História Love Without Tragedy - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fifth Harmony, John Mayer, Katy Perry
Personagens Camila Cabello, John Mayer, Katy Perry, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Drama, Fifth Harmony, John Mayer, Katy Perry, Lauren Jauregui, Romance
Visualizações 105
Palavras 2.860
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


oi mores qnt tempo ne? então em nome do meu primeiro dia de ferias (uma semana) decidimos postar logo esse capítulo pra ver se nos abandonaram ou n. esses proximos caps sao bem importante pra camren e é so camren. vcs perdoem a demora ta? qnd eu digo q somos bem ocupadas com a faculdade é mt verdade, ate queria q fosse mentira. Entao foi mal. Ah e a gnt ta sem computador entao se tiver mal editado é simplesmente por causa disso. Entao foi mal 2. Clocks é a musica do coldplay entao aproveitem esse hino. qlqr erro, sugestao, reclamação etc xinga a gnt no tt @nowaykatheryn e @twokisstoyou

Capítulo 15 - Clocks


Lauren's POV

Eu já não sabia se deveria insistir em Camila. Pra mim não faz sentido a ideia de que ela me queira e não me queira ao mesmo tempo. Eu não tenho certeza de nada porque ela não me dá a possibilidade de ter. Mas depois da nossa conversa antes do jantar, a sós na cozinha, algo no olhar dela me diz que deveria insistir, mas eu não quero parecer esses homens estúpidos que não entendem o significado de "não". Portanto, tudo o que me resta a fazer esse final de semana é aproveitar com meus amigos essa casa maravilhosa na praia, e esperar dela sinais de reciprocidade, o mínimo que sejam. No mais, só terei a chance de poder olhar, mas infelizmente não tocar, a menina mais linda desse mundo. Era isso o que eu achava da Camila, a menina mais linda do mundo. 

 

A noite já caiu completamente, e é possível ver o céu inteiramente estrelado. Todos concordaram que deveríamos fazer uma fogueira para reproduzir a felicidade adolescente em clipes de músicas. Acabamos por realmente nos divertir fazendo isso por brincadeira. Camila e Shawn trouxeram seus violões e sentaram-se lado a lado em volta da fogueira. Eu achava estar sentada longe o suficiente para que Camila não percebesse que eu estava olhando a sem parar. Mas acabamos por cruzar olhares muitas vezes. Ela não cantava, mas tocava avidamente ao lado de Shawn, e a harmonia em que tocavam demostra o hábito de tocarem juntos e trocarem composições. Quase todos cantaram uma música, e as vezes todos cantavam juntos músicas. Fomos de Frank Sinatra a High School Musical, sem julgamentos. Normani se juntou a Ally e Dinah para cantar Destiny's Child quando eu me recusei por vergonha. E. Que. Trio. Todos até pararam e brindaram a excelência do cover. Ficamos tantas horas cantando e bebendo que provavelmente perdemos noção do tempo e da situação em que estávamos. A fala elaborada já não era mais nosso ponto forte, as letras das musicas sumiam de nossas línguas e o riso era contínuo. 

 

- Eu acho que... - Joshua, um dos amigos de Shawn e Hailee e o dono da Amarok preta, disse tentando se levantar cambaleante. - estamos bêbados o suficiente para entrarmos no mar agora. 

 

Todos o aplaudiram e gritaram em acordo, Joshua colocou o braço que segurava a cerveja na altura de seu estomago e se abaixou em reverencia ao público. Quando olhei pra Camila, ela estava séria e balançando a cabeça. 

 

- Mas pera aí, Joshua... - Disse Shawn. - Vamos tocar mais uma e todo mundo vai. Camila e Hailee a última é de vocês. É a lei. 

 

- Ah não, Shawn... - Camila falou imediatamente. - Dessa vez não. 

 

- Ah mas você tem que cantar sim. Imagina uma roda em volta de uma fogueira sem você cantando, Camila. - Disse Skyler sorrindo para ela, e eu senti os músculos do meu rosto tensionarem. 

 

- Vamos logo, M. - Hailee disse, que já tinha levantado pra tirar a roupa e cair no mar. - Mande ver aí, varão. 

 

Shawn olhou para a roda, todos na expectativa da última música, mas senti seu olhar especialmente em mim. E depois voltou para seu violão e começou os acordes para Clocks do Coldplay. O som no violão era diferente, mas tão familiar aos ouvidos dessa geração. Camila reconheceu imediatamente e fez uma expressão estranha de reprovação para Shawn, mas virou o violão preparando-se para produzir uma batida. Olhou para que Hailee começasse e esta o fez pronta e suavemente, de olhos fechados, mãos tamborilando nos joelhos. 

