História Lovely Complex - Imagine Dowoon - Capítulo 1


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Categorias DAY6
Personagens Dowoon, Personagens Originais
Tags Day6, Dowoon, Idesign, Imagine, Imagine Dowoon
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Palavras 3.192
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Créditos ao @idesign pela capinha maravilhosa.

Capítulo 1 - 01


Fanfic / Fanfiction Lovely Complex - Imagine Dowoon - Capítulo 1 - 01

- Por favor saia comigo! Eu gosto muito de você. – S/N disse enquanto se curvava em frente ao garoto, perto dos armários na saída.

- Desculpe, mas não posso. – Dowoon respondeu um pouco sem graça.

- Oh, você já tem uma namorada.

- Não. - negou veemente. – Não é isso, é que, apenas, eu...

- Pode dizer.

- Eu... não me atraio por garotas baixinhas.

- Oh.

Seria clichê se eu começasse com um, eu sou a garota nerd e excluída da sala, apaixonada pelo garoto popular e mais gato do colégio, certo? Pois então, não é bem assim, eu não sou a mais popular, mas tenho meus amigos, e até mesmo alguns paqueras. Acontece de que o único garoto que me interessa ser Yoon Dowoon, o garoto quieto e muito gentil com quem faço aula de artes todas as quartas feiras. E não, ele não é o mais popular da escola, e nem o mais lindo. Mas aos meus olhos é o melhor de todos, e quando estou com ele não consigo parar de pensar no quanto é fofo.

Não sei bem quando comecei a me apaixonar por ele, talvez tenha sido na aula em que tive que pinta-lo, ele foi meu parceiro em várias atividades, e tivemos que pintar retratos um do outro, não posso me orgulhar do meu. Enfim, ou talvez quando esqueci minhas tintas, ou quando sujei todo o meu jaleco de verde e ele me emprestou o seu, talvez até mesmo quando dividimos o guarda chuva, enquanto íamos até o metrô. O fato era que eu estava completamente apaixonada, e que Dowoon era um livro completamente fechado sobre relacionamentos, então mesmo que tivéssemos uma boa convivência, e diálogos agradáveis, eu não fazia a menor idéia do que ele gostava.

Por isso resolvi me arriscar, afinal quem não petisca não arrisca, ou talvez ao contrário. Então me preparei mentalmente, e tentei acalmar o coração que parecia mais uma britadeira no asfalto, e esperei por ele perto dos nossos armários. Ele sempre saia quase por último, pois gostava de terminar todas as pinturas na sala de aula, então peguei minha bolsa e esperei pacientemente até ele vir até mim.

Então eu fiz, o que eu mais temia, me confessei de todo o coração, e eu esperava por tudo, um não, um você é irritante S/N, um como você pode confundir as coisas? Você é só um cara para mim, mas não, não foi isso, foi pior do que isso, ele apenas disse que não se atraia por garotas baixinhas, e me chamar de baixinha era até elogio, ao julgar pelos meus 1,50 de altura, tudo o que eu mais queria era que a terra se abrisse para eu me jogar naquele momento, ou talvez se eu fosse para trás do vaso de plantas ele não me enxergasse.

Mas tudo o que fiz foi deixar um Oh, sair da minha boca, e ficar com cara de pamonha olhando para ele.

- Por favor, não me leve a mal, eu gosto muito de você e da sua amizade. – Amizade? Outra facada em menos de dez segundos. – Eu só não quero te dar falsas esperanças.

- Tudo bem. – Nada bem. Mas não era eu que ia contradizer. – Mas o seu problema comigo é só eu ser baixinha?

- Sim.

- Não acha muita injustiça? – E lá vamos nós, eu nunca sei quando desistir.

- Bem, é uma questão de gosto eu acho. – Dowoon estava visivelmente sem graça, e mal conseguia olhar para mim direito.

- Então, você tem certeza que não pode se apaixonar por uma garota menor que você?

- Basicamente isso.

