História Loved You First - Capítulo 19


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nina Dobrev, One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nina Dobrev, Zayn Malik
Tags Acidente, Deo Devine, Drama, Fernanda Vasconcellos, Harry Styles, Kristina Pimenova, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Nina Dobrev, Romance, Theo Horan, Willie Devine, Zayn Malik
Visualizações 179
Palavras 5.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🍀BETAGEM - KINGDOM DESIGNS
Por: SweetDrama || Ana França🍀

🍀TíTULO PARA CAPÍTULO - ID
Por: Bec L 🍀

Desde já me perdoem pelo capítulo longo.

Capítulo 19 - Chapter Nineteen: My Clothes or Without


Fanfic / Fanfiction Loved You First - Capítulo 19 - Chapter Nineteen: My Clothes or Without

 

Esther Ock

 

Estava abraçada ao Harry, assim que eu acordei. O mesmo ainda dormia tranquilamente abaixo de mim. Me inclinei sobre ele e fui distribuindo beijos por todo o seu corpo. Admirando as suas tatuagens. Continuei beijando seu peitoral, até chegar no cós de sua box azul marinho, para logo voltar subindo meus beijos até os seus lábios e os mordendo com um pouquinho de força. Harry gemeu abrindo um dos olhos e me encarando ainda com muito sono.

— Bom dia, meu amor! — Disse com a sua voz mais rouca que o normal, arrepiando todo o pelo do meu corpo.

— Bom dia, amor. — Disse lhe beijando, sem me importar se nós ainda não tínhamos escovado os dentes.

E antes que o Harry pudesse assumir os beijos, fui descendo ele pelo seu maxilar até chegar em seu pescoço, distribuindo beijos por todo ele. Mordendo e chupando a sua pele, Harry soltou um gemido baixinho.

— Acordou animada hoje! — Harry disse me virando na cama e prendendo as minhas mãos no alto de minha cabeça. — Adoro quando acorda assim tão fogosa.

Harry começou o me beijar lentamente. Chupando e dominando a minha boca. Tentei soltar as minhas mãos, mas ele apertava elas ainda mais com as suas.

— Deixa eu tocar você. — Tentei mais uma vez me soltar, mas as minhas tentativas eram em vão.

— Não! — Ele me respondeu em tom autoritário.

Harry se sentou sobre as minhas pernas e se esticou prendendo ainda meus pulsos com apenas uma mão, e com a outra livre ele puxou a fita do roupão do hotel que estava pendurada de uns dos lados da cama, e com ela ele prendeu as minhas mãos. Dando um nó bem firme e amarrando-as na cabeceira da cama, entre os vãos onde eles fizeram um desenho de um coração com a madeira. Tentei mexe-las, mas não consegui. Sorri com tudo isso, e passei a língua sobre meus lábios ressecados.

Harry passou as mãos nos meus pulsos presos e fui descendo-as pelos meus braços, arrepiando a minha pele. As parando bem acima dos meus seios, se abaixando sobre mim mais um vez e voltando a me beijar, mordi e suguei seu lábio inferior o prendendo depois entre os meus dentes. Harry sorriu.

Seus beijos desceram para o decote de minha blusa de dormir e começou a morder e lamber toda a parte de cima de meus seios.

Queria saber como ele iria tirar a minha blusa, com as minhas mãos amarradas e presas sobre a cama.

Não precisei esperar muito para ficar sabendo, num rompante, minha blusa se encontrava dividida entre duas partes e jogada no chão do quarto. Harry havia rasgado minha blusa de dormir. Agora me encontrava nua de cima para baixo. Harry tinha um sorriso vitorioso no rosto.

— Você rasgou a blusa do meu baby doll?

— Você tem um monte que a Gemma te deu de Natal.

Isso tinha sido tipo uma piada de Gemma para comigo, porque ela sempre me via acordando usando uma peça de roupa de seu irmão e sempre falava que iria comprar um monte de camisolas e baby dolls para mim dormir e que era para mim deixar a roupa do irmão dela em paz. Que era por isso que nas maiorias das vezes ele estava sempre pelado na cama ao meu lado, eu despia ele para vestir suas roupas e ir dormir. E como ela sempre pegava o irmão dormindo pelado ao meu lado? Ela simplesmente não tinha casa.