 

The lights go out and I can't be saved

Tides, that I tried to swim against

You've put me down upon my knees

Oh, I beg, I beg and please, singing

 

Come out of things unsaid

Shoot an apple off my head

Trouble that can't be named

A tiger's waiting to be tamed, singing

 

Para finalizar, abriu os olhos e direcionou a Camila, que acenou com a cabeça. E junto de Hailee continuou. 

 

Youuuu are.

Youuuu are.

 

Elas nem se olhavam, pois Camila fechou os olhos quando começou a cantar e não os abriu por um tempo. Camila cantava por trás da voz de Hailee mas eu estava completamente hipnotizada. O breve momento sem as vozes e apenas o som do violão de Shawn, e as batidas de Camila me deixaram em estado de excitação para o momento seguinte. Então Camila começou sozinha os versos seguintes e meu coração explodiu. 

 

Confusion that never stops

Closing walls and ticking clocks

Gonna come back and take you home

I could not stop, that you now know, singing

 

Come out upon my seas

Cursed missed opportunities

Am I a part of the cure

Or am I part of the disease?

Singing

 

Camila não abria os olhos, mas balançou a cabeça de uma forma que Hailee a entendeu e a acompanhou. 

 

Youuuuu are. Youuuu are.

Youuuu are. Youuu are.

 

E então todos repetiram os versos, mas Camila não. Eu podia ouvir os meus batimentos cardíacos no meu próprio ouvido. 

 

And nothing else compares.

Oh nothing else compares.

And nothing else compares.

 

Camila deixou com que Hailee finalizasse a música, junto aos nossos amigos. 

 

You are. You are. 

Home, home where I wanted to go

Home, home where I wanted to go.

 

E na última repetição, ela cravou os olhos em mim e não mais cantou, apenas falou, mas sem a intenção de emitir som.

 

Home, home where I wanted to go.

 

A intensidade de seus olhos não permitiu, por razões desconhecidas, que eu mantivesse os meus olhos nos dela. Eu amarelei total. Eu não sabia o que pensar. Eu não tava sentindo meu corpo na terra. Espero sinceramente que seja o álcool.

 

- Rapaz, essa foi pra aquecer a alma. - Joshua foi o primeiro a falar, levantando sua long neck propondo um brinde. - Um brinde àqueles que nos fazem sentir como se pertencêssemos a algo importante. 

Inicialmente, todos fizeram uma cara estranha em reação ao que Joshua propôs. Geralmente ele era o que falava besteiras a todo momento, quando não estava fazendo besteiras. E aquele era um brinde muito profundo e sincero. Além de completamente sério. 

- Vocês acham que eu não posso falar sério é? - Joshua disse rindo, fechando e abrindo os olhos devagar. - Então, todo mundo tem que virar tudo e cair na água. 

Levantamos nossas bebidas, saudando o seu brinde e viramos. Os meninos, aparentemente muito mais rápidos para tirar a roupa, já se encontravam na beira da água do mar, empurrando uns aos outros. Phill e Joshua estavam numa luta um pouco difícil de entender, já que os dois estavam completamente bêbados e com os movimentos lentos. Acabou que Phill derrubou Joshua de costas na areia já molhada e gelada para ser atingido pelo mar dois segundos depois. Ally, Dinah e Normani caminharam tranquilamente, apesar de bêbadas, até a beira. Os meninos tentaram jogar água nelas, mas sua determinação pareceu ser entrar rapidamente na água, antes que desistissem. Shawn ficou só de sunga em segundos, mas esperou Hailee. Quando esta já estava em seus trajes de banho, ele a pegou nos ombros. Ela não gritou, nem nada. Eu sorri.

Eu não havia me mexido para ir para a água. Eu acho que eu nem conseguiria. Só em pensar em levantar minha cabeça já roda. Ver Hailee ser carregada me deu uma tontura quase trancendental. Depois de me recuperar, olhei então para Camila novamente. Ela estava olhando para mim, ainda sentada no mesmo lugar, quase que na mesma posição, de costas para a água, segurando o violão emborcado nas coxas, e suas mãos espalmadas na costa dele. Olhando para mim. 

 

- Você tá me olhando desde que terminou de cantar? - Imediatamente me espantei com as palavras saindo da minha boca. Isso sempre dá errado. Álcool e eu. É muito sério.

- Qual a resposta que você espera? - Camila respondeu. Em alto e bom som. Sua voz parecia mais firme nesse momento. Chegou a ecoar dentro da minha cabeça. 