- O que acha de me dar uma chance então, para que eu te mostre as vantagens de se namorar uma pessoa baixinha, vamos sair em um ou dois encontros.

- Eu não sei...

- Por favor Dowoon, se mesmo assim você não mudar de idéia, e não gostar de mim nem um pouquinho, eu prometo te deixar em paz. E seremos amigos normalmente, sem ressentimentos, o que acha?

- Hmmm, sem ressentimentos?

- Isso.

- Está bem. – Yes, Yes, Yes. Neste momento caros leitores eu queria apenas sair correndo pelos corredores enquanto gritava e jogava os braços para o ar, mas eu apenas me afastei de Dowoon e antes de ir embora me virei para olhar para ele.

- Vamos ao cinema, sexta as 18, me pega em casa. – Gritei e acenei, ele apenas assentiu, e eu sai correndo sem olhar para trás, eu que não ia ficar ali, esperando ele mudar de idéia.

Quando o relógio marcou 17, eu realmente achei que ele não viria, mas ele veio. Eu já estava a quase quatro minutos olhando Dowoon do outro lado da porta, pelo olho mágico, sem coragem de abrir. Ele estava tão fofo, com um jeans desgastado e um all star mais ainda, uma camisa do metallica e outra camisa de mangas xadrez por cima. Ele estava olhando para os pés, com as mãos nos bolsos da calça, parecia nervoso.

Eu também havia me preparado, nunca tinha ido a um encontro mas minha irmã mais velha me ajudou a me arrumar, então como íamos ao cinema eu optei por um look mais romântico. Com uma blusa simples de mangas compridas na cor vinho, e uma saia de cintura alta rodada com estampa floral. Passei uma maquiagem bem clarinha, com um batom rosa bem fraquinho, caprichando no cabelo, que fiz cachos com o babyliss, e nos pés uma sapatilha preta, eu até pensei em usar salto, mas tiraria todo o foco do meu plano.

- Até quando vai deixar o menino esperando? – minha irmã surgiu do nada me perguntando nas escadas.

- Estou ansiosa.

- Quer que eu abra? Não me culpe se ele se apaixonar por mim depois.

É, era bem provável que isso acontecesse, minha irmã é uma aspirante a modelo, e além de muito bonita tem seus maravilhosos, 1,74 de altura, então eu acho que ela teria bem mais chances com o Dowoon do que eu, eu fiquei apenas viajando no tempo, e só acordei quando a vi girando a maçaneta da porta, e então estava tudo acabado. Ela cumprimentou Dowoon e sorriu para ele, e ele correspondeu, eu vi os olhos dele brilharem, e ele ficar um pouco sem graça ao olhar para as pernas longas dela na camisola que estava usando, é game over para mim.

Eu já estava pronta para atravessar a sala e subir as escadas com o rabo entre as pernas, ou quem sabe preparar até alguns aperitivos para os dois, quando ouvi a voz de Dowoon me chamando, eu me virei lentamente como em um filme adolescente, ele estava olhando para mim com um sorriso amigável no rosto.

- Você está muito bonita S/N. – disse e logo em seguida olhou para o chão.

- Bem, vou deixar vocês dois a sós, até mais. – minha amada irmã disse e se retirou, para a calma do meu coração.

Eu fiquei paralisada no lugar por alguns segundos, a porta estava escancarada, ele estava lá fora e eu dentro da casa. Um olhando para o outro sem saber o que fazer, então, sem mais nem menos eu peguei minha bolsinha no sofá, e coloquei no ombro, tentando caminhar confiantemente até ele. Fechei a porta atrás de mim, e fiquei a centímetros de distância dele, olhando para cima, enquanto ele olhava para baixo, nem se eu quisesse conseguiria roubar um beijo dele agora.

Então eu apenas bati o pé no chão como sempre fazia quando estava prestes a fazer algo que exigia minha coragem, e me aproximei dele, passando meus braços em volta da cintura, e descansando minha cabeça no peito dele. Na verdade estava um pouco mais para baixo, mas ainda sim eu conseguia ouvir um pouco do coração dele. Que foi aos poucos se acelerando a medida em que eu ia apertando mais o abraço.

