História Lua de Sangue - Capítulo 1


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Categorias I.O.I, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jihyo, Jungyeon, Mina, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Tzuyu
Tags Free Ships, Once, Ships, Surutwice, Twice, Vampiros
Visualizações 11
Palavras 2.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ecchi, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


1° Essa fanfic é o aperfeiçoamento de outra.
2°Não é por que tem o twice que elas serão totalmente boazinhas, pensei mais no estilo anti-herói.
3°Como pensei em uma fanfic mais pesada, não terá um ship principal, pelas minhas contas (sim, eu tenho bastante tempo livre) o twice tem 36 ships diferentes, 45 se você contar com a Somi (gosto muito dela), e que por todo esse agarramento que elas têm "... is real" serve pra todos, imagino como é o dormitório estilo "amor livre" hahaha

Capítulo 1 - 001


Fanfic / Fanfiction Lua de Sangue - Capítulo 1 - 001

Em meio aos becos e ruas, em plena madrugada, se escutam sons de passos apressados por entre os becos, passos de um homem de aparência desesperada, olhava inúmeras vezes para trás tentando avistar seus perseguidores, quero dizer, suas perseguidoras que se escondiam nas sombras.

Correu o mais depressa que podia, até chegar a uma bifurcação, decidindo assim virar à direita, vendo seu azar ao perceber que se tratava de uma beco sem saída. Não tivera nem tempo para pensar em um plano B, pois ainda de costas conseguiu sentir a presença das figuras que o perseguiam, virou seu corpo lentamente, assim contemplando nove figuras encapuzadas.

- Por favor, eu juro que não volto mais aqui!! Por favor!! - Dizia com total expressão de pânico. - Não podemos fazer um acor...

Antes que pudesse concluir a frase, uma mão o agarrou pelo pescoço e o prensou na parede, o fazendo sufocar e a ponta de seus pés mal encostarem no chão. A figura que o agarrou levou a outra mão livre até o capuz que cobria o próprio rosto, o puxando para trás e revelando sua identidade, uma garota de cabelos curtos , com olhos cor de sangue que o fuzilavam profundamente.

- Não fazemos acordos com Out's, não é, garotas?

Virou seu rosto, com um sorriso cínico em seus lábios, para as outras figuras que ainda estavam atrás dela apenas assistindo a cena, todas já haviam abaixado seus capuzes, assim com seus rostos à mostra, todas demonstrando o mesmo sorriso cínico, virou novamente para o homem a quem tinha poder sobre naquele momento, o sorriso se desfez de seu rosto e se transformou em uma expressão séria.

- É isso que acontece com vocês Out's que não entendem que os clãs não gostam que seus territórios sejam invadidos.

Com facilidade de uma adaga, sua mão livre com apenas um golpe penetrou o peito do homem. Com uma expressão fria, via o homem agonizar enquanto segurava e esmagava seu coração, depois o soltou, deixando apenas um corpo sem vida e uma grande possa de sangue no chão. Levou sua mão suja de sangue até a boca, onde provou um pouco de seu dedo indicador, depois entortando a boca em reprovação.

- Desse nem mesmo o sangue prestava.

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[POV Momo ON]

- Homem diz que vampira o atacou em saída de balada.

Eu estava sentada no meu sofá, assistindo ao noticiário da noite enquanto tomava sorvete direto do pote, vendo mas uma pessoa que encheu a cara e por isso começou a alucinar. Vampira? Sério?

É difícil morar sozinha, principalmente quando se está num país diferente sem conhecer ninguém. Eu sou japonesa de Kyoto, porém faz uns dois meses que mudei para a Coréia devido a uma bolsa de intercâmbio da minha universidade, meus pais acharam que eu era maluca para morar sozinha em outro país tendo apenas 20 anos de idade, mas não dá pra evoluir continuando na sua zona de conforto, então vim dois meses mais cedo para me adaptar ao lugar e aprender o mais da l, minhas aulas do curso de Comunicações só começam realmente amanhã, estou morando em um pequeno apartamento em Hondae, em Seul já que dispensei a oferta de morar dentro do campus pois queria a experiência de realmente "morar" na Coréia, meus pais ajudam me mandando dinheiro.

Nada contra o curso de Comunicações, porém eu escolhi esse curso pois não sabia o queria fazer e essa era uma das minhas poucas opções. Bom, pelo menos ele me deu a oportunidade de fazer esse intercâmbio. 


