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História Lover - Jaehyun - Capítulo 2


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Notas do Autor


Primeiramente, perdão pela demora! Eu precisei ficar afastada das redes sociais e afins, por isso demorei a terminar o capítulo, mas tá aí, né?
e foi até bom pra perceber que tô enferrujada com o assunto hot.

MAS GENTE 120 FAVS COM APENAS 1 CAPÍTULO EU TÔ ME SENTINDO A BEYONCÉ HEIN, enfim os mimos, isso nunca me aconteceu e sério, eu dei um grito quando vi.
pra mim não iríamos passar dos 50, mas passamos e OBRIGADA!!!

espero que gostem do capítulo, talvez não esteja tão bom, mas dei o meu melhor e é isso.

boa leitura ❤️

Capítulo 2 - 02


Fanfic / Fanfiction Lover - Jaehyun - Capítulo 2 - 02

Jaehyun fechou os olhos por breves instantes, respirando fundo sentindo o cheiro adocicado da mulher a sua frente entrar por suas narinas. 


– Certo, eu aceito! – Falou, ainda de olhos fechados.


 Ela sorriu e segurou firmemente no maxilar dele, então roçou os lábios de ambos um nos outros, o que causou ao mais velho arrepios.


– Vamos lá! – Se levantou, puxando-o consigo seguindo para a pista de dança. 

Jaehyun tentou processar tudo aquilo, era estranho estar nas pistas de dança de um salão novamente, e também, era estranho estar ali com outra mulher. 

Mas, o sorriso nostálgico fez-se presente em seus lábios quando o toque do saxofone soou nos ouvidos de todos. As mãos dele pararam na cintura da mulher deslumbrante a sua frente e começaram com aqueles mesmos passos de dança. 


S/N aproximou seus rostos, colando sua testa na do Jung, enquanto ele segurava firmemente a cintura dela, parecia que jamais queria solta-la. 

E na verdade, ele não queria que aquela dança acabasse tão cedo — ou talvez, nunca. — era estranho, mas a forma como ela o conduzia e como o seu cheiro o embriagaram, parecia ser coisa de outro mundo. 


– Sabe que eu adoro esse música? – S/N puxou assunto, enquanto seu corpo se movia junto do dele. Pareciam flutuar na pista, mesmo que não fosse nada ensaiado, dançavam em sincronia e muitos dali, que os assistiam podiam jurar que ambos era um casal. 


E se não fossem, dariam um belo par! 


– Também gosto dela. – Jae sorriu e então, o último passo fora dado, enquanto as mãos dele pareciam jamais quererem solta-la. A música acabou, dando início a outra e vários casais se juntavam na pista. 


E infelizmente — ou talvez não — a consciência bateu. Jaehyun soltou o ar preso dos pulmões que segurou por toda a dança, pois sabia que se relaxasse um segundo sequer, faria uma grande burrada e não queria aquilo de maneira alguma. 

Não disse nada, apenas soltou-a e saiu dali ajeitando seu terno. 


De início S/N ficou confusa e claramente decepcionada. O viu sumir entre os casais e rejeitou convites de danças que poderiam dar-lhe muitos dólares. Respirou fundo e segurou nas barras do vestido, seguindo o homem alto até a entrada do estabelecimento. 


Aproximou-se e segurou no pulso dele, olhando-o firme: 


– Como pode ir e me deixar assim? – Era nítido o tom de decepção em sua voz, mas também, parecia ter o ego ferido. Era a primeira vez que um homem a rejeitava daquela maneira, pois todas as noites era convidada para um motel qualquer. 

E por mais que tivessem sido apenas quatro minutos de dança, estar tão perto dele fizera seu coração acelerar-se como nunca. 


– Mil perdões, mas eu sou casado e só queria uma dança. – Tentou se justificar, soltando o braço da mão dela e ajeitando a manga do paletó.


– Mas eu não quero só uma dança! – Rebateu. Jaehyun levantou as sobrancelhas surpresos, aquela mulher parecia ser mais direta do que ele pensava. Tanta atitude assim o deixavam até sem jeito. 


O Jung soltou um riso soprado e se encostou em seu carro, cruzando os braços olhando para ela. 