- Eu não tenho certeza. - Eu disse já me repreendendo pela mentira. 

- Sinceramente? - Camila falou e eu já não conseguia determinar o que o seu olhar implicava. Mas eu poderia ficar horas assim. Olhando-a a beira mar, com a brisa gelada do mar bagunçando-lhe o cabelo. Seus olhos em minha direção, negros como a noite. 

- Você é muito linda, eu juro que se eu estivesse em condições motoras apropriadas eu poderia pintar o que os meus olhos veem e, mesmo assim, eu não poderia fazer jus. - Falei. E acabo de crer que é isso, eu não consigo controlar. E eu odeio que esteja fazendo isso bêbada. Eu já to muito grandinha pra ter coragem por conta de bebida. 

- Eu não poderia pintar você, mas a recíproca é verdadeira. - E pela primeira vez ela tomou a sua postura costumeira, um pouco confusa. - Pera, no caso, eu digo... Você sabe. 

- Camila, - Eu a interrompi assim que percebi que iria tentar se explicar mais um pouco. - Eu sei. Obrigada.

- Ah. - Ela disse, desviando o olhar para os nossos amigos divertindo-se. Um pouco sem jeito começou a batucar com os polegares as costas do violão, ainda em seu colo. - Ok.

Eu tentei me levantar para sentar ao lado dela, mas senti meu corpo voltando imediatamente para o chão. Camila se levantou rápido para me ajudar, mas eu cai de bunda antes que ela pudesse. Eu comecei a rir, a rir muito e sem motivo. Camila esperou alguns segundos para me acompanhar, mas não parecia estar achando muita graça, apenas sorria para mim. 

- Você tá bem? - Ela perguntou. - Você quer ajuda pra levantar?

- Agora não. - Eu disse, tentando limpar as mãos agora sujas de areia por terem amortecido a queda. Ela estava em pé bem a minha frente, eu a olhei de baixo pra cima. 

- Ok. - Ela disse e fez menção de se virar e voltar para o seu lugar original, e tudo o que eu pensei foi em segurar sua coxa esquerda. Ela paralisou. Eu soltei. 

- Desculpa, era só pra dizer para você sentar perto de mim. - Eu a olhava de baixo. Sem ousar desviar o olhar dos seus olhos. Ela ficou parada um tempo, olhando-me. Logo retirou suas sandálias dos pés, ajeitando-as ao meu lado e, com um pouco de dificuldade, sentou. - Ora, ora, se Camila Cabello também não está bêbada. 

- É. Está acontecendo com mais frequência agora. - Ela respondeu olhando para a praia, um pouco sem jeito. - Mas você definitivamente está mais.

- Definitivamente. Eu já sou péssima em jogos de cartas, imagina apostando virar vodka. As meninas sabem disso, por isso começaram a brincadeira. O mundo não está estático ou nítido nesse momento. 

- Dá pra perceber. - Camila riu olhando pra mim, mas logo desviou o olhar para sua frente. - Os teus olhos estão um pouco perdidos.

- De fato.

Se eu achava que olhar ela de frente, com uma paisagem incrível de fundo, era fascinante, eu com certeza não havia olhado a de perfil, com uma paisagem incrível de fundo. Ela estava com um sorriso tímido, abaixou o olhar para a areia em seus pés, e completamente mergulhou em seu mundo por um tempo. Ela parecia a vontade. Não sentia a necessidade incessante que eu sentia em preencher o silêncio entre nós. Eu nunca sei o que falar. Ela parece um labirinto inteiro e eu não sei nem o caminho para a entrada, mas quando a descobrir, eu pretendo me perder dentro. 

- O quão clichê seria falar do céu estrelado agora? - Eu perguntei me divertindo um pouco com sua reação a minha voz depois de alguns minutos caladas, apenas ouvindo o som sempre distante da euforia de nossos amigos. 

- Você nem tá olhando pro céu. - Ela respondeu virando-se pra mim e sorrindo.

- Touché. - Eu pensei em sorrir, mas descobri que já estava fazendo isso. 

- Nunca entendi o porquê de conversar sobre isso ser tão romântico. - Camila abraçou os joelhos e deitou com a cabeça neles. 

- É o mais próximo do transcendental, acho. Como se fosse a única coisa além de nós duas, e ao mesmo tempo, é a demonstração do tanto que tem por aí além de nós. - Eu disse agora olhando para o céu, apoiando a cabeça em um braço. Fiquei um pouco perdida olhando para o céu, pensando exatamente no que tinha falado. 