[De manhã]

Abri meus olhos de susto por causa do barulho do meu celular despertando, percebi que tinha dormido no sofá com o sorvete no colo e a colher na mão, posição horrível pra dormir, vou ficar com dores o dia todo, no susto acabei derramando o sorvete derretido no tapete.

- Droga, vai deixar a maior mancha! - Tentei esfregar, mas só piorava.

Fiz o possível e o impossível pra mancha sair, o que levou mais tempo que pensei, olhei o horário e percebi que já estava atrasada, corri para o banheiro para tomar banho, coloquei uma roupa confortável, peguei minha mochila e sai o mais rápido possível. Vendo que não teria tempo de tomar um café da manhã descente, decidi comprar um bolinho no mercadinho que fica próximo do meu apartamento.

Entrei no mercadinho e dei bom dia para o caixa, Noh Taehyun que me respondeu, mesmo estando distraido com algum jogo no celular, fui direto para o corredor dos lanches, enquanto tentava decidir qual sabor de bolinho iria levar, senti como se estivesse sendo observada, olhei para o lado e avistei uma garota, ela era bonita, de pele branca, com os cabelos amarrados num coque, fingindo procurar algo nas prateleiras, ela parece ser uma péssima atriz, olhou para mim e sorriu, eu apenas retribui o gesto. Ela apenas se virou e seguiu para o outro corredor, apenas dei uma pequena risada aspirada, sem entender muito a situação, finalmente escolhi um bolinho fui para o caixa e paguei.

Seguia pela rua, comendo meu bolinho, chegando na entrada do metrô descendo as escadas e chegando bem a tempo. Não estava tão cheio, porém tive que ficar em pé, tudo bem pois são apenas três estações. Enquanto me sistria olhando os vários rostos que lá estavam, um olhava para mim, uma garota fofa de cabelos castanho claros, também me dando um pequeno sorriso, que eu de novo retribui, minha estação chegou e eu sai do metrô. Duas garotas olharam pra mim e depois sorriram, será que estou tão bonita assim hoje? Fora a brincadeira, isso é estranho.

Precisei andar só mais um pouco para chegar a faculdade, já apertava o passo pelos corredores, quando passo por mais uma garota, esta era baixa e tinha uma pinta abaixo da boca, mas, desta vez, ela olhava fixamente para mim com um pequeno sorriso de canto, não gentil como as outras, mas sim, sedutor e convencido, tenho que confessar que isso mexeu um pouco comigo.

Finalmente consegui chegar na sala de aula, abri a porta devagar, e percebi que interrompi alguma fala do professor.

- Bom dia, primeiro dia de aula e já chega atrasada?

- Me desculpe, tive um pequeno imprevisto.

- Tudo bem, apenas sente-se e preste atenção.

A aulas do primeiro período foi melhor do que pensava, o tempo voou, quando a aula acabou eu fui direto procurar a lanchonete do campus pois só o bolinho não tinha me alimentado o suficiente, comprei meu lanche, um hambúrguer com refrigerante, procurei uma mesa, tudo normal até que em meio a uma mordida olhei para frente e avistei alguém que me observava profundamente, uma garota de cabelos curtos, ela passou levemente a língua sobre os lábios, meus olhos continuavam fixos nela e acompanharam enquanto se levantava e saia do recinto, devo confessar qie pensei até em segui-la e pedir seu número. Terminei meu lanche e fui ao para o banheiro, diretamente em frente do espelho, analisando meu rosto, roupas, etc, tentando encontrar algo que pudesse se estar chamando a atenção destas garotas, sem encontrar nada, fui em direção a saída, mas acabei esbarrando em alguém.

- Me desculpe, hoje estou muito desatenta.

- Tudo bem. - Parecia um " tudo bem" normal até que ela ficou olhando para mim. - Você cheira bem. - Disse em meio a um leve sorriso.

- Obrigada? - Soou mais como uma pergunta, pois não sabia como reagir ao "elogio" vindo da fofa garotah de dentes de coelho.