– Você é casado e mesmo assim veio parar aqui. Mesmo que seja um táxi dance, nenhum homem vem aqui somente atrás de uma dança! Deveria saber disso, doutor Jung. – Sorriu óbvia e por um momento Jaehyun se questionou de onde ela o conhecia. 


Mas era óbvio, seu rosto estava estampado em jornais todos os dias por faturar mais e mais e ainda tinha seu pai que, era o governador do estado. 


– Eu não vim atrás de uma dança e muito menos atrás de alguma mulher! Eu só... – Respirou fundo, parecia querer encontrar as palavras certas, mas nem ele sabia o que estava falando. – Eu sinceramente não sei o que vim procurar aqui! – Foi tudo o que disse e em seguida passou a mão pela nuca frustrado procurando as chaves do carro no bolso da calça social as retirando de lá. 


S/N quis rir. Se aproximou de Jaehyun e ele até recuaria se não estivesse encostado no carro. As mãos se espalmaram no peitoral alheio e seu sorriso só cresceu quando sentiu os batimentos dele irem mais rápidos do que já estavam em suas mãos. 


– E é por isso que estou aqui, Jaehyun. – Os narizes roçaram-se suavemente e os pelos da nuca do Jung arrepiaram-se ao ouvir seu nome sendo chamado daquela maneira. 


Naquele momento, tudo que seu cérebro processava era ela gemendo seu nome e “porra” — pensou. 

Ele estava sendo mais fraco do que podia. 


– E-eu preciso ir! – Tentou se afastar, tendo o corpo entre os braços dela, quase que sem escapatória havia sido preensado contra o carro por ela, assim como nos dramas asiáticos. 

Aquela típica cena clichê que fazia seu coração bater acelerado fazendo-o fechar os olhos, com medo de olha-la. Por mais que não demonstrasse, mantendo a pose sensual e provocativa, S/N sentia calafrios por estar tão perto dele. 


– Não precisa, Jaehyun


De novo seu nome soou mais do que de forma provocativa, se ela continuasse a chama-lo assim, não sabia o que faria. 

De maneira alguma resistiria. 


– Você não sabe o que procura e eu quero te ajudar a achar o que tanto deseja. Sua noite parece entediante e por isso quero anima-la, assim como, quero te deixar excitado e extasiado. – Ela falava como se recitasse uma poesia com os olhos vidraria em cada detalhe do rosto dele. 


Droga, ele enlouqueceria em poucos instantes com tão pouco! 


– Não sei se posso transar com você! – Virou o rosto para o lado e cruzei meus braços. 


– E você não precisa! – Sorriu roubando-o um selinho. Jaehyun quase murmurou irônico um "ah, sério?; Mas preferiu ficar quieto. 

Ajeitou a postura e a olhou. 


– O que você quer, então? Não deveria estar dançando? – Tentava de todas as formas fazê-la voltar para dentro. 


– Vamos beber algo e conversar, você está triste! – Sorriu pondo as mãos atrás do corpo. 

Ele a olhou desconfiado "como sabe?".


– O garçom me disse! – Sorriu e o puxou pelo braço. Tentou até não segui-la, mas ela parecia uma criança mimada e não desistiria facilmente. 

Não demoraram nem cinco minutos para chegarem em frente ao bar assim que ele concordou, mesmo não querendo. 


"Certo, uma cerveja e eu vou para casa.



O estabelecimento ficava ao lado do táxi dance, talvez um grande concorrente para aquele negócio. Olhou para cima e viu a placa, fazendo uma leve cara de desgosto a olhando. Porém por dentro sorria internamente. 


"Motel." 


S/N sorriu o olhando, adentraram o local e sentaram-se em uma mesa. Pediram duas cervejas e ele ficou a encarar as pessoas, tentando não dar trela, pois tudo que menos queria era parar nos braços dela nesta na noite. 

Na verdade, talvez fosse algo que ele estivesse querendo muito. Mas, ele tentava ser forte e não faria isso por sua esposa. 

Ah não ser que, o álcool e a bebida o consumisse por completo.


Jaehyun nunca fora fraco para bebidas alcoólicas, mas estava somente no primeiro copo ainda e já se encontrava lezado. 

Realmente estava fraco, mas não por culpa do álcool. Era culpa dela, porque ela tinha que ser tão chamativa, gostosa e linda? 


