História Lovers - Capítulo 11


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Categorias It: A Coisa
Personagens Benjamin "Ben" Hanscom, Beverly "Bev" Marsh, Edward "Eddie" Kaspbrak, Georgie Denbrough, Henry Bowers, Michael "Mike" Hanlon, Personagens Originais, Richard "Richie" Tozier, Stanley "Stan" Uris, William "Bill" Denbrough
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Palavras 2.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha só quem voltou! Esse capítulo tem muitos trechos do livro (que eu resumi ou acrescentei detalhes do meu enredo), então já aviso pra não dizerem que foi plágio. Eu estava ansiosa pra chegar aqui, afinal é a oficialização dos Losers.

ATENÇÃO [USO DE TERMOS PEJORATIVOS]

E agora, boa leitura!

Capítulo 11 - A Apocalíptica Guerra de Pedras


1.

Os Losers seguiram em meio aos bambus do Barrens, mergulhando em uma fantasia de "safári", como costumavam fazer quando passavam por aquela área.

Os bambus eram altos e limitavam a visibilidade. A terra estava preta e molhada, com poças de água que tinham cores estranhas de arco-íris. O ar fedia em parte por causa do lixão ao lado e em parte por causa da vegetação.

O nada-bom e velho cheiro do Barrens. O nada-bom e velho cheiro de Derry.

Bill parou a uma curva do córrego Kenduskeag e se virou para Richie.

- T-T-Tigre à frente, T-Tozier.

Richie assentiu e se virou para Beverly.

A ruiva tinha cortado o cabelo, e agora as mechas estavam tão curtas quanto as dos meninos. Richie, particularmente, achou que Bev ficara linda, o que levou a uma série de cantadas por toda a manhã.

Brooke também era bonita, mas não havia muito de vivaz nela naquela manhã.

- Tigre. - Sussurrou ele.

- Tigre. - Disse Bev para Ben.

- Comedor de gente? - Perguntou, segurando a respiração.

- Tem sangue nele todo. - Confirmou a menina.

- Tigre comedor de gente. - Ben disse para Stan, que passou a notícia para Eddie, e este para Brooke.

Os dois últimos tinham os rostos tomados de empolgação, ainda que a garota se sentisse levemente conformada.

O tigre passou à frente deles, e todos quase o viram: pesado, os músculos se movendo com graça e poder por baixo dos pelos listrados. Eles quase viram os olhos amarelos e as manchas de sangue ao redor do focinho.

Os bambus estalaram de leve, e eles pararam novamente. Devia ter sido um sopro de brisa do verão... ou talvez a passagem do tigre africano.

- Já foi. - Disse Bill.

Ele voltou a andar e todos o seguiram. Eles chegaram à margem do Kenduskeag, onde uma série de pedras permitia a passagem. Ben tinha mostrado como colocá-las. Ele era bom em coisas assim, mas quando demonstrava, nunca fazia você se sentir burro.

- T-Tenham cuidado, pessoal! Tem p-p-piranhas aqui! - Disse Bill com urgência, enquanto esperava já do outro lado.

Eddie Kaspbrak já estava na metade do caminho quando quase perdeu o equilíbrio. Ele olhou para a água reluzente e, por um momento, ele realmente viu as piranhas. Elas não eram parte do faz de conta do safári na selva de Bill; ele tinha certeza disso.

Os peixes que viu pareciam peixes dourados gigantes com os maxilares enormes e dentes afiados se projetando por entre os lábios. Elas se amontoavam na água rasa, batendo os dentes.

Eddie balançou os braços para se equilibrar. Vou cair, pensou ele, vou cair, e elas vão me comer vivo...

Mas Stan Uris segurou seu pulso com firmeza e o fez recuperar o equilíbrio.

- Foi por pouco. - Disse Stan. - Se você caísse, sua mãe ia te matar.

As piranhas iriam me matar, pensou. Mas não iam, na verdade.

Eddie olhou novamente para a água e as piranhas que os outros quase podiam ver também haviam sumido para o garoto. Brooke cutucou seu ombro e indicou que ele andasse, e então todos seguiram o fim da trilha.

Os Losers passaram um longo tempo brincando com armas falsas e ouvindo o rádio de Richie naquela manhã, e agora prosseguiam até a cascalheira do outro lado do córrego, onde pretendiam testar as bombinhas que Stan trouxera de casa. Lá elas fariam mais eco.

O que não esperavam é que não seriam os únicos a terem essa ideia.

2.

Henry Bowers tinha bombinhas e bombas M-80, tão potentes que sua venda era controlada. E ele, Victor e Arroto estavam perseguindo Mike Hanlon.

- O que você vai fazer com ele, Henry? - perguntara Victor Criss. Ele parecia interessado, mas na verdade estava preocupado. 

