História Luba X Orochi - Capítulo 58


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Categorias Lucas "Luba" Feuerschütte, Lucas "T3ddy" Olioti, Matheus MoriMura Jordão, Pedro - Tio Orochi, Rafael "Guaxinim" Montes
Personagens Lucas "LubaTV", Lucas Olioti, Matheus MoriMura Jordão, Pedro - Tio Orochi, Rafael "Guaxinim" Montes
Tags Cellbit, Jean Luca, L3ddy, Leddy, Luba, Metaforando, Morimura, Orochi, Orochinho, Rafael Lange, T3ddy, Teddy, Tio Orochi, Vídeo, Vitor Santos, Youtuber
Visualizações 60
Palavras 1.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Separados em duplas, a liga de exploradores tem que contar com a sorte para se livrarem dos seus perseguidores.

Capítulo 58 - A Liga: Jean, O Viajante


Fanfic / Fanfiction Luba X Orochi - Capítulo 58 - A Liga: Jean, O Viajante

//SALA DOS TESOUROS, VATICANO 20h40 da noite//

Luba não via como poderiam escapar dali, com todos aqueles padres armados até os dentes bloqueando a saída. Ele então tentou usar do diálogo e do seu parentesco com Miguel, como uma forma de apaziguar a situação ou pelo menos ganhar mais um pouco de tempo:

– Miguel, é tudo um mal entendido. Garanto que se pararmos um pouquinho para conversar posso te explicar tudo o que está acontecendo. Você vai ver que temos boas intenções. - disse Luba, a voz falhando, suas mãos a frente do corpo pedindo calma.

– Boas intenções? Disso o inferno está cheio, todos nós sabemos. O que poderiam estar pensando de bom vindo a zona restrita do Vaticano a essa hora da noite? Lubinha, te conheço desde pequeno. Não tente mentir pra mim. - Miguel mesmo sendo bem magro, empunhava a arma de ferro com bastante firmeza. Talvez até com um pouco de prática... seria isso o que vinha praticando ao invés de ensinamentos bíblicos?

– Todos nós erramos, Miguel. Lembra aquela vez em que você quebrou a janela da mãe e eu te acobertei dizendo que foi um estranho? Eu sempre tentei te ajudar, mesmo quando sabia que não era a coisa certa a fazer. Todos temos nossos defeitos. Você não pode me julgar antes de saber o motivo pelo qual estou fazendo tudo isso... - Luba reviveu uma história de infância para tentar amolecer o coração de Miguel. Não funcionou.

– Você está querendo comparar um acontecimento bobo de quando éramos crianças com o que está fazendo agora? Adentrando um local sagrado, profanando a morada do Papa com essa sua malícia e levianidade. Você e esse seu namoradinho rebelde... Luba, consegue mensurar o tamanho da sua heresia? Você merece ser punido pelos seus pecados e serei eu que farei isso... - Miguel brandiu seu mangual afim de desferir um golpe no lado direito de Luba, porém Orochi foi mais rápido golpeando-o com a faca de Sodoma, ferindo a mão do padre que largou sua arma no chão com a dor.

– Vocês acham que por que estão em maior número que não vamos tentar nos defender? Pode vir você e a corja toda de sacerdotes. Eu acabo com todos vocês... - disse Orochi segurando a faca suja de sangue de forma ameaçadora, instigando o grupo de padres com seu olhar.

– Orochi, você não pode estar falando sério... Tem pelo menos seis deles. Três para cada um de nós. Não temos chance alguma. Só você tem uma arma aqui. Seremos trucidados... - Luba fez a conta mentalmente, chegando a conclusão óbvia: eles seriam mortos.

– Pois eu prefiro morrer lutando... do que abaixar minha cabeça para esse bando de falsos pregadores. - falou Orochi entre dentes.

Miguel segurava sua mão que pingava grossas gotas de sangue, a raiva emanava do seu semblante:

– Cosa stai aspettando? Finiscili... (O que vocês estão esperando? Acabem com eles...)

Ele ordenou e cada um dos padres empunhou suas armas medievais para impor seu castigo divino aos dois infiéis.

...

