História Love u baby ( ver. HOT) - Capítulo 6


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Visualizações 82
Palavras 2.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oie. Vocês tem vergonha de pedir HOT meninas??
LOL

Parei
só pra atualizar, só faço isso pq estou usando um PC fora.
boa leitura

Capítulo 6 - Jaewon (ONE)


Fanfic / Fanfiction Love u baby ( ver. HOT) - Capítulo 6 - Jaewon (ONE)

- “S/N”! – meu chefe me chamava enquanto caminhava a sua sala. – Vem pra minha sala. Agora!

Meu trabalho às vezes é estressante. Mas fazer o quê, preciso do dinheiro para me sustentar fora do meu país de origem:

- Oi senhor Choi. – entrei na sala deixando a porta fechada e o vendo em pé perto de sua mesa. – Do que o senhor precisa?

- Senhor? Credo “S/N”, não sou tão velho assim. – ele ri enquanto olhava uns papéis. – Você já está sabendo do evento que estamos fazendo. Certo?

- Sim senhor. – como poderia esquecer um dos maiores eventos de músicas e entretenimento do país.

- Bom. Eu quero que você vá atrás de algum cantor descente na cidade para colocar ele como descoberta. Me entendi? – ele não pode tá fazendo isso comigo.

- Porque não manda um dos responsáveis por isso? – Choi é um dos meus amigos que me ajuda em tudo e sobre falar formalmente com ele, isso só ocorre quando não estamos a sós.

- Aish... Dongsae... Porque eu quero que você organize. – ele me entregou uma pasta. – Aqui tem os contatos de alguns que eles pegaram. Quero que confira.

Peguei a pasta de sua mão e saí da sala quando o telefone dele começou a tocar. – Sinceramente, eu sou Péssima nisso. Por isso, irei pedir ajuda a um dos meus amigos que por sorte é cantor e poderá me ajudar nisso. – Depois que deu meu horário de ir embora. Procurei sair daquele lugar, antes que o Choi resolva me fazer de faz tudo.

Fui para meu apê, já contando os minutos que meu macarrão instantâneo estaria pronto para ser devorado e fazer da minha barriga um ser feliz. – enquanto o macarrão está no fogão eu e meu filhote de golden, - Que já está um adulto formado, mas continua sendo o meu bebê. – estamos assistindo o jornal.

Me levantei pra comer, mas acabo ouvindo o barulho da senha ser ativada. – Golden começou a latir e minha preocupação foi em saber quem poderia ser:

- Hey Golden... – apareci na sala vendo meu amigo/ namorado.

- Quem é vivo sempre aparece. – falei olhando o pedaço de mau caminho carregando uma mochila e trajado todo de preto. – Está vindo de onde?

Me sentei no sofá com meu papero, cheio de macarrão e chamando atenção do Golden pqrq perto de mim, deixando Jaewon trocar seus sapatos e deixar sua mochila em algum canto:

- Da casa do Mino. – ele falou calmo. – Eu... Nada esquece.

- ‘Nada esquece’ . – repeti o que ele falou olhando para tv e notando que ele quer me falar alguma coisa. – O que fazia no Mino?

- Nada. – ele respondeu indo pegar sua mochila. – Vou pôr no seu quarto. – ele saiu depressa para meu quarto.

Fiquei saboreando meu macarrão até terminar tudo e notar que Jae está demorando demais em um quarto:

- Oppa! – gritei por ele e em segundos ele aparece com outra roupa e os cabelos um pouco húmido. – Aha... Quer comer alguma coisa?

- Você vai fazer algo?

- Eu ia pedir pra você ir comprar. – sorri meiga, vendo ele revirar os olhos.

- Estou sem fome. – ele falou se deitando no chão próximo ao meus pés.

- Oppaa! – chamei ele manhosa. – Vai lá comprar. – cutuquei ele com o pé.

- Aish... – ele ficou me encarando zangado. – Ainda tem aquele doce que sua mãe mandou?

- Têm. – afirmei balançando minha cabeça e rezando para ele ir abrir um pra mim. – Tá no armário. Na parte de cima.

Informei vendo ele ir até a cozinha. Demorou alguns minutos e vejo ele com a lata de doce se leita aberta em uma mão enquanto na outra ele traz duas colheres:

- Pronto Jajigya. – ele me deu uma colher com um pouco do doce. – Que papel é aquele na suas coisas?