— Mas esse era o mais bonitinho de todos! — Fingi fazer uma carinha triste.

— Prefiro você com as minhas roupas ou sem elas. — Harry disse mordendo meu seio direito. Gemi, pela fisgada. Seus olhos se encontraram com os meus e neles tinham um ar de divertimento e malícia.

Sua língua começou a circular o bico do meu seio, brincando com eles. Harry ainda me encarava sorrindo malicioso. Outra mordida, dessa vez mais forte. Gemi mais alto dessa vez. Harry lambeu e sugou o mesmo, aliviando um pouquinho a dor. Sua mão começou a brincar com o bico do meu outro seio, aumentando ainda mais o meu prazer. Mordi meus lábios evitando gemer mais alto. Harry mordeu novamente, me arrancando um grito de dor e prazer.

— Não se prenda meu amor, gosto de ouvir você gemendo. — Harry disse deixando meu seio direito, lambendo e mordiscando a minha pele até o esquerdo. Seus dentes cravaram no bico do mesmo e moveu os dentes de um lado para o outro.

— H-Harry! — Acabei gemendo alto seu nome, quase gritando. Harry beijou e sugou o meu mamilo de leve e depois assoprou, me arrepiando.

Queria estar com as minhas mãos soltas para poder puxar seus cabelos e trazer sua boca até a minha e lhe beijar.

— Curly... Eu preciso de um beijo seu. — Harry sorriu, deixando de brincar com os meus seios e subiu, deixando beijos pela minha pela, parando sua boca próxima da minha. Inclinei meu rosto para capturar seus lábios, ele recuou, sorrindo e beijando a minha bochecha.

Seus beijos desceram mais uma vez, parando em meus seios, e beijando um de cada vez. Seus beijos continuaram descendo ainda mais, parando no meu short de dormir, brincando com o cós do mesmo, com a boca. Lambendo a minha pele logo abaixo do meu umbigo.

Ele poderia apenas tirá-lo do meu corpo normalmente, mas ele fez questão de fazer com o meu short de dormir a mesma coisa que tinha feito com a minha blusa, o rasgando. Mesmo assim a peça ainda continuava no meu corpo, já que ele não conseguiu rasgar tudo. Ri de sua cara frustrada e recebi um tapa na perna direita por isso. Mordi meus lábios. Tentando reprimir meu riso.

Meu short não demorou muito para se encontrar no mesmo lugar em que a minha camisa estava. Fiquei olhando para o Harry e querendo saber o que ele iria fazer quanto a sua boxer. Já que eu tinha a pego escondida dele e a vestido ontem a noite. Sorri quando ele me encarou.

— Vai rasgá-la também? — Perguntei  com um misto de diversão.

Harry não me respondeu. Seus dedos tocaram no cós de sua boxer, pensei que ele a rasgaria, mas ele foi a tirando do meu corpo lentamente e me encarando sorrindo. Filho da mãe!

Quando sua boxer já se encontrava com o restante de minhas roupas, fui virada na cama, ficando de bruços e sendo pega de surpresa. Soltei um gritinho. Harry riu audível se divertindo. Senti seu corpo se deitando sobre o meu. Seu corpo estava quente.

Super quente!

Meus cabelos foram puxados e meu rosto virado para o lado direito. Sua boca encontrou a minha num beijo desajeitado. Harry ainda vestia a sua boxer, mas dava para mim sentir toda a sua excitação através dela, tocando as minhas nádegas.

Harry sempre adorava me torturar e brincar comigo, ele ainda se mantinha sobre mim, beijando ora meus ombros, ora meu pescoço e minhas costas. Sua ereção se esfregando em minhas nádegas, escondido ainda pela a sua boxer. Eu já não estava aguentando mais, eu precisava do Harry. Precisava sentir ele dentro de mim, indo fundo e forte.

 

— H-Harry... por favor! Pare de me torturar! — Pedi quando ele roçou mais forte sua ereção em mim.