Ele não ligava de Henry querer dar uma surra no garoto, mas não tinha certeza se era só isso que o Bowers tinha em mente.

Hanlon passou correndo pela escola batista sem fazer pausa e seguiu direto pela rua Neibolt na direção do pátio de trens de Derry. 

Mike correu, mas não cegamente. Ele tentava se acalmar, tentando controlar a respiração, sem dar tudo de si ainda. Henry e Arroto não eram problema, mas Vic Criss era bem mais rápido.

Eles passaram a casa onde Eddie havia encontrado o doente e onde Mike havia visto os cachorros, e se aproximaram do portão entreaberto do pátio de trens.

E então, Mike foi obrigado a ir até seu limite. Ele sabia que tudo ia começar a doer se tivesse que manter esse ritmo por muito tempo.

Ele lançou um olhar para trás e viu que estava se afastando de Victor, e os outros estavam a uns 40 ou 50 metros. Mesmo com aquele olhar rápido, Mike conseguiu ver o ódio no rosto de Henry.

Ele deslizou pela abertura, se virou e fechou o portão. Ouviu um clique do trinco. Alguns segundos, e Criss se chocou com a cerca. Um momento depois, Henry e Arroto apareceram ao seu lado. Henry esticou a mão para puxar o trinco, mas não havia nada, ele ficava por dentro.

- Vamos, garoto, abre o portão. Não é justo. - Disse Huggins, surpreendentemente.

- Qual é a sua ideia de justo? - Disse Mike, ofegante. Ele olhou para Victor, viu a expressão perturbada em seu rosto.

Mike se curvou e apoiou as mãos nos joelhos, recuperando o fôlego, enquanto os três o xingavam de termos que ele nem conhecia. 

Vai acontecer algo mesmo assim, porque Henry quer que aconteça.

- Abre! - Gritou Henry. 

- Não vou abrir. - Mike disse baixinho.

- Abre, seu neguinho de merda!

Hanlon recuou com o coração disparado. Não conseguia lembrar de outra ocasião que sentira tanto medo e chateação. Ele andou mais dois ou três passos, e então Henry Bowers disse:

- Fui eu que matei seu cachorro, crioulo!

Mike ficou paralisado, sentindo como se tivesse levado um soco na boca do estômago. Ele olhou nos olhos loucos de Henry Bowers e entendeu. Ele tinha matado Mr. Chips. 

Mike teve a impressão de que entendeu muitas coisas pela primeira vez, e percebeu acima de tudo que o mundo não era gentil, e foi isso mais do que a revelação em si que despertou o grito nele:

- Seu caipira de merda!

Henry deu um grito de raiva e atacou a cerca, subindo até o alto com uma força bruta apavorante. Depois de uma pequena hesitação, os outros também começaram a escalar.

Mike virou e saiu correndo. Não havia nenhum som além da respiração dele e o estalar da cerca. 

Ele correu por cima dos trilhos, tropeçou no segundo e sentiu uma dor vibrar no tornozelo, mas levantou-se e continuou a correr. Ouviu um baque quando Henry pulou do alto da cerca.

- Estou indo te pegar, crioulo! - Gritou Bowers.

O lado racional de Mike o fazia calcular possiveis saídas, como o Barrens. Mas havia uma fagulha quente de fúria em seu peito, nada relacionada ao lado racional. 

Matar Mr. Chips? Meu cachorro não era crioulo, seu merda, pensou com a raiva perplexa crescendo.

Mike estava correndo em linha reta, na direção da outra cerca de arame que separava o pátio do Barrens. Mas acabou fazendo uma curva para a direita, para a cascalheira. Ele não esperou para ver seus rostos, pulou na cerca e começou a subir.

Sentiu mãos segurarem seu pé. Olhou para baixo e viu Henry, o rosto coberto em suor. Mike puxou o pé e deu impulso contra o rosto do Bowers, ouvindo alguma coisa estalar. Henry gritou e cambaleou para trás, agora segurando o nariz que sangrava.

Outra mão, de Arroto Huggins, tocou brevemente a barra de sua calça, mas ele conseguiu se soltar com facilidade. Ele passou uma das pernas pelo alto da cerca, ficou pendurado pelas mãos, se soltou e rolou duas vezes naquele chão áspero e inclinado.

Henry tinha se aproximado da cerca de novo, jogando uma das bombas M-80 que estourou com um som intenso e destruiu um pedaço do gramado.

Mike, com os ouvidos zumbindo, ficou de pé. Passou a mão pela bochecha direita e ela ficou manchada de sangue.

- Vamos pegar ele! - Gritou Henry antes de subir na cerca. 

- Henry, eu não sei... - Criss relutou, enquanto Huggins obedecia e imitava o amigo.

- É melhor você saber, Criss. - Disse Henry. Seus olhos tinham um contorno roxo. O chute de Mike tinha quebrado seu nariz, embora Henry não fosse saber disso por um tempo. - É melhor você saber.

