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História Love u Baby - Capítulo 67


Escrita por:


Notas do Autor


Atrasado.. sim. Muito. Estou tentandk criar a coragem pra digitar. Pq falta.

Boa leitura

Capítulo 67 - Yesung (Super Junior)


Fanfic / Fanfiction Love u Baby - Capítulo 67 - Yesung (Super Junior)


- Sua mãe vai me matar quando ver essa sujeirada toda que fez? – nesses meus um ano e meio de puro aprendizado de "como cuidar do filho", ainda não sei como deixar a Sunny menos agitada. – Fica aqui. E não saí. – deixei a pequena no cercado e fui limpar a sujeira na sala.

Eu sou um homem adulto, com um vida normal, nada de muito luxo, mas ao menos consigo sustentar minha pequena família de maneira honesta, mesmo no auge dos meus 35 anos, digamos que o casamento é algo muito difícil de lidar, ainda mais com um filho no meio:

- Prontinho. – joguei os lenços fora e fui pegar a Sunny para tomar um banho e colocar uma roupa limpa.

A campainha tocou, olhei Sunny e olhei para o interfone enxergando meu irmão por ela e me perguntando o que ele veio fazer aqui:

- Boa tarde! – ele se curvou e fechou a porta quando me afastei. – Mamãe mandou umas coisas para você. – Só depois notei a sacola grande que ele trouxe.

- Leve pra cozinha. Vou banhar ela. – pedi a ele antes mesmo de deixar o local.

Dei um banho rápido na pequena, coloquei seu pijama fofo e levei ela comigo para sala, onde seu tio estava estirado no sofá:

- O que a omma mandou? – coloquei a pequena sobre o tapete e deixei alguns brinquedos para ela se distrair.

- Comida. – era comum ela mandar comida, todas às vezes em que minha esposa viajava ou fazia algum trabalho distante. – A Sunny não sente falta da mãe?

- Sim. Eu acho. – olhei um tempo para meu irmão imaginando o que ela estaria a fazer agora. – Como estão as coisas com mamãe?

- Bem, ela está indo muito bem. – ele saiu do sofá e começou a brincar com a sobrinha. – Ah hyung, tem como você me emprestar uma grana. Juro que te pago.

- Tá. Empresto e não precisa me pagar. – deixei ambos na sala e fui para cozinha olhar a embalagem e guardando tudo.

Meu celular começou a tocar e já de imediato sorri ao saber quem ligava:



Ligação ON

- Alô? – ouvi a respiração calma dela.

- Oi amor. Como está?

- Bem. Muito bem por sinal. – fechei a geladeira e peguei a mamadeira da Sunny. – E você?

- Cansativo. – ela suspirou antes de prosseguir. – Não vou dormir em casa hoje. Liguei para avisar sobre isso e quero saber como Sunny está?

- Estamos bem amor. – olhei para direção da porta e olhei meu irmão e mostrei a mamadeira da Sunny.  Ele buscou pela mesma e saiu. – Amanhã chega que horas?

- Não sei ainda. – ela respondeu alguém na linha e se despediu. – Tenho que ir. Até amanhã amor. Te amo.

- Também de te amo.

Ligação OFF



Fechei meus olhos por breve minutos e abri eles com o chamado do Jongjin. – Fiquei por horas conversando e brigando com meu irmão, andamos em volta do bairro e mais tarde da noite ele decidiu-se ir embora, coloquei um casaco na pequena antes de deixar a casa e levei ela para comermos fora, comer naquela casa sozinho é estranho e minha pequena fazia uma companhia até melhor que meu irmão que não parava de encher o saco. – Me sentei no lugar de sempre, a senhora do local já me conhecia e como sempre vinha sozinho ela se surpreendeu ao me ver com minha filha, antes de vir havia combinado com meu amigo Ryeowook e ele aceitou vir sem perguntar o motivo, esperei ele por poucos minutos, até eu ver o mesmo passar pela porta e me procurar vagando os olhos por todo o espaço:

- Boa noite hyung. – ele curvou e eu repeti o movimento ainda sentado. – Oi bebê. – ele apertou a mãozinha da Sunny e a mesma sorriu com aquilo. – Já pediu?

- Sim. Como você está? – perguntei depois que ele sentou-se de frente para mim.

- Bem. Nada de novo. E você? Parece cansado.