— Mas a brincadeira só está começando meu amor. — Harry riu da minha cara de irritada quando ele disse isso e eu o encarei. — Amo quando você fica irritada.

Harry se afastou de mim apenas para voltar depois, já sem a boxer. Meu quadril foi levantado, me deixando de bunda para o alto e a cabeça sobre o travesseiro.

­— Awn... H-Harry. — Gemi quando ele começou a esfregar meus grandes lábios, com seus dedos longos e cheio de anéis. — M-mais... por favor!

Senti sua língua passar por todo a minha intimidade, seus dedos abrindo caminho para que a ponta da mesma pudesse ir mais fundo em minha vagina. Harry parou de me lamber e voltou a esfrega-la com seus dedos, me torturando.

— H-Harr... — Antes que eu terminasse de repreender ele por ter parado com a sua língua, ele já havia voltado com ela, me lambendo e sugando. Seus dedos me abrindo mais para dar mais a acesso a sua língua. Harry era bom, sua língua era grande e comprida e me levava a loucura.

Seus dedos encontraram meu clítoris apertando e beliscando o mesmo. Gemia descontroladamente agora. Estava perto do orgasmo. Sua língua ainda me penetrava. Meu corpo começou a tremer. Harry parou. Olhei para trás e o vi de joelhos atrás de mim, se masturbando. Seu pau estava bastante duro, cheio de veias. E era bastante grande e grosso. Sua glande estava molhada e expelia pré gozo. Acabei babando com a visão. Seus olhos estavam num verde mais escuro e vorazes. Me empinei ainda mais em sua direção, ficando mais exposta para ele. Harry gemeu rouco e se aproximou. Senti um tapa em minha nádega direita. Logo sua mão esquerda, estava em meus cabelos os puxando e deixando minhas costas arqueadas. Tive que apoiar minhas mãos sobre a cabeceira da cama, ainda presas a ela.

— Aaah! — Harry me estocou de uma vez só, entrando firme e duro. Minhas nádegas sofrendo o baque contra a sua pélvis.

Harry saiu de dentro de mim, para voltar firme e duro com tudo para dentro de mim novamente, fazendo isso mais duas vezes seguidas. Eu não gemia mais, eu estava gritando de prazer e nem mais me importando com quem pudesse estar ouvindo o nosso show em plena, seis e meia da manhã.

Agora suas estocadas eram constantes, Harry metia sempre duro e fundo dentro de mim, sendo certeiro e encontrando facilmente meu ponto G. Meus lábios já estavam ressecados e eu já me encontrava sem voz. Eu escutava o som de suas pélvis se chocando em minhas nádegas sem parar. Harry gemia arrastado e rouco.

Meu corpo suava, meu cabelos estavam grudados em minha testa e minhas mãos escorregaram na madeira da cabeceira da cama. Acabei cedendo e caindo para frente. Harry puxou meus cabelos, e a outra mão que estava apertando a minha cintura com força, foi parar em meu ombro direito, tentando me manter arqueada e empinada para ele e suas estocadas.

Harry saiu mais uma vez e voltou com tudo, e antes que ele recomeçasse as suas estocadas, rebolei contra o seu pau. Harry fez o mesmo em sentido contrário de minhas reboladas, saindo e entrando lentamente. Acabei gozando sobre o seu pau. Gemendo seu nome um pouco cansada. Harry me estocou mais uma quatro vezes e gozou também, gemendo repetidamente meu nome, me preenchendo com o seu gozo, deixando que um rastro se escorresse por entre as minhas coxas. Caindo cansado sobre mim. Gemi pelo seu peso, que estava me esmagando. Harry riu cansado e se jogou ao meu lado me puxando para ele.

— Acho que agora você pode soltar meus pulsos.  — Digo beijando seu peito suado. Harry os  soltou. Beijando e acariciando cada um deles. Eles se encontravam um pouco vermelhos, mas nada que fosse ficar uma marca feia e de durar dias. Logo ela sairia. Abracei seu corpo.

— Vamos tomar um banho, porquinha?