// GALERIA BIZANTINA, VATICANO 20h40 da noite//

Num movimento desajeitado Cellbit conseguiu sacar a arma de Gomorra e apontou ela para a própria dona:

– Paradas, as duas... se não eu atiro! - falou o garoto, suas mãos tremiam, nunca tinha feito nada parecido com aquilo antes. Ele não tinha convicção nenhuma de que poderia acertar qualquer uma delas naquela distância.

As gêmeas sabiam disso, pois começaram a rir de Cellbit, ao vê-lo inexperientemente ameaça-las com uma arma de fogo.

– Garota, você ser hilário. - falava Sodoma entre gargalhadas. – Você nunca usou uma arma antes na vida. Está na sua cara. Acha mesmo que teríamos medo de você? Está se borrando nas calças.

– Entreguem as duas placas que estão com vocês e pensamos um pouquinha se pouparemos suas vidas. Eu vou contar até três. Se não fizerem exatamente o que estamos pedindo eu atiro e mato vocês duas. E sabem que eu não estou blefando. - disse Gomorra sacando sua arma num piscar de olhos, apontando ela de Cellbit para Jean com a precisão clara de uma atiradora profissional.

– Vieram atrás da dupla errada. As placas estão com o Orochi e o Luba. Eles são os guardiões delas agora. Não estamos com nenhuma delas, eu juro. - Jean tentou explicar, mas as irmãs não estavam ali para ouvir.

– Um... - disse Gomorra iniciando a contagem.

– O Jean está dizendo a verdade. Podem nos revistar se quiserem. Não vão achar nada. As placas não estão com a gente.

– Dois... - Gomorra continou a contagem, na próxima ela apertaria o gatilho.

– Eu faria alguma coisa se fosse vocês. Minha irmã nunca erra um tiro! - informou-lhes Sodoma, ela limpava a unha com sua adaga como se não se importasse com que estaria prestes a acontecer.

Jean olhou para Cellbit que apontava a arma para as assassinas e depois para o mosaico e a peça que se destacava depois da observação minuciosa do amigo. Ele imaginou quanto tempo teria até que ele tentasse arrancar a peça da parede e a reação de Gomorra em atirar nele. Seriam milésimos de segundo. Era muito arriscado, entretanto talvez a única chance que tinham. Num rompante de coragem, ele se atirou a obra de arte como quem se agarrava a uma corda à beira de um precipício. 

– Três! - Gomorra viu o salto de Jean e direcionou o tiro para acertá-lo em pleno pulo, Cellbit numa atitude desesperada para dar cobertura ao amigo também atirou contra a mulher.

Jean fechou os olhos ao segurar o pedaço do mosaico e pode ouvir o disparo das duas armas. Por um instante ele pensou que sentiria o impacto da bala em seu corpo, mas nada lhe atingiu. Ele abriu suas pálpebras e tudo parecia ter sido pausado como numa tela de filme.

Gomorra mantinha sua arma apontada contra ele, também podia ver a bala paralisada no ar logo a frente do cano. Ao olhar para a direção oposta, pode ver a bala da arma do Cellbit  em pleno vôo e Sodoma olhando tudo desinteressada brincando com sua faca. Estavam parados como estátuas.

– Eu parei o tempo? Eu sou tipo um guru agora? - Jean fez um pouco de força e arrancou a peça do mosaico e virou-a para si mesmo. Era uma das placas sumérias faltantes. O palpite do Cellbit estava certo, ele tinha achado mais uma. – Eu devo ter sido abençoado também. Agora eu tenho poder sobre o tempo...

Jean sem ter muita certeza do que estava fazendo tocou a lateral da placa e moveu seus dedos da direita para a esquerda como num controle remoto e podia ver as ações rebobinarem como uma fita de VHS. As balas voltaram pros canos das armas e os olhos de Gomorra e Cellbit piscaram uma vez. Ele tentou ir adiante para um momento após o êxtase temporal, mas a placa só permitia que ele avançasse até exatamente o momento dos disparos.

– Acho que não consigo ir para o futuro, mas sinto que posso alterar fatos do presente e do passado... - concluiu Jean ao fim de seu experimento. – Desculpem amigos, preciso consertar algo antes de resolver o problema de vocês! 

Jean usou a placa novamente e foi regressando no tempo, deslizando seu dedo inúmeras vezes até voltar há dois meses atrás.


Notas Finais


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