História Love u Baby - Capítulo 23


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Palavras 1.316
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


maratona...
Só até ás 13h e 45min
Tenho que ir para aula.
boa leitura

Capítulo 23 - Chanyeol (EXO)


Fanfic / Fanfiction Love u Baby - Capítulo 23 - Chanyeol (EXO)

Desisto... Minha vida está uma loucura só sinto vontade de me matar e acabar logo com este sofrimento e ver se as pessoas ao meu redor larga um pouco do meu pé por tempo definitivo. – Mandei um SMS pro Chan informando que quero fica sozinha, por que tenho que estudar para umas provas. – Menti com lágrimas nos meus olhos tentando encontrar os vários dos motivos de continuar me mutilando insanamente. Meus braços estão todos cortados, tem cortes antigos misturados com os novos e assim vai.

O sangue escorre devagar por meu braço pingando no banheiro. E meu choro de raiva só aumenta, ficar relembrando minha família me cobrar tudo que faço, ver eles ne julgarem por escolher um curso que gosto, pelo fato da mãe do Chanyeol ser muito mais amorosa com uma amiga dele de infância.- Tudo isso me parece motivo o suficiente para querer morrer, eu não aguento mais.

Meu celular começou a tocar e para meu azar, ele está sobre minha cama e eu estou tentando me recuperar mais um dos meus cortes. – Chan nunca viu os corte e nem sabe que eu passo por esses problemas, não consigo cortar os pulsos por ser muito visível. Então acabo por corta outras partes onde a roupa irá cobrir sem problema. – Me enrolei na toalha e respirei fundo controlando meus choros. O celular já nem toca mais, então tive que olhar quem estava ligando. – Era o Chanyeol. Ele ligou e mandou um sms:

Hey. Eu quero ver você hoje. Nem que seja para dizer um oi, sua amiga me falou que você está triste nos últimos dias. Então vou passar na sua casa. Bjs. – Oppa bear.

Tenho certeza de que quem falou sobre eu está muito irritada e triste foi a Manu, ela também é brasileira e frequentamos o mesmo curso. – Ela notou meus cortes uma vez por um descuido meu há muito tempo, ela me passou sermão e depois de muita luta eu parei de me mutilar, mas os últimos dias está insuportável, minha mãe falando sobre o a faculdade em que eu cursava no Brasil, minha avó ligando falando que vai falar pra minha mãe não mandar mais dinheiro. – E isso é como sé eu tivesse pedido alguma coisa. – Eu choro só de pensar. E ainda tem a mãe do meu namorado, que faz questão de me ignorar com todos os direitos cabível.

Fui me vestir e tratar dos cortes para não sangrar enquanto me movimento. – Fiquei na sala depois de me arrumar, a TV ligada só para dar som ao ambiente em que estás silencioso. Meu pensamento está vazio, as fico pensando se eu amo realmente o Chan ou só estou usando ele como botão de escape, sabe aquele momento em que você quer ter um motivo para não fazer besteira? Pois é. O Chan é o único que acredita em mim, que mesmo sabendo que minhas escolhas possam der erradas ele não irá impedir, ao contrário da Manu que fala na minha cara que beber demais me deixa louca.

A senha da porta foi ativada e assim revelando o garoto alto de cabelos claro no tom bem fofo. – Me ajeitei no sofá tentando não deixar minha tristeza transparecer:

- Oiee. – sua voz grave soou bem animada, ele veio até mim carregando umas sacolas de alguma loja de comida. – Trouxe comida... – ele sentou no sofá e colocou as sacolas na mesa.

- Estou sem fome. – fui franca com ele, não consigo comer direito quando estou nesse estado de humor.

- Aha... Então... Eu vou comer. – ele pegou algo de dentro da sacola e começou a comer ali mesmo.

Fui para cozinha beber água ou algo do tipo para molhar a garganta seca e tentar mudar meus pensamentos sombrios:

- “S/N”... – ele me chamou. – Tenho um convite. Vai ter um almoço lá em casa, quero que vá comigo. – ele apareceu na cozinha pronto para colocar as coisas fora.

