História Love you, it's that simple! - Capítulo 22


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Dominique Weasley, Draco Malfoy, Gina Weasley, Harry Potter, Lílian L. Potter, Rose Weasley, Scorpius Malfoy, Tiago S. Potter
Tags Gravidez, Harry Potter, Lily Luna, Romance, Scorily, Scorlily, Scorpius, Scorpius Malfoy
Visualizações 105
Palavras 2.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!
Beijos!

Capítulo 22 - Capítulo 22


Fanfic / Fanfiction Love you, it's that simple! - Capítulo 22 - Capítulo 22

Lilly andava de um lado para o outro sem parar, o que estava me deixando ainda mais nervoso, assim que recebi a notícia que meu avô havia pego Katherine na escola fui correndo para casa para acudir Lilly que estava desesperada. Tentamos localizar Lúcio de todas as maneiras mais nada foi feito, não podíamos avisar a polícia porque não tinha 24 horas que ela havia desaparecido, sem falar que Lúcio era bisavô de Katherine, qualquer um que não conhecesse ele de verdade poderia dizer que eles estavam somente passeando. Mas nós sabíamos as verdadeiras intenções dele.

Lúcio era um foragido, foi preso em 1995 por lavagem de dinheiro e superfaturamento de contratos na empresa da família. Ele foi julgado e preso, mas conseguiu fugir depois de alguns anos na cadeia. Ele ficou dezessete anos desaparecido, e só retornou a seis anos atrás. Pensado que a poeira havia baixado, mas não baixou, há uma semana a polícia bateu na porta da mansão Malfoy, com um mandado de prisão para Lúcio, ele conseguiu escapar novamente. Todos sabiam que ele não iria muito longe, estava sem dinheiro, mas eu não imaginava que ele usaria minha filha para conseguir.

A campainha toca e Lilly vai rapidamente atender dando de cara com seus irmãos e suas cunhadas, Alvo e James abraçam Lilly, os dois vem até mim enquanto Dominique e Rose que estava com uma barriga de quatro meses de gravidez, tentam consolar Lilly.

— tente se acalmar Lilly. – pedia Dominique que estava afagando os cabelos de Lilly.

— Como você quer que eu me acalme, Dominique, a minha filha foi sequestrada por um louco, e eu posso nunca mais vê-la, COMO VOCÊ QUER QUE EU ME ACALME!!!? – esbraveja Lilly.

— Então não faça por você Lilly, faça pelo bebê que você carrega em seu ventre, não se esqueça que sua gravidez e de risco... - passo as mãos no rosto em um gesto desesperado, James apoia sua mão em meu ombro em gesto de apoio.

Fico ainda mais nervoso com a gravidez de Lilly, ontem antes de ir buscar Katherine na escola, Lilly havia tido uma consulta com seu obstetra e havia descoberto que sua gravidez era de alto risco, por conta das complicações no parto de Katherine. E as recomendações do médico haviam sido bem claras, nada de nervoso e nem de emoções fortes.

— Lilly…- me abaixo ficando da altura do sofá que ela estava sentada. — Lilly se acalme, pense no nosso bebê. – dou um beijo em sua testa, tentando acalma-la.

— Eu penso Scorpius, você nem imagina como eu penso, mas saber que minha cria não está segura… - ela dá uma pausa por causa do choro. — Me deixa devastada, nervosa, eu não consigo me controlar.

— Mas você tem que se controlar, Lilly, você tem que ser a mulher forte que eu sei que você é. – a puxo para um abraço apertado.

Me separo do abraço e me levanto, pego meu celular é disco o número de telefone de meu pai em busca de notícias. — Ele atende, e diz que está vindo para cá. Passa-se meia hora e meus pais aparecem na soleira da porta.

— Pai, mãe. – eles se aproximam e me envolvem em um abraço apertado.

— Vai ficar tudo bem, meu filho, eu te prometo. – fala minha mãe beijando minha testa.

— Tomará, mãe, tomará. – falo retribuindo o abraço.

— Mas o que podemos fazer? - questiona Lilly, aflita — Não vai adiantar nada ficarmos parados aqui sem fazer nada.

— Se acalme Lilly, tudo tem seu tempo, meu pai não pegou a Katherine sem nenhum motivo, ele com certeza vai ganhar alguma coisa com isso. O que nós temos que fazer agora é manter a calma e esperar. Em algum momento ele deve entrar em contato com agente. – fala meu pai, na tentativa de acalmar Lilly.

As horas que se passaram pareciam meses, nós não tínhamos nenhuma notícia de Katherine e nem de Lúcio, daqui a poucas horas completaria vinte e quatro horas que minha filha estava desaparecida. Lilly havia pegado no sono, e estava dormindo com a cabeça apoiada no colo de James.