- Papel?

- Eu acabei vendo. É sobre o evento que vai ter. – ele fala tudo muito calmo.

- Ahaaa. Meu chefe mandou eu procuraram atrações desconhecidas para dar credibilidade. – respondi notando seu interesse. – Quer me ajudar ou está interessado?

- Não.... Acho que não. – a última frase ele falou muito baixo, talvez para eu não ouvir.

- Oppa. – ele me olhou ainda segurando sua colher na boca. – Wow. Isso é sexy. – ele ficou vermelho e tirou a colher da boca para pegar mais doce. – O Mino vai tá ocupado amanhã?

- Provável. Ele e o Bobby estão trabalhando em uma nova música. – Bobby, meu bebê.

- Quando Bobby chegou? – pelas minhas últimas informações, Bobby meu bebê. Estava nos USA trabalhando com outros artistas.

- Acho que ontem. – ele respondeu abaixando a cabeça. – Jajii... Sobre o evento... Você já sabe quem vai chamar? – impressão minha, ou meu namorado está interessado demais no evento.

- Ainda não. – coloquei a colher no lado. – Vamos dormir? – olhei as horas em seu relógio de pulso e vi que está bem tarde.

- Tá bom. – ele levou minha colher e eu fui para meu quarto tomar um banho.

Fui tirando minha roupa no banheiro, deixei elas sobre a pia e fui para o chuveiro tratar de me limpar. A cada segundo, minutos que se passava eu pensava ainda mais no que o Jae está me escondendo. Ele passa muito tempo com o Mino e ele nem me diz o motivo e nem o que faz tanto na casa dele. – Meus pensamentos mudaram quando vejo a sombra do homem, se aproximando do box:

- Vai demorar muito. Quero dormir. – ele foi super manhoso.

- Seria mais rápido se viesse me ajudar. – falei enquanto esfregava minha costa.

Ouvi a porta do box ser aberta e fechada em segundos. Quando me virei, encaro Jae completamente nú com seu membro ficando ereto ali mesmo na minha frente, a face dele era aterrorizante. Um olhar bem obscuro que dar até medo:

- Vira. – ele pegou a bucha da minha mão. – Ajudo a esfregar a costa.

Ele começou bem de leve os movimentos limpando todas a região. – E enquanto fazia isso, sentia seu membro tocar meu bumbum várias vezes. – Ele colocou a bucha no lado e começou a beijar minha nuca, uma de suas mãos massageava minha intimidade me causando tremor no corpo inteiro e me deixando excitada demais. – Nem parece que transamos antes dê ontem, mas mesmo assim:

- Jae... – acabei gemendo o nome dele. E isso para ele é um incentivo para continuar.

Sua outra mão aperta meus seios me deixando toda sensível naqueles braços. – Seus beijos em meu pescoço, descia por meu ombro e voltava para o pescoço indo até minha orelha, onde ele mordi bem fraco. – Seu membro roçava entre minha perna e só de sentir ele daquele jeito me dá logo vontade de ter ele em mim.

Ele parou os movimentos na minha intimidade, enfiou o dedo mexendo no meu interior, fazendo eu me contorcer por inteira:

- Empina o bumbum jajigya. – sua voz rouca me fez estremecer.

Ele retirou seu dedo e se afastou, senti suas mãos no meu bumbum e ele afastou minhas pernas e em segundo sinto ele me sugar por inteira. Ele faz isso tão bem, que chega a ser torturante o modo que ele movimenta sua língua devagar. – apoiei meu peso na parede empinando minha bunda e sentindo ele me sugar muito mais, meus gemidos já não eram mais controlados:

- Ahaaaã... Jaewon... Coloca logo eu não aguento mais oppa. – pedi implorando para ele.

- Você está tão quentinha minha linda. – ele falou. – Acho que dá.

Ele ficou de pé e me virou para ficar frente a frente com ele, sua mão segurou umas das minha pernas, me deixando aberta para ele, enquanto sua outra mão apoiava na parede:

- Segura meu pescoço Jajii. – fiz o que ele pediu.

Quando seu membro enteou em mim, eu na força do hábito abracei ele começando a gemer ainda mais com cada estocada que ele dá. Ele estava diminuindo o ritmo, e depois de segundo dava uma estocada mais forte e profunda, aquilo me fez gemer tanto que chego a morder o ombro dele e ouço ele gemer junto comigo:

- Ahã.... Ahã.... Ahaaa. Jajigyaa... – ele inclinava sua cabeça para trás e voltava me encarando. – Isso está gostoso. – ele beijou meu lábios sugando eles no final. – ahaaa. Eu vou gozar...