— Não podemos deixar para depois? Você acabou comigo, estou esgotada não tenho forças nem para ficar em pé. — Harry sorriu e beijou a minha têmpora. Fui pega no colo de repente pelo Harry, arrancando um grito de mim pelo susto.

— Se isso for o problema eu carrego você até o banheiro e te dou um banho. — Abracei seu pescoço, enquanto ele adentrava comigo no banheiro.

— Estou adorando essa ideia. Vou querer isso sempre agora. — Digo assim que o Harry me põe sobre a bancada do banheiro ao lado da pia.

Harry caminhou até a banheira a pondo para encher, pegando alguns sais ao lado dela e jogando dentro da mesma. A medida que a banheira ia enchendo e fazendo espuma, fui sentindo o cheiro gostoso dos sais. Eram de morangos. Muitos bons, tipo o cheiro do shampoo que o Harry costumava usar.

Quando já estava cheia, fui pega no colo novamente e posta dentro da banheira. Harry entrou logo em seguida. Fui para o colo dele quando ele se acomodou na banheira.

Tomamos apenas um banho, ficando um pouquinho mais, pela água estar tão morninha e cheirosa. Saímos apenas quando nossos dedos começaram a enrugar. Voltamos para o quarto e colocamos uma roupa. Eu vesti apenas uma short  de malha leve, até o meio de minha coxas e uma blusa de mangas compridas. Harry vestiu apenas uma calça de moletom. Voltamos para cama. Ainda era muito cedo. Estava dando quase oito horas da manhã ainda. Fomos dormir mais um pouco.

Acordamos com uma Gemma batendo na porta sem parar, ela também ligava para os nossos celulares. Quando ligava para mim e eu não atendia, ela ligava para o Harry. Me levantei pegando meu celular e checando a hora. Eram onze e meia da manhã.

— Já estou indo Gems! — Digo indo atender a porta e dando de cara com uma Gemma, arrumada e com uma cara preocupada. — O que foi? Você está indo ou vindo de algum lugar? — Perguntei dando espaço para ela entrar no quarto.

— Pensei que tivessem morrido? Eu fiquei horas ali fora igual a uma maluca batendo na porta e chamando por vocês. Até os ocupantes de outros quartos saíram para fora para ver o que era e um deles ainda ameaçou a chamar um segurança se eu não parasse de ficar gritando no corredor igual a uma maluca.

— Estávamos dormindo Gems! Aonde que você vai? — Harry a perguntou, quando ela se jogou no sofá perto da mesa onde fazemos a nossa refeição, no canto esquerdo do quarto.

— Eu não. Nós vamos! Estava pensando em irmos ao Museu de Arte Moderna. Vamos ficar cinco dias aqui e eu não quero ficar trancafiada dentro do meu quarto sem fazer nada e ouvindo vocês gemendo às seis horas da manhã.

— Um museu de artes modernas? Esse museu é enorme Gemma, para vermos tudo temos que ficar praticamente o dia inteiro e chegar bem cedo. Já são quase meio dia, horário de almoço e ainda nem tomamos o café da manhã. Acabamos de acordar. —Harry resmungou.

— Harry ele é aqui do lado, menos de dez minutos daqui até o museu. E podemos descer e comer alguma coisa, antes de irmos. Por favor! A Esther também quer ir conhecer mais da cidade e o que ela tem para nos oferecer de melhor. — Harry me olhou.

— Seria bom, meu amor. —Concordei com minha cunhada. — Estamos aqui em Nova Iorque e eu quero realmente conhecer mais do lugar e não ficar aqui dentro trancada, mesmo que em todo e qualquer lugar ficar trancada com você não seja uma opção tão ruim.

— Tudo bem. —Harry se deu por vencido.— Só nos deixe trocarmos de roupa Gemma e descemos para comer e depois ir ao museu.

— Você está me expulsando do quarto para trocar de roupa? Já cansei de ver essa sua bunda branca Harold. Não precisa ter vergonha de mim. Pode ir se trocar, vou ficar bem aqui. — Harry continuou deitado na cama a encarando. Ri dos dois. Gemma não sairia do quarto.  Harry bufou se levantando e indo até sua mala, escolhendo algumas roupas e indo para o banheiro.

