História Lua de Sangue - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Bruxa, Caçadores, Interativa, Lobisomem, Magia, Profecia, Sangue, Sobrenatural, Teen Wolf, The Originals, Tvd, Vampiro
Visualizações 71
Palavras 2.796
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Opa!
Cheguei com o primeiro cap de lds. Sinceramente, achei que demoraria um pouquinho mais pra esse cap sair, mas a escrita fluiu tão bem que consegui terminá-lo, e gostei bastante do resultado. Espero que gostem também.
Sem mais delongas, vamos ao cap.

Boa leitura!

Capítulo 3 - I - Planos para Silverlake


Fanfic / Fanfiction Lua de Sangue - Interativa - Capítulo 3 - I - Planos para Silverlake

Nikolay atravessou as fitas de isolamento e adentrou o local do possível crime, o corpo da mulher já havia sido recolhido, encontrado no rio abaixo da ponte de madeira. Por sorte uma peça de sua roupa agarrou em um grande galho, o que impediu que seu corpo fosse levado pelas águas do rio que atravessava parte da cidade. O homem passou a analisar tudo a sua volta, em busca de alguma pista. Com seus instintos aguçados começou a notar detalhes, como se em sua mente passasse uma reconstituição do acontecido, tudo levando a crer que a mulher fora jogada ponte abaixo. Caminhou até o corpo, que estava coberto com um grande plástico preto, que ele logo tirou de cima a fim de analisa-lo melhor. 


― A vítima é uma mulher, como pode ver, está na casa dos 30 anos, ainda não se sabe a sua identidade. ― Disse uma das policiais para Nick, enquanto o homem analisava o corpo. ― Sem sinais de luta, exceto por essa marca no pescoço, que parece mais uma picada de cobra. 


O Austermann olhou para a ferida, passando o dedo enluvado levemente pelo local. Já sabia do que se tratava, e não era apenas um simples assassinato, era algo que traria ainda mais problemas. O Acordo estava em risco, necessitava falar com Charlie rapidamente, ou aquele não seria o único corpo encontrado daquela maneira em Silverlake.


― Uma cobra bem grande, pelo visto. ― Ele comentou, abrindo um pequeno sorriso para a policial. 


Resolveu tudo o que tinha para resolver na cena do crime e foi até Charlie, o líder da alcateia. O homem auxiliava dois dos homens mais velho do bando, mas tratou de sair da conversa assim que avistou Nick. 


― Radulf, meu amigo, o que se passa na cidade? ― Perguntou o Bowen, dando um tapinha no braço do amigo. 


― Por enquanto. Mas não sei até quando. ― Respondeu ele, deixando sua preocupação evidente, o que fez com que Charlie mudasse sua fisionomia no mesmo instante. Iniciou uma caminhada com o amigo a fim de se afastar dos demais membros do bando. ― Encontramos um corpo hoje, morto por um vampiro. 


― Tem certeza disso? ― Charlie perguntou, entendendo o motivo da preocupação do parceiro. 


― Não muita, o corpo estava seco, sem sangue praticamente, os tradicionais furos no pescoço... bem, talvez tenha sido um chupa-cabra. ― Respondeu em seu tom de humor tradicional. ― É claro que tenho certeza. Precisamos pensar no que fazer, se os vampiros estiverem mesmo rompendo o Acordo precisaremos estar preparados. 


― Não consigo acreditar que estão rompendo o Acordo. ― Disse Charlie, que ouviu uma risada do amigo assim que fechou a boca. O Bowen tinha bastante fé no Acordo que mantinha a paz na cidade de Silverlake, e se recusava a acreditar que essa paz, tão duramente mantida, chegaria ao fim. Enquanto Nikolay tinha absoluta certeza de que estava próxima de terminar, quase que conseguia sentir a guerra se aproximando. 


― Eles estão! ― Exclamou o Austermann, para alertar seu amigo e líder. 


Charlie balançou a cabeça positivamente, aceitando finalmente a palavra de Nick. De fato era preocupante, se o Acordo se rompesse uma guerra sangrenta chegaria, e ele conhecia as histórias, sabia que não terminaria bem. Interrompeu sua caminhada, olhando para os membros da alcateia que seguiam com seus afazeres normalmente. A preocupação aumentando dentro de si, temendo por aqueles que eram sua família. 


― Convocarei uma reunião com os demais líderes. ― Disse Charlie, voltando sua atenção para o amigo novamente. ― Mantenha isso entre nós por enquanto, não quero um caos desnecessário. Se for o Acordo for rompido estaremos preparados, acredite em mim. 