Naquele momento ele ignorava todos os fatos lógicos de homem casado. Como no primeiro momento em que haviam se conhecido, ele mal tinha percebido que o batom vermelho lhe caia tão bem. O vestido decotado exibia os belos seios e meu Deus, sua vaga no inferno estava reservada por reparar demais e fantasiar demais. 

S/N também não perdia tempo algum; olhava para ele de forma nada discreta. Jaehyun parecia ter um rosto desenhado a pincel, na verdade, ele todo parecia ser desenhado a pincel e naquele momento, tudo o que ela mais queria era vê-lo sem aquele terno. 


Puts, a boca salivava somente de imaginar aquele homem nú em cima de si. 


– Vamos ficar assim a noite toda? – Jaehyun a olhou dando mais um gole na cerveja. 

Faziam-se já trinta (30) minutos que estavam ali somente se encarando e pensando safadezas. E ah, se eles pudesse ler o pensamento um dos outros. 


– Não! – S/N respondeu e se levantou. 

Jaehyun nunca se sentiu tão aliviado ao pensar de que ela iria embora e que toda aquela tensão havia acabado. Então, levantou-se também e enquanto enfiava as mãos nos bolsos da calça a procura da carteira, teve a mulher vindo em sua direção. 

A olhou brevemente e nem sequer teve tempo de dizer um "eu pago a conta." já que, antes disso, fora puxado pela gravata e sem perder tempo, teve os lábios atacados por ela ferozmente.


(...)


Os lábios dela era deveras viciantes. As mãos sabiam como tocar cada pedacinho do corpo do mais alto, deixando-o louco. 

Jaehyun não precisou de álcool para cometer tal loucura. Os beijos de S/N eram mais perigosos e embriagantes do que qualquer outro drink com grande teor alcoólico. 


Ignorando tudo e todos, naquele momento existiam somente os dois ali naquele quarto de motel. 


Ah, Jaehyun... – Gemeu arrastando sentindo Jaehyun trabalhar em seus seios, mamando-os como um neném faminto. Assim como ele, ela estava louca de tesão. 

A boca habilidosa do Jung fizera uma trilha de beijos por sua barriga ficando próximo a virilha. S/N puxou abrir as pernas insinuativa para ele que lançou um sorriso cretino, segurando as duas coxas firmemente apertando sua carne enquanto o rosto ia afundando lentamente no sexo dela. 


Jaehyun!” Gemeu, ou, quase gritou quando sentiu seu sexo ser devorado pelos lábios talentosos dele. O coreano parecia se deliciar com a boceta encharcada, chupando e mordendo de forma faminta, o que lhe causava espasmos, gemidos altos, manhosos e grandes ondas de prazer. Várias vezes, a ocorreu de fechar as pernas espontâneamente por tamanho excesso de tesão, mas ele as abria, intercalando hora ou outra por lambidas mais delicadas, enquanto o olhar provocativo a secava. 


Não demorou muito para que ela gozasse diante daquele oral maravilhoso, sujando e melecado os lábios de Jaehyun. Estes que, ele fizera questão de limpar com a própria língua, pondo-a de quatro na cama deixando um forte tapa em seu bumbum. 

Gritou assustada, mas adorou aquilo. Olhou-o por cima do ombro e agora, ele abaixava a a cueca que voou para um canto qualquer do quarto. 


Alisou o próprio membro e apreciou por alguns instantes aquela bela mulher de quatro para si, totalmente exposta e apetitosa enquanto ela o olhava por cima do ombro, apreciando bem aquele corpo esculpido pelos deuses sentindo a boca salivar somente de fitar a glande rosada, inchada e melecado pelo pré gozo. 

Uma grande gostosa, era o que ele achava. O inferno nunca pareceu tão bom diante estar prestes a se afundar naquela mulher. Tinha consciência de seus atos, mas aquilo estava sendo gostoso demais. Para ele, ela era gostosa demais. 

– Não vai me deixar por na boca? – Perguntou sorrindo provocativa enquanto os quadris se aproximavam. 

Jaehyun segurou firme na cintura alheia e então, passou a glande pela entrada pidona dela. 


– Temos tempo, bebê. – Sorriu acariciando seu bumbum e em seguida começou a enterrar-se no interior quente e apertado, fechando os olhos gemendo rouco curtindo aquele momento gostoso. 


