História Lovers of Chance - just a little bit more girls - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~LiwiccanBloody

Visualizações 22
Palavras 2.591
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Seinen, Shoujo-Ai, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


demorei
como sempre
mas pelo menos eu não exclui a historia como certas pessoas '-'

espero que gostem

Capítulo 22 - O Fim da linha - capitulo 3 - AI MEU DEUS ! O CACHORRO...


Fanfic / Fanfiction Lovers of Chance - just a little bit more girls - Capítulo 22 - O Fim da linha - capitulo 3 - AI MEU DEUS ! O CACHORRO...

  - suas orelhas tão sangrando...

- eu percebi

- onde nos vamos passar a noite ?

- hum. Tem uma casa ali que..

- CALA A BOCA DAMIEN!!!

- ta ta...vocês escolhem onde nos vamos ficar então.

 

 

Depois de muito andar e correr, paramos em um parque que tinha uma area coberta. sinto meus pulmões pedirem ar e respiro com força apoiando as mãos nos joelhos olhando diretamenter pro chão.

- hey...nos vamos parar aqui n-né ? – murmurou a maira ofegante com o barão dormindo no seu colo.

- vamos sim, aqui parece um lugar seguro, não tem muitas casa perto e é coberto – disse o adrien bocejando, ele ainda estava apagado por ter comido tanto.

Suspiro e me sento no chão olhando para a maira que se sentava entre as pernas do damien.

- o cachorro – murmuro e ela sorrir amigavel, pego o cachorro da mão dela e começo a fazer cafune nele observando o vento do lado de fora da area coberta que estavamos.

Não era só coberta como também fechada,  pareecia uma guarita  com entrada pro parque e uma janela pra rua, janela essa que ficava do meu lado, e era perfeito para se abrigar. Avia ate umas mesas com algumas cadeiras, um ventilador e duas lanternas.

Caso isso ainda é usado, tem tempo que pessoas veem aqui. Pois alem de empoeirado estava tudo bagunçado e sujo. Suspiro passando os olhos pela rua que era enfeitada por arvores nos passeios.

- olha isso aqui licy – sussurrou o adrien com alguns papeis na mão. franzo o cenho com o apelido e levanto do chão  com o barão mordendo a minha mão.

- qual é a do licy ? – resmungo e ele da de ombros enfiando os papeis na minha cara, com a pouca iluminação dos postes da rua e do parque dava pra ler perfeitamente.

E nos papeis diziam o seguinte :


“ Tudo começou no ano de 2030, o mundo virou de cabeça pra baixo. Mas isso não era a pior coisa. As pessoas tambem viraram de cabeça pra baixo. Gente matando gente por motivos sem sentido, animais comendo pessoas, pessoas comendo animais (N.T: crus ) os humanos viraram carniceiros. E achando que tirando a elite baixo e pobre do mundo mudaria alguma coisa. A verdadeira podridão no mundo estavam naqueles que tinham condição de pagar por sua vida. E então em 2050 tudo não passava de um caos, mesmo nas melhores familias, escolas, empresas, tudo estava desmoronando. Os humanos agora tinham outro problema, não era só a falta de agua, nem só o fato de que pessoas enlouqueciam do nada e matavam por prazer. As bruxas surgiram, nos já estavamos desconfiados de que elas já viviam entre nos e por estes motivos todos estavam enlouquecendo.

Mas agora era oficial, elas voltaram da era das trevas e vinheram para se vingar e seus antepassados mortos nas grandes fogueiras e forcas do seculo retrasado.

Nos estavamos perdidos.

Elas nos amaldiçoaram, elas tiraram nosso sol, nossa humanidade, deixaram o caos e nos deram a fraqueza contra madeira, elas morreram pelas chamas nos morriamos pela madeira que as queimaram. Mas em um dado momento uma bruxa resolveu que nos não iriamos só perder a sanidade, martar uns aos outros e comer de nossa propria carne. Nos não iriamos mais morrer. Mesmo com todo o sofrimento que passasemos só morreriamos caso fossemos queimados como elas e com isso nos começamos a incediar, casas, escolas, prefeituras, o caos ficou mais intenso e os anos passaram mais rapido, nosso tempo contado ficava cada vez mais curto. As bruxas ficavam cada vez mais fortes, e todos aqueles que conseguiram recobrar sua razão e humanidade seriam mortos por elas. Sempre. Cada um de nos humanos eramos mortos por bruxas, enquanto nossos irmãos enlouquecidos se matavam aos poucos erradicando a nossa propria raça...ou seria a raça deles ?

