História Love's Still a Mistake - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Hollywood Undead
Personagens Dylan "Funny Man" Alvarez, Jordon Terrell (Charlie Scene)
Tags Charlie Scene, Dylan Alvarez, Funny Man, Funnyscene, Hollywood Undead, Homofobia, Jordon Terrell, Love's Still A Mistake, Para Exulisa, Stayundead
Visualizações 48
Palavras 1.088
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Shonen-Ai, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Atenção! Plágio é crime. Se eu o pegar fazendo, você será denunciado.
Por favor, caso você veja qualquer história igual a esta, denuncie.

Grata.

Chegamos, Elisa.

Dois anos de amizade, puta merda

Eu nem sei o que dizer, o q poderia? Me ajuda desde q nos conhecemos, eh legal, divertida e essa porra ta cliche pra caralho

Mds do ceu, Elisa, eu nao tenho o q falar

So posso agradecer por tudo o q vc me fez e me faz ate hj

Aceite esse mimo q eu to te fazendo <3 espero q vc goste

E FELIZ ANIVERSARIO P NOIS PORRA AE CARALHO

Capítulo 1 - Capítulo Único


O momento era deles.

Completamente deles.

A atmosfera do ambiente encontrava-se cada vez mais aquecida pela movimentação e choque dos corpos dos dois homens, que se deleitavam dos mais delicados e, ao mesmo tempo, intensos beijos que o encontro de suas bocas poderia efetuar.

As mãos de Terrell caminhavam sobre cada milímetro da pele bronzeada de Alvarez, não deixando escapar um microscópico espaço sequer do peito desnudo do de olhos castanhos de seus acentuados toques. O mais alto curvava seu tronco e segurava o rosto de seu amado com vigor, aprofundando cada vez mais aquelas demonstrações de afeto que aclamavam por mais espaço entre suas roupas apertadas.

O beijo, de vez em quando, era cortado para dar espaço aos suspiros do mais alto enquanto a boca de seu parceiro passava de seu pescoço ao torso, apenas para voltar e arrancar mais um quente e molhado assim como o anterior.

Entretanto, os suspiros e baixos gemidos do latino-americano iam cessando-se à medida que ele e Terrell avançavam naquele ato. Para ele, estava tudo simplesmente muito errado. Jordon puxou-o mais uma vez para o beijo, que Alvarez simplesmente não conseguira manter excitante e cálido como os anteriores.

Naquele perfeito momento, que era deles, apenas deles e deles somente, ele foi capaz de perceber que não daria para sustentar nada da maneira que estavam.

Foi quando Dylan se sentira obrigado a quebrar seu beijo com Jordon. Ele não estava mais se sentindo bem com tudo aquilo. E assim, um triste olhar se fez presente em sua face enquanto ele se deu a obrigação de sair do colo de seu namorado, sentando-se logo ao lado naquele velho sofá, passando agora a olhar para baixo, seu próprio colo.

Quando se dera conta, a vergonha, a tristeza e a infelicidade invadem toda a sua tão costumeira frágil mente, e transformaram-se em uma lágrima solitária que escorreu pela extensão magra de seu rosto.

Naquela lágrima, Jordon conseguia ver o medo e o inferno no qual os dois amantes do último ano do ensino médio viviam o tempo todo desde que haviam se assumido.

— Me perdoe — começou Alvarez em um breve sussurro. — Eu não aguento tudo isso...

Então, o silêncio tomou conta daquela sala de estar antiquada. O de cabelos castanho-claros sequer sabia se deveria olhar para a figura de seu namorado chateado e envergonhado com a situação ou se deveria fazer o mesmo que ele, começando a encarar o próprio colo também.

Aquilo tudo não estava nada bem.

— Eles nos odeiam, Jordon... — murmurou o mais novo, novamente em um sussurro.

Com essa frase, o de olhos azuis se viu incapaz de continuar a ignorar as marcas roxas espalhadas pelo torso e braços de seu amado. Era impossível continuar a manter aquele relacionamento em público.