Mike não esperou para ver mais. Ele se virou e correu para a vegetação.

- Vou te alcançar, crioulo!

Bowers estava em um frenesi de dor e ira, e isso lhe dava uma genialidade física efêmera não calculada. O pensamento consciente tinha sumido.

Mike estava com muito medo agora, evitando o pânico apenas com a força de vontade. Ele tinha virado o tornozelo com mais força do que pensara, e agora mancava enquanto corria. Os estalos e estrondos do progresso de Henry atrás dele despertavam imagens desagradáveis de ser perseguido pelo cachorro assassino da noite anterior.

O caminho se abria mais à frente, ele escorregou, ficou de pé e conseguiu ver sete crianças antes de ser empurrado contra o chão de cascalho.

Sentiu o terror e o peso de Henry sufocarem seu peito e a dor latejante no tornozelo.

Os Losers ouviram a bomba estourando à distâcia, mas o primeiro a notar a movimentação do outro lado no córrego foi Bill Denbrough.

- G-Gente... - Ele sussurrou, chamando a atenção de Beverly e Richie. 

A ruiva, antes sentada, deu um pulinho e se pôs de pé para ver melhor por entre a grama alta. Assim que reconheceu Mike e, em seguida, um raivoso Henry, não tardou em cutucar Brooke.

Por um momento, o rosto de Henry foi tomado por incerteza, e ele olhou para trás, por cima do ombro, confirmando que os dois fiéis amigos o haviam alcançado. Quando voltou a olhar os Losers, estava sorrindo.

- Ah, filho da puta! O judeu e o gordo também estão aqui! - disse ele.

Bev se agachou e pegou uma pedra. Brooke deu alguns passos, o cenho franzido e a mente nebulosa.

- Que droga você 'tá fazendo aí, Brooklyn?

- Que inferno, Henry. - Ela murmurou, soltando ar dos pulmões como se tivesse corrido tanto quanto Mike.

- Tenho pendências com muitos de vocês, mas posso deixar isso de lado hoje. Quero o crioulo. Então podem sumir, seus merd-.

Antes de conseguir terminar, alguma coisa atingiu sua testa com muita força. Beverly tinha jogado a pedra com uma mira certeira. Aproveitando que Henry diminuira a força, Mike conseguiu se soltar e atravessou aos tropeços o córrego.

Ben gritou e arremessou uma pedra. Como um tiro de largada, todos se abaixaram para pegarem cascalhos e carvões.

- GUERRA DE PEDRA! - Gritou Richie antes de acertarem seu rosto, de forma quase cômica.

E de repente o ar ficou cheio de mísseis sibilantes. Henry e Brooke pareciam ter um acordo silencioso e inato, onde um não mirava no outro. Isso, no entanto, não se estendia aos outros, e ninguém saiu ileso.

Foi Victor Criss quem causou o maior dano aos Otários naquele dia, em parte porque era um bom lançador de beisebol, mas mais (paradoxalmente) por ser o menos emocionalmente envolvido. Ele não queria estar ali. As pessoas podiam se machucar muito em brigas com pedras.

Eddie Kaspbrak, esquecendo-se completamente das piranhas que havia visto há minutos atrás, pulou as rochas onde estavam sentados e entrou na água, tomando proximidade.

As pedras começaram a voar em tempos mais espaçados. Victor e Arroto fugiram aos tropeços, com braços cortados e bochechas sangrando. 

Henry estava caído no chão, sua boca se mexeu, mas nenhum som saiu.

Indo contra a direção dos amigos, Brooke Gallagher pegou a pedra que estava na mão de Bill, lisa e branca, do tamanho da palma de sua mão, e pulou no córrego. Ela atravessou a água com passos tão firmes quanto apertava a pedra entre os dedos, e se ajoelhou ao seu lado.

Henry tinha a camisa rasgada. A testa, o nariz e o quadril sangravam. 

- Daqui 'pra frente você vai deixar a mim e meus amigos em paz. Entendeu? - Disse Brooke, erguendo a pedra.

Henry não fez questão de responder e cuspiu no chão.

Brooke agiu rápido e golpeou o espaço vazio entre as pernas abertas do garoto. Henry se apoiou nos cotovelos e arregalou os olhos.

- Diga que entendeu! - Ela ordenou. - DIGA!

Silêncio, todos prendiam a respiração.

Talvez pela vergonha de ter perdido a guerra, ou a dor excruciante no nariz e em todo o corpo, Henry desistiu.

- Eu entendi. - A voz falhou e tremeu, quase inaudível, mas suficiente.

Brooke levantou, deu meia volta e seguiu até o outro lado, jogando a pedra na água. 

Bill foi o primeiro a sair daquele cenário, e então todo naturalmente o seguiram.