- Já vai fazer três dias que a “S/N" não volta pra casa. – falei e suspirei cansado. – Sunny chora muito quando vai dormir e eu tenho que ligar para mãe dela, a filha sente falta dela e mesmo assim não há muito que eu possa fazer.

- Ela está fazendo residência, não é mesmo? – ele perguntou incerto e eu afirmei. – É no hospital da região?

- Antes fosse. – comentei olhando a senhora deixar nossos pedidos na mesa. – Obrigado.

Como o local é bem confortável, deixei minha filha sentada ao meu lado distraída com seu brinquedo e arrumei as coisas para comermos:

- Eu me preocupo com ela, na época que fiz residência eu nem me lembrava de comer e acabava cansado durantes algumas aulas. – comentei com meu amigo que devorava a comida.

- Ainda bem que você está de folga e pôde cuidar da filha de vocês. – ele apontava com a cabeça para pequena que parecia cansada.


*****


As três e cinquenta da manhã, ouvi os choros da Sunny, fui até o quarto da pequena e assim que liguei a luz a pequena estava em pé em seu berço esticando os braços chorando mais ainda:

- Shiiuuu! – peguei ela e balancei em meu ombro. – Papai está aqui. – acalmei ela e mesmo após ela parar de chorar ficou difícil fazer ela soltar meu pescoço sem ela começar a chorar. – Tá bom, tá bom. – me dei por vencido após a quinta tentativa de colocá-la novamente em seu berço. – Você venceu pequena.

Fui para cozinha preparar o leite dela e ficamos na sala, meus olhos ardiam com a luz da TV e o cansaço me venceu, me deitei no sofá abraçando as perninhas dela, já que ela estava sentada assistindo TV enquanto segurava a mamadeira. – Não sei a que horas eu dormir, mas senti algo acariciar minha pele e ao abrir meus olhos e ver a sala iluminada pela luz do sol e ver minha esposa com as roupas ainda do trabalho e o jaleco jogado no sofá, fora a melhor coisa que me aconteceu:

- Chegou que horas? – perguntei, notando que só agora, Sunny estava dormindo entre meus braços.

- Agora pouco. – as olheiras marcavam bem as noites mau dormidas sem falar na maçã no osso da bochecha está mais visível. – Vou colocar ela no berço e tomar banho. – ela deu um longo bocejo e pegou a filha sem nenhuma dificuldade.

Observei ela sair e só então me levantei, preparei algo para comer e fui para o quarto. Lá estava ela, terminando de fechar as cortinas:

- Deita comigo amor. – ela já estava com outras roupas e o ar-condicionado ligado. – Só por uns cinco minutos. – sua voz melancólica cheia de sono me convenceu .


******


Depois de algumas horas, acordei “S/N" para ela não inverter as horas de sono. – estava brincando com a Sunny quando sua omma apareceu na sala:

- Sunny... – ela chamou a filha e a pequena virou a cabeça olhando a mãe e virou-se pra mim. – Omo, fui ignorada pela própria filha! – ela se juntou-se a nós e começou a brincar.

- Fiz um pouco de sopa. Vá comer algo. – comentei olhando ela atentamente.

- Já vou. – ela apoio a cabeça no estofado e sorriu pra mim. – Eu te amo Jongwoon!

- Eu sei meu amor. – me aproximei, juntei nossos lábios e aprofundei o beijo ainda mais.

- Appaaa! – acabei rindo da voz infantil da minha pequena.

- Vá comer! – bati em seu bumbum e vejo ela fazer careta. – Sem reclamações minha linda.

Ela saiu e foi comer. Não era difícil agradar ela, difícil era cuidar da Sunny que mudava o temperamento e eu vivia ligando para sua mãe:

- Sua mãe veio aqui? – ela perguntou, enquanto assistimos TV, sunny está no seu colo, abraçada em seus braços.

- Não. – olhei ela. – Quem veio foi meu irmão. – comentei tornando a olha a TV. – Sua faculdade está puxada demais?

- Sempre é amor. – ninguém sabe, mais a minha esposa e eu temos uma boa diferença de idade. – Porém, já está no final.

Afirmei, me ajeitando e deitando na perna dela, onde a Sunny não ocupava espaço:

- Se alimente ao menos. – ela me encarou e riu afirmando.

- Irei me cuidar senhor Kim. – ela beijou meus lábios e aprofundou o beijo, mas parou devido nossas posições.


Notas Finais


Espero que tenham curtido


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