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História Love Under Rubble - Capítulo 14


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoas incríveis!!

Cá estou com mais um capítulo!! E novamente, oferecido para a minha melhor amiga e pessoa: Amanda!

Novidades nas notas finais!

Cuidem bem dessa música, pq a amo demais!

Capítulo 14 - Xo


Fanfic / Fanfiction Love Under Rubble - Capítulo 14 - Xo

Capítulo Quatorze: XO

“Os controladores de voo avaliam com cuidado a situação
Obviamente a pane foi grande

O seu amor brilha como sempre
Até mesmo nas sombras
Querido, me beije
Antes que apaguem as luzes
O seu coração está reluzente
E eu estou indo ao seu encontro com tudo
Querido, me beije
Antes que apaguem as luzes
Antes que apaguem as luzes
Querido, me ame com as luzes apagadas

Na hora mais escura da noite
Eu procuro no meio da multidão
O seu rosto é tudo o que eu vejo
Eu darei tudo a você
Querido, me ame com as luzes apagadas”.

- XO, Beyoncé.

 

Elena Gilbert
NYC, New York – EUA

 

Observo Marcel bater a massa de bolo manualmente, em sua frente o Ipad está ligado e exibe uma receita de bolo de framboesa. Meu amigo está empenhado em cozinhar, coisa que raramente acontecia. Para ser sincera, nenhum de nós três é fã de cozinha. Durante a semana mal ficamos em casa para almoçar, nos fins de semana sempre nos redemos ao delivery e nos feriados Caroline se prontifica a não nos deixar morrer de fome. Minhas melhores lembranças deste apartamento é o dia de ação de graça do nosso primeiro ano juntos. Foi um desastre, porém incrivelmente bom.

- Tem certeza que vai se sair bem? – pergunto.

Marcel me encara e ergue a sobrancelha. Meu melhor amigo é um ator britânico, extremamente amoroso e gentil. Só peca quando seu quarto se torna uma zona de guerra por tamanha bagunça. O Gerard veio do sul da Inglaterra, de uma família preconceituosa e miúda. Apesar dos vários filmes que fez, campanhas publicitárias e ONG’s que apoia, nada conseguiu modificar o pensamento de seus pais a respeito de sua orientação sexual. O que é uma pena, pois eles perdiam a companhia de um filho dedicado, mas não abriam mão da filha problemática e criminosa, que também possuíam, mas ela se tornava aceitável por ser heterossexual.

- Eu preciso me sair bem. – ele murmura.

- Vai convidar alguém para jantar? – volto a perguntar. Estou sentada em um dos bancos elevados da ilha, enquanto meu amigo está de frente para mim. A cozinha está levemente bagunçada, além do bolo, Marcel também tentava preparar cordeiro assado.

- Sim. Conheci alguém. – meu amigo volta a responder, agora levemente impaciente. – Você poderia largar um pouco o celular e vir me ajudar, que tal?

Olho para o meu aparelho celular, que exibia uma matéria extremamente maldosa sobre o meu desempenho no filme que contraceno com Margot Robbie e Jeremy Sullivan. Era uma crítica especializada em cinema, que sempre possuía acesso aos materiais antes de sua estreia. Eu particularmente a detestava, mas aparentemente Martha Willians recebia bastante acessos em seu blogger; e o material deste post se baseava a elogiar a direção, produção, roteiro, efeitos visuais, fotografia, trilha sonora, atuação de Margot e Jeremy, contudo apontar e ridicularizar a minha performance em cena.

- Estou lendo uma crítica ao filme, - resmungo – e aparentemente os comentários são concordando com a Martha Willians. Ninguém gostou da minha atuação.

Marcel para de bater a massa e me fita compassivo.

- Eu odeio essa mulher! Ela é sempre elogiada por suas críticas nem um pouco construtivas. – diz – Mas, você acha que isso irá influenciar na forma que as pessoas vão receber o filme? Ou até mesmo a academia de premiações?

Dou de ombros e largo o celular.

- Sinceramente, eu não sei. Isso me mata, pois neste projeto eu estava me empenhando totalmente, muito mais do que os outros. Aceitei um projeto de uma diretora que já ganhou um Oscar, até a Margot já ganhou também. O Jeremy foi indicado ano retrasado, e imaginei que isso bastaria para chamar atenção do público e da academia para que eu ganhasse meu sonhado Oscar. – resmungo.