Eu não me igualo a esses seres que não morrem e que comem os proprios irmãos (N.T: humanos )

Em 2070 o mundo estava dividido entre bruxas poderosas, humanos mortais, humanos imortais, animais geneticamente mutados, aniamais amaldiçoados, humanos amaldiçoados (N.T : humanos amaldiçoados são aqueles que conseguem ser imortais e não perder a sanidade ) e por ultimo os humanos das polis. Onde ate então, nos, os humanos mortais, tentavamos criar algum contato, queriamos nos mudar para as polis, queriamos sair desse inferno, mas os animais amaldiçoados da agua negra nunca nos deixaram passar.

Se você é um dos nossos procurenos, a diferença de nos para eles é que eles moram nas casas e vivem como se fossem humanos. E nos, como se fossemos pragas, vivemos nos escondedo. a maioria dos imortais tem olhos escuros feito a noite, e quando estão prestes a se alimentar seus olhos ficam vermelhos como sangue. As bruxas em media trajam roupas prestas, as poucas que vimos eram lindas ou com o rosto coberto ou com o rosto partido. Elas costumam a matar com as unhas e usam uma tecnica chamada braços invisiveis onde elas podem usar esses braços para qualquer coisa, e entre essas as suas preferidas são, enforcamento, estupro, empalamento e decepar o pescoço. Outras bruxas gostam de nos ver queimando ate a morte, e outras nos fazem sofrer psicologicamente ate implorarmos pela morte [ ... ] “

 

Arregalo meus olhos e olho pro adrien aflita, ele engole em seco nervoso e aponta pra janela tremulo.

- olha...mas não faz barulho...- sussurrou abaixando o corpo lentamente, me viro lentamente e vejo um animal enorme parecido com um leão, ele andava pelo parque, sue pelo era preto e tinha feridas abertas nas suas costas e lateral do corpo, sangue escorria dessas feridas, ele virou e meu corpo paralisou, sua cara não era como a de um leão, ele tinha uma caveira em vez de uma cara e seu pescoço era logo como o de uma girafa, em vez de patas ele tinha cascos e chifres pontudos e enormes se apossavam de sua testa, ele olhou diretamente pra mim, seus olhos que pareciam bolhas vermelhas me fitaram, meu corpo não moviam um só musculo. Ate meu coração tinha parado de bater. Eu sentia o suor escorrer pela minha testa e no momento eu não conseguia pensar em nada alem da horrenda imagem desse animal me encarando.

Ele abriu a boca e uma fumaça escura e densa saiu da mesma, soltou ar pelas narinas de osso e esse ar saiu como se fosse uma fumaça de um trem. O animal horrendo levantou sua cara olhando pro céu e soltou um grito.

E seu grito era identico ao de uma mulher, era agudo e sofredor, como se estivesse sendo morta brutalmente, senti meus olhos lacrimejarem, senti meu corpo estremecer, senti o medo se apossar de mim. Ele continuou gritando e gritando e aquele som já não saia da minha cabeça.

Quando percebi meu corpo já avia caido no chão e meus membros se tremiam, tudo estava confuso e a unica coisa que eu conseguia ouvir seria aquele grito.

 

 

 

- licy...licy....alicya ! acorda! Licy !! – sinto algo molhado e gosmento no rosto, abro os olhos lentamente e dou de cara com o barão grunhindo, ele me olhava com seus olhinhos pidões e chorosos, sorrir pro cachorrinho e estendi minha mão na sua direção, ele grunhiu de felicidade e lambeu meu rosto, meu sorriso se alarga com a felicidade do cãozinho.

Lenvanto o corpo olhando pra frente vendo o adriel tentando acalmar o adrien que chorava num canto abraçando as pernas e movendo o corpo pra la e pra ca murmurando coisas, olho ao redor percebendo ainda estar no mesmo lugar e olho pro casal vendo eles dormindo calmamente.