Peguei umas mudas de roupas e me troquei ali mesmo, sem me importar com a Gemma. Coloquei uma calça jeans pretas rasgadas nos joelhos. Coloquei um sutiã azul claro, que  fazia combinação com a minha calcinha. E por cima da blusa que eu já vestia antes, um casaco pesado e macio creme e um cachecol branco e vermelho. Calcei as minhas meias azuis e meus all stars pretos. Harry saiu do banheiro, vestindo calças iguais às minhas, uma blusa branca lisa por baixo de um sobretudo creme que iam um pouco abaixo de seus joelhos. Sentou na cama e calçou suas inseparáveis botas marrons, surradas e velhas. Tinha que me lembrar de comprar umas botas novas a ele e lhe dar de presente em seu aniversário daqui a menos de dois meses.

— Já que todos estão prontos, podemos ir agora. — Gemma disse se levantando e saindo do quarto. Harry pegou sua carteira e chave do quarto. A seguimos.

[...]

Quando chegamos ao museu constatei que ele realmente era enorme, fiquei parada rodando no lugar e encarando a imensidão do lugar. Acho que se eu viesse sozinha iria ficar perdida.

— Lindo não é? Acho que você vai amar as esculturas que tem aqui, são umas mais belas que as outras. —Harry comentou enquanto caminhávamos de mãos dadas.

— Pena que eu esqueci de trazer a minha câmera. Estou perdendo a oportunidade de tirar fotos incríveis. —O respondi um pouco frustrada.

— Tira as fotos no meu celular a câmera dele é ótima. Claro que não é a mesma coisa de uma câmera profissional, igual a sua, mas vai dar para tirar boas fotos que você pode revelar depois. — Gemma disse vasculhando a sua bolsa a procura do aparelho.

— É meu amor, e eu posso te ajudar a revelar elas, quando eu estiver em casa.  —Harry disse beijando minhas bochechas.

— Então tá, a câmera do meu celular realmente não é muito boa. — Comentei.

Gemma me passou o celular dela, para que eu pudesse tirar fotos de tudo o que eu visse em minha frente e nossa também.

Eu estava me divertindo e adorando isso, era casa coisa mais linda e interessante de se ver, estava amando andar pelo museu e saindo tirando fotos de tudo. Estava enchendo o cartão de memória da Gemma, teria que comprar outro para ela, pois todas as fotos não caberiam no meu.

Fiquei tão encantada pelo museu que eu nem mesmo vi a hora passando. Como não vimos as horas passando, só fomos dar conta de que horas eram, quando as luzes do lado de fora já estavam escurecendo e meu estômago começando a roncar novamente.

— Acho que já está tarde... Podemos parar por hoje e irmos comer alguma coisa? —Questionei. — Estou faminta!

— Estava demorando para mim ouvir essa palavra de você novamente. — Gemma debochou.

— Que palavra?

— Faminta. E eu também estou com fome e cansada de ficar andando por esse museu. Nunca imaginei que ele fosse realmente tão grande assim.

— Eu avisei que ele era enorme. Vamos comer alguma coisa. Acho que passamos por uma lanchonete aqui dentro mesmo e perto daqui.

 

[...]

 

E hoje já era dia 31 de dezembro. O último dia do ano de 2021. O ano tinha passado tão rápido, mas tinha sido o melhor ano desde quando eu acordei do meu coma. E estava mais do que feliz para esse novo ano que entraria, seria o ano do meu casamento. O ano em que eu teria o Styles no nome, que eu seria oficialmente a esposa do Harry. E a única coisa do que eu pensava era, os vestidos, a igreja cheia, a festa e todos os preparativos para o casamento e o melhor de tudo isso, ver o Harry em pé no altar a minha espera, de terno e todo lindo e perfeito que ele sempre foi, sorrindo para mim, e com as suas covinhas pela qual eu sou encantada a mostra. Eu até acabei sonhando com isso essa noite. Harry sorria para mim e me estendia a sua mão e me ajudava a ficar ao seu lado no altar. Ele usava um terno todo branco com uma gravata verde na cor dos nossos olhos. E num dos bolsos carregava uma rosa vermelha. Tão lindo e maravilhoso.