Começou a ir lento, apertando a cintura dela e acariciando, gemendo junto da mulher que afundava o rosto no travesseiro evitando um grande escândalo quando os movimentos começaram a ficar mais rápido.


Jaehyun parecia ser mestre no que fazia, bombeava seu quadril para frente e para trás maltratando o interior dela de forma tão gostosa que a faziam gritar de tamanho prazer. Não demorou muito para que ambos tivessem um delicioso orgasmo juntos, um beijinho fora distribuído nas costas dela e jaehyun saiu lentamente do interior apertado, arrancando-a um gemido manhoso. 


– Porra! – Foi tudo que o Jung disse, se jogando ao lado dela na cama.


Estava destruída e com um sorriso bobo no rosto, enquanto apreciava os fios de cabelo pregados na testa pelo suor e os lábios inchadinhos entreabertos. 


– Você é maravilhosa! – Fechou os olhos respirando fundo, tentando normalizar sua respiração. Em segundos os abriu e sorriu com a bela visão de S/N com os olhos fechados, os cabelos que lhe caíam no rosto foram levados para trás e assim que percebeu que ela dormia, levantou-se vestindo sua roupa e depois a cobriu com os lençóis. 

Sabia que ela era maravilhosa e algum dia se tivesse a oportunidade novamente, a diria isso da forma mais clara o possível. 

Mas agora, o sentimento de culpa o dominava, pensou em sua esposa, em tudo o que viveram e ela não merecia aquilo. 


– Você já vai? Foi tão ruim assim? – A voz dela soou assim que ele mexeu na fechadura da porta. Jaehyun respirou fundo, nem fez questão de virar-se para ela, a visão pós sexo que tinha era alucinante e preferia não olhar, já que não estava afim de errar de novo. 


– Não, foi maravilhoso! E esse é o problema, eu falhei comigo mesmo e com minha esposa, ela não merece isso e muito menos você merecia ser usada assim por mim... – Fechou os olhos por breves segundos. 


– Vamos nos encontrar novamente, você não precisa se preocupar... – Sorriu e se levantou, caminhando nua até ele abraçando-o por trás.


Jaehyun respirou fundo e tentou soltar-se dela, apoiando uma mão na porta e abaixando a cabeça. 


– Não vamos. – Foi direto. – Essa foi a nossa primeira e última noite, não leve para o coração, eu amo minha esposa! 


– Se a amasse teria resistido! – Usou a típica frase e riu soprado. 

Jaehyun sentiu ódio, estava confuso consigo mesmo. As mãos dela desceram para a frente de seu quadril, passando pelo membro dele coberto pela calça. Se ela continuasse assim, ele não se responsabilizaria por seus atos, novamente, droga!


– Enfim, sua mulher te espera e eu irei estar lhe esperando. Lembre-se, em dias tristes, cansativos ou em que você brigar com ela, eu estarei aqui, Sr. Jung! – Deixou um doce beijo no pescoço dele. 


Jaehyun preferiu nem responder, ela era teimosa, mas ele sabia que não voltaria. Soltou-se dela e abriu a porta, sendo puxado e tendo um selinho roubado. 

Respirou fundo, saiu de lá e assim que entrou em seu quarto socou o volante. Só então, dando-se conta de que por mais que não se encontrassem novamente, as palavras, beijos e toques dela haviam mexido consigo. E enquanto a culpa permanecesse em seu ser, ele jamais seria capaz de esquece-la. 


Jaehyun viu que não precisara morrer para chegar ao inferno. Trair sua esposa e ter que lutar contra a vontade de voltar para aquele motel eram torturantes demais e enquanto ligava o carro, as palavras do amigo lhe passaram pela cabeça.


E futuramente, ele culparia o melhor amigo por tudo isso.


Yuta estava ferrado! 


Notas Finais


Tadinho do yuta, só queria ajudar.
Realmente o hot não esta lá essas coisas e eu peço perdão, procurei por uma hotmaker, mas não achei e por isso preferi ir treinando, falhando miseravelmente.

mas eh isso fml, dessa vez não vou demorar a atualizar e nos vemos no capítulo 3. A fanfic terá em média 7 caps ou mais.
Nos vemos em breve, eh nois, beijos, amo vocês e obrigada! ♡♡♡♡♡


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