Se fosse só ele. – Ele deu um jeito de me carregar em seu colo. – abracei sua cintura com minhas pernas ainda com ele movimento seu membro em mim. – Meus seis estão próximo ao lábios dele e o mesmo começa a sugar e me estocar ao mesmo tempo.

- Oppaaa. Mas rápido. – pedi sentindo seu membro aumentando a velocidade aos poucos. – Ahaaã.

Ele movimentou mais algumas vezes até nós dois chegar ao ápice. Ele gozou dentro de mim e nem camisinha estamos usando:

- Oppa... – chamei ele um pouco ofegante. – Você vai comprar o remédio. – mordi seu ombro, ainda abraçada ao seu copo e ainda com ele dentro de mim.

- Eu sei. – ele disse cansado ele encostou sua cabeça no meu ombro e depositou um beijo em meu pescoço. – Te amo pequena. – ele me olhou com parte do seu cabelo molhado cobrindo seus olhos.

- Também te amo Jaewon oppa. – passei minha mão no seu cabelo afastando para trás e tirando todo aquele cabelo da frente. – Quando quiser sair já pode. - sorrir para ele, notando sua bochecha ganhar coloração.

Ele me desceu devagar e tirou seu membro devagar. Terminamos nosso banho e formos para cama, me agarrei a ele sentindo seu corpo quentinho. Junto com minhas mãos frias:

- Porque você está tão fria? – ele segurou minha mão puxando elas e levando até sua boca, onde ele assoprava.

- Para com isso Jae. – me soltei dele e me virei de costa ouvindo seus risos travessos. – Vai dormi?

- Estou tentado....- ele ficou respirando fundo e isso me incomodava, ele quer falar algo. – Jajigya.

- Fala. – me virei olhando meu homem olhando o teto.

- Eu nem sempre te contei tudo. – ele olhou pra mim. – Sabe... Eu, estou passando por umas dificuldades financeira. – me ajeitei para entender sua situação. – Fui despejado do meu apartamento e agora estou na casa do Mino. Por isso passo muito tempo lá.

- Tá morando com ele há quanto tempo? – Me sentei na cama tentando entender a situação toda naquele breu do meu quarto.

- Há um mês. – sua voz estava embargada e triste. – Jajigya. Eu não contei antes porque eu não queria você se preocupando. – senti suas mãos em meus ombros.

- Eu sei... Mas... – lembrei das vezes que saímos e eu deixava ele pagar tudo. – Você ainda tá trabalhando?

- Estou fazendo um bico. – ele respirou fundo. – Trabalho com o Mino e Bobby fazendo as músicas.

- Você faz rimas também? - perguntei impressionada.

- Sim e algumas vezes eu consigo ganhar algumas competições que fazem por aposta. E é deste jeito que venho bancando nossas saídas. – que menina burra.

- Amor... - liguei o abajur ao lado da cama para olhar seus rosto. – Olha pra mim. – ele levantou o rosto, seus olhos estavam estavam vermelhos e minha vontade de acabar com aquilo é enorme. – Pare de chorar. – limpei seu rosto. – Devia ter me contado.

- Me desculpa. Eu achei que poderia contornar a situação antes de um mês. – ele está tentando ser forte. – Posso pedir uma coisa?

- Claro. – ele segurou minha mão.

- Tem como me incluí na lista de apresentação local. Eu tentei fazer minha inscrição. Mas, estava sem a grana para pagar a ficha. – ele olhou para nossas mãos.

- Coloco. – me levantei indo atrás da pasta e procurando os papéis de inscrição. – Preenche a ficha. Eu pago ela. – sorri para ele na tentativa de convencer o cabeça dura. – Agora me diz o que te fez contar isso agora?

- O Mino me ameaçou a me mandar embora e contar a verdade pra você. – e se eu soubessem disso por outro. – Não iria arriscar meu namoro. – ele me entregou a ficha com todos seus dados. – Posso já me preparar?

- Claro. Só não se empolga demais. – falei séria a ele.

- Pode deixar. Vou me empolgar só com você mesmo. – ele me puxou para cama me abraçando. – Boa noite monamur.


Notas Finais


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