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História Love Talk - Nomin - Capítulo 22


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Notas do Autor


oi gente!kk
okay, eu atrasei, mas, eu tô triste também em terminar a fic a

antes de tudo, eu queria agradecer a todos vocês que comentaram e encheram a fic de carinho, eu não poderia ser mais grata, vocês fizeram meus dias e me encheram de inspiração, durante todo esse trajeto e por isso, eu não poderia ser mais grata, você são incríveis. ❤️

dessa vez, como eu não quero dar spoilers, irei terminar meu comentário lá embaixo dkdjdkjd

eh isto, boa leitura bebês! 💞

Capítulo 22 - I Love the Way you're talking to Me (The End)


Fanfic / Fanfiction Love Talk - Nomin - Capítulo 22 - I Love the Way you're talking to Me (The End)

Os dias passaram mais rápido do que Jeno poderia imaginar. Havia resolvido se mudar de vez para a nova cidade, sem expectativas de voltar para sua antiga e ainda, para sua alegria, Ten havia terminado seu curso e arranjando uma vaga de emprego bem próxima a si.


Manteve seu trabalho com Renjun na floricultura, sendo agraciado com um aumento nada modesto depois de seis meses de trabalho. Com isso então, se mudou até para um apartamento maior, sendo assim sortudo em arranjar um lugar mais vivo e com uma energia melhor.


Quanto a Doyoung e Jaemin, bom, nunca mais os viu. Não que isso fosse ruim, muito pelo contrário, Lee havia tomado seu tempo, aprendido a se amar mais e principalmente, refletido os seus valores e o que a vida havia o ensinado. Ainda era sonhador, tinha suas expectativas, todavia, agora entendia que seu príncipe do cavalo branco jamais viria, pelo simples fato de que ele nem ao menos existia em outra pessoa. 


Seria perfeito, caso, Jeno não sentisse a pontada de tristeza no peito só por pensar no nome de Jaemin.


— Pensando no que? – ouviu o melhor amigo o questionar, rindo pela expressão séria que Jeno fazia.


— Nada demais. – sorriu minimamente, deitando a cabeça no ombro do mais velho para assistir o filme. – Pensando no meu trabalho hoje...


— Você vai mesmo fazer isso? – Ten questionou ainda sem acreditar que o mais novo havia realmente aceitado a oferta.


— Eles me ofereceram o dobro do que eu receberia em uma live, Hyung. – Jeno argumentou sem desgrudar os olhos da tela.– Além do mais, eu vou ser pago para dançar, não transar.


— Se você tem tanta certeza... Aceito um presentinho assim que você receber, ok? – Chittaphon riu, sendo recebido por um sorriso mínimo e uma negação de cabeça de Jeno, como quem havia visto que ele não tinha jeito mais.


— E o que você gostaria de ganhar Hyung? – Lee perguntou após alguns instantes de silêncio entre os dois.


— Hm... Não sei, um namorado novo, um bem gostoso, decente, que seja louquinho por mim. – o mais velho respondeu, abraçando o amigo como se fosse seu ursinho de pelúcia.


— Mais fácil eu te dar um vibrador então. – Jeno respondeu divertido, recebendo um aperto de Chittaphon e uma expressão de desgosto. – É que é difícil achar um cara assim, Hyung...


— Pois, então, você falhou como meu amigo, Jeno. – o mais velho se fingiu de ofendido, virando o rosto, segurando um sorriso.


— Eu posso te comprar algo legal, okay? Não sei, escolhe algo assim e... – o celular apitando no bolso de Lee, fez com que ambos voltassem a atenção para o aparelho. – Me mandaram a localização... Isso não é aonde vai ter aquela festa que você vai?


— Deixa eu ver. – Chittaphon tomou o celular das mãos do mais novo, lendo a mensagem. – Sim, é sim, podemos ir juntos então.


— Que vergonha, não queria que você me visse vestido daquele jeito... – o moreno resmungou, pensando na situação em que estaria para mais a noite. – Aliás, nem você, nem o Renjun... Esqueci que ele também vai, que raiva!


— O que? Nós já vimos você pelado, Jeno, deixa de ser besta. – o mais velho riu, se lembrando das inúmeras vezes que o viu pelado pelo seu antigo apartamento.


