História Lúcifer - Heaven or Hell - Capítulo 16


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Categorias Lucifer, Supernatural
Personagens Amenadiel, Castiel, Chuck Shurley, Gabriel, Gadreel, Lilith, Lucifer Morningstar, Miguel, Personagens Originais, Rafael, Samandriel
Visualizações 83
Palavras 2.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Magia, Mistério, Misticismo, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii, não me matem! Eu realmente não tive culpa de sumir, falta de tempo e um pequeno bloqueio por não assistir a série durante um mês mais ou menos!! ;-; enfim, espero que gostem!

Capítulo 16 - Luz


Fanfic / Fanfiction Lúcifer - Heaven or Hell - Capítulo 16 - Luz

Ellite Max, 08:37.


Ana c.


Acordei com um peso estranho sobre o corpo, a boca seca e um incômodo na cabeça. Tentei abrir os olhos, mas a claridade era forte.


Quando consegui me encontrar, vi que estava num quarto que não era meu. No susto me sentei naquela imensa cama de casal vazia, eu estava sem roupas.


Sem nenhuma peça de roupa, me enrolei em um lençol branco, vi um tipo de moeda com um símbolo que parecia um bode em cima do criado mudo.


Fui dar um passo mas sua voz me fez travar, acabei me enrolando e deixando cair o lençol. Ele sorriu, com sua típica expressão de malícia.


— Lúcifer, não olha! — falei completamente corada e ele riu.


— Nada que não vi noite passada, querida — ele falou ainda rindo.


— A gente... ? — suspirei fundo — eu não acredito que eu..


— Quase, você insistiu e tudo... — ele disse e eu arqueei uma sobrancelha — eu neguei porque tava bêbada, e isso seria contra sua vontade e isso seria meio que estupro e eu não sou estuprador de menores.


— Perai, serio? Você não fez nada comigo?


— Clara, ta achando que eu sou o o que? Mas se caso, queira agora, eu to com um tempo livre.


— Lúcifer! — dei risada e ele sorriu.


— Suas roupas tão ali — ele disse, indo servir whisky num copo — eu te deixei na sala e fui falar com o babaca do Gabriel, quando voltei pro quarto, você tava peladinha na minha cama. Não sabe como foi difícil pra mim.


Ele dizia como se narrasse um drama cruel, e eu ri, enquanto acabava de colocar a minha blusa. Me aproximei dele, e ele me encarou.


— Você é incrível, sabe? — falei e suspirei no fim da frase.


— Sou o diabo, esperava menos? — ele sorriu.


— Não, eu esperava mais, mais maldade e mais crueldade, mas só vejo o contrário quando te olho de perto — falei baixo.


Ele desviou o olhar e andou até a porta.


— Enfim, amanhã eu saio cedo... E tenho muito o que resolver hoje, mas a noite to disponível pra você.


— Ok — caminha pra fora do quarto — tchau Lúcifer.


...

Lúcifer.


O dia foi extremamente entediante, e o simples fato de ficar horas assinando anuários escolar de crianças imortais estava me deixando louco.


Olhava no relógio que parecia andar mais devagar a cada segundo, batia a caneta sobre a mesa. Até que ouvi alguém entrar porta a dentro, Gabriel.


— Ah, você. Meu dia ficou melhor agora — sorri em ironia, e virei um gole do whisky.


— Seu senso de humor, intriga irmão — ele sorriu fraco — vai me contar o que tá rolando com a filha do Castiel?


— Filha do... — arqueei a sobrancelha — Ah, o panaca de sobretudo.. A ana — sorri em mencionar ela — nada.


— A garota sempre está com você, e nunca te vi próximo de aluno nenhum assim — ele disse.


— Só a Jennifer — pisquei a ele que riu.


— Você é um grande idiota Lúcifer — ele afirmou.


Concordei com a cabeça e levantei dali, fui até a porta e olhei pelo vidro. O fluxo frenético daquelas crianças ali era de fato irritante.


— Malas prontas? — ele questionou.


— Eu to indo não por você, não por Deus ou pela sua nova Hogwarts — bufei — eu só vou porque prometi a alguém.


— Quem é você e o que fez com o diabo? — ele questionou e riu — Não te reconheço cara.


— Não preciso do seu reconhecimento, eu sou o mesmo — sorri de lado e virei o resto do whisky — avise o Miguel que eu mato a Amara e volto pra cá.


— Ok — Gabriel suspirou — boa sorte.


...


Acabava de dar nó na gravata quando meu celular começou a tocar, era a Mazikeen. Peguei o aparelho.


Lúcifer: Maze.

Mazikeen: Lúcifer, uma maldita vadia ruiva entrou aqui e acabou com a boate. Era sua amiga, Amara.

Lúcifer: Uma noite.

Mazikeen: Oque?