Quando acordei, Harry não estava mais no quarto e a única coisa que eu encontrei foi um bilhete dele, dizendo que tinha ido com a Gemma buscar o namorado dela. Droga era para mim ter ido junto e ajudado a Gemma, caso Harry cismasse com o rapaz.  Mas pelo o que parece Harry foi mais esperto me deixando aqui dormindo e indo sozinho. Pois ele sabia que eu tentaria fazer ele mudar de ideia caso não gostasse do cara.

Tentei ligar para a Gemma e falar com ela, para saber como estavam indo as coisas entre eles, mas ela não me atendia. Seu celular sempre caia na caixa postal, depois que chamava várias vezes. Já estava ficando nervosa. Me levantei, decidindo ir tomar um banho e descer para comer alguma coisa no restaurante lá embaixo. Poderia até pedir um café da manhã aqui no quarto, mas estava muito nervosa e precisava sair e andar um pouco, senão ia acabar enlouquecendo aqui dentro.

Banho tomado, cabelos penteados e de roupas vestidas, peguei meu celular e a chave do quarto e desci para o andar de baixo.  

Pedi apenas uma porção pequena de torradas com geleias e um copo de suco de manga. Acabei de tomar meu café, paguei a conta e decidi dar uma voltar pelas ruas de Nova Iorque, não indo para muito longe do hotel em que estávamos hospedados.  Fui olhando as várias lojas que tinham, uma bem próximas às outras. Até parar em uma loja masculina e que tinha uma bota preta estilo a que o Harry costuma usar, cheias de brilho. Entrei na loja e procurei pela a atendente.

— Olá, bom dia. Quanto está custando aquela bota preta de brilhos que está na vitrine? — A atendente me passou o preço e até que eu não tinha achado muito caro não. — Muito bem, vou levar. Vocês aceitam cartão não é?

Depois de ter comprado a bota e ter pedido para que a moça embrulhasse para mim para presente, fui embora.  Teria que esconder a sacola para que Harry não a visse. Pois eu só o daria no dia de seu aniversário em primeiro de fevereiro.

Continuei andando pelas ruas, até ouvir meu celular tocando. Fui atender. Era o Harry, deveria ter voltado para o hotel e não me encontrado e o pior era que a chave do quarto estava comigo.

— Curly, já voltou para o hotel?

Sim. Onde você está? Tive que descer e ver se a recepcionista não teria outra chave reserva para me emprestar e entrar no quarto.

— Vim dar um volta. Não queria ficar no quarto sozinha e fiquei nervosa de como seria você e a Gemma indo buscar o namorado dela. Então ele é legal?

Ele não me parece um cara que está querendo iludir ela. Vi como ele a olhava. Com carinho e amor. Acho que dessa vez, ela encontrou o cara certo. Vim conversando com ele o caminho todo e perguntando quais eram as reais intenções dele para com a minha irmã.

— E?

Vou confiar nele. —Harry disse e fez com que eu me tranquilizasse um pouco. — Ele me disse que são as melhores de todas. Ele não brinca com nenhuma mulher, se ele se envolve com elas. É para valer! E ele acredita que casamento seja para a vida toda e ele quer se casar com a Gemma um dia. Ele me disse que nunca tinha encontrado uma pessoa tão especial quanto ela. Me vi nele, quando os olhos dele brilhavam só de olhar para ela. Os sentimentos dele era tão real, quanto o meu com você.

— Awn, que lindo, Harry. Fico tão orgulhosa por você e feliz por eles dois. Gemma merece alguém especial. —Comentei alegre com a notícia e com tudo que Harry havia acabado de me dizer. — Vou dar apenas mais uma voltinha aqui pelas ruas e já estou voltando para o hotel. Eles estão aí com você?

Eles vieram e já foram. Gemma saiu para dar uma volta com ele, talvez vocês acabem se encontrando por aí. Comeu alguma coisa antes de sair do hotel?

— Sim, tomei um café no restaurante do hotel mesmo.