Sinto os dentes do cãozinho triturarem minha pele e olho pra ele sorrindo vendo ele mordiscando minha mão. Faço carinho em sua cabeça e ele pula em minha mão tentando morde-la.

- o que aconteceu...- sussurro para mim mesma e vejo o adriel me olhar de reflexo

- oh gloria ! ainda bem, você acordou – mumurou vindo ate mim e tocando meu rosto – como se sente ???

Me esquivo de seu toque e franzo o cenho o encarando

- o que aconteceu ? – resmungo e ele da de ombros

- não tenho ideia, eu sai pra mijar e quando voltei você tava dando um ataque epileptico e o adrien tava encolhido chão chorando e tremendo...eu fiz os procedimentos pra você não ter uma cunvulsão e tentei acalmar ele mas ele não parava de chorar ou murmurar – franzo o cenho de boca aberta e encaro ele

- você foi mijar ??? como assim você foi mijar !!! disgraça a gente quase morreu e você foi mijar !!! – travo os dentes e ele levanta as mãos com uma cara de cu

- desculpa...eu tava apertado...- reviro os olhos e olho pro adrien encolhido no chão. Levanto e meus olhos olhos vão direto para a janela. Engulo em seco não vendo mais aquele animal ali. Meus pelos se arrepiam e a imagem daquele monstro se passa pela minha cabeça

NÃO !

- inferno...- rosno e balanço a cabeça com certa força.

Ando ate o adrien e me agaxo na sua frente. abraço ele e ele começa a falar baixinho e chorar ao mesmo tempo retribuindo o abraço.

- v-vo-você v-viu...aquela coisa...e-e-ela...o gri-gri...grito daquela coisa...-  gaguejou ele se tremendo. Novamente o grito agoniante e sofredor pulsou meus tipanos, concordo de leve abraçando ele com mais força – e-e-era...era a-a...v-voz da mi-minha mãe...- murmurou baixinho com o corpo mais tremulo.

Sinto seus braços fortes me agarrarem com mais força e abraço ele com mais força ainda acabando por sentar em cima dele

- ta tudo bem...aquela coisa ta brincando com a gente...fica calmo...ta tudo bem...- murmuro e ele continua chorando como um bebe

- e-e...era a m-minha...mãe...ela mo...morreu gri-gritando ! – grunhiu me apertando ainda mais, respiro fundo e levanto o rosto vendo aqueles olhos me observando de longe.

Dessa vez eu não me deixei levar pelo medo, dessa vez eu fixei meu olhar naquelas bolhas de sangue, eu conseguia sentir ele sorrindo internamente.

Se tudo isso for realmente verdade, e essas coisas forem subordinados das bruxas, elas sabem de nos...e de nossas fraquezas...e vão nos torturar psicologicamente ate pedirmos a morte...

- ta tudo bem...sua mãe esta num lugar bem melhor agora...- sussurro e os olhos vermelhos desaparecem.

Não vou deixar que essas bruxas malditas façam o que querem. Não vou deixar elas matarem meus amigos. E se elas realmente controlam esses monstros, devem controlar o monstro dos mares. E se esse for o caso. Matarei uma por uma, e vingarei meu pai...e todos aqueles que foram mortos brutalmente por essas abominações...

 

 

 

Apos amanhecer, e o adrien se acalmar, nos acabamos por tomar banho numa das fontes do parque. E contamos tudo o que lemos nos papeis para os outros. O que fez o adriel ficar pensativo, o damien ficar palido e a maira desmaiar.

- eu to com fome – olho pro adrien franzindo o cenho e abrindo a boca ainda segurando a maira abanando o rosto da garota, ele fez um bico e emburrou a cara – o que ? olha só o meu tamanho. Eu to com fome uai – resmungou cruzando os braços, reviro meus olhos e deixo a garota nos braços do damien que ainda parecia ter visto um fantasma.