- Me abrace também. – eu disse com a voz um pouco abafada pela camisa que ele usava.

Dowoon passou os braços em volta do meu corpo fino também, me abraçando, ele cobriu todo meu corpo com aqueles braços enormes. Foi um verdadeiro abraço de urso, me senti ainda menor nos braços dele, mas era tão bom, que só me agarrei a camisa dele e fiquei ali sentindo o quentinho daquele abraço.

- Viu? Essa é uma das vantagens. Você consegue me abraçar toda porque sou pequena e me encaixo perfeitamente nos seus braços. – disse depois de desencostar a cabeça um pouco do peito dele para falar. – O que está achando?

- Bem... É ... Bom.

- Seu coração está tão acelerado, esta gostando mesmo.

Foi só eu dizer isso para o coração de Dowoon se acelerar mais um pouco, então eu afastei minha cabeça de seu peito para olha-lo, ele estava vermelho, até as orelhas, completamente fofo, meu coração foi roubado mais um pouquinho, se é que isso era possível, já estávamos naquele abraço por quase cinco minutos por isso me afastei.

- Vamos indo então. – eu disse sorrindo, tentei cortar o clima estranho.

Enquanto caminhávamos até o metrô, eu não conseguia parar de olhar para ele, eu só queria ser uma mosquinha para pode ver o quanto eu estava pequena ao lado dele agora, baixei o rosto pra calçada e sorri sozinha, estava viajando na maionese, quando ouvi o barulho de uma bicicleta, mas já era tarde demais, senti meu corpo ser puxado de uma vez só, e logo eu bater em algo macio e quente e... másculo, oh, era Dowoon.

- Tenha cuidado. – ele disse enquanto me apertava contra ele, observei o cara da bicicleta seguindo com ela enquanto levantava um dos dedos do meio para nós.

- Acho que já estou segura. – eu disse um pouco sem graça enquanto batia nas costas dele de leve.

- Perdão, esse cara me assustou. – Dowoon coçou a nuca e estava um pouquinho corado.

- Tudo bem, isso foi bom, agora você sabe outra das vantagens, pode me proteger e se sentir meu super herói em momentos como esse.

- Só espero que meu coração não doa como agora, em todos os outros. – ele resmungou baixinho enquanto olhava para o semáforo.

- O que disse?

- Vamos antes que nossa sessão acabe.

Então seguimos, em silêncio até o metrô, Dowoon estava tomando conta de mim como um guarda costas, me puxando agora mais delicadamente, quando via algo que parecia ser uma situação de perigo. E em algum momento desconhecido, ele acabou segurando minha mão. A minha praticamente sumiu entre a sua, e estava tão quente que já estava começando a suar, mas é claro que eu não iria soltar, por isso aguentei firme, ou talvez não, porque com certeza eu já estava mais vermelha que o próprio vermelho.

- Sua mão é pequena, e quentinha, seria essa outra vantagem? – me surpreendi quando Dowoon me fitou perguntando isso. Então eu apenas assenti em silêncio.

Não falamos mais nada durante o resto do trajeto, e quando descemos, ele soltou minha mão, e me senti tão vazia, mas não reclamei, ele estava me esperando então fui correndo até ele, e quando fiz isso, ele procurou pela minha mão novamente, entrelaçando os dedos nos meus, na verdade engolindo minha mão com a dele novamente.

- Sabe, você não precisa fazer isso só porque estamos em um encontro.

- Tudo bem, eu gosto. Ela é fofinha, boa de segurar.

Ao ouvir isso eu fiquei sem reação, novamente o silêncio se instalou entre nós, enquanto entrávamos no shopping, e subíamos as escadas rolantes, avistei a lojinha de ursos de pelúcia que eu tanto gostava do outro lado, e pedi para que Dowoon ficasse na fila do cinema para eu ir dar uma olhada lá, eu fazia coleção daqueles ursinhos, então compraria o novo, vim bem preparada com a minha bolsinha. Eu adorava o Rilakkuma.

