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História Lovely (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 12


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Notas do Autor


Uhuuuh, voltei...

O irmãozinho “querido” do Jeon tem essa aparência, do ator Lee Jong-Suk (particulamente amo d+)

Capítulo 12 - Capitulo Doze;


Fanfic / Fanfiction Lovely (Imagine Jeon Jungkook) - Capítulo 12 - Capitulo Doze;

Não demorou muito para chegar no endereço que descobri, era um prédio, que parecia abandonado. Junto com meu primeiro passo, veio também uma mensagem no meu número particular.

Anônimo: Está pertinho, pode entrar, cuidado, não garanto que seja seguro!

“Como esse desgraçado descobriu sobre eu estar aqui?” 

Respiro fundo. E com seu alerta, resolvo ter mais precaução, ligo meu gps, e sigo pelo caminho indicado. No fundo talvez ele não seja tão esperto como que apresentar-se a mim. Finalmente chego no quarto em que apontava meu gps, e ao abrir, deparo-me com vários computadores, entro, e consigo ver fotos minhas em diversos lugares, os computadores tinham acesso as câmeras de todo o meu bairro, e nos cadernos haviam diversas anotações. Novamente chega uma mensagem, dessa vez uma foto, uma foto que me deixou completamente pirado. Entro nos meus contatos e ligo pra S/n.

— Oi, pequena, onde você está? — respiro fundo tentando manter minha respiração normal.

Anônimo: Ela está bem, como você viu na foto. Só que, tadinha, ela não para de chorar, quer ouvir. — tudo fica mudo por um instante, mas logo ouço soluços baixinhos.

— Srta. Kim!!? 

S/n: Kook, quem é ele eu... 

Anônimo: Tic tac, tic tac. Você tem até o pôr-do-sol para descobrir onde estamos, ou você nunca mais irá vê-la, pelo menos, não com vida. — depois de dizer isso apenas desliga.

Aperto o celular entre minhas mãos, entretanto, não sou tolo, apenas o guardo. Se é um jogo, ele deixou pistas fáceis, começo a procurar tudo que pudesse indicar alguns lugar. E depois de alguns segundos encontro um copo de cappuccino, pego-o sentindo o mesmo um pouquinho pesado, assim que abro a tampa vejo uns pequenos dados de madeira, tiro-os e ponho sobre a mesa.

— Última vítima. — leio a frase que formara. — Última vítima? 

“Se esforçar por alguém que só queremos na nossa cama?”

“A última morte”

Sorrio ladino, e saio correndo, a última morte, foi a dona do gato, então é lá que devo ir. 

[•••]

 Chego no local onde houve o assassinato. Suspiro.

— Meus pêsames, vizinha, você se meteu demais onde não devia. — sussurro, me aproximo mais ainda, averiguando os detalhes. — Não a nada aqui, nada de estranho.

Continuo analisando, e finalmente encontro um coisa, é um pedaço de tecido, pego-o levando próximo a minha face.

“É o cheiro dela. Aquele verme”

Junto do tecido encontro uma fita encontro um papelzinho.

— Está quase lá, querido irmão, só mais um pouquinho. Busque pelo perfume mais belo, vermelho e delicado.

Tento entender o que ele estava falando, encontrar algo que tenha aver com essas palavras; delicado, vermelho. Pensando bem, sempre usei esses termos para me referir ao dia em que encontrei a srta. Kim. Sorrio ladino e saio correndo, a barraquinha dela não fica longe.

“Calma, bonequinha, eu juro que vou te encontrar”

Corro ainda mais rápido, e de longe vejo a barraquinha, como está montada deduzo que ela estava aqui, mas como ela foi sequestrada em pleno a luz do dia?

A primeira coisa que vejo sobre a banquinha é uma tesoura ensanguentada. Arregalo os olhos.

— Uma tesoura. — começo a sorrir. — Idiota. — começo a andar em direção a minha antiga casa. — Então você está escondido na mansão.

Chamo um táxi, e digo o endereço.

“Eu vou te matar da forma mais dolorosa que existe, seu idiota”

Assim que chegamos na frente da mansão, apenas jogo o dinheiro e saio correndo. Destravo o portão e entro pelo jardim, as flores do local estava bem cuidadas, isso mostra que ele estava aqui por algum tempo; desgraçado. Com a minha chave abro a porta, e a primeira que vejo é a S/n amarrada a uma cadeira.

— Princesa. — tiro a mordaça de sua boca. — Shiir, não chora, meu amor.

S/n: Eu...aquele cara... — fala entre soluços. — Ele fala e faz coisas horríveis. — desamarro a mais nova. 

— Eu vou te tirar daqui. — vejo as marcas de agressões no seu rosto, e pulsos, o que me fez odiar ainda mais quem quer que seja esse babaca que tem meu sangue. — Vem. — a pego no colo.

S/n: E-Estou assustada. — sussurra.

Xxx: Onde vai, maninho?

Essa voz, eu conheço. Minha respiração fica mais densa, e me viro lentamente, até encarar o homem parado próximo a escada.

— Você...?


Notas Finais


Eita...
Ele conhece.


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