* * *


Penelope ainda pensava no corpo recém encontrado no rio. Era estranho, incomum, uma pessoa morrer – ou ser morta – daquela maneira. E aquilo fazia Poppy pensar, imaginar, o que estava passando em Silverlake.

Deixou de lado por um instante a escrita da pequena matéria que escrevia para o jornal da cidade, e passou a rodar em sua mente tudo o que havia descoberto mais cedo. Apesar da morte incomum, Penelope conseguiu notar alguma semelhança em outras mortes que investigou por conta própria ao longo da vida, portanto era algo a se dar atenção.

Lembrou-se das perguntas que fez aos policiais durante o processo, e das poucas respostas que recebeu. Achando estranho que nenhum deles havia conseguido identificar naquele momento a verdadeira causa. Além do ferimento estranho no pescoço da pobre vítima. A Lisbon olhou de relance para o retrato da mãe, que estava na cômoda ao lado, no mesmo instante lembrou-se dos pesadelos frequentes que tinha com a mesma; a mulher correndo pela floresta, pedindo ajuda enquanto algo a persegue, Poppy nada podendo fazer a não ser observar. Lembrar-se disso, fez com que a jovem recordasse da promessa que fez quando tinha nove anos, que descobriria o que havia acontecido com a mãe, e aquele era o momento de cumpri-la. Além disso, algo estranho estava acontecendo na cidade, e ela descobriria o quê.


* * *


Aaron Silver assistiu toda a cerimônia em um profundo silêncio, sequer conseguia chorar. Havia chorado por dias, e naquele momento parecia não ter mais lágrimas para fazê-lo, embora a tristeza ainda o consumisse por dentro. Naquele momento só conseguia pensar em quanto a vida era cruel, sendo capaz de lhe tirar tudo em um único instante. Num dia como outro qualquer sua mãe vai trabalhar como sempre fazia, dando-lhe um beijo na cabeça de despedida, e em outro instante é encontrada morta, vítima de um acidente que nem mesmo as autoridades souberam explicar como aconteceu. E agora ele estava ali, em sua missa de sétimo dia, com o padre rezando pela alma dela. Nada disso era ideia de Aaron, claro, já que não acreditava em nada disso, mas achava ser válido mais uma homenagem, ou o que quer que fosse, para uma mulher tão especial. 

Quando a missa terminou, Aaron se forçou a cumprimentar todos, um por um, ouvindo todas as palavras ditas da boca para fora daquelas pessoas. Surpreendeu-se quando viu seu tio, o homem era o último a cumprimentá-lo, e estendeu a mão para o rapaz. 


— Meu sobrinho, quanto tempo. — Disse ele, com a mesma seriedade que Aaron se lembrava. — Não pude deixar de vir, Amanda era uma mulher especial para mim. 


— Sei bem o quanto. — O Silver respondeu em um tom de completa ironia. Quando mais novo, Aaron tinha um profundo sentimento de carinho pelo tio, e se entristeceu profundamente quando o mesmo partiu de Silverlake mas, ao entender o motivo de sua partida passou a odiá-lo, tão profundamente quanto o amou um dia. 


— Sei que as coisas não ficaram boas entre nós, mas acredite Aaron, ainda tenho um grande sentimento por vocês. — Disse o mais velho, pondo a mão nos ombros de Aaron, mas ele os afastou rapidamente. — Sua mãe foi a mulher que mais amei em toda a minha vida e…


— Poupe-me dessas suas palavras, por favor. Respeite meu momento de dor. — Interrompeu-o. Aaron sentia a raiva aumentando a cada palavra dita pelo tio, sua vontade era de agredi-lo e sabia que se ele continuasse falando ele o faria. 


O homem concordou com a cabeça, Aaron ignorou completamente sua expressão de tristeza, em seguida retirou um pequeno envelope do bolso e entregou ao jovem, que não fez menção em pegá-lo.


— Pegue! — Disse o mais velho. — Sua mãe mandou que eu entregasse se lhe acontecesse algo. Por favor, pegue. 


A menção a sua mãe fez com que Aaron pegasse o envelope. 

— Pronto. — Disse ele, guardando o papel em um dos bolsos. — Acredito que já tenha dito tudo, certo? Então adeus! — Terminou, virando as costas e saindo.