Caminho até a cozinha e pego no armário uma garrafa de whisky, abro a garrafa e bebo uma quantidade significativa, sinto o líquido descer queimando, a bebida seria a única coisa que curaria o meu nervosismo é o meu desespero. Bebo mais um gole e quando eu ia beber o terceiro, ouço passos vindos da sala.

— Você não deveria beber. – ouço a voz de Alvo atrás de mim e me viro dando de cara com seu olhar repreendedor.

— Me deixe. – o ignoro e bebo mais um gole. — A bebida e a única coisa que me faz manter a calma.

— Ficar bêbado não vai adiantar nada, só vai piorar tudo. Sei que está preocupado, eu também estou, todos estamos. São esses os momentos que você tem que deixar de ser um moleque irresponsável que não liga para nada, para ser o homem que eu sei que você é, para ser pai é marido...

— Eu e a Lilly ainda não somos casados. – replico, em um tom de deboche, a bebida já estava tomando conta do meu corpo.

— Mas em breve serão. Lilly e um dos meus maiores tesouros, ela é minha gêmea e eu a amo incondicionalmente. E você é meu melhor amigo, meu irmão do coração. Na época da faculdade eu sempre pensei que você é a minha irmã tinham alguma coisa, e eu estava certo. – ele dá uma risada curta e se aproxima ainda mais de mim, tocando meu ombro, o mesmo gesto feito por James a horas atrás. — Se naquela época vocês tivessem me contado, eu teria apoiado, quem melhor para cuidar da minha irmãzinha que o meu melhor amigo... Erga-se Scorpius, porque você é pai e futuro marido, mas antes disso você é homem, e você não vai abaixar a sua cabeça para um covarde, filho da mãe feito Lúcio, vai dá tudo certo. – ele me abraça e eu retribuo de imediato deixando a garrafa de whisky cair no chão, a quebrando.

— Você e o irmão que eu nunca tive, Alvo, e se não fosse por você eu nunca teria conhecido a Lilly, a mulher que eu mais amo nesse mundo.

— Isso deve ser coisa de outras vidas. – comenta ele secando uma lágrima que escorreu de seu olho.

— Verdade.

— Bom… Eh…Lilly já acordou, então lave esse rosto e escove os dentes para disfarçar o bafo de álcool. – antes que eu diga alguma coisa é Alvo saída da cozinha, meu pai entra apressadamente na cozinha com um semblante preocupado.

— Lúcio ligou. – ele falou mais eu sabia que tinha mais alguma coisa.

— Então…?- - questiona Alvo.

— Ele não falou muito, ele só falou que está com a Katherine e para não avisarmos a polícia.

— Como está a Lilly?

— Nervosa, ela não se acalmar de jeito nenhum, filho.

— Isso não é bom pra ela, nem para a gravidez. E melhor eu ir vê-la.

Antes de ir ver Lilly, vou até o lavabo e lavo meu rosto e escovo os dentes, eu estava com um semblante péssimo, mas eu precisava me manter forte, por Lilly e pelos meus filhos. Seco o rosto com uma toalha e saio do banheiro, subo as escadas e vou até o quarto onde minha namorada se encontrava.

— Toc Toc. – dou duas batidas na porta anunciando minha chegada. — Como você está?

— Preocupada.

— Não fique assim, meu amor, nós vamos acha-la, tenha fé. – me sento na beira da cama.

— Eu tenho é a fé que me mantém em pé, se não eu já teria desmoronado, que nem um castelo de cartas.

— Lúcio ligou Lilly, e de fato ele está com a Katherine, e o que nós suspeitávamos ele ter dinheiro em troca da nossa filha. – ela me encara e depois se senta na cama próxima a mim. — Vamos descer, estão todos lá esperando a próxima ligação.

[…]

Quatro horas se passaram desde que Lúcio havia ligado e o telefone tocou pontualmente no horário que ele havia dito que ligaria. Antes do terceiro toque eu atendo.

Ligação on:

— Lúcio.

— Meu neto querido, como vai?…Eu acho que você perdeu alguma coisa… eu só acho…perdeu?

— Seu desgraçado!!!

— Hey, Hey, Hey…Não foi essa a educação que seus pais te deram, você tem que respeitar os mais velhos… Mas vamos direto ao ponto, se você quer o seu monstrinho de volta você vai ter que pagar!

— Quanto?

Todos se levantam quanto eu faço essa pergunta. Inclusive Lilly que fica ainda mais próxima de mim.

— 125 milhões.

— 125 Milhões – sussurro para somente ele escutar — mas isso e muito dinheiro.