Lúcifer: Eu preciso de uma noite, amanhã eu to por aí.

Mazikeen: Mas Luc...


Desliguei o telefone na cara dela, e voltei ao espelho.


Ana Clara.


Estava com um vestido preto que ia até os joelhos mais ou menos, um salto alto da mesma cor. Fiz uma maquiagem leve, e acabava de arrumar os cabelos quando ouvi alguém bater na porta.


Abri a mesma e confesso ter ficado surpresa, Gabriel me olhou dos pés a cabeça e depois deu um passo pra trás.


— Posso falar com você? — ele questionou.


— Claro.. — falei já nervosa e sai do quarto — o que foi?


— Vai se arrepender Ana — ele disse baixo.


— Pelo que? Gabriel, não entendi — cruzei os braços.


— Você é uma menina, com sonhos, dons, e uma vida incrível. Uma família de ouro, sabe disso não sabe? — ele questionou e eu ri.


— Eu sei — afirmei, tirando o sorriso do rosto — Onde quer chegar?


— Porque se envolver com ele, o mal encarnado... o filho rebelde, o causador do caus, ana eu já sinto dor por você — ele disse rápido, e eu mordi o canto da boca.


— Você como irmão deveria prestar mais atenção no Lúcifer, e em como ele foi injustiçado. E Gabe, não é da sua conta com quem saio.


Ele me olhou de uma forma que me doeu, fui dura demais com ele.


— Eu sei Ana, falo isso pelo seu pai — ele suspirou — mas sua mente é o seu guia, depois não reclama.


Ele saiu dali me deixando com a cara no chão, suspirei. Ele virou o corredor, e ao mesmo tempo Lúcifer caminhava para perto de mim. Tentei disfarçar a tensão.


Ele parou a alguns metros de mim e me olhava de cima em baixo, depois sorriu.


— Você está linda — falou.


— Obrigada — sorri a ele — vamos?


...


No caminho tocava uma música baixinho, notei que ele estava distante enquanto dirigia. Daí fui prestar atenção na música que tocava.


Esse é o preço que você paga
Deixe para trás sua mágoa, jogue fora
Apenas mais um produto do hoje
Melhor ser o caçador do que a presa
E você está parado no limite, de cabeça erguida.
Porque você é assim
Um coração de pedra palpitante
Você precisa ser muito insensível
Para sobreviver nesse mundo
Sim você é assim
Vivendo sua vida ferozmente
Você precisa ser muito insensivel
Alguém vai
Me deixar ver a luz entre a sombra escura das árvores?
O que está acontecendo?
Olhando no espelho, encontrando o erro no passado sabendo que
Éramos jovens
Um chamado para a fera, um destino amaldiçoado.
Um pouco da verdade, da sua verdade.


O encarei alguns segundos até ele notar e me olhar, aquele sorriso típico nasceu no rosto.


— Admirando a beleza do diabo? — ele questionou.


— Aham — sorri pra ele — pronto pra Amara?


— Ela não é nada, tenho o que vai matar ela... Vou estar de volta antes do professor substituto te matar de tédio — ele sorriu.


— Onde vamos? — questionei.


— Jantar, não está com fome? — ele questionou, óbvio.


Um sorriso involuntário nasceu no meu rosto.


— Estou sim — suspirei o olhando — pensei que fôssemos a lux de novo.


— Não, aquele lugar não é pra você — ele sorriu — você é... Diferente das vadias de lá.


— Sou uma vadia diferente? — questionei seria e ele riu.



..Horas depois..


Ele bebia whisky enquanto eu bebia um champagne sem álcool, ele insistiu em ser sem álcool pelo fato de eu ficar meio “ atirada” bêbada.


— Como foi parar naquela escola? — ele me perguntou.


— Meu pai, sempre ocupado com seus irmãos mortais me mandou pra lá para morrer de tédio, daí eu me apaixonei pelo diabo — falei sorrindo, e só depois me toquei do que havia dito.


Ele ficou em silêncio e aquele sorriso aos poucos deixou o rosto, corei, me sentindo uma idiota.


— Não deveria.. — ele falou.


Ótimo, Estraguei tudo.


— E você, parou lá porque? — questionei.  


— Quando eu vim pra terra, fiquei em Los Angeles, comprei a Lux e meio que enjoei de tudo aquilo e quis algo novo, sensações diferentes, prazeres diferentes... — ele sorriu — foi quando Amenadiel me propôs.


— E encontrou? — perguntei, sorrindo.


Ele pareceu não entender e tombou a cabeça de lado, depois sorriu.


— Sim, encontrei — ele disse e bebeu o de resto do whisky.


Ele já havia bebido uma garrafa e whisky enquanto conversavamos.


— Conhecia seu pai, aquele dia... Mas nunca falou sobre sua mãe — ele disse, e me olhou.


