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História Love The Way You Lie - Capítulo 13


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Notas do Autor


Olá amores,
Mais um capítulo fresquinho, espero que gostem.
Beijos e boa leitura!!!

Capítulo 13 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction Love The Way You Lie - Capítulo 13 - Capítulo 12

 

Capítulo 12

A sogra!

 

“Who's that dude?

I don't even know his name

I laid hands on him”

 

Depois de uma reunião angustiante, passar um tempo com Magnus foi como um balsamo... Ele, simplesmente, fez-me me sentir bem depois de quase uma hora de discussão sem fim.

Preferi não ficar no Java Jones, eu não queria ter que encontrar com os meus ex-colegas de grupo... Separar-se de uma relação assim normalmente nunca é consensual e sempre há farpas, muitas farpas... Fora a divisão intelectual... É desgastante!

Valentim tinha pedido esta reunião, colocado em pauta tudo o que ele sabia que estava ocorrendo de errado e ter que ouvir que eu estava fazendo jogo duplo, que eu e somente eu era o culpado de todo o trabalho ficar nas minhas costas foi angustiante.

Depois do turno de Magnus no Java Jones, ele seguiu para o bar e me chamou para ir junto, mas eu não queria atrapalha-lo, quer dizer, ele pediu folga por minha causa e me levar junto pode causar certo desconforto, então, eu preferi ficar no Instituto, mas eu já estou me acostumando a dormi agarradinho a Magnus, ou seja, eu não consegui pregar o olho, fazendo-me focar-me num projeto novo, em algo que eu acabei criando para Magnus.

Mal notei quando o dia amanheceu e quando percebi corri para o banheiro tomei um banho, coloco uma calça jeans qualquer e entro em meu quarto encontrando Magnus sentado na minha cama, com uma mochila nas costas.

-Bom dia! –Deseja, avaliando-me.

Ajeito os meus óculos, observando-o aproximar-se de mim, deixando a sua mochila em cima da cama e enlaçando a minha cintura, aliso os seus braços, apertando-o de leve.

-Bom dia! –Desejo, roubando-lhe um selinho demorado e roçando o meu nariz no dele, recebendo um mordiscar no meu lábio em resposta. –O que foi? –Questiono, sussurrando.

-Você fica cada vez mais gostoso. –Responde, apertando a minha bunda, fazendo-me estremecer em seus braços, sentindo-o maltratar o meu pescoço com os seus lábios, entreabro os meus lábios.

Magnus aperta a minha bunda com força, mordiscando a minha clavícula, deixando-me de pernas bambas.

-Temos... Temos que pegar o ônibus. –Sussurro, soltando um gemido manhoso quando Magnus chupa o meu queixo.

-Eu sei, eu só... –Interrompe-se quando o puxo para um beijo, adentrando a sua blusa com as mãos e arranhando levemente as suas costas, sentindo-o ofegar contra os meus lábios.

Sinto as minhas costas encostarem-se à parede e a sua língua explorar a minha boca, puxando-me para um mundo em que só existem nós, em que tudo o que nós temos que nos preocupar é com a forma que os nossos dentes raspam os lábios do outro, que as nossas línguas se encontram, que as nossas salivas se misturam, que os nossos ofegos e gemidos preenchem o ambiente.

Ao separar os nossos lábios, distribuo beijos em toda a extensão do rosto de Magnus, observando-o sorri.

-Nós temos que ir. –Sussurro, beijando a ponta do seu nariz.

-Temos mesmo? Tenho tantas coisas em mente nesse momento. –Confessa e eu sorrio.

-Guarde essas coisas e faça comigo mais tarde. –Sugiro, suspirando.

Magnus ri, roubando-me um selinho e se afastando de mim com uma expressão safada no rosto.

Termino de me vestir, pego a minha mochila e saímos de mãos dadas do meu quarto, recebendo alguns olhares, alguns desinteressados, outros de repulsa e alguns sorridentes, mas um deles me fez voltar-me em direção a Magnus, que tinha os seus olhos focados na saída do Instituto.

Valentim me chamou atenção, ele não me pareceu chateado, um tanto quanto decepcionado.

Fomos de ônibus a rodoviária e em seguida partimos para New Jersen, sinto Magnus encostar a sua cabeça no meu ombro e eu fico alisando os seus cabelos, observando-o adormecer em meus braços.

Não posso dizer que não amei a visão... Eu sempre me sinto nas nuvens quando Magnus Bane adormece ao meu lado, é como se tudo começasse a acabasse com ele, enquanto o meu peito se enche de esperança ao sentir a confiança que ele tem em mim!

Beijo os seus cabelos e ele se aconchega mais em mim.

Quando chegamos, pegamos um novo transporte e seguimos para a casa da minha mãe.

-Ela vai reclamar muito por Izzy só vir no meio da semana? –Questiona e eu concordo com a cabeça.

-Ela não gosta, mas tanto Izzy quanto Simon tem trabalho, então, ela vai acabar ficando mais calma. –Respondo, beijando a sua mão. –Mas ela tem alguém que irá entretê-la maravilhosamente bem, enquanto Izzy não chega. –Revelo e Magnus coloca uma careta no rosto.

-O que vai fazer com ela? –Questiona, confuso e uma risada escapa dos meus lábios.

-Não estou falando de mim... Você é o primeiro namorado que eu levo para casa, é o meu primeiro namorado, na verdade, dona Maryse vai ter todas as suas atenções focadas em você essa semana! –Respondo, garantindo.

Magnus arregala os olhos e engole em seco, enquanto o puxo em direção à casa da minha mãe, que estava na varanda tomando uma xícara de chá, enquanto Max estava deitado em seu colo lendo um mangá qualquer.

-Alec! –Cumprimenta, sorrindo, levantando-se e se aproximando de nós.

Minha mãe é uma versão mais velha de Izzy com olhos azuis, tinha os seus cabelos um pouco abaixo dos ombros.

-Oi, mãe! –Cumprimento, abraçando-a, balançando-a de um lado para o outro, sentindo-a beijar a minha bochecha. –Max! –Sussurro, bagunçando os seus cabelos, ouvindo-o resmungar e ajeitar-se no balança, sem tirar os seus olhos do seu mangá.

-Deixe-me ler, mãe! –Resmunga, irritado.

Solto uma risada, voltando-me em direção a minha mãe, encontrando-a avaliando Magnus com uma atenção desconcertante e Magnus encara-la timidamente.

-Mãe... Este é Magnus Bane, Magnus está é a minha mãe Maryse. –Apresento, atraindo o olhar de ambos.

Eu nunca tinha visto Magnus tão sem jeito, já a minha mãe estava com um sorriso tão aberto, que faz com que Magnus engula em seco, encarando-me... Aponto em direção a minha mãe e Magnus solta um longo suspiro.

-Olá. –Cumprimenta, aproximando-se da minha mãe, que o puxa para um abraço apertado.

-É muito bom, finalmente, conhecer-te, Magnus! –Garante, animada e Magnus relaxa.

O seu corpo todo relaxa, retribuindo o abraço, enquanto Max volta-se em nossa direção, franzindo o cenho, avaliando-os com atenção.

-Quando vocês chegaram? –Questiona, arrancando uma risada de todos.



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