Para o meu azar, mas não para minha surpresa, justo o modelo que eu queria estava nas prateleiras de cima, realmente era um carma ter nascido tão pequena, olhei para os dois lados e notei que todos estavam entretidos, então coloquei um pé na prateleira de baixo, ficado na ponta dos pés e me esticando bem, mesmo assim não consegui pegar, mas agora era questão de honra, eu não iria embora sem aquele urso.

Por isso continuei esticando o braço, e minha bolsa já tinha até caído no chão, eu estava quase lá, mais um pouco e meus dedos o tocariam, quando senti uma presença atrás de mim, e vi um braço esticado, cobrindo o meu e pegando o urso sem dificuldade alguma, quando desci da prateleira e olhei para trás, Dowoon estava segurando o urso em frente ao rosto, ele começou a mexer os braçinhos, enquanto falava com uma voz fofa, como se eu fosse um bebezinho, eu deveria ficar irritada? Sim, mas achei tão fofo que apenas ri.

- Você me queria? – disse com a voz de urso.

- Sim!

- Desculpe, mas eu sou difícil.

- Você ou o urso? – perguntei com as sombrancelhas arqueadas.

- Eu Rilakkuma, é claro.

- Para com isso seu idiota. – falei e peguei o urso da mão dele, resgatando minha bolsa do chão.

Eu fui até o caixa, mas no meio do caminho acabei batendo em alguma coisa, ou alguém, era a segunda opção, olhei para cima e um cara de quase dois metros olhava para mim com uma cara nada amigável, ele coçou a barba, e sorriu para mim.

- Quer um ursinho princesa? – ele se inclinou um pouco até mim e perguntou, mesmo vendo que eu abraçava um contra mim agora.

- N...não. – minha alma saiu do corpo quando ele gargalhou, mas voltou assim que senti a mão que cobriu meu ombro e o apertou.

- Ela não quer, já tem um, e se quisesse eu compraria amigão. – Dowoon disse parecendo sério e meu corpo todo se arrepiou.

- Desculpa aí cara, não sabia que ela tinha namorado. – eu pensei em desmentir e dizer que Dowoon não era meu namorado mas fiquei na minha.

- É, mas ela tem. – principalmente quando ele disse isso, eu já poderia morrer ali mesmo, ao julgar como minhas pernas viraram gelatina após ouvir isso, eu não andaria muito bem.

O cara mais alto assentiu, e saiu da loja parecendo envergonhado, ele estava com duas sacolas da loja, o que um homem daquele tamanho iria querer com o Rilakkuma? Bom, eu que não iria descobrir.

- Você está bem? – Dowoon perguntou e eu apenas assenti. – Esses caras não tem jeito, não podem ver uma menina bonita sozinha.

- Eu... eu vou pagar esse urso. – eu disse e me afastei, me forçando a andar.

Dowoon ficou me esperando do lado de fora da loja, e quando eu sai ele me entregou a pequena bolsinha, ele tinha uma igual, tirou o celular do bolso, e colocou um ursinho Rilakkuma no celular dele, era um pingente, quando abri a minha tinha um igual, mas meu urso era marrom como o que comprei.

- O que é isso? – perguntei.

- Um pingente para celular.

- Isso eu sei, mas, não percebe como soa?

- Não.

- Bem, obrigada.

Chegamos atrasados na nossa sessão, e mal conseguimos comprar um balde de pipoca, entramos de fininho, o filme já estava nos seus bons vinte e cinco minutos, os assentos eram quase na frente, eu quase derrubei toda a pipoca no caminho mas tudo acabou bem, como compramos uma só, tivemos que dividir, e vez ou outra nossos dedos se encostavam dentro do balde de pipocas, tão romântico.