— Ah — suspirei e coloquei uma mecha de cabelo atrás da orelha — morreu quando eu tinha 7 anos, por anjos.


— Sua própria espécie... — ele disse baixo.


— Maldita espécie — sorri de lado.


Ele sorriu, ia falar algo mas foi interrompido por uma morena que chegou sorrindo.


— Lúcifer! — ela falou sorrindo.


— Oii Carol? — ele disse, sorrindo.


— Carmen — ela suspirou — só perdôo porque estavamos com uma Carol aquela noite.


Engoli em seco ao ouvir ela dizer, a olhei de relance, usava um vestido grudado no corpo e seu silicone quase saltava pra fora.


— Quem é a menina? — ela perguntou me olhando.


— Ana Clara, uma aluna minha — ele sorriu.


— Que tinta usa, seu cabelo é lindo — ela disse, forçando simpatia.


— É natural — suspirei, e a olhei.


Tudo nela era exagerado e forçado, encarei Lúcifer que olhava pra moça com malícia. Revirei os olhos.


— Ah, professor vou deixar vocês em paz! — falei, e me levantei dali.


— Não Clara, a gente já vai — ele disse, se levantou também.


— Sério Lúcifer, eu pensei que ia rolar de novo — ela disse, e sorriu pra ele.


— Hoje não querida — ele piscou pra ela


Sai andando dali e ele me seguia, sai pra fora do restaurante na frente dele enquanto ele pagava. Andei até o beco que estava o carro.


Andava devagar quando senti uma mão firme me puxar, assustei, e trombei com tudo nele. O encarei assustada e ele sorriu.


— Fugindo de mim? — ele questionou.


— Não! Só não queria estragar a sua transa — sorri em ironia.


— Não estragaria, podíamos ir em três — ele sorriu.


Meu sangue ferveu na hora em que ouvi, virei um tapa no rosto dele que me encarou sério. Dei um passo pra trás e ele sorriu.


— Excitante — ele disse — bate mais.


Me puxou pela cintura, e me beijou. Tentei o empurrar mas não consegui de primeira, coloquei mais força.


— Não, foi um erro tá? Tudo foi um erro, você é alguém que eu não devia depositar esperança e sentimentos e não quero me machucar, então Lúcifer, chega — falei, me afastando dele.


— Clara — ele disse e depois o silêncio reinou.


— Viu? Você nem tem o que dizer — falei baixo, meus olhos arderam e eu olhei pra cima.


— Eu entendi, ficou com ciúmes da garota lá dentro, ok — ele suspirou — mas eu nunca a trouxe para um jantar, nem ela e nem nenhuma, você é a primeira.


Fiquei quieta, olhava pros carros estacionados naquela rua escura. Ele parou do meu lado, em silêncio.


— Mas vou entender, se não quiser fazer parte dessa escuridão que eu sou — ele disse e suspirou — você é a luz, não deve ficar nas trevas.


Me virei pra ele, nos olhamos alguns instantes. Depois eu o beijei, um beijo calmo.


...


00:33


Voltamos pra escola quando já era tarde, entramos na mesma e eu caminhava do lado dele, rindo de algo que disse.


— Com sono? — ele perguntou.



— Não, e só de pensar que amanhã não vou ter aula com meu professor favorito — suspirei e ele riu.


— Vamos pro meu quarto, a gente fica lá até você ter sono — ele disse.



O lugar estava bem arrumado, me sentei na cama tirando os saltos que estavam me matando. E ele bebia encostado na janela.


— Pensando? — questionei.


— Em quão covarde meu pai é — ele sorriu — aprisiona a irmã por milênios, e sobra pro filho rebelde ajeitas as coisas.


— Mas daí terá feito uma coisa boa, e vai desmentir o fato dele ter te colocado como o vilão na historinha dele — sorri pra ele, que me olhou.


— Você sempre diz a coisa certa, e tem esse feitiço sobre mim... O que você é, garota? — ele questionou, me olhando nos olhos.


— Sou sua — sussurrei, e sorri depois.


Ele me beijou, deixando copo em cima do criado mudo. Segurou firme meu cabelo e deu intensidade ao beijo.


Passei as unhas pela sua nuca, enquanto minha língua se enrolava na dele. Seu gosto refrescante junto do whisky, era uma combinação incrível.


Comecei a caminhar devagar de costas, enquanto ainda nos beijavamos. Senti a cama por de trás de mim, e ele me deitou na mesma. Beijou meu pescoço e eu me arrepiei toda, ele parou e me olhou.


— Se me fizer parar dessa vez... — ele dizia, coloquei o dedo na boca dele.


— Cala a boca, me faça sua por inteiro Lúcifer.



Continue..


Notas Finais


Gostaram?? Comentem, por favoooor ;-;


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