- cuida da sua namoradinha ai. Eu vou arranjar comida com o morta fome. – ele nem piscou, solto uma risadinha e saiu andando pelo parque atras de algo comestivel nas arvores – se ele esta assim só pelo fato de termos contado sobre os papeis imagina se visse aquele bixo ontem ? – falo risonha e o adrien me olha serio por alguns segundos.

- como você consegue rir disso ? – perguntou com uma cara triste e os olhos marejando

- ora, o grandão ta com medinho é  ? olha só. Se aquela coisa quisesse nos matar, já teria o feito. Aquilo só queria brincar com a gente e nos assustar. Agora o que não podemos e ficar dando bandeira né – sinto meu pé escorregar e prendo um grito na garganta tampando a boca sentindo as pernas tremulas, olho pra baixo vendo um buraco no chão e levanto o rosto vendo o adrien me encarar com as sobrancelhas elevadas

- você fala e fala, mas quase se mijou de medo agora – disse com um sorriso de canto, reviro meus olhos e empurro ele sorrindo.

Ele não estava mentindo, quase me mijei de susto.

Olho ao redor vendo umas rosas vermelhas serem levadas pelo vento.

Estranho...rosas vermelhas...

Não vi rosas no parque...

- uou...que merda é aquela – disse o adrien me assustando, me viro na direção dele vendo ele apontar para um cervo de cor preta, ate então tudo bem, um cervo, de cor preta, de olhos vermelhos, com o rosto partido no meio. Bem normal ate.

- deve ser os animais que citaram no papel – sussurro não querendo chamar a atenção do ser que não parecia ser inofensivo. Vejo o adriem tirar seu arco e flecha do ombro e mirar na cabeça do bixo

- foda se. Amaldioçado ou não, vai virar meu cafe da manhã – arregalo os olhos e vejo o maluco da uma flechada na cabeça do servo, ele cambaleia mas não cai.

Puta que pariu

- tu irritou ele seu retardado !!! – grito correndo pra fora do bosque com o cervo correndo atras da gente rinchando e bufando com a flecha atravessada na cabeça

- e eu la sabia que essa porra era imortal !!! – reviro os olhos e pulo por cima de uns galhos vendo o cervo cada vez mais perto

- se ele não matar a gente eu te mato !!! – grito e vejo ele correr pro lado oposto do meu – adrien ??? adrien !!! ELE TA VINDO ATRAS DE MIM SEU BURRO !!!

- ESSA ERA A IDEIA ! – arregalo os olhos e vejo o cervo cair, paro de correr ofegante e olho pra tras vendo ele com flechas enfiadas em suas pernas o incapacitando de correr ou ao menos levantar

- hora de fritar essa coisinha. – suspiro vendo o adrien colocar o arco nas costas, começo a rir quando ele tenta pegar o cervo e o bixo morde a mão dele

- vai la besta, tenta de novo – provoco rindo e o adrien encara o cervo

- você vai ser meu café. Querendo ou não misera – rosnou o gordo segurando o pescoço do bixo e amarrando a boca dele com uma lasca de madeira. Continuo rindo vendo ele receber chutes e cabeçadas do cervo que grunia de odio.

Coitadinho dele gente.

Do cervo é claro.

 

- comida !!! olha a comidaa !! – gritou o adrien chamando a atenção do damien e adriel, suspiro me jogado em um banco vendo o adrien cortar a cabeça do cervo inumeras vezes mas o bixo se regenerava toda vez. Ele tá fazendo papel de trouxa.

- bixo do satanas ! vai se foder ! queima essa porra com cabeça mesmo ! – rosnou o adrien sem pasciencia, solto uma risadinha observando o adriel sofrendo pra fazer uma fogueira. 

Escuto o rosnado do barão e me viro pra ele vendo ele com um pedaço de madeira na boca. Sorriu fraco e levanto do banco indo ate ele.

- você quer brincar nenê ? quer ??

- quero! – grunhiu o cachorro, o que me fez paralizar e cair sentada no chão. Balbuceio as palavras mas elas não saiam. O cachorrinho da alguns grunhidos e sobe no meu colo me olhando com seus olhos pidões – eu quero brincar !

AI MEU DEUS !!! O CACHORRO FALOU!!!   


Notas Finais


continua ou para ?


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