- Acho que entendi completamente agora. - Camila sorriu largo para mim, ainda deitada em seus joelhos. Meu estômago embrulhou.  

- Estaria eu atrapalhando o casalzinho aqui? - Shawn apareceu como um fantasma. Todo molhado. Meus olhos doeram em reação a sua brancura. Mas olha quem tá falando né. 

- Você tá sim, um pouquinho. - Camila muito séria. 

- Eu sei, é proposital. É de interesse coletivo que eu as convença a entrar na água. - Ele disse sorrindo mais largo ainda quando Camila se levantou rapidamente pra se afastar dele. 

- Ah mas nem fodendo, Shawn. - Camila já estava quase dentro da casa. Eu só podia ficar parada olhando a cena. Olhei para a água e todos estavam acenando e gritando para que entrássemos. 

- Camila, se você não vier por bem, vai vir por mal. - Shawn disse se aproximando da escadaria que dava acesso a varanda da casa, onde Camila estava. 

- Eu tô sem biquíni. Ele tá lá dentro. Eu tô bêbada. - Eu quase pude ver Camila batendo pé, tomando consciência de que era infinitamente incapaz de se defender das garras de Shawn se ele avançasse. - Por favor, não. 

- Eu também tô sem biquíni. - Eu tentei salvar Camila. Eu me levantei, cambaleante. Shawn voltou alguns passos para me ajudar. - O meu tá lá dentro. Talvez se vocês nos esperarem trocar.

Camila já estava a beira da escada para me ajudar a subir, se fosse necessário. Eu pude perceber a troca de olhares imediatos entre Shawn e Camila. Ela ficou completamente vermelha em reação a cara de sugestão que seu amigo fez. Eu ri, porque entendi. 

- Dessa você se salvou, e se salvou bem salvado. - Shawn disse já se afastando de nós duas para voltar para a água. - A gente vai esperar vocês. 

Já de costas para Shawn, Camila revirou os olhos, enquanto tocava com sua mão esquerda nas minhas costas, garantindo que me pegaria se eu caísse. Eu não achava que precisava de sua ajuda, mas não pude reclamar da proximidade. Não vou mentir, aproveitei me de sua preocupação e passei meu braço direito por sobre seus ombros e coloquei minha mão na curva de seu ombro com seu pescoço. Eu pude sentir a tensão se concretizar em seu corpo quando ela me olhou de olhos semicerrados por alguns segundos, e depois na mesma velocidade em que tensionou, seu corpo relaxou e apenas concentrou-se a me ajudar a chegar a meu quarto. 

- Eu espero que você não esteja falando sério sobre entrar na água, porque você está muito bêbada e o mar é muito perigoso. Têm inúmeros redemoinhos e buracos que não se vê nem a luz do dia, é loucura. E tá gelado, você pode ficar doente. - Camila começou a falar enquanto nos aproximávamos da porta do meu quarto, o segundo a direita do corredor do segundo andar. Ao fim de sua fala, ela abriu a porta para que eu passasse, mas parou. Eu dei um passo para entrar, ela tirou a mão das minhas costas. Ficamos frente a frente, e minha mão apenas soltou o seu ombro direito para que pudesse se acomodar atrás de sua cabeça. 

- Eu não tenho a intenção de entrar na água. - Eu disse, me aproximando de seu rosto. Camila distraiu-se com meus lábios, meu estômago embrulhou mas eu continuei, sussurrando a última palavra. - Não no mar. Eu soube que esse quarto tem banheira. 

- Ban...heira... tem. - Camila falava com dificuldades, mas não do álcool. Ou assim eu gosto de crer. Eu me aproximei cada vez mais devagar, de olhos abertos, para ver sua atenção para com meus lábios se intensificarem. Abri minha boca suficientemente para encaixar seu lábio inferior por entre os meus próprios. E devagar, eu passei minha língua por sobre ele. Eu não pude me conter em deixar meus olhos abertos para vê-la fechando os seus, e franzindo o cenho. Ela continuava parada, eu podia sentir sua respiração pelo nariz quente e pesada, mas sua boca não ousou mover. Afastei-me puxando delicadamente seu lábio por entre os meus, mas o soltei relutante. Agora eu me dei conta de que eu não tinha certeza do que ela queria. E ela tinha que me dar a certeza, no mais, eu não poderia fazer mais nada. Nossos narizes encostados, nossas bocas a centímetros uma da outra, as respirações afoitas. O meu estômago embrulhou mais uma vez, e dessa vez por medo da rejeição ou pelo álcool, eu já não tinha mais certeza. Ela não abriu os olhos.

- Camila...


Notas Finais


ate breve


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