De repente nossa conversa é interrompida com um barulho na fechadura, logo a porta se abre revelando uma Caroline Forbes com bochechas vermelhas e cabelo bagunçado.

- Que cheiro bom! – ela murmura risonha, e joga seu sobretudo de caxemira, bolsa e pasta numa poltrona próxima ao sofá. Caroline volta a se aproximar de nós e entrega um beijo em nossas bochechas. Ela parece de bom humor. – Por que Marcel está cozinhando?

- Ele conheceu alguém e está apaixonado. – me prontifico a informar. Minha amiga solta uns gritinhos de alegria.

- Isso é maravilhoso! Elena por que você não está o ajudando? – Caroline questiona com um olhar julgador. Marcel me fita com uma expressão óbvia e eu apenas dou de ombros.

- Estou reclamado, porque novamente o meu sonho de ganhar um Oscar fora jogado para longe de mim. – resmungo e salto do banco elevado. Dou a volta na ilha e me posiciono ao lado de meus dois amigos – Sabe, acho que deveríamos fazer um jantar em amigos esta noite.

Caroline pondera, enquanto Marcel respira aliviado.

- Pelo menos eu não vou passar vergonha por cozinhar mal sozinho. Adorei! – ele murmura e pesca o celular no bolso, imagino que vá avisar a pessoa especial que eles terão companhia. Eu faço o mesmo, convidando Damon e Stefan para o jantar. Mas, estranho quando Caroline não faz o mesmo.

- Não vai chamar ninguém, Care? – pergunto.

Ela gesticula negativo com a cabeça.

- Quem eu gostaria de convidar está um pouco longe. – ela murmura tristonha.

Marcel e eu a olhamos curiosa.

- Quem? – perguntamos em juntos.

Caroline volta a ter as bochechas vermelhas e desvia o olhar.

- Estou conversando com o príncipe. – ela responde quase em um sussurro.

E então, o cômodo pequeno de nossa cozinha explode em expressões surpresas e em perguntas. Caroline mal consegue ouvir a algazarra que Marcel e eu fizemos ao questiona-la sobre como aquela situação se iniciou e até se os dois já se beijaram:

- Nós somos apenas amigos! – ela responde afobada – Começou aquele dia em que ele veio buscar Elena para o passeio armado por NYC. Klaus me seguiu no Instagram e mandou mensagem, hoje pela manhã fomos tomar um café juntos e conversamos bastante. Ele é tão engraçado! Mas, Klaus teve que retornar para Mônaco e nem sei quando voltará a visitar os EUA.

Ainda olhamos atônitos para aquela narrativa.

- Você fisgou o príncipe, Caroline! – Marcel responde animado – Estou brigando por pasta de dentes com uma realeza e nem ao menos sabia!

- Desculpe-me pela louça suja que deixei na pia na semana passada, vossa alteza! – murmuro zombeteira e faço uma reverência.

Nós caímos na gargalhada.

- Ai gente! Não é para tanto, nós dois apenas trocamos algumas mensagens. Nada demais. – ela resmunga – Agora vamos ajudar o Marcel com este jantar, porque se formos contar com os dotes dele, vamos comer pizza hoje à noite.

- Como quiser, vossa alteza! – respondo fazendo outra reverência e Caroline puxa meu cabelo.  – Ai, mi lady!

 

****

 

Observo meu reflexo no espelho animada.

De repente não há crítica de Martha Willians para me atormentar, deste momento o meu precioso empenho e esforço não está sendo julgado em um blog e não me sinto tão exposta e falha.

Acabei optando por uma bermuda acima da coxa de alfaiataria e cropped de moletom cinza; abotoei a gargantilha preta e coloquei meu relógio; fiz uma maquiagem leve e calcei um sapato de bico fino com pedrarias da Prada. Eu estava apresentável para um jantar em amigos, mas acima de tudo estava animada para ver Damon. Desde ontem quando sai da sua casa após o café da manhã, não tivemos contato. Fiquei até surpresa quando ele aceitou meu convite para jantar.

