, onde seu alfa vai te ajudar com tudo. – Meus olhos se abriram em espanto. – Dae sabe que deverá ser carinhoso, devem usar proteção e que deve cuidar de você durante os sete dias.

     – Mas... – A fala simplesmente não saía.

     – Não se preocupe, criança! Apenas tente aproveitar o momento, sentirá o quanto tudo se torna mais intenso no meio do período. – O mais velho se levantou me deixando um beijo na testa. – Vai se deitar, você tem aula amanhã bem cedo. Boa Noite.

     – Boa noite, Jiminnie appa! – Esperei que ele fosse em direção ao quarto deles para que eu fosse até o meu.

     Depois de um banho morno, e já vestido adequadamente com roupas de dormir, mandei uma mensagem para Dae, onde lhe desejei uma ótima noite de sono, sabendo que irei acordar com uma de suas mensagens de Bom Dia. Como não houve uma resposta imediata, presumi que o mais velho já estivesse dormindo há algum tempo, mas em quesito sono, ele puxou claramente meu tio Yoon, então não me faz sentido algum reclamar disso, apenas sorrir, enquanto na tela de meu aparelho, observo um dos diversos registros de nossas lembranças.

 


Notas Finais


Beijos e até o próximo capítulo! <3


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