Mas o dinheiro que eu deixei para você ainda está aqui em cima da cômoda.

— Usei meu cartão de crédito, aquele que eu mantenho guardado embaixo da capinha do meu celular.

Ah sim. Mas não precisa gastar o seu dinheiro meu amor. Deixei o meu aqui exatamente para isso.

— Harry eu trabalho e tenho meu dinheiro, não quero ficar dependendo do seu. Já falamos tanto sobre isso, que eu já estou até cansada.

Tudo bem, tudo bem. Não está mais aqui quem falou. Só cuidado com as ruas. E não demore a voltar para cá, você está me devendo algumas brincadeiras. — Sorri, mordendo meus lábios. Seu tom de voz tinha ficado mais rouco.

— Estarei aí em menos de vinte minutos. — Harry riu e desligou. Esse homem era delicioso.

 

[...]

 

— Oi, Gemma… — Falava com Gemma ao telefone.

A brincadeira entre eu e Harry na cama tinha sido tão boa, hoje mais cedo, que agora eu me encontrava com o pé direito enfaixado e usando uma muleta para me locomover. Estava montada sobre o Harry na cama, usando uma fantasia de enfermeira gostosa e brincando de medir a  pressão dele, quando isso aconteceu. Harry estava vestido apenas com uma boxer branca. E quando fui descer da cama para pegar os brinquedos que eu havia trazido para a nossa brincadeira, acabei pisando em falso, — por estar usando um salto vermelho de 15 cm para ficar mais atraente, sabendo que o Harry adorava me ver de salto, ainda mais se eles forem vermelhos, — e virei o pé o torcendo e caindo com tudo no chão.  

Fui levada ao hospital mais próximo, Harry havia me dito que eu precisaria enfaixar o tornozelo, ele estava começando a inchar e ficar roxo. E que era melhor eu tirar um raio x, ou uma ultrassonografia do pé, para ter certeza se eu não teria afetado algum nervo, já que fraturado ele não estava. Graças à Deus foi só uma torção, mas que ainda era preciso eu enfaixar o pé, já que eu mal conseguia apoiar o mesmo no chão.

Mas você está bem? Já estamos voltando para o hotel e passamos a ir par… — Gemma dizia ao telefone.

Ela estava almoçando em um dos restaurantes de Nova Iorque com o Willie. Não queria estragar o momento dela com ele, por causa do meu pé.

— Não precisa Gemma. Pode continuar aí o se passeio com o Willie. Ele vai embora amanhã de noite. Então acho melhor você aproveitar seu tempo com ele. Eu estou bem e Harry está cuidando de mim.

Tem certeza? Podemos passar o restante da tarde todo mundo aí, assistindo algum filme e pedirmos pipoca, eles fazem pipoca não fazem?

— Não sei. — Ri. — Mas é sério, não precisa se preocupar, aproveita seu namorado.

Nem vai poder ir para a praça, para assistirmos os fogos do romper do ano?

— Não... Eu e Harry vamos assistir daqui da TV e pedir algo para comermos e beber alguma coisa.

Eu e o Willie podemos ir nos juntar a vocês mais tarde então.

— Não Gemma! Viemos para assistir na praça, eu não vou poder ir, mas você ainda pode. Não quero me sentir culpada por você também não poder ir. Já estou com o Harry. Até já disse que ele poderia ir sem mim. Mas ele não quer me deixar aqui sozinha.

Com certeza não. Tem certeza que tudo bem para você então?

— Sim, aproveita a virada no ano com seu namorado. Não foi para isso também que você quis tanto vir? E ficar aqui comigo e Harry sabe que não vai dar para você curtir muito o Willie. Com certeza ele iria por os dois um metro de distância um do outro a noite toda se deixar. Até já me disse que estava pensando sobre a ideia de você vir dormir aqui comigo e ele ir dormir com o Willie em seu quarto. Só para vocês não ficarem no mesmo quarto sozinhos. Pode isso?

Harry não muda mesmo. E realmente ele seria capaz de me manter a noite toda afastada do Will. — Gemma riu do outro lado do telefone. — Então tudo bem. Fique bem e qualquer coisa me ligue. De qualquer forma mais tarde eu passo aí para falar com vocês, antes de ir para a praça.

