História Loving you's a bloodsport. - Capítulo 7


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Categorias The 100
Personagens Clarke Griffin, Lexa, Raven Reyes
Tags Alycia, Clexa, Eliza, Elycia, The 100
Visualizações 112
Palavras 1.502
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Científica, LGBT, Luta, Romance e Novela, Sci-Fi, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu acho que não preciso dizer nada não é?

Aproveitem!

Capítulo 7 - You are my heaven now.


Fanfic / Fanfiction Loving you's a bloodsport. - Capítulo 7 - You are my heaven now.

Alycia/Lexa point of view

Eu estava em pânico, eu estava bem mais em pânico do que qualquer pessoa que possa se quer pensar no que era pânico. Meu coração já havia desistido de ser calmo e resolveu sambar dentro do meu peito, minhas mãos tremiam de dor enquanto eu tentava retirar os restos sangue as esfregando tão intensamente que podia se ver aglomerações negras sobre minha pele.

Não era o meu maldito sangue, não era eu, não era a merda da minha vida.

- ALYCIA. – Lindsey gritou enquanto adentrava ofegante no quarto, ela se aproximou de mim e segurou as minhas mãos que já estavam limpas a muito tempo, ela segurava firme as minhas mãos com a sua enquanto com a outra puxava meu rosto rente ao seu para que eu a olhasse nos olhos, ela queria me mostrar que tudo iria ficar bem, precisava ficar bem. – Aly, tudo bem, fica calma.

Eu chorava compulsivamente, eu estava com vergonha de mim mesma, eu tinha medo de que tivesse estragado tudo daquela vez. Lindsey me abraçou como se eu fosse a criança mais indefesa do mundo enquanto murmurava que tudo iria ficar bem. Ficamos assim por algum tempo até eu me acalmar de verdade, ela depositou um beijo em minha cabeça e me soltou aos poucos.

- O que aconteceu lá? – Ela disse de forma calma, ela estava com medo de que eu explodisse novamente, eu apenas neguei com a cabeça e ela entendeu que eu não gostaria de falar sobre isso agora, mas era Lindsey, ela nunca deixava nada pra lá. – Você não precisa afastar as pessoas assim, não precisa a afastar.

Ela sabia que eu entenderia de quem ela estava falando, ela havia me dito uma vez que eu estava sendo infantil a ignorando por todo canto que eu ia, tínhamos uma discussão pendente sobre isso e aparentemente ela escolheu o pior momento para trazer à tona, a olhei indignada.

- EU NÃO POSSO FICAR PERTO DELA, MERDA. – Eu gritei em plenos pulmões, eu ainda estava nervosa e emocionalmente fudida sobre o que acontecerá lá fora, Lindsey pelo contrário mantinha o seu olhar calmo sobre mim o que me fazia ficar ainda mais nervosa, me sentei sobre a cama e enfiei a mão sobre meus cabelos. – Eu só não quero que isso tome proporção maior, Lind. Eu só não quero que ela se machuque ou que eu me machuque nesse processo.

- Mas já estão, Alycia. – Eu suspirei pesado enquanto sentia uma lágrima descer sobre o meu rosto que eu rapidamente a limpei.

- MAS NÃO PRECISAMOS CONTINUAR COM ISSO. – Eu explodi e eu vi resquícios de magoa em seu olhar. – Não precisa de toda essa merda, eu não aguento mais essas malditas vozes na minha cabeça toda hora, eu estou ficando louca. Eu não posso fazer isso comigo, isso só me machuca no final das contas, eu sinto por duas agora e uma delas está morrendo de raiva agora e por ter certeza que não sou eu. Eu não quero isso.

Lindsey riu incrédula e descruzou seu braço enquanto me olhava.

- Você também herdou a merda do egoísmo junto com ela? Você está presa no seu próprio caos que nem percebeu que está machucando a Clarke também? – Ela se aproximou de mim ainda me olhando incrédula. – Você a machuca porque não percebe que ela ama a Lexa mais que tudo, você estava lá Alycia, você viu o quão mal ela ficou por te perder, perder ela, foda-se essa merda. Ela não sabe que você é outra pessoa de um universo diferente, pra ela você é Lexa, comandante, Heda, amor da vida dela que ela perdeu quando a ganhou ao mesmo tempo, para de pensar um minuto na sua dor e perceba a dor que você causa com isso. – Ela negou com a cabeça enquanto saia em disparada e me deixava sozinha processando tudo.

[...]

Clarke me guiava em silencio em direção ao seu quarto, eu estava tremendo só com o mínimo contato que estávamos, ela mal havia pronunciava uma palavra e eu sabia que ela estava chateada comigo, eu a estava tratando como uma idiota. Quando chegamos ao lugar eu parei para observar melhor, tinha alguns desenhos espalhados pelas paredes e eu suspire, eram lindos, até notar um em especial, era ela. A grande mascara negra na qual Lexa sempre usara estava estampada em tons negros e cinza pela parede de metal, era lindo.