Meu estômago parecia uma geladeira toda vez que isso acontecia, eu não resisti e acabei chorando, no meio do filme, era um desenho animado, mesmo assim, as cenas foram tão bonitas que eu não resisti, ouvi Dowoon rir baixinho, e quando os créditos foram subindo, ele se virou para me fitar, e colocou as duas mãos no meu rosto, nessa hora eu tive um mine infarto, e prendi minha respiração, mas ele apenas passou os polegares pela minha bochecha secando minhas lágrimas, bem abaixo dos olhos.

- Você estava parecendo um panda. – comentou e me mostrou os polegares sujos de preto, merda, meu rímel.

- Merda. – praguejei baixinho e procurei pelo espelho na bolsa.

- Tão fofa e falando palavrão.

- O que disse? – me virei brava para ele levantando o punho, e ele apenas segurou uma risada, negando com a cabeça.

- Nada não.

Quando saímos do cinema ele até se ofereceu para comermos algo, mas eu já tinha jantado em casa, e ele também, por isso apenas fomos para casa, e foi com o mesmo processo, como eu era pequena demais, ao me segurar no metrô as pessoas acabavam batendo os braços na minha cabeça, era tão irritante, mas eu já estava acostumada, afinal sempre andava de metrô, Dowoon estava ao meu lado, e acho que percebeu minha aflição, pois se colocou atrás de mim, claro que mantendo uma distancia segura, me senti menor ainda com a sombra dele toda sobre mim, mas foi bom, pelo menos ninguém mais bateu na minha cabeça.

Ele me acompanhou até a porta de casa, durante o caminho conversamos apenas sobre o filme, tudo fluiu bem, pelo menos até chegarmos a frente da minha casa, e eu subir os dois degraus da varanda, agora eu até conseguiria roubar um beijo dele se quisesse, já que ele estava a minha frente lá em baixo, ficamos nos olhando por um tempo, me agarrei firme a minha bolsinha, e esperei, por sei lá o que.

- Bom... hoje foi legal. – ele disse e colocou as mãos nos bolsos da frente.

- Claro, foi sim.

- Acho que nunca me senti tão útil na vida.

- Adorei que você tenha sido útil.

- É. – ele sorriu e fitou o chão, chutando uma pedrinha. – Acho que vou indo.

- Tá, eu também, digo, vou entrar. Já estou em casa afinal. – acabei me atrapalhando e dando um tapa na testa por tamanha burrisse.

Dowoon apenas concordou, e se afastou, se virando e indo devagar em direção ao asfalto, eu fiquei no mesmo lugar olhando aquelas costas largas e aquelas pernas longas, mas derrepente ele parou no meio do caminho, e meu coração se acelerou na hora, engoli em seco e esperei enquanto ele se virava para mim, ele tirou o celular do bolso e pareceu olhar as horas, o pingente do Rilakkuma balançou enquanto isso.

- Sabe... amanhã é sábado. – ele disse após uma pausa.

- Sim.

- Você disse para sairmos em um ou dois encontros, ainda falta o segundo.

- É mesmo? Me esqueci.

- Sei, então... quer sair comigo amanhã?

- Ah, deixa eu pensar, hmmmmm. – tudo bem, eu estava abusando da sorte mas era divertido olhar para a carinha envergonhada dele. – Claro.

- Tudo bem, venho te pegar no mesmo horário.

- Certo.

- Tá. – ele levantou uma das mãos e me deu um tchauzinho, se virou uma última vez e caminhou mais rapidamente, sumindo aos poucos da minha visão.

E quando isso aconteceu eu apenas dei pulinhos na varanda, e gritei bem alto a todo pulmões um ISSO ISSO ISSO! Acabei acordando meus pais, mas acontece.


Notas Finais


Hello, só passando para dizer que minha intenção não foi ofender ninguém por causa da baixa estatura.
Foi só pra fazer algo engraçado
Até porque também sou baixinha
Então sem pedras e facões por favor.


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