— Tudo bem, nos vemos mais tarde.

 

[...]

 

Harry tinha me dado um banho, e me ajudando para que eu não molhasse o meu pé enfaixado. Era por volta de umas dez e meia da noite. Fiquei sentada na cama apenas de toalha esperando que ele acabasse de tomar o seu banho e me ajudasse a pôr uma roupa.

Gemma bateu na porta nos chamando.

— Harry… Esther! É a Gemma! — Estava tentando esticar meu braço e pegar a muleta para ir até a porta e abri-la para a Gemma. — Eu e Willie viemos dar feliz ano novo, antes de irmos para a praça. Vocês estão aí? — Já estava me levantando, depois de ter conseguido pegar a muleta, mas fui parada pelo Harry, que saia do banheiro apenas com uma toalha enrolada na cintura.

— Gemma! — Harry abriu a porta, sem deixar que eles entrassem e me vissem sentada na cama apenas de toalha e cabelos molhados. — Willie!

— Oi Harry, cadê a Esther? Podemos entrar? — Pude escutar Gemma perguntar por mim.

— Não! — Harry foi curto e grosso. — Ela não está vestida. Acabamos de tomar um banho.

— Ah sim. Eu posso entrar pelo menos então? Se importa de me esperar aqui? — Gemma deve ter perguntado ao namorado.

— Não, tudo bem! — Escutei a voz dele e logo Gemma adentrava o quarto. Harry se mantinha na porta conversando com o Willie. Só escutava vozes, pois da onde ficava a cama não dava para ver a saleta e a porta.

— Hey como é que está seu pé? — Gemma disse se sentando ao outro lado da cama. Por causa da minha perna. E me abraçou.

— Não muito bem. Dói um pouco mais tenho tomado remédio para dor, que me foi receitado.

— E como foi que isso aconteceu?

— Não vou nem te contar se não você vai morrer de rir e nunca mais se esquecer disso. Mas e aí como foi seu dia com o Willie?

— Ele é um sonho... e é tão carinhoso, Esther. Ás vezes acho que tudo não passa de um sonho e que logo eu vou acordar, ou que o príncipe de repente virará um sapo.

— Harry não virou. —Eu a respondi com humor. ­ —Ele talvez também não vire. Não fique preocupada com isso, se ele conseguiu conquistar em apenas um dia boa parte da confiança de Harry, talvez ele realmente seja um cara especial e você merece ser feliz.

— Obrigada! Agora acho melhor eu ir. Senão não vamos conseguir pegar um lugar bom na praça para assistir os fogos. Feliz Ano Novo cunhadinha! — Gemma disse me abraçando mais uma vez.

— Feliz Ano Novo!

Gemma se levantou me dando um último abraço e um beijo no rosto, saindo do quarto, pude ouvir ela se despedindo do irmão e o desejando um feliz ano novo a ele também. Harry voltou para o quarto me dando um breve selar e indo até nossas malas caçar alguma roupa.

— Harry, acho que podemos ficar assim mesmo não? Já que vamos ficar aqui mesmo e assistir tudo pela televisão não acho necessário ter que usar alguma roupa. — Digo sorrindo para ele.

— Eu até que pensei nisso. Mas não queria sair como um tarado ou safado por querer sempre está nu com você em uma cama. — Disse vindo até mim e se inclinado sobre mim e me beijando, sempre tomando cuidado com a minha perna enfaixada. Estava ficando sem ar quando o empurrei para o lado. Harry sorriu deixando suas covinhas aparecerem. Nunca me cansaria de ficar admirando elas.

— Vamos pedir alguma comida? — Apenas assenti, ligando a TV e me deitando sobre seu peito, movendo a minha perna com todo o cuidado possível.

E passamos a virada do ano assim, sentados na cama um do lado do outro apenas de toalha, assistindo os fogos pela TV e comendo nosso peru assado com batatas coradas e um pouco de arroz a piamontese, bebendo champanhe de maçã. Trocando beijos e carícias.

Assistindo um novo ano começar.



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