- Eu fiz isso a algum tempo, eu mal lembrava que isso estava aí. – Ela disse um pouco sem graça, mas podia ver o brilho em seus olhos quando encarava o desenho, era admiração.

- É lindo. – Eu disse honestamente e vi um sorriso formar em seu rosto.

Um silencio constrangedor se formou o que me fez mexer novamente nos botões da minha jaqueta, ela aprecia pensar em algo e eu precisava de um tempo para organizar o meu pensamento.

- Eu queria pedir desculpas... – Comecei enquanto chamava a sua atenção, ela me lançou um olhar triste e eu desviei o olhar para o desenho a minha frente, eu não conseguiria falar a encarando. – Eu fui uma idiota com você e injusta.

- Está tudo bem, eu entendo o seu lado. – Ela disse e eu pude respirar aliviada, mas ainda não me sentia leve. Ela me encarou firmemente e eu não conseguiria desviar o meu olhar do dela nem se quisesse, ela se aproximou lentamente o que me fez estancar no lugar, ela ainda estava uma distância segura de mim, mas eu podia sentir tudo se remexendo dentro de mim.

Eu me atrevi a me aproximar um pouco mais e percebi a prender a respiração também, eu estava a poucos passos da loucura, da insanidade, de perder totalmente a minha cabeça, e quando ela se aproximou mais uma luz surgiu na minha cabeça, eu não podia.

- Me desculpe, eu não. – Eu engoli em seco e ela pareceu entender já se afastando, eu estava numa guerra interna onde ambos os lados batalhavam para o que achasse certo. – Eu não...

Sai rapidamente daquele lugar, só a presença de Clarke fazia com que meu coração ficasse retardado e meu cérebro derretesse como manteiga. Me apoiei no corredor e respirei fundo, que merda eu tinha na cabeça, eu não poderia fazer isso com ela, eu não queria a magoar como Lindsey me disse, eu estava aqui para lhe explicar tudo e lá estava eu a poucos segundos de a beija-la, toca-la, sentir tudo.
Minha vontade de gritar era imensa, eu estava literalmente entre o coração e a razão enquanto apoiava a testa sobre a fria parede de metal do lugar, e então algo se clareou dentro de mim, era a pior coisa que eu poderia fazer agora, mas eu não ligava.

Corri novamente em direção ao quarto de Clarke e adentrei as pressas, ela me olhou confusa e notei um pequeno resquício de lágrimas em seus olhos que ela rapidamente limpou.

- Lexa o que você...

Eu mal lhe dei tempo para terminar a sua sentença quando segurei firmemente em seu rosto enquanto tocava nossos lábios de forma necessitada, ela hesitou por poucos segundos antes de entrelaçar seus braços sobre o meu pescoço enquanto correspondia a altura o meu beijo. Segurei firme em sua cintura enquanto a trazia para mais perto de mim colando nossos corpos de forma nada delicada, eu necessitava dela e estava muito pouco me ferrando se nesse momento a vozinha interior irritante estivesse comemorando a sua vitória, tudo o que eu queria era sentir Clarke para sempre assim.

Meu corpo fervia e minhas mãos pareciam ter vida própria enquanto explorava todo o seu corpo de forma bruta, mas não suficiente para machuca-la, ela suspirava a cada toque maior meu me fazendo estremecer da cabeça aos pés quando ela suspirava na minha boca. Segurei firme em sua cintura enquanto separava nossos lábios, ela estava ofegante e com um sorriso besta no rosto e presumi que não estava diferente, eu não queria sair dali e nem pretendia, eu havia acabado de provar um pedaço do paraíso e ansiava por mais a cada instante.
Seu nariz tocava brevemente com o meu, ela puxou levemente o meu lábio inferior antes de dar uma mordida no mesmo me fazendo gemer baixinho contra os seus lábios que agora devorava intensamente o meu novamente.

Antes que eu pudesse começar com algo a mais alguém bateu na porta fazendo com que ambas quebrássemos o beijo, mas ainda sim com os corpos colados.

- Sim? – Clarke perguntou, sua voz estava mais rouca que o habitual o que me fez suspirar baixinho.

- Clarke, sua mãe precisa conversar com você. – Alguém falou do outro lado e Clarke demorou alguns instantes para compreender, comecei a distribuir beijos sobre o seu pescoço e ela puxou firme uma boa mecha de meu cabelo quando chupei a parte sensível do lugar.

- Eu, já vou. – Ela suspirou entre as palavras e a pessoa pareceu desistir, levantei minha cabeça para olhar em seus olhos e sentir o meu corpo arrepiar quando observai aquela imensidão azul me encarando.

Começamos a rir de toda a situação, eu estava tão ferrada, mas eu não podia me importar menos.


Notas Finais


Bjs


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