Solto meu cabelo e cai com ondas em meus ombros e saio do quarto. Eu, Caroline e Marcel até tentamos fazer um almoço digno, mas no fim a comida ficou com um gosto estranho e tivemos que pedir para um restaurante preparar o nosso jantar.

Caminho até a cozinha e encontro meus amigos sentados no sofá, enquanto tomam vinho.

- O jantar já chegou e está devidamente instalado nas porcelanas. – Marcel murmura. Ele está arrumado e seu tique nervoso está a todo vapor. Caroline se mantém ao se lado, com atenção vidrada no celular.

- Ótimo! Nós somos bons cozinheiros. – respondo ao risos. Pego uma taça vazia na mesinha de centro e a preencho com vinho. Não posso criticar Marcel, pois também estou ansiosa. – Caroline! Por que você está sorrindo para o celular?

Minha amiga ergue os olhos como se estivesse sido flagrada. Ela solta um risinho.

- Klaus me mandou um “meme”. – Care responde e vira o celular exibindo para nós a imagem. Marcel e eu soltamos uma risada, mas interiormente sabia onde aquele caminho levaria Caroline e Klaus, pois eu já havia o percorrido com Damon.

Antes que eu possa fazer alguma crítica a campainha toca. Deixo minha taça na mesinha de centro, arrumo meu cabelo em reflexo e vou atender. Ao abrir a porta vejo a imagem de três homens na soleira da mesma.

- Olha só quem encontramos perdido pelo corredor. – Damon murmura zombeteiro e abro espaço para eles entrarem. Espere aí! Aquele não é o Michael B. Jordan?

Damon me dá um beijo na testa ao passar por mim, mas estou tão alheia encarando o Michael em minha sala, que nem tenho tempo para estranhar seu cumprimento tão casto, pois o Salvatore sempre me dava um beijo aos lábios ao me ver.

Todos se cumprimentam, mas quando vejo meu amigo Marcel entregar um beijo rápido em Michael tenho a visão de dois homens negros se amando; e não há nada mais revolucionário, que isto.

Eles se acomodam no espaçoso sofá, e eu me sento no braço da poltrona onde Damon está. Caroline serve vinho para todos, mas aquele clima tímido ainda está no ar. Tento começar pelo o que estou mais curiosa:

- Então, Michael... como você e o Marcel se conheceram? – eu pergunto.

Meu amigo pisca tímido. Sinto Damon passar o braço ao redor da minha cintura e descansar a mão em minha coxa, de repente me esqueço da forma “fria” que me cumprimentou.

- Foi na campanha da Calvin Klein. – Michael responde e olha para o meu amigo... meu Deus aquela expressão – Fizemos fotos no mesmo dia. Eu o chamei para almoçar, mas ele negou. Então, eu pedi para que a minha agente entrasse em contato com a agente dele e marcasse uma reunião de trabalho em um restaurante.

- E você esqueceu de avisar que fora uma reunião apenas entre nós dois. – Marcel completou com um olhar cúmplice.

- Céus! Eu adoro essas histórias de como os casais se conhecem. – Stefan murmura. Ele está ao lado de Caroline, porém a loira tenta disfarçadamente dar atenção a tela de seu celular e ao mundo real ao mesmo tempo. – E você, Caroline?

Minha amiga esbugalha os olhos como se estivesse sido pega em flagrante novamente.

- O que tem eu? – questiona.

- Está ficando com alguém? – meu amigo pergunta.

Caroline e Stefan já se conhecem. Na noite da inauguração de nosso apartamento eu fiz questão de dar uma festa, era o momento perfeito para comemorar a nova fase da minha vida, afinal eu havia estrelado um filme que fora um sucesso ao lado de Stefan, conheci Damon e junto com Caroline resolvemos morar juntas. Era o início de uma nova fase, e fora naquele cenário que meus dois amigos se encontraram pela primeira vez.

- Não, - ela murmura desanimada – estou muito atarefada no trabalho para pensar nisso.

Era a típica resposta de Caroline Forbes. “Por que ainda não tem filhos? ” “Aos 30 anos e ainda não se casou? ” ou “Por que nenhum namoro seu vingou? ” E a todas essas perguntas minha amiga entregava a mesma resposta.