- Tudo bem. – respondi saindo da cozinha e indo para meu quarto.

- Jagiya... – ele me seguiu. – Você está bem?

- Não Chan... – tentei segurar minhas lágrimas e não consegui. – Eu. Não consigo mais... – senti uma dor forte no peito e me sentei no chão perto do quarto. -As vezes sinto vontade de me matar e não encarar mais essa vida que levo. – eu senti ele abraçar meu corpo.

- Calma... – ele beijou minha cabeça. - Me conta o que estás acontecendo.

- Minha mãe. Não vai mais me mandar dinheiro para me ajudar nos estudos, minha avó só sabe reclamar e falar mau de mim, parece que tudo que eu faço, nunca é o suficiente e eu já cansei Chan é muito estresse, muita raiva. – eu sem querer fechei minhas mãos com tanta força que chamou atenção dele.

- Abra suas mãos. – ele pediu e eu aos poucos ia abrindo. – Está machucada...

- Vai embora Chan.

- Não. Você não está bem e do seu estado é capaz de fazer qualquer coisa.

- A única coisa que consigo fazer é me machucar... Me matar? – rir do comentário. – só se eu não tivessem ninguém a me prender.

- Não fale isso. – ele me olhou. – Vamos pro quarto, vou dormir com você.

- Vai pra casa Chan...

- Não insisti nisso. Eu já falei que não vou. – ele me carregou me levando até o quarto. – Você ainda não comeu nada hoje. Não é?

- Estou sem fome. – me virei de costa a ele deixando a blusa suspender um pouco.

- Sei... – ele passou a mão em um local que começou arder. – Como se machucou?

- Não sei. – cobri o local deixando ele notar a faixa no braço.

- Seu braço. – ele segurou meu pulso e levantou a manga até onde dava para ver marcas dos cortes. – Você... – olhei seus olhos lacrimejados. – Como não notei antes. – ele pronunciou baixo.

- Você não precisava ver isso. – puxei meu braço vendo ele abaixar seu olhar. – Não é sua culpa.

- Como não? Sou seu namorado e você está passando por dificuldades e... – interrompe ele.

- Não é sua culpa. Eu não gosto de ficar falando dos meus problemas para os outros.

- Não interessa. – ele está bravo. – Isso me machuca eu não quero mais você fazendo isso. Não quero que fique triste, quando isso acontecer me liga e eu virei imediatamente.

- Mas Chan... Isso não adianta.

- Me diz porque não fez algo pior? – ele segurou minha mão.

- Porque eu penso em você. Todas às vezes que tento algo pior, eu me lembro de você e das cenas que passamos juntos. De tudo e desisto. – ele me olhou sereno, passou a mão no rosto e deu um mínimo sorriso.

- Vou te fazer uma proposta. – ele apertou minha mão. – Eu venho morar com você, para ajudar na despesa da casa. E de queda. Terá um noivo com você.

- É o quê? – acabei rindo do modo alegre dele de dar as noticias. – por acaso você está me pedindo em casamento?

- Claro. – ele me beijou aprofundando. – Quer se tornar minha ursinha? Eu te amo demais para continuar vendo você se machucando.

- Para de ser chato. – bati no braço dele. – Eu te amo Chan oppa.

- Certo. Estou esperando a resposta. – ele me encarou.

- Aceito. – sorri pra ele.

- Isso. Esse é o sorriso quero ver. – ele apertou minha bochecha. – agora fica aqui que tenho que procurar uma coisa no banheiro.

Ele foi até o local e gritou um achei... E depois ouvi o barulho da descarga:

- Vou te vigiar. Vou pedir ao Lay para ficar de olho em você. E todos os outros quando eu não puder ficar grudado, não quero motivo para choros... A não ser quando eu cantar a você. – confesso que amo ver ele rimar.

- Está certo. – fiz o sinal de ok. – Estou com fome.

- Essa é minha garota. – ele beijou minha boca e me carregou até a cozinha.


Notas Finais


obg.
espero pelos amores de comentários com pedidos.


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