— Mas, é que é diferente... A roupa que me pediram pra usar é bem... – Jeno precisou parar por um instante para pensar, umidecendo os lábios ao que procurava como descrever o que iria trajar.


— Oh céus... Quem é você e o que fez com meu bebê? – Ten riu, se fingindo de bravo ao beijar a bochecha do amigo. – Sei que você vai ficar um gostoso.


[...]


Jaemin olhava para o relógio na cozinha fazendo tic-tac a cada segundo que o ponteiro passava. O barulho era irritante, mas, não mais do que o silêncio que ficava pela manhã. Ele se sentia sozinho e até um pouco, vazio.


Era um pouco irônico porque sempre que uma pessoa passava por algum tipo de experiência que arrisca sua vida ou então, que a põe em um grande perigo, normalmente, as pessoas tendem a achar que nasceram de novo e que devem aproveitar ainda mais a sua vida. E foi assim com Na também, porém, apenas por dois dias, pois logo ele estava a se sentir incomodado de novo.


O loiro estava seguindo com a sua vida depois de toda a confusão, entretanto algo ainda parecia errado ou faltando para si. Ele sabia muito bem o que era, mas preferia ignorar pois, com o tempo deveria seguir com absolutamente tudo e fingir que nunca havia acabado se apaixonando por um coreano chorão, infantil, bobo e desastrado.


Obviamente, que essas eram as mentiras que ele contava a si mesmo para fingir que ainda não guardava sentimentos em relação ao mais velho.


— Será que você toma um café da manhã solitário assim também, querido? – a pergunta retórica, seguida da rápida risada irônica soariam tristes para qualquer um que estivesse no cômodo. – Jeno... Jeno, Jeno, caralho. Eu só queria te ver mais uma vez, sem ser pela tela de um computador.


Sem fome, o loiro apenas se levantou, conferindo a hora, possivelmente algum de seus amigos o ligariam a qualquer instante. Já sabia da festa de aniversário surpresa a noite, eles definitivamente não eram bons em guardar supresas. Só se questionava o porquê da escolha da maior casa dentre a de todos eles.


[...]


A calça extremamente justa e preta, marcava tão bem as coxas e a bunda de Jeno que ele poderia ir apenas com ela e fazer todos no local babarem. Entretanto, não havia chegado a tal pico de confiança, por isso a blusa por cima foi posta, ela tinha um belo decote em v e deixava os braços expostos, com um laço em seu pescoço para o deixá-lo ainda mais atrativo.


Por fim, a máscara preta, a qual ele encaixou bem em seu rosto e verificou bem se estava firme o suficiente para se mover tranquilamente sem deixa-la cair de sua face. Ao que terminou, voltou para a sala, verificando se estava com duas chaves e objetos pessoais todos em sua bolsa. Ao confirmar que sim, apenas esperou pelo amigo que logo veio até si.


Ao que saíram de casa, Ten fez questão de dirigir, sendo o único ali que possivelmente iria conhecer a rota de qualquer forma. Óbvio que também, o mais velho não deixou de comentar sobre a forma como, esperado, Jeno estava um pedaço de mal caminho. Fazia pouco tempo que ele havia se aberto a fazer tais eventos, costumava dançar para um convidado por uma hora ou menos, esperava pela pessoa o pagar e então, voltava para casa com seus bônus, além das lives que gravava três a quatro vezes por semana.


— Você vai ficar bem? Que que eu fique por perto? – Chittaphon perguntou ao estacionar seu carro e Jeno apenas negou com a cabeça, era grandinho, qualquer coisa daria um jeito de dar no pé. – Então tá bom, me avise quando quiser ir, vou atrás de alguém interessante nesse lugar junto com Renjun.


Jeno não pode evitar de não rir, deixando sua bolsa no carro do amigo e adentrando o local junto ao mesmo. Ao que cruzaram a porta, Lee sabia que teria que ir para o segundo andar, então, apenas deixou um beijo rápido na bochecha do amigo para subir.