- E você, Stefan? Não está saindo com ninguém? – devolvo a pergunta.

- Ninguém está preparado para receber tanta felicidade em sua vida. – ele dá de ombros e murmura convencido.

Soltamos uma gargalhada.

- Vocês dois são namorados? – Michael pergunta apontando para eu e Damon.

Puts! O homem ao meu lado quase engasga com o vinho que bebia. Aquela pergunta ainda era um assunto proibido e incomodo. Porém, quando eu fiz algumas entrevistas era questionada pelo fim do meu relacionamento com Damon e sempre entreguei uma resposta mecânica.

- Somos ex-namorados. – respondo singela e evito olhar para a expressão de Damon.

Logo, aquele clima estranho paira sobre a sala.

- Vou ver se o cordeiro já assou! – Marcel murmura de repente e se levanta.

- Eu te acompanho. – digo.

Ao chegar na cozinha, apenas precisamos colocar os utensílios na mesa de jantar, que ficava posicionada atrás do sofá. Nós nunca a usávamos, exceto em situações raras como estas. Caroline chegou na cozinha também e nos ajudou a terminar de arrumar a ornamentação da mesa e colocar as travessas com comida. Havia cordeiro, vargem, purê de batatas e salada mista, tudo preparado em tempo recorde por um restaurante. Os rapazes saíram da sala ao lado e vieram sentar-se na mesa e logo o jantar estava servido.

A noite seguiu animada. Mas, eu ainda estranhava o jeito de Damon, pois sentia que ele está levemente distante; como se algo o preocupasse. Contudo, eu tratei de não me deixar abalar por seu jeito diferente. Fiz questão de conversar, rir e celebrar a amizade com os demais. Em outro momento eu o questionaria.

Todos adoraram o jantar e a sobremesa foi servida. Não conseguimos encomendar torta de framboesa, então pedimos um Cheesecake tradicional de morango. Comemos enquanto Michael B. Jordan contava sobre sua aventura na Índia em suas últimas férias. Ele e Marcel possuíam uma boa troca de energia, sempre sorriam para o outro, trocavam carícias leves e tímidas, mas havia aquele olhar que expressava amor e respeito acima de tudo.

Após o jantar voltamos para a sala onde servi um licor de café, que minha tia Jenna havia me presenteado por sua última viagem ao Brasil. Agora na sala a conversa está mais leve, noto que alguns estão com as bochechas rosadas e o sorriso bobo entrega que meus amigos estão um pouco alcoolizados pelo vinho e agora o licor. Eu também me sentia assim, tanto que a imprudência e senso de arriscar correm por minhas vezes. Quando sentei no colo de Damon, recebi alguns olhares surpresos, mas nada que eles não tivessem acostumados por nossa inconstância.

- E se nós jogássemos strip-poker? – pergunto de repente e dou um sorriso sapeca.

- O que é isso? – Stefan pergunta.

- Nós não vamos jogar strip-poker! – Damon ralhou.

- Eu não quero ver vocês pelados. – Caroline resmunga – E eu sou muito boa no pôquer!

Marcel e Michael apenas dá de ombros em indiferenças.

- Por que não? – questiono a Damon.

- Eu já vi os seios da Elena. – Stefan murmura. Ele recebe um olhar fulminante de Damon, e eu já sinto seu corpo vibrar a baixo de mim – Ei! Não me olhe assim, eu fui obrigado a ver os seios dela.

Solto uma gargalhada.

- Lembro-me que você gostou do que viu. – revido.

- Elena! – Marcel solta.

Stefan revira os olhos.

- Se eu for assassinado por meu próprio irmão, será culpa sua, Elena Gilbert. – Stefan resmunga.

Caroline se levanta.

- Céus! Eu odeio tanto vocês. Bom, amanhã eu preciso trabalhar... então, foi um prazer te conhecer pessoalmente Michael, e a propósito eu adorei seu papel em Pantera Negra. – Caroline murmura e se despede do rapaz – E aos demais, boa noite.

Minha amiga acena e se retira da sala, indo em rumo ao seu quarto. Havia sido a deixa e os outros também vão se dissipando. Primeiro Stefan se despede e vai para sua casa. E depois Michael e Marcel vão para o quarto. Restando apenas Damon e eu ainda na sala.