Deixei ela lá parada e fui direto para a sala para assistir o segundo período de aulas, o problema é que não consegui me concentrar o suficiente desta vez. As aulas acabaram e já eram quase 5 da tarde, eu estava indo para a estação do metrô, porém tamanha foi a minha surpresa ao chegar e saber que havia ocorrido uma pequena pane fez com que o sistema de metrô parasse, (maravilha, meu dia não poderia ser melhor), subi correndo as escadas do metrô indo para o ponto de ônibus, quase não consigo pegar o mesmo, entrei e paguei minha passagem, decidindo onde sentar observei que havia apenas eu e mais uma garota sentada no fundo do ônibus, tinha cabelos acima dos ombros e de aparência delicada, ela olhava através da janela, parecia nem notar minha presença (melhor assim), me sentei no meio do ônibus. A viagem iria demorar mais do que o normal, por causa do engarrafamento, já que a pane no metrô fez com que diversas pessoas ficassem sem outra opção. Vendo a demora, decidi colocar meus fones de ouvido para fazer o tempo passar, encostei a cabeça no vidro da janela enquanto ouvia Playing God do Paramore, depois de algum tempo sinto alguém sentar ao meu lado e ao olhar, vi que se tratava da segunda passageira daquele ônibus, o que me fez retirar os fones dos ouvidos.

- Oi. - Um sorriso surgi em seu rosto.

- Oi. - Respondi sem interesse.

- Você cheira bem. - Virei o rosto em sua direção rapidamente no momento em que a escutei.

- O que você disse?

- Que você cheira bem. - Insistiu. - Qual é o seu tipo sanguíneo?

- Por que quer saber?

- Nada, apenas curiosidade. - Disse como se fosse a coisa mais normal do mundo. - Deixe-me adivinhar... é A, não é?

Arregalei os olhos ao perceber que ela havia acertado, cheguei a sentir uma ponta de medo.

- Hum... Meu ponto chegou! - Me faço de desentendida e levanto puxando a cigarra para que o ônibus pare, ela apenas me dá licença e me vê descer do ônibus, claro que só disse isso para escapar da conversa, acabei descendo duas quadras antes.

Lá vou eu, tendo que andar duas quadras a mais, enquanto estava parada aguardando que o farol ficasse verde para mim, pude perceber do outro lado da rua uma garota de peitos gran... avantaj... podemos dizer "big boobs", que também esperava para atravessar. Enfim, o sinal ficou verde, e quando nos cruzamos no meu da rua, ela fez apenas um pequeno gesto, ela piscou para mim, que me fez parar e virar, ela continuou andando sem olhar para trás, as buzinas dos carros me fizeram despertar do transe, o sinal já havia fechado e eu estava no meu da rua, o dia não poderia ser pior.

Apertei o passo, estava quase correndo, apenas iria passar novamente no mercadinho para comprar meu jantar, um miojo, já que adoro comer mas não cozinhar, estava torcendo para não dar de cara novamente com a primeira dessas garotas que encontrei hoje, entrei olhando para os lados, senti um leve alívio ao perceber que não a encontrei, havia apenas a caixa lendo uma revista qualquer, peguei um cup noodle e fui direto para o caixa, a caixa abaixou a revista que era uma garota nova, de feições não totalmente asiáticas, denunciando que ela era mestiça.

- São ₩5,000

- Sim. - Respondi procurando o dinheiro na carteira. - Onde está o Noh Taehyun?

- Ele não estava se sentindo muito bem então eu vim substituir ele. - Explicou.

- Oh, diga pra ele que desejo melhoras, por favor. - Digo enquanto entrego uma nota de ₩5,000.

- Deixe comigo.

Já havia atravessado a porta do mercadinho, quando escuto ela me chamar e me viro.

- Hey, seu cheiro está ótimo. - Com um olhar suave, deu uma leve e pequena passada de língua sobre os lábios.

Nesse momento, andei o mais rápido possível sem olhar para trás, entrei no prédio e subi para o meu apartamento trancando a porta assim que entrei e apoiando minhas costas nela.

- Será que estão me seguindo? - Me perguntei. - Esse foi um dos piores dias da minha vida. - Levei minha mão na cabeça. - Ai, que inchaqueca.

Fui para o meu quarto procurar algum remédio para dor de cabeça, ao achar peguei um copo d'água e tomei, me joguei no sofá, me estiquei para o controle da TV encima da mesa de centro, o que me fez enxergar a mancha de sorvete no tapete de hoje de manhã.

- Manchei o tapete, me atrasei no primeiro dia, o metrô parou, tive que andar duas quadras a mais e no meio disso tem garotas malucas me seguindo. Que dia.






Notas Finais




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