Quando chegou em casa, o rapaz aproveitou-se do silêncio para relembrar os bons momentos que viveu ao lado da mãe ao longo de sua vida. Aproveitou também para beber o Whisky que sua mãe tanto gostava - ele nem tanto. Não sabia o porquê de estar fazendo aquilo, talvez para afundar-se ainda mais em seu luto e tristeza, era o que lhe restava afinal. Em meio a um gole e outro lembrou-se do papel que lhe fora entregue durante a missa de sétimo dia. Pegou pequeno envelope e o abriu, reconhecendo rapidamente a caligrafia de sua mãe, começou então a ler todo o conteúdo da carta, abrindo pequenos sorrisos e se emocionando em alguns trechos em que a mulher se dirigia a ele com carinho, imaginando que nunca mais teria aquilo. Lia tudo com certa tristeza até um trecho em especifico chamar a sua atenção, lhe despertando curiosidade. 


“... sei que eu deveria ter lhe contado tudo antes, mas não tive coragem para isso. Não queria envolvê-lo nesse mundo sombrio e cruel, mas temo que seja necessário, para o seu próprio bem, portanto chegou o momento de conhecer as origens de nossa família, e o que fazemos de verdade. Tudo vai parecer uma loucura no início, mas acredite, tudo que lhe contarei através desta carta é real”.


Aaron seguiu lendo, a descrença aumentando a cada palavra escrita naquele papel, toda aquela história de seres sobrenaturais e caçadores era demais para ele. Em certo momento questionou se aquilo não era um efeito da bebida, mas não era. Não conseguia engolir o fato de que seres como vampiros e lobisomens existiam, e que residiam ali, ao seu lado, em Silverlake.

Tomou mais um grande gole do líquido marrom, a bebida desceu queimando pela garganta e o rapaz não conseguiu evitar uma careta. Bebia para manter-se são – mais estranho que aquilo podia parecer, e bebia também para criar coragem. Coragem para seguir as instruções ditas na carta que lhe mostrariam que de fato tudo aquilo era real. 

Levantou-se determinado, caminhando até o quarto que pertencia a sua mãe, levando consigo a carta e a garrafa de bebida. Adentrou o cômodo e passou o olhar pelo papel novamente, a fim de verificar seu próximo passo. Abriu o armário e retirou as roupas do móvel, atirando-as na cama atrás dele, em seguida começou a verificar as madeiras do armário para encontrar uma espécie de fundo falso. Quando encontrou, retirou de lá uma caixa preta, no topo da caixa tinha um bonito desenho de uma flecha com uma pena a sua volta. Sentou-se na cama e abriu o objeto, surpreendendo-se com o conteúdo que continha; as estacas de madeira com o mesmo símbolo desenhado na caixa – o símbolo dos caçadores, Aaron deduziu. Além das estacas, havia também balas de prata. Aaron pegou uma delas, analisando e admirando sua beleza. 

O sobrenatural era de fato real, e sua família, sua mãe, fazia parte daquilo tudo, e provavelmente foi isso que tirou a vida de sua mãe de forma precoce e brutal. Aaron sentiu um sentimento de ódio aumentar dentro de si ao imaginar sua mãe sendo assassinada por uma dessas criaturas. Aaron agora queria fazer parte daquilo tudo, por isso decidiu sem pensar duas vezes, se tornaria um caçador, mataria esses malditos seres até o fim de sua vida, e assim vingaria a morte de sua mãe. 


* * *


Marcus caminhava ao lado de Vivianne, aproveitavam o belo e ensolarado dia de sábado em Silverlake. Pararam na praça central da cidade, onde compraram sorvete e sentaram-se em um dos bancos de madeira do local. Silverlake era de fato uma bonita cidade, com programas tanto para o dia, quanto para a noite, e a bela praça era um local que atraía bastante as pessoas. O verde das árvores e da grama espalhavam-se por quase toda a área, a grande fonte localizada no meio do local jorrava água cristalina onde crianças se divertiam e adultos mais supersticiosos faziam pedidos, havia também os tradicionais passeios de charrete – o qual Marcus admirava enquanto tomava seu sorvete. 


― Fala sério. ― Disse Vivianne, ao notar o olhar do amigo. 


― Ah, qual é, não acha bonitinho? Olha só para eles. ― Disse ele, sorrindo. Seu olhar indo de Vivianne e voltando para o casal de velhinhos que aproveitavam sorridentes o passeio de charrete. ― É romântico. 


― É idiota, isso que é. E errado. ― Falou a Matthews, demonstrando certa irritação. 


― Quanto mau-humor. ― Disse ele, agora olhando diretamente para a garota. ― O que houve? 


― Não venho dormindo direito, pesadelos andam infernizando minha noite de sono. O mesmo, toda santa noite. ― Respondeu ela, demonstrando seu desanimo na voz.


― Pesadelos?


Ela confirmou com a cabeça.

