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História Lovers When It's Cold - Capítulo 5


Escrita por: e linashamex


Notas do Autor


Oi gente, obrigada novamente pelo carinho de vocês ♡
Tá aqui a atualização fresquinha de segunda!

Capítulo 5 - Capítulo Quatro.


     Pouco mais de três meses haviam se passado desde que Izuna e Tobirama haviam se casado e começado a viver sob o mesmo teto. As primeiras semanas passaram de maneira arrastada para o Uchiha, que nunca tinha nada para fazer a não ser terminar os afazeres domésticos a cada dia que passava. Além disso, ainda era obrigado a lidar com um Senju mal-humorado praticamente todo momento.

     Tobirama saía todos os dias, até mesmo durante os fins de semana. Às vezes ele simplesmente ia treinar com os outros ninjas do clã, às vezes ele ia encontrar seu irmão e resolver problemas burocráticos envolvendo os aliados e algumas outras poucas, saía para caçar, voltando com algum animal para que Izuna cozinhasse. Muitas vezes era difícil para o Uchiha, uma vez que não era o responsável pelas comidas em sua antiga casa. Em algumas das poucas vezes que saiu de casa, acompanhado de seu marido, fez questão de conversar com a senhora que cozinhava para os Uchiha desde que era pequeno e ela lhe deu vários pergaminhos com receitas. Desde aquele dia, Izuna resolveu que iria aperfeiçoar aquelas receitas e talvez até escrever as suas próprias.

     Depois do primeiro mês de convívio, Izuna começou a ficar cada vez mais entediado. Mesmo quando ainda estava vivendo com sua família, Madara era agradável o suficiente para passar tempo consigo, além de também lhe ajudar a treinar. Por isso tinha alguns poucos músculos. Mas desde que havia se casado, os treinamentos eram nulos.

     E foi pensando nisso que o Uchiha começou a escapar durante a noite. O mesmo ia para um pequeno riacho, o mesmo que costumava passar perto de sua antiga casa, e treinava seus movimentos de luta. Às vezes até mesmo pegava algumas kunais deixadas por Tobirama na sala da casa e treinava sua pontaria. Era arriscado, mas a sensação de estar do lado de fora, vestido de homem, treinando como qualquer jovem normal na sua idade faria, era simplesmente maravilhosa. E por isso acabou transformando aquilo numa rotina. Durante três ou quatro vezes na semana, esperava pacientemente em seu quarto até que Tobirama dormisse e então saía escondido na noite.

     Izuna estava decidido a não deixar-se apagar durante essa vida que teria de viver ao lado do Senju. Ele lutava internamente a cada dia, e felizmente as escapadas se tornaram parte vital do seu sistema nervoso. Os últimos meses haviam sido mais longos do que gostaria, e nesse momento, enquanto descascava alguns legumes, Izuna olhou para a janela por um instante, pensando em como ele e Tobirama haviam se acostumado com aquela rotina massante.

     O Uchiha no fundo queria saber o que se passava na cabeça do loiro. Ele havia parado com a atitude de macho alfa, e começado a respeitar mais Izuna. Conversavam o mínimo, apesar de Tobirama dividir o mesmo cômodo muitas das vezes consigo. Essa pseudo proximidade acalmava um pouco o coração de Izuna, no fim das contas, mesmo que não fosse o suficiente.

Tobirama havia se mostrado mais gentil do que Izuna antecipara. Ele sempre perguntava se Izuna estava confortável ou se precisava de alguma coisa.

     Durante seus passeios sociais, como jantares em família, Tobirama sempre fazia o papel de marido feliz, chegando a dar as mãos a Izuna, e ser um completo cavalheiro. Madara vez ou outra no meio desses encontros havia perguntado para Izuna se estava realmente tudo bem com esse matrimônio, afinal, se Tobirama havia descoberto o segredo, como poderia estar tão calmo?

     Izuna fazia questão de tranquilizar o irmão mais velho em todas essas situações. Sorrindo, voltou sua atenção para a faca e a dúzia de batatas que ainda deveriam ser cortadas e cozidas, quando o som da porta principal se fechando fez-se ouvir, mostrando à Izuna que mais uma vez, Tobirama saía de casa para fazer sabe-se lá o que.

 

 

     Naquele dia em específico, Tobirama Senju não voltou para o almoço, como sempre fazia. Izuna estava sentado na mesa da cozinha que dividiam. O prato do lado dele intocado, enquanto o seu ainda tinha parte da comida servida. No centro, o assado de legumes com peixe cheirava bem, mas pela primeira vez em meses Izuna encontrava-se verdadeiramente incomodado com a ausência do albino. Não era de seu feitio faltar e ainda por cima não o avisar. Sua mente logo correu para os clãs e sentiu-se apreensivo ante a possibilidade de algum conflito novo ter surgido.

     Após longos minutos, a fumaça das comidas já haviam se esvaído, assim como seu apetite. Tamborilando os dedos contra o tampo, Izuna levantou-se de mau humor, e decidiu ocupar sua mente com as tarefas de casa. Suspirando, dirigiu-se para a louça, em seguida varreu cada um dos cômodos, fazendo questão de tirar a poeira de cada cantinho visível. Limpou inclusive os aposentos de Tobirama, e percebeu que em todos esses meses que havia entrando ali escondido para limpar, ele nunca havia falado nada sobre depois. Sorriu, percebendo quão mole Tobirama era no fim das contas.

     Pegando um balde, depositou com cuidado água nas plantas do privado quintal que o mesmo cultivava naquele quarto. Sentia vontade de conversar com o mesmo sobre as espécies que existiam ali, mas infelizmente tinha que manter a boca fechada. Não queria despertar a ira de Tobirama, e tornar aquela estranha vida em um inferno. Não lhe faltava nada, em quesito de moradia, roupa, comida e afins. Izuna era devidamente cuidado, mas em seu âmago, sentia falta de companhia. Bufou, saindo do quarto, reclamando mentalmente sobre como Tobirama deveria engolir aquele ego ridículo dele e ser um pouco mais amigável. Riu sozinho ante a possibilidade disso. Nula, ele pensou.

Então suspirou pesado, desejando que a noite chegasse logo para que pudesse correr para fora daquele lugar e treinar perto de sua antiga casa. Havia escondido alguns armamentos que pegara na sua última visita à casa de seus pais, tudo ainda estava no mesmo lugar em seu antigo quarto, por isso, não foi nada difícil enfiar-lhes na bolsa. Os havia posto por detrás da ponte, sob umas rochas que sabia que ninguém mexeria, pois um dia havia esquecido uma das kunais de Tobirama em seu quarto e ele sentiu falta. Havia sido caótico contornar aquilo, e não desejava repetir tal atentado à paz que tinham ali.

     Apoiando-se nos móveis próximos à geladeira, Izuna sorvia de um copo de água gelada, sentindo seu interior começar a se refrescar. Estava suando um bocado, após tanto esforço. Além do que aquela noite em especial estava bem quente, afinal, o outono estava no seu fim, portanto havia oportunidades como aquela, onde a terra resolvia que ainda podia fritar todos os residentes do planeta, até que enfim seu período de brilhar desse lugar ao inverno.

     Izuna Uchiha decidiu que iria tomar um banho. Caminhando para o banheiro pensou em que pelo menos com a comida que sobrou do almoço, completamente intacta, ele não precisaria fazer janta. E se por acaso Tobirama não viesse para casa, iria simplesmente jogar aquela porcaria fora. Havia feito o maldito peixe que ele pedira, o que deu um verdadeiro trabalho. Irritadiço, arrancou a parte de cima de suas vestimentas e a jogou no chão, próximo do vaso. Um piscar de olhos mais tarde, era vez de suas calças.

     Abriu a torneira e permitiu que apenas água fria enchesse o ofurô de madeira ali disposto. Flexionando um joelho seguido do outro, pôs-se para dentro do mesmo, fazendo questão de lembrar-se de abrir o ralo, não estava afim de um banho demorado. Por isso assim que molhou seu rosto, sentindo o frescor lhe encontrar, levou uma das mãos até o rabo de cavalo, puxando o elástico que ali estava, soltando suas madeixas, permitindo-as se refrescarem também.

     Tobirama arrastava suas pernas para frente, sentindo que uma manada de búfalos havia passado por cima de seu corpo. Sua mente estava turva, tamanho cansaço mental. Ele havia passado horas da manhã discutindo com seu clã e os Uchiha sobre as decisões futuras da sociedade. Madara havia feito questão de tirá-lo do sério algumas incontáveis vezes, e por amor à sua família não tinha cometido ali um assassinato bem sangrento.

     Assim que seu pai anunciou que a reunião estava em seu fim, Tobirama chamou por Hashirama, e ambos foram para o dojô, onde treinaram seriamente por mais muitas horas. Sem comida, com pouca água e muita obstinação, Tobirama havia treinado combate corpo a corpo com seu irmão. Quando o mesmo decidiu que era hora de terminar aquilo, ambos estavam largados no chão, com alguns bons hematomas, além de gotas de sangue espalhadas aqui e acolá.

     O caminho para casa havia sido mais longo do que de costume, e ao abrir a porta, estranhou o silêncio, mas julgou que Izuna estava em seus aposentos repousando. Usando suas últimas forças, Tobirama caminhou até o banheiro, a mente enevoada, pensando em como o seu corpo tombando contra o colchão seria a coisa mais deliciosa do mundo. Sua blusa já estava ao chão, bem em frente à porta quando sua mão finalmente girou a maçaneta, permitindo que seus olhos encontrassem com Izuna nu, dentro do ofurô, cuja água caía incessantemente.

     Izuna havia paralisado. Suas pernas, agora duras, pareciam ter se tornado parte do chão de madeira. Seus olhos desceram por Tobirama, e ele o encarou, desde os pés, até a calça aberta, expondo sua cueca clara, assim como o início do seu monte de vênus, cujos pequenos pelos apareciam ali. Pouco mais acima havia seu abdômen. O mesmo parecia ter sido esculpido à mão. Era forte na proporção certa. Os gominhos levemente protuberantes contavam com uma dezena de gotas de suor, que vinham desde sua clavícula, escorrendo lentamente, até terminarem contra o pano que por pouco cobria sua intimidade.

     Tobirama sentia a garganta arder. Izuna Uchiha, a fonte de todo seu desgosto pessoal estava ali, completamente nu. O ofurô cobria apenas metade de seu pênis, e Tobirama não conseguiu fazer seus olhos não focarem naquele local. Engolindo em seco, seus olhos enfim subiram para o resto do torso do moreno. O corpo era esguio, lânguido. Poucos músculos à vista, mas os que apareciam era delicadamente masculinos. A pele clara parecia de veludo sob o olhar do albino. O cabelo de Izuna estava colado sobre seus braços, um pouco na barriga, e bastante nos ombros. As madeixas negras molhadas deixaram-no assombrosamente atraente. As gotas de água desciam interruptas, desde sua cabeça, molhando todo o resto daquele corpo surpreendentemente andrógeno. 

     Levantando seu olhar, Tobirama encontrou as orbes de Izuna. O rosto do mesmo estava de um adorável tom de rosa e o mesmo mordia os lábios, num misto de nervosismo e excitação. Izuna viu chamas bruxuleando por trás dos olhos vermelhos de Tobirama, deixando aquele banheiro mais quente do que nunca, apesar dos jatos frios contra suas costas.

     O Senju sentiu suas partes íntimas ameaçando endurecer por baixo do tecido, e antes que fosse pego naquele estranho momento, Tobirama cortou aquele intenso contato visual, virando-se de costas. Precisou de alguns segundos para sentir que sua voz não sairia rouca, e então pediu desculpas para Izuna, e que o aguardaria terminar para que então pudesse se banhar. O Uchiha apenas concordou, em um murmúrio suficientemente audível, e observou o albino deixar o cômodo; a porta bateu em um baque surdo por conta da água e Izuna apesar de saber que estava sozinho, virou-se contra a parede e sentiu as bochechas ficarem mais quentes e vermelhas ao constatar que no meio das suas pernas havia uma bela e rosada ereção.

Izuna acabou demorando mais minutos do que planejava para sair daquele banho. Ainda se sentia constrangido ao imaginar toda aquela cena, ainda mais quando se lembrava de como havia ficado excitado ao observar tão atentamente o corpo de Tobirama. Eram raras as vezes que o via sem camisa, apesar de morarem juntos. Mas isso não significava que o Uchiha não adorava as poucas vezes que tinha aquela oportunidade. Só não esperava que uma delas fosse acontecer daquela maneira.

O fato de estar nu, dentro do ofurô, realmente deixou as coisas piores para si. Não era a primeira vez que observava o corpo do Senju, já o havia feito diversas outras vezes, mesmo por cima da roupa. E já havia constatado que adorava como os músculos do maior eram bem definidos. Comparando os dois corpos, a diferença era absurda. E Tobirama só ficava ainda mais sedutor na visão de Izuna.

O moreno acabou suspirando, enquanto deixava a gravidade levar seu corpo de encontro à cama. Havia esperado o dia inteiro pela noite, para que finalmente pudesse ir treinar, e agora que ela havia chegado não sentia a menor vontade de sair de casa. Seus pensamentos o levavam de volta para a cena no banheiro a cada segundo. Ainda tinha a imagem vívida. As gotas de suor escorrendo por todo aquele peitoral bem definido eram certamente sua mais nova perdição.

Xingou-se mentalmente, enquanto arrumava o corpo no colchão macio, no intuito de dormir. Mas aquela seria uma tarefa difícil. A ereção que ainda mantinha dentro de suas calças fazia com que fosse basicamente impossível descansar. E talvez sua única solução fosse resolver aquele pequeno problema.

Mordeu o lábio inferior ao ter a ideia de aliviar-se. Tobirama provavelmente já estava dormindo, devido ao cansaço do dia, o que era uma boa notícia. Seus quartos não eram próximos o suficiente para que pudesse ser ouvido pelo outro. Tudo era bem favorável para fazer o que tanto queria. E por isso acabou deixando sua mão direita adentrar a calça do pijama, aproveitando que não usava roupa íntima para dormir.

Porém, no outro quarto, o Senju acabava de abrir os olhos, assustado, enquanto seu corpo automaticamente se erguia e o fazia sentar-se na cama. Sua respiração estava descompassada e seu corpo, apesar do banho que havia tomado há poucos minutos, encontrava-se suado. E tudo era culpa daquele maldito Uchiha.

Se aquele idiota não tivesse deixado a porta do banheiro aberto, nunca teria de lidar com a cena do moreno nu, se banhando, com os cabelos soltos e grudados em seu corpo. Se não tivesse visto aquela cena, não teria que lidar com o fato de que havia se sentido excitado com a visão. Se não tivesse ficado excitado, não teria que lidar com o fato de que acabara de sonhar com o outro. As imagens do sonho estavam tão vívidas em sua mente que pareciam reais.

As roupas de ambos estavam espalhadas pelo chão do quarto. Izuna deitado em sua cama, enquanto ficava por cima do mesmo. Os fios negros grudados ao ombro, assim como no banheiro, porém desta vez por causa do suor que escorria pelo seu corpo. E os lábios bem desenhados entreabertos, chamando por seu nome, com uma voz nada mais do que a própria personificação do pecado.

Murmurando xingamentos, obrigou-se a levantar da cama e ir em direção a cozinha. Beberia água na tentativa de aliviar o calor que seu corpo sentia e utilizaria os poucos minutos fora do quarto para organizar seus pensamentos e voltar ao controle de sua própria mente. Aquilo com certeza daria jeito. Ou, pelo menos, era o que Tobirama achava que aconteceria.

Assim que colocou os pés do lado de fora de seu aposento, uma voz baixa começou a se fazer presente. Seus olhos instintivamente procuraram em todos os cantos visíveis pelo dono da voz, enquanto seus pés se moviam no intuito de encontrar a origem do som. E infelizmente foi surpreendido ao encontrar-se parado na porta do quarto de Izuna.

Por instinto, ou talvez curiosidade, grudou o ouvido contra a madeira gelada, forçando-se a ouvir o que estava do outro lado. Amaldiçoou-se um segundo depois.

— Tobirama…

Izuna gemeu de dentro do quarto, fazendo com que o sangue do Senju fervesse e todo o controle que estava tentando buscar fosse varrido de uma só vez. A voz soava ainda mais erótica do que em seu sonho.

Seus olhos arregalados encaravam o pedaço de madeira, como quem tentava descobrir se tudo aquilo era verdade ou somente fruto de sua imaginação. E no intuito de descobrir se sua mente só estava lhe pregando uma peça, acabou aproximando o ouvido mais uma vez, ouvindo mais um gemido, dessa vez sem seu nome.

Seu corpo começou a se mover por instinto, enquanto mantinha-se apoiado a porta. Sua mão foi em direção ao seu membro por sobre a calça, massageando o local lentamente. Seus olhos fizeram questão de se fechar, enquanto podia ouvir claramente a respiração pesada de Izuna e os gemidos que certamente não estavam sendo abafados ou contidos.

Podia sentir o membro pulsando, implorando por mais daquilo, e foi isso que o Senju fez, apesar de uma parte de sua mente lhe mandar parar aquilo imediatamente. Aquela pequena parte infelizmente perdeu a batalha e sem se dar conta, Tobirama já se masturbava em frente à porta do quarto de Izuna.

— Isso! — ouviu o moreno dizer um pouco mais alto. — Tobirama, assim…

A mão do albino começou a se mover de maneira mais rápida, enquanto o ar saía pesadamente por entre seus lábios. Sua mente estava turva devido ao prazer que sentia e a voz do Uchiha lhe fazia chegar cada vez mais próximo da loucura. Queria saber o que exatamente ele estava fazendo ali dentro. O que ele queria de si. Porque naquele momento Tobirama sabia exatamente o que queria dele.

— Mais rápido… Mais fundo...

Ouvir aquilo, com certeza, deu ao Senju a perfeita imagem de Izuna deitado sobre o colchão, dando prazer a si mesmo não somente através de seu membro. E o fato do mesmo chamar seu nome enquanto fazia aquilo era demais para sua sanidade.

— Tobirama…

— Izuna…

Ambos gemeram juntos. O Uchiha muito mais alto que o Senju.

Tobirama sentiu seu membro pulsar uma última vez, enquanto seu prazer sujava a única coisa que o separava do moreno. Apoiou a cabeça na madeira gelada, tentando regular sua respiração, enquanto sua mente lhe mostrava o que tinha acabado de fazer naquele local. Estava cada vez mais próximo da loucura e tudo aquilo era culpa do maldito moreno sedutor. Queria socá-lo, matá-lo… E fazê-lo gritar cada vez mais seu nome.

— Merda!

Praguejou, quando percebeu que sua mão estava indo de encontro à maçaneta. Não poderia seriamente cogitar a ideia de entrar naquele quarto e terminar aquilo da maneira que ambos queriam. Aquilo era insano demais.

Em passos apressados, Tobirama voltou para seu próprio quarto, batendo a porta com mais força do que deveria ao adentrar o cômodo. Jogou-se sobre o colchão, gritando de frustração contra o travesseiro. Não podia fazer muito barulho, ou o outro descobriria que talvez pudesse tê-lo escutado. E isso era algo que o Senju não queria revelar nunca. Porque se revelasse, com certeza daria alguma indicação de que no fundo, e infelizmente não tão no fundo quanto gostaria, ouvir Izuna gemer, e gozar ao som daquela voz obscena tinha sido realmente prazeroso.


Notas Finais


Adoraríamos saber o que vocês acharam, então não esqueçam de comentar! ( ^ ♡ ^ )ノ


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