- Quer jogar strip-poker? – indago e o observo. Ele continua extremamente atraente.

- Não, - responde aos risos – vamos para o quarto.

- Me leva no colo, amor? – peço com um sorriso sapeca.

Damon solta uma risada descrente, mas faz o que peço. Ele suspende meu colo e passa o braço por debaixo das minhas coxas. O vejo caminhar até meu quarto e descansar meu corpo na cama, ele volta para fechar a porta e logo desaba ao meu lado. Ainda existe aquela expressão de preocupação:

- O que está havendo, Damon? – pergunto quase num sussurro.

O vejo virar se para mim e olhar dentro dos meus olhos. Comecei a temer qual seria a sua resposta. Damon suspira e ergue a mão para me fazer um carinho em minha face.

- Eu não consigo me lembrar de como eu era antes de conhecer você. – Damon murmura. E uma linha de expressão em dúvida surge em meu rosto. Não me parecia um questionamento positivo, mas não quis pensar que Damon estaria se perguntando sobre ainda continuar o que fazíamos. Havíamos brigado no hospital há poucos dias, mas transamos na semana passada. Não era algo retilíneo, muito pelo contrário. Curvas era o que definia o nosso relacionamento.

Aproximo-me de Damon e o beijo nos lábios.

Nesta noite eu não queria saber sobre seus questionamentos, apenas sentia a necessidade de sanar a saudade em que tive no nosso tempo longe. Logo, Damon agarra minha cintura e me ergue, ajudo-o com meu corpo e me sento em seu colo. Nosso beijo ganha um pouco mais de intensidade, e não me acanho em abrir o zíper do meu short.

Damon passa a mão por meu cabelo, segue para a minha cintura e dedilha para dentro do meu cropped. Logo, o sinto puxar a peça para cima e ergo meus braços, me livrando da roupa e tenho a sensação dos dedos dele deslizando por meus seios agora nus. Mesmo atenta ao beijo, puxei a camisa de Damon também. Voltamos a tocar com os lábios, e agora nossas línguas mexiam entre si. Ele mordeu levemente meu lábio e eu suguei o dele. O seu corpo esbarra um pouco no meu para que eu caísse para o lado, mas me mantive por firme. Eu gostava de estar por cima.

Parei de beijar seus lábios, e comecei a seguir uma trilha com a boca por seu pescoço, colo, abdômen até chegar no cós da sua calça. Dedilho o jeans, mas elevo meu olhar para Damon.

- Você quer que eu o coloque na boca? – pergunto em um sussurro. Vejo apenas Damon assentir sôfrego que sim, e sigo tirando sua calça jeans por suas coxas. Ao deixa-lo apenas de cueca, esfrego minha boca em seu pênis ainda sob o tecido. Noto que Damon sentiu meu hálito quente, pois o mesmo fecha as pálpebras por tortura. 

Puxo o tecido por suas coxas novamente e o pênis de Damon se revela já ereto. Amava vê-lo daquela forma e saber que eu era por mim. Aproximo-me e deslizo os lábios por seu músculo, que já pulsa. A saliva em minha boca auxilia na lubrificação, quando o envolvo por completo. Sugo o máximo que posso e começo a trilhar o movimento de subir e descer. Ouço um murmúrio de Damon e sinto que estou no caminho certo. Era gratificante vê-lo daquele jeito, praticamente implorando por mim. Para que eu o envolva mais, de maneira quente e rápida.

O Salvatore reúne meu cabelo em um rabo e ergo meu olhar até ele, que me observava com uma expressão estimulante. Nosso olhar se encontra e me esforço para dar vida ao semblante provocativo. Neste momento gostava de pensar que eu e Damon estava num lugar com a aura do clipe “Partition” da Beyoncé, contudo a realidade de estar ao lado deste homem incrivelmente gostoso era melhor do que qualquer videoclipe.

Agarro suas coxas e a pressiono com minhas unhas. Volto a chupar o pênis de Damon usando de apoio apenas a boca lubrificada, o sugo com força e tento ir até a base. Prendo minha respiração nestes momentos e o sinto pulsar em minha garganta. O corpo de Damon estremece, pois ele não conseguia segurar muito quando eu me realmente me esforçava para lhe entregar o melhor sexo oral que já recebeu na vida.