― Sombras andam a minha volta, uma delas fala algumas coisas sobre o fim, sobre uma tal lua de sangue e no fim me mata com uma facada no coração. ― Contou a jovem brevemente, não querendo lembrar tantos detalhes e estragar aquele momento ao lado de Marcus. ― Estou até desenvolvendo um medo da lua. ― Ela brincou tentando afastar qualquer clima ruim que possa ter surgido. 


― Sei como é. ― Disse ele, a respeito do medo da lua. Desde que fora mordido, e desde que havia se transformado pela primeira vez que passou a ter medo. Sentia os pelos do corpo se arrepiarem só de se lembrar do que havia feito na sua primeira noite de transformação. 


― Acho que não. ― Vivianne falou, sem perceber o desconforto momentâneo do amigo. ― Mudando de assunto; ainda me deve uma música. Pode não ser sua praia, mas preciso disso, para o aniversário de Diana. 


― Você anda bem exigente ultimamente. ― Marcus respondeu rindo. 


― O quê!? Essa é a primeira vez que te peço alguma coisa. ― Respondeu, demonstrando falsa tristeza, e ambos riram da encenação. 


* * *


A noite de Silverlake continuava tão agitada quanto Nicholas se lembrava, a cidade que agora atraía tantos turistas tinha sua diversão durante a noite, uma das que Nicholas mais gostava era as apresentações musicais, numa dessas que viu pela primeira vez a bela e doce Diana – esta que ele desejava muito reencontrar. Mas não seria naquela noite, para sua tristeza. Aquela noite seria o ponto inicial para sua retomada, para seu reinado. Naquela noite sujaria as mãos de sangue, a ideia de matar alguns – mesmo que da sua espécie – o animava, mas esperava que não fosse tantos, já que precisaria de um exército para conquistar o poder da cidade. 

Avistou a grande e bela igreja, a região, devido ao horário, estava deserta, embora as portas estivessem abertas. Sorriu ao ver que sua fonte não mentiu em relação a reunião do tal conselho – que em breve não existiria mais. Viu o líder dos vampiros chegar numa caminhada lenta e tranquila, seus seguidores lhe protegendo, embora mantivessem uma certa distância. O Hartley encaminhou-se na direção dele, decidiu que não queria joguinhos, acabaria logo com aquilo. Parou em frente ao líder, notando a movimentação dos outros ao seu redor. O sorriso perverso e triunfante se mantinha em seu rosto.


― Lhe darei só uma chance. ― Disse Nicholas, no ouvido do homem, que não demonstrava medo, apenas surpresa. ― Uma única chance. 


― Não tenho tempo para joguinhos. ― Falou o vampiro com desdém, abriu um sorrisinho. ― Se quer minha proteção vá até a mansão, será muito bem recebido.


Nicholas afundou sua mão no peito do líder dos vampiros, surpreendendo-o. Um outro veio na direção do loiro, mas ele o segurou pelo pescoço com a mão esquerda. 


― Uma única chance, eu disse. ― Falou ele, ainda segurando os dois. Encarava o líder dos vampiros com um ódio no olhar. ― Ajoelhe-se e pouparei sua vida. Caso contrário arrancarei sua cabeça aqui mesmo. 


Um terceiro vampiro golpeou Nicholas, afastando-o do homem. Ele movimentou-se rapidamente na direção de um deles, afundando sua mão no peito e arrancando seu coração. Jogou o órgão ao lado do corpo da vítima e voltou-se para o segundo, que se movimentava em sua direção, com um único golpe atirou o pobre coitado para longe. Encarou brevemente seu alvo principal e, como uma sombra, movimentou-se na direção dele. O outro vampiro fazendo o mesmo. Nicholas era muito mais forte, e sabia disso, por isso não se divertia tanto com aquela luta. E não demorou para estar com a cabeça do vampiro em suas mãos. Deu uma olhada desdenhosa quando ouviu o baque do corpo chocando-se contra o chão. Mais uma vez sorriu vitorioso e dirigiu-se aos outros vampiros que se aproximaram. 


― Sou seu novo rei! ― Ele disse aos que agora eram seus seguidores. Atirou a cabeça no chão, pegou um lenço em seu bolso e limpou as mãos. ― Espalhem a notícia, os vampiros tem um novo líder. ― O primeiro passo foi dado. Nicholas tinha planos para Silverlake, e esses não envolciam Acordo, e ele já sabia o que fazer para acabar com este maldito acordo. Nicholas iniciaria uma guerra.


Notas Finais


E então, o que acharam do capítulo? Ansioso pros comentários de vocês haha.
Ah, maioria sabe como funciona, mas não custa dizer - os demais personagens serão apresentados ao longo dos caps.
É isto. Abraços!


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