Óbvio que sua máscara chamou um pouco de atenção, o que fez Jeno encarar a multidão de pessoas já ali presentes e espalhadas pela sala, não deixando de notar mais ao longe o reflexo de alguém que poderia ter a impressão de ser Jaemin, porém, ao que piscou a silhueta sumiu. De qualquer forma, o jovem apenas tratou de subir rapidamente a escadaria até o quarto que havia sido instruído para ficar.


O plano era simples, os amigos de um cara haviam o contratado para dançar para ele e o animar. Pelo que entendeu, ele era um fã de suas lives e ao que os companheiros descobriram, tentaram entrar em contato para o dar de “presente” para o mesmo. No meio disso, Jeno ficaria dentro do banheiro da suíte e eles iriam trazer o amigo e o sentar, vendado, sobre a cama de casal do quarto; Lee iria dançar, tirar sua venda, o surpreender, no máximo dar um abraço e então, tudo feito, dinheiro recebido e de volta para casa.


Em sua cabeça, Jeno tinha tudo arquitetado para ser um plano perfeito e esperava que tudo realmente corresse como ele queria, pois, sinceramente, apesar de toda a grana, tinha um certo receio do cara ser alguém estúpido ou grosso, era um certo risco que ele corria.


— Vamos lá, cara! Tamo quase chegando. – ouviu uma voz vinda do corredor ao que os rapazes pareciam se aproximar com o tal aniversariante.


— Você pode nos agradecer depois. – um deles falou em tom malicioso, ouvindo a porta do quarto sendo aberta junto.


Ouviu o barulho da cama rangendo ao que o rapaz foi sentado e logo, um dos rapazes veio conferir se Jeno realmente estaria no banheiro já. Com um acenar de cabeça, Lee confirmou sua presença e o que iria fazer, logo sendo deixado ali sozinho pelos jovens.


O silêncio se instaurou, ao que o moreno saiu do banheiro e voltou para o quarto, vendo o rapaz sentado com as pernas levemente abertas e os braços apoiados em suas coxas, tendendo para baixo. Ele poderia jurar que conhecia aquela silhueta, pois o lembrava muito a de Jaemin, todavia, com aquela pose, não imaginaria ser ele.


Ainda em silêncio, o coreano se aproximou, retirando gentilmente os braços sobre as coxas do rapaz, logo tratando de passar uma perna a cada lado de seu tronco e se sentando bem acomodado sobre o colo alheio. Quase que automaticamente, sentiu as mãos segurando sua cintura, se assustando pela forma bruta como a fez. Quase igual como Na costumava fazer.


— Seus amigos me pediram para te dar o melhor aniversário de todos, então, eu vou te dar o melhor lapdance da sua vida – Jeno usou seu inglês quase fluente para sussurrar ao pé do ouvido do vendado. – Você gostaria de o receber?


— Claro. – por um instante, Lee se surpreendeu com a pose agora adquirida pelo rapaz, que de decaído, parecia ter tomado um sorriso malicioso e uma energia diferente.


— Então, espero que aproveite bem. – Jeno sussurrou ao pé do ouvido do aniversariante, rente a sua pele ao que começou a se mover lentamente em seu colo.


Logo, a música do ambiente começou a tocar. Conhecia muito bem aqueles versos, eram os mesmos os quais Jeno havia usado para fazer um lapdance em Jaemin na casa de Mark. Por um instante, o moreno até se sentiu meio perdido, porém, logo acabou por voltar a se movimentar com destreza, usando de suas mãos para se apoiar nos ombros alheios e o trazer para ainda mais perto.


— Talvez, você queira me ver... – de forma delicada, o coreano retirou a venda, engolindo a seco assim que identificou que realmente era Na.


— O que foi? Você não tem que dançar para mim? – ouviu o rapaz perguntar impaciente, ignorando a surpresa de Lee perante a cena.


— C-claro. – o sorriso nada inocente adormou os lábios de Jeno, que passou a gostar de sua tarefa ali. – Irei o fazer com todo o prazer do mundo, Senhor.


— Senhor? Quer ser formal assim? – as mãos deslizaram pelo corpo do mais velho, indo até as nadegas bem marcadas e as apertando, mesmo que cobertas pelo tecido da calça. – Tudo bem, apenas quero que você dance pra mim, do jeito que só você sabe fazer.