- Elena... – Damon sibila. – Amor...

Ele está quase lá.

Continuo a sugar seu pênis em uma velocidade contínua, subindo e descendo, agarrando sua coxa e salivando em seu músculo. A mão de Damon afrouxa no rabo de cavalo, mas logo puxa os fios pela base da minha nuca. E então, ele explode em minha boca. Deixo minha garganta relaxada e o recebo.

O corpo de Damon relaxa embaixo de mim e sua expressão se suaviza.

Porra! Como eu amada aquele semblante de “Acabei de receber o melhor oral da minha vida”. Ergo meu corpo e volto a fazer minha trilha de beijos, e paro em seu pescoço. Damon suspira fundo, ainda de pálpebras fechadas.

- Por que você tem o que quer de mim, de uma maneira tão fácil? – ele sussurra.

Solto um risinho e dou um beijo rápido em seus lábios.

- É porque eu sou muito boa no que faço. – respondo lasciva. – E agora você vai me comer, pois estou sentindo vontade desde o jantar.

Damon abre as pálpebras e me observa interessado.

- Fica de quatro, amor. – ele pede e fico levemente confusa. Pois, essa era uma posição que Damon raramente queria. Mas, apenas dou de ombros e faço o que ele pede. Posiciono-me apoiada em meus joelhos e abaixo o tronco até meus ombros se encontrarem na cama. Viro meu pescoço e posso vê-lo posicionar-se atrás de mim e estimular meu clitóris com os dedos. E não tarda, quando Damon introduz seu pênis ereto em mim.

Mal consigo esconder e um gemido me escapa os lábios, quando minha vagina recebe aquele corpo estranho de bom grado. Estico mais meu tronco como uma gata manhosa, e sinto Damon entrar e sair de mim. Apoio-me em apenas um lado do ombro e começo a me estimular com a mão esquerda.

Sinto a temperatura do meu corpo aumentar, e logo o suor brilha na superfície da minha pele. Damon está entrando e saindo de dentro de mim com mais força, com uma mão ele agarra a minha cintura e com outra ele espalma minha nádega; A sensação que tenho é que o homem está me punindo por algo, furioso com algum comportamento que tive e isto o dar mais gás para bater em meu bumbum.

Gemidos escapam por nossos lábios.

- Puta que pariu! – exclamo ao nivelar a minha ação de estimular meu clitóris ao ato de Damon introduzir seu pênis em mim. Estamos na mesma velocidade, em sintonia.

Damon interrompe os tapas e puxa a raiz do meu cabelo na nuca, isso faz com que meu pescoço se eleve e encaro o teto. Seu pênis continua em uma velocidade contínua e imagino que será difícil sentar amanhã.

- Amor... – ele sibila com dificuldade.

Me entrego aquela sensação, e a temperatura aumenta. O prazer chega ao teto máximo de capacidade, e entre gemidos sufocantes, puxões de cabelo e um pênis viril, meu orgasmo me atinge como um tiro de bala doce. Meu corpo se relaxa com o choque gostoso e Damon logo desaba ao ver meu ápice.

Ele deita o corpo em cima de mim e sinto seu coração bater em minhas costas ainda frenético.

- Seu gostoso, filha da mãe... – resmungo sufocada.

Damon solta um risinho e beija meu ombro.

- Estes prazeres violentos tens fins violentos. – profetiza Shakespeare.

 


Notas Finais


Eita galera... e aí?

Para quem curte ouvir música, enquanto lê trouxa a playlist dos capítulos!!!! Todas músicas temas dos próximos episódios estão lá! Espero que gostem!

LINK:; https://open.spotify.com/playlist/2gOA2qAJYElVlgaj5wz2Qg?si=VcmOmSPkQRytFfwCtAEtuA

Espero que tenham gostado do capítulo, que favoritem a playlist e que também deixem as impressões de vocês a respeito de tudo o que tem acontecido na história!! Quero saber tudo!! Quem também adora noite entre os amigos? Me contem tudo!

Bjss... ;)


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