— Não interessa, eu quero cento e vinte e cinco milhões até amanhã a noite, se não você vai ver o que vai acontecer com a sua filha.

— Lúcio… LÚCIO… LÚCIO.

Ligação off.

Ele me envia uma foto de Katherine amarrada e ele apontando uma arma para sua cabeça. Ela chorava.

— Então?…Scorpius o que ele disse? – questiona Lilly nervosa.

— Pai o senhor estava certo ele quer dinheiro. E é a quantidade de dinheiro que ele quer é absurda.

— Eu já imaginava, meu pai está sem dinheiro, e esse para ele fugir. Porque se ele permanecer aqui em Londres ele será preso, disso ele não tem dúvida nenhuma. – disse meu pai.

— Quanto? Eu pago o que for preciso para ter a minha filha de volta. – fala Lilly.

— 125 milhões, ele quer esse dinheiro todo até amanhã a noite.

— Mas isso é um absurdo, como vamos levantar tanta grana assim em tão pouco tempo!?! – fala James.

— Vocês estão falado somente da quantidade de dinheiro, é esqueceram o mais importante…Vocês tem esse dinheiro? – questiona Dominique, com o apoio de Rose.

Eu, Lilly, Alvo, James, meu pai e minha mãe, nos entreolhamos.

— Nós temos esse dinheiro, só vai ser complicado levantar essa contia sem que a polícia federal desconfiei. – fala meu pai passando as mãos nos cabelos.

— Eu tenho umas obras de arte que valem milhões, mas ainda não será o suficiente. – fala Lilly.

— Nós temos esse dinheiro no banco Lilly, só não podemos fazer uma retirada tão grande como essa em tão pouco tempo. Levantaria suspeita, agora se nós avisarmos a polícia seria mais fácil. – fala James.

— Não! Polícia não! Lúcio foi bem claro, não podemos colocar a polícia nisso, se não ele mata a minha filha. – falo pensando na foto que eu recebi de Lúcio.

— Nós temos que manter a calma, eu e o James vamos ao banco ver o que conseguimos, Draco você vem com a gente? – questiona Alvo olhando para meu pai.

— Vou, claro. Astoria fique aqui, cuide do nosso filho. – ela assente e ele dá um beijo leve em seus lábios e depois saí junto de Alvo e James, me deixando sozinho com Lilly, Dominique e Rose.

— Lilly, eu vou ter que ir, deixei o Noah sozinho com a babá. – fala Dominique.

— Claro Domi, vá também Rose, você está grávida precisa descansar. – fala Lilly.

— Você também está grávida, e precisa descansar mais que eu, sua gravidez está no começo, sem falar que é de risco. – fala Rose.

— Eu sei Rose, mas não estamos falando de mim, agora vá. – nós nos despedimos de Rose e Dominique e elas foram embora.

Lilly caminha até mim é passa seus braços por cima de meu pescoço e eu enlaço sua cintura a puxando para um beijo, um beijo intenso. — Ver você nesse estado me deixou devastado, eu quase não aguentei. Foi seu irmão que me mostrou que eu precisava estar ao seu lado para lhe dar apoio.

— Alvo e sempre muito sensato. – dou uma risada e ela me acompanha.

— Eu adoro a sua risada.

— Está muito difícil rir hoje, saber que a minha filha está nas mãos daquele homem, eu sei que ele é seu avô, mas ele é um monstro.

— Monstro e pouco, é eu não o considero meu avô. Eu nunca fui muito próximo dele, e depois que eu descobri tudo o que ele fez para separar agente, eu passei a odiá-lo.

— Eu não vejo a hora de ter a minha filha em meus braços novamente.

— Eu também Lilly, mas você precisa se acalmar, não vai adiantar nada você ficar nesse estado. – passo o polegar em sua bochecha.

— Eu estou cansada de todos vocês falando para eu me acalmar, isso me deixa ainda mais nervosa! – ela se afasta de mim e senta no sofá passando as mãos no rosto.

— Eu vou fazer um sanduíche pra você, têm mais de seis horas que você não come. – vou até a cozinha e faço um lanche para Lilly, em seu suco eu coloco um calmante que fará ela dormir. Volto para a sala e coloco a bandeja em seu colo. — Coma, você precisa se alimentar bem. – Lilly faz o que eu peço sem hesitar e logo desmaia de sono.

A pego no colo e a carrego até o quarto, a deito na cama e acaricio seus cabelos, me deito ao seu lado e sem perceber caio no sono.

Amanhã seria um dia decisivo.


Notas Finais


O próximo capítulo deve demorar um pouquinho, e só deve sair lá para o final do mês. :)


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