Os oito fizeram um semicírculo irregular, todos sangrando em alguma parte do corpo. A apocalíptica guerra de pedras durou menos de quatro minutos, mas Bill sentia como se tivessem lutado a Segunda Guerra Mundial.

O silêncio foi rompido por Eddie Kaspbrak ofegando na luta para respirar. Ben foi na direção dele e passou correndo até os arbustos, onde vomitou da forma mais particular e silenciosa que conseguiu.

Richie e Bill é que foram até Eddie. Bill passou um braço ao redor da cintura do garoto enquanto Richie pegava a bombinha no bolso.

Bev segurou as duas mãos de Mike com ternura e tentou guiá-lo para algum lugar onde pudesse se sentar, mas o garoto recusou singelamente deixar o semicírculo. 

Brooke tremia. Não como alguém com frio, mas alguém com a taxa de adrenalina alta e o corpo parado. Seu maxilar estava travado e ela não olhara Mike desde que saíram da cascalheira. 

Bill olhou de Mike para Richie. Richie olhou nos olhos dele. E Bill pareceu quase ouvir um clique, uma parte final se encaixando perfeitamente a uma máquina de objetivo desconhecido. Estamos todos juntos agora, ele pensou, e a ideia foi tão forte, tão certa, que por um momento achou que tinha falado em voz alta.

- Qual seu nome, garoto? - Perguntou Stanley.

- Mike Hanlon.

- Quer acender umas bombinhas? - E o sorriso de Mike foi resposta suficiente.

- Quer um cigarro? - perguntou Beverly. - Tenho mais dois.

- Não, obrigado. - Mike respirou fundo. - Quero agradecer a todos por me ajudarem. Aqueles caras queriam me machucar feio. Peço desculpas se vocês ficaram machucados.

Bill balançou a mão, desconsiderando.

- N-N-Não se p-p-preocupe. E-E-Eles estão a-atrás de n-nós o a-ano todo. 

Richie tragou o cigarro e começou a tossir. Beverly bateu nas costas dele afavelmente.

- Você é principiante, Richie. Vai aprender.

Eles voltaram a brincar com as bombinhas. Ben com a boca cheia de Twinkie; Bill disputando com Stan; Brooklyn absorta a alguns metros de distância.

Ela reconheceu pela visão periférica que Mike havia se aproximado, mas não ergueu o rosto. Eles ficaram assim em silêncio por alguns minutos até o garoto se manifestar.

- Acho que seu amigo 'tá incomodado. - Ele disse baixo.

- Que amigo?

- Aquele com as bombinhas. - Disse se referindo a Stan. - Ele não para de olhar 'pra cá. 

Brooke procurou Stanley e sorriu quando o garoto tentou disfarçar.

- Acho que não. 

- Deve ser ciúmes. - Mike brincou, arrancando uma risada controversa da menina, mas sentiu a mudança nela, a tensão.

- O que é? O que tem de errado? - Perguntou com desconforto.

Mike deve estar com medo, ela pensou, tanto medo quanto você ficou ontem, mas você não está ajudando em nada.

Ela balançou a cabeça de leve.

- Nada.

Brooke queria entender porque as pessoas eram como eram, e faziam o que faziam. Ela tinha a terrível mania de levar os problemas para um lado pessoal. Sua garganta ardia, sufocante. Ela queria gritar. Mas não seria justo. 

Nada disso era.

Mike gentilmente afastou uma mecha de cabelo do rosto dela e a levou para trás da orelha.

Isso foi suficiente para quebrar a barreira de auto preservação que ela construiu. Então ela o abraçou com força, e ele retribuiu com a mesma intensidade.

- Me desculpa. - Ela suspirou, a voz abafada contra a camiseta de Mike. - Me des-.

- Você me ajudou.

- Eu hesitei. - Ela fungou, finalmente levantando o rosto e olhando o amigo. - Mas eu quero ser alguém que você possa confiar. 

Quero ser alguém em que eu possa confiar.

- Eu confio em você, Bunny. - Disse Mike, sem perceber que seus olhos lacrimejavam. 

- Hey, os dois! - Beverly gritou, jogando cigarro fora. - Eu vou ter que ir aí buscar vocês?

Eles não responderam, mas riram. Uma risada embargada, porém leve. Agora que estavam abraçados não queriam se afastar.

Brooke olhou todos os presentes. Há oito de nós aqui, pensou sem um motivo certo, e tremeu.


Notas Finais


Percebi que ainda não fiz um pov do Richie, mesmo com tantas ideias pra ele. Vejamos o que acontece nos próximos capítulos.
Mas enfim, o que esperar a partir de agora? Como podem ter notado, a fic é um misto do livro, filme e minha imaginação, e muita coisa pode acontecer entre uma cena e outra.
Boa noite e até um dia ae kk


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