— Só eu sei? O senhor experimentou outros também? – Lee não conseguiu conter a curiosidade ao que passava a rebolar com tanta destreza sobre as coxas de Jaemin.


— Eu... Eu tentei achar outros que fossem iguais... – Na começou a se justificar, observando o rapaz sobre si com adoração. – Mas, nenhum outro é igual você, Jeno.


Ao ouvir seu nome ser dito pelo cliente, Lee parou o que fazia, não esperando que o loiro o reconhecesse tão fácil, mesmo conversando consigo, ele ainda tinha sua máscara, que deveria ao menos servir para o tornar camuflavel. Não esperava que Jaemin o reconheceria tão fácil.


— Se permite... – com delicadeza, Na retirou a máscara que cobria a face do mais velho. – Eu prefiro assim, você é lindo... E eu senti a sua falta, senti muito a sua falta, Jeno.


— Já faz muito tempo... Você deveria ter me esquecido. – o moreno desviou o olhar, evitando que eles se encarassem frente a frente.


— Mas, eu não esqueci. Não consegui... – Jaemin, com cuidado, virou o rosto do jovem para si, apreciando cada mínimo detalhe da face tão linda de Jeno. – Eu te amo, te amo muito.


Por um instante, o silêncio preencheu o ambiente ao que a música ao fundo embalava ambos em uma troca de olhares intensa. Jaemin olhava para Jeno como se visse ali todo seu mundo, tudo pelo que estava disposto a lutar para alcançar na vida, já Jeno, o encarava como quem sentia a cada instante a falta dos toques e do amor que Na o ensinou a ter e a apreciar.


— Eu também sinto a sua falta. – o moreno admitiu baixinho, desviando o olhar mais uma vez.


— Então... Vamos matar essa saudade. – de forma simplicista, Jaemin se aproximou, o tomando pela cintura e selando seus lábios de forma demorada.


— Mas, eu tenho uma condição. –Jeno impôs ao que se afastaram após o ósculo.


— Qual? – mesmo que curioso, Na não deixou de encarar os lábios do mais velho.


Você tem que me fuder a noite toda, como nunca antes fez, quero sair daqui com as pernas bambas. – Lee sussurrou para o mais novo de forma suja e com um sorriso safado estampado nos lábios.


— Certo... Mas, eu também tenho uma condição. – Na pontuou, não resistindo a morder levemente o lábio inferior de Jeno.


— Qual? – foi a vez do moreno questionar curioso.


— Você aceitar ser meu namorado, meu noivo, meu marido... Aceitar ser meu. – o estrangeiro precisou encarar dentro dos olhos do coreano para ter certeza de que ele entenderia o que ele estava o propondo.


— Me foda direito e quem sabe, podemos pensar no assunto. – o tom atrevido de Jeno, arrancou um sorriso largo de Jaemin, que logo tratou de se virar, deitando o mais velho na cama, logo abaixo de si.


Eu amo o jeito que você está falando comigo.




Notas Finais


oi de novo dkdhkdjd

enfim, cannon: depois disso, os nomin fugiram do país e viraram clyde e clyde (bonnie e clyde) e renjun e doyoung viraram um casal, onde renjun deu um jeito nele rsrsrs brinks

ou não smsjsjs se quiserem, podem considerar cannon, eu deixo, era um dos plots que eu pensei para love talk

ah, jeninho com a roupinha de boom ali na festa

enfim, alguns comentários ao longo da fic me marcaram muito, um deles inclusive sobre a forma como a história era realista e bom, a minha ideia aqui, era essa mesmo, meio que um conto de fadas real (?), a “lição moral” foi a forma como jaemin fez jeno abrir os olhos para o mundo real, assim como jeno ensinou jaemin a amar e estar amando alguém, de verdade, como se eles se equilibrassem, a mistura dos mundos dos dois. enfim, eu queria explicar isso e ah, cada “arco” aqui foi marcado por uma música diferente nos títulos dos capítulos dmdndn é isso eu acho, muito obrigada, desculpem o texto enorme ksjsksjsj e obrigado por cada fav, cada comentário, por todo o amor deixado aqui desde o dia 1, vocês são incríveis ❤️


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