Não podiam dar as mãos ao caminhar pelo colégio, pois os olhares julgadores e xingamentos chulos machucavam seus interiores. Não podiam sair juntos, pois as ruas estavam lotadas de preconceito e desumanidade. Seus únicos momentos, momentos como aquele, só ocorriam quando os pais e irmãos de alguma das duas famílias saíssem todos juntos, porque caso encontrassem-se na presença dos mesmos, um dos dois seria tratado como a verdadeira escória.

Um doente, uma pessoa errada, com defeito, um lixo.

Porque até mesmo na sociedade atual, amar ainda é um erro.

— Quem fez isso com você? — Perguntou o mais velho subitamente, mesmo tendo a certeza de que teria sido alguém daquela escola que tanto odiavam, ou “amigos” fazendo uma “pequena brincadeira” ou até mesmo seus próprios pais.

— Eu tinha a esperança de que você continuasse a fingir que isso é normal — comentou de volta, esboçando um leve sorriso, claramente triste, e uma breve fungada que, de fato, seria seu único meio de controle para não cair aos prantos.

— Dylan...

O silêncio se instaurou novamente no local. Em breve, os pais de Alvarez chegariam e o de olhos azuis seria expulso enquanto o latino-americano ouviria gritos de seu pai, consequentemente causando o choro desesperado de Camille, sua irmã, observando tais injustiças que seu pobre irmão estaria sofrendo ocorrendo sob o teto daquilo que chamava de “sua casa”.

Realmente, aquilo era uma enorme injustiça. Camille estava mais do que certa ao começar a chorar. A situação doía nela, e se doía nela, imagine o que não doía em Dylan.

Em ambos.

O mais velho, finalmente decidindo agir de qualquer forma, se aproximou de seu namorado cabisbaixo, encolhido na vergonha, e passou um de seus braços por cima dos ombros de Alvarez. Aquele pequeno gesto por si só, entretanto, fez o mundo do latino-americano ter algum, mesmo que mínimo, sentido novamente.

Dylan queria poder estender aquele momento para sempre, onde sua única preocupação seria o ego de Jordon Terrell crescendo de forma desenfreada.

... Problema? O latino-americano simplesmente o amava, com todo o seu jeito de ser. Mas, infelizmente, ele não poderia permanecer daquela forma para sempre. Ainda era um erro amar alguém do mesmo sexo.

— Eu acho que precisamos nos arrumar... Não estou bem para ouvir gritos hoje... — comentou Dylan extremamente desanimado, desvencilhando-se do abraço que havia se formado naquele gesto de Terrell.

O moreno se levantou, mas seu amado sequer se mexeu. Olhava fixamente para um canto do cômodo, parecendo extremamente pensativo. Alvarez, sem muito o que fazer, apenas esperou por alguns segundos antes de arriscar a chamar o nome de seu namorado.

— ... Jordon?

— Vamos terminar o ensino médio — comentou imediatamente após ouvir seu nome, de forma rápida.

Dylan não entendeu.

— O-O que, Jord-

— Vamos terminar o ensino médio — cortou-o no meio da frase, imediatamente se levantando e indo em direção ao seu amado, o assustando levemente. Logo, segurou uma das mãos de Alvarez com o único propósito de envolvê-la com as suas. — E aí você foge comigo. Vamos sair daqui, procurar uma nova vida. Construir algo melhor para nós dois, juntos, longe dessas pessoas.

De imediato, o mais novo não teve nenhuma reação significativa. Estava confuso, assustado. Aquilo havia sido sim uma proposta radical e repentina, mas de alguma forma, eles sentiam que era a última solução.

— M-Mas Jordon, e minha família? E a sua? E-Eu não sei se teria coragem de-

— De viver, Dylan? Amor, não estamos vivendo aqui, estamos existindo — disse Terrell colocando a cálida e trêmula mão direita de seu namorado sobre seu rosto. — Dylan Peter Alvarez, eu não quero existir ao seu lado. Eu quero viver.

Os olhos azulados encontraram-se finalmente com os profundos castanhos escuros de Alvarez, que parecia perplexo.

Mas Dylan seria incapaz de dizer não àquela proposta de viver a vida por uma nova perspectiva.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, principalmente você, Lis <333

Eu me inspirei em partes dessa musica aqui p escrever essa fic: https://